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28 de dezembro de 2020

DO ZERO AO BÁSICO! Tutorial de Jogos de Luta para Novatos!

 Pra não dizer que o blog está morto, venho aqui convocar todos vocês que me adoram (ou não) a se inscreverem no meu canal, e assistirem o que eu produzi pra ajudar novatos, a playlist:

DO ZERO AO BÁSICO!

Aqui eu ensino TUDO que sei pra você pegar um jogo, seja ele qual for, e sair na frente dos amigos e dar neles as porradas merecidas, e principalmente se você apanha muito, chegou a sua vez de bater.

Espero que gostem, então gente, bora ver, curtir, comentar, e se não forem inscritos, ajuda que ta foda XD

https://bit.ly/37U8aEr

 

Detalhe viu gente: É DE GRAÇA!

22 de março de 2017

SFV Com Pouco Conteúdo? Será?

E Street Fighter V não cansa de polemizar, depois de míseras vendas com um milhão e meio de unidades vendidas de forma geral, Capcom não arredou o pé do novo formato e as reclamações persistem e muitas delas são a tão falada falta de conteúdo.

Então, vejamos se isso é notavelmente verdade.

Pra começo de conversa, temos que lembrar que SFV e USF4 são jogos de formatos diferentes, USF4 é nada mais que o Super Street Fighter IV com 3 atualizações ao longo de 4 anos, sendo elas Arcade Edition, 2012 version e Ultra Street Fighter IV. Sendo essa a versão final. Lembrando que o Super já era uma versão do primeiro Street Fighter IV, mas que foi vendida separadamente em disco sem a opção de iteração.

Ou seja, o mesmo jogo base, com refinamentos e melhorias, que poderiam ter vindo por DLC mas não, optaram pra uma versão 100% paga. Eita Capcom.


Mas apesar disso, SFV veio de uma forma diferente, você compra um jogo base e libera o restante por temporadas comprando separadamente se quiser, ou conquista suados pontos conhecidos como Fight Money e assim os compra, sendo necessário apenas tempo de jogo.

E esforço. Esforço pra caralho. Não vamos fingir que é moleza. Porque não é. Lembrando que isso não é necessariamente um problema. E por que não é um problema? Porque é uma opção.

Ok, eu entendo e concordo que cada vitória na ranked dá poucos pontos, míseros 50 enquanto precisamos de 100 mil pra cada personagem, sendo assim, 2 mil vitórias. Mas pensa bem, conhecendo a fama de mercenária da Capcom, melhor jogar do que pagar, certo?

Mas por que eu disse isso? Vocês vão entender.

Acontece que praticamente todos os Street Fighter tinham "pouco conteúdo", sempre era um modo de treino, um versus, e um single, que no caso é o Arcade. Esse modo contém finais pra cada personagem e sim, alimentam uma fanbase que assim como eu, gostam dos personagens e etc.

Mas vou ser justo e comparar somente os dois mais recentes antes do SFV, que são Street Fighter III: Online Edition lançado pra PS3 e Xbox 360 e Ultra Street Fighter IV lançado nas duas plataformas já citadas além do PC.


Então vamos pros comparativos, todos os 3 tem online. Das mais variadas formas, sendo as fundamentais: partidas de ranking, partidas casuais e salões de batalhas com amigos, cada um com seu nome mas exatamente com as mesmas funções.

Todos os 3 possuem modos de treinamento, do SF III é basicão mas do IV e V são muito refinados, e do V permite situações tão absurdamente detalhadas que é chamado por aí de "laboratório de treino". Mas como ele foi um mais recente, é natural a evolução de maneiras de praticar.

Os jogos também possuem versus local, que dispensa comentários. E mesmo que demorado, no SFV chegou o versus CPU, que é ridículo não terem incluído no começo, mas beleza.

E nos 3 casos também temos trial, destaque mais amplo pro do SF III Online Edition que tem trials de mecânica leve e avançada e dos personagens, enquanto do IV tinha só dos personagens e do V idem. Mas existe uma coisa que deve ser levada em conta. No SFIV como um todo, muitos, eu diria que pelo menos uns 40% dos trials além de super difíceis de fazer, eram absolutamente... INÚTEIS! Sim, inúteis. Veja isso e me diga se compensa? Gasta 3 barras e nem causa tanto stun, pra nada. Um dano que um reset ou um combo mais simples usando FADC resolveria.

"Que mané combo o que, te dou uma cuzada e ta tudo certo"

Enquanto do SFV são muito simplistas mas diretos ao ponto que interessa, que é usar as mecânicas novas e causar dano. Mas não pensa que não tem coisa inútil porque tem sim, só tem menos. Mas não estamos debatendo qualidade e sim presença de modos, e no caso, todos os 3 tem. Certo, então vamos pro tópico principal.

O tal do Arcade, ainda que o III tenha uma dificuldade bem agradável e isso me referindo a todas, o IV também tinha e de forma reduzida, a CPU em alguns momentos cometia mancadas e exceto por Seth e derivados como Gouken e Akuma, ela era facilmente vencida na dificuldade mais alta.

Mas os finais de merda do IV e alguns do III legais, estavam sim, todos lá. Certo?

Então veio o V, mudando totalmente o formato, justamente pra agradar gregos e troianos, convenhamos, os finais de SF mesmo pra mim que sou fã, nunca foram aqueeeeela coisa e nunca será o motivo principal pelo qual jogamos a franquia, a não ser que estejamos falando do Alpha 3, mas isso é outro assunto. Mas enfim, SF nunca teve forte apelo narrativo e muito menos coerência em MUITAS COISAS e a dificuldade dele nem sempre agradou a todos.

Eu por exemplo que não sou um jogador casual, me agrada as mais altas mas eu não dou conta sempre (dependendo do personagem) por exemplo. E isso porque eu me dedico por único motivo de amar a franquia, mais absolutamente nada. Nem nível pra competir online direito eu tenho xD

Mas enfim, onde eu quero chegar?

"Não, eu não entendo onde você quer chegar porque não tem Arcade no jogo, toma aqui meu hate gratuito"


Street Fighter III e IV, ambos possuem o famigerado e clássico Arcade Mode, onde jogamos de 8 a 10 lutas e vimos os finais. Certo? Ambos tem isso. O que importa nesses modos é o decorrer dele, a duração e os finais. E Street Fighter V tem isso dividido em dois modos, Survival e Story. Não debatendo a qualidade porque eu já disse mil vezes o quanto acho todas as histórias de SF (exceto Alpha 3) bobinhas e isso não me atinge.

Mas você tem um modo duradouro que é o Survival, que varia entre 10, 30, 50 e 100 lutas. Com bastante desafio, ainda que mal feito, mas eu falo disso depois e o modo de história que tem começo, 3 lutas e um fim.

E tem o modo de história com começo, meio e fim, do qual se a gente botasse umas 5 ou 6 lutas dentro de cada um, deixariam exatamente no mesmo formato do Arcade. Mas a ideia do SFV não é ser um serviço? Que facilita acesso e chama novos jogadores? Então você não pode simplesmente punir os que não jogam ou não gostam da maneira tradicional e simplesmente dividiram um modo em dois. E ainda te dá recompensas de Fight Money que ajudam no comprar de DLC's in game.

Então como diabos, um modo dividido em dois, e que tem a mesma função pode ser "menos conteúdo"?

Aí você pode falar:

"Mas Juninho, as cores dos personagens vem travadas e a gente precisa do Survival pra liberar e no Hard e Hell é realmente apelão pra desgraça".

Sim, concordo em gênero, número e grau, mas eu admito que gostei da ideia de liberar as cores por modos de jogo, porém, você pode simplesmente usar o bendito FM e comprar pacotes de cores, coisa que eu mesmo fiz depois. Porque simplesmente leva tempo demais e eu depois de um tempo foquei mais no online, mas isso eu fiz por opção, coisa que o jogo oferece: OPÇÃO!


O jogo não pode é IMPEDIR você de adquirir de outra forma, lembrando que Fight Money dá pelos modos de jogo jogando uma vez, mas esse não é o único meio. Justamente, o Hard e Hell do SFV no Survival é apelão mesmo e tem pontos de dificuldade flutuantes.

Isso é um erro, um defeito, uma falha e pelo amor do meu saco Capcom, corrija isso!

Mas o Normal e Easy são tranquilos demais, ainda que o Bison no Stage 30 seja meio chato, mas são cerca de 10 minutos pra cada conclusão do Survival no Normal. Além disso, trials dão FM, passar de nível com os personagens dá FM (e isso vale pra todos os modos), desafios semanais são sempre postados e por aí vai. Então me diz, com clareza, qual jogo te estimula mais a jogar?

Vamos imaginar que cada jogada no Arcade do 3 ou 4 dura mais ou menos 15 minutos. O Story de cada um no SFV dura no máximo 5 minutos e o Survival Easy uns 5 e o Normal uns 10, me diz se não é literalmente a mesma coisa.

"Ah, mas o Hard e Hell são apelões"

Sim, a dificuldade 8 do SF III também. A do Alpha 3 também.

E vamos lembrar novamente, Fight Money te permite comprar firulas (cores, roupas, títulos, cores de perfil) ou personagens DLC, os mesmos personagens que antes era somente comercializado com dinheiro real. Se você tem o Super SFIV e quer o conteúdo do Ultra, tem que PAGAR, SFV se tornou um jogo que recebe conteúdo constantemente com o passar dos anos, e você só paga pelo que quiser, o jogo base é o mesmo e ainda custa bem barato pro tanto de coisa que ele vai receber futuramente. E pelo que já recebeu também.


Então vamos raciocinar, os 3 jogos tem Treino, Versus, Trial de suas respectivas maneiras e o Arcade tem no 3 e 4 e foi subdividido em dois modos no SFV, e de quebra, SFV tem o modo de história cinematográfico, desafios semanais, sistema de assistir lutas muitíssimo melhorado com direito a uma rede interna (Capcom Fighting Network), cross-play de duas plataformas, além de receber conteúdo que só é pago se você quiser, gostou de X personagem, compra. Não gostou, foda-se, você joga com quem tem da mesma maneira, você se torna livre pra decidir o que vai inserir no seu jogo ou não. Quem dera que Guilty Gear, BlazBlue, Marvel vs Capcom ou demais franquias fossem assim.

Sou capaz de dizer, que esse modelo de serviço só tem como desvantagem, o fato do jogo só estar "realmente completo" (e eu digo completo no sentido de não receber conteúdo, não dessa forma pejorativa que usam pro SFV) quando for o seu fim, do contrário, ele só colabora pra você jogar mais e continuar jogando pra ver as novidades que virão. 


O SFV se a gente for pensar, ainda que de outra maneira e por ter mais estímulos pra te manter jogando, é o jogo que mais possui conteúdo da franquia numerada, perdendo somente pros títulos "por fora" como os Street Fighters: Alpha 3 e EX2, que possuem mais modos de jogo, e todos bem divertidos por sinal.

Então, como um jogo com mais coisas pra fazer, pode ter menos conteúdo que o anterior, como muitos dizem por aí. Me expliquem por favor, porque não faz sentido algum. Não tem um pingo de lógica envolvida nessa porra. Ou vão me falar que preferem de fato o modelo antigo onde a Capcom a cada versão simplesmente sapeca 20 dólares de conteúdo (ou 60 do disco)?

Pensa bem, se a Capcom botar o Survival como somente um modo de 50 lutas e modificar o Story Mode enfiando 10 lutas no lugar de 2 ou 3 com os mesmos começos, meios e fins, não daria exatamente no mesmo? Aí vamos imaginar que esse novo modo se chame Arcade Mode e bingo, você tem dois modos convertidos em um, fazendo exatamente o mesmo que os dois antes faziam.

É uma questão de pura lógica, os problemas REAIS do jogo foram resolvidos com poucos dias de lançamento e ficar indo na onda de gente que simplesmente não jogou mas "viu alguém falando aí" ou notinhas de Metacritic falando que o jogo ta incompleto só vai te fazer perder um dos melhores jogos de luta de todos os tempos.

Falaram do online que não funciona, mas 12 horas depois tava corrigido, não vi nenhuma análise "especializada" falando disso, falaram do lobby pra 2 jogadores, que resolveu com a chegada do Alex em Março, menos de 30 dias depois do jogo lançar, justamente pra testar servidores, e ninguém atualizou as críticas.

Alguém avisa pro moleque que o babador dele ficou em casa

Aconteceu que: o formato mudou, SFV chegou com mais ou menos a mesma quantidade de conteúdos de USF4 e hoje em dia já tem mais conteúdo, mais coisas pra fazer, e simplesmente o povo detona o jogo, sendo que se ele se mantivesse da mesma forma e botasse a dificuldade do Survival + 10 lutas no Story Mode, ninguém reclamaria, seria exatamente a mesma merda de jogo com um modo de nome tradicional.

Acho que no fundo, dessa vez a Capcom aprendeu e fez um jogo do qual você pode comprar o que quiser por fora, ou simplesmente jogar e liberar por si só, afinal, se você joga muito, você é recompensado. Se não joga tanto, pode juntar com desafios e ir jogando aos poucos até liberar. Ou simplesmente comprar um passe de temporada, que é puramente opcional. Custando os mesmos vinte dólares de antes, mas vindo com mais coisas. Só pra constar, Arcade Edition vinha 4 personagens e Ultra atualizável vinha com 5 a mais, e custava os mesmos vinte dólares. SFV te cobra o mesmo valor por 6 personagens a cada temporada.

Nada nada, já falei 3 formas de liberar tudo que o jogo oferece. Mas muita gente parece não entender. a ponto de se ela lançar um Super SFV com menos conteúdo que o primeiro, quebrando assim a ideia de "jogar até liberar" e mantendo exatamente tudo como antes, eu acho que no fundo o povo reclamaria menos.

Capcom: Eu vou esmagar seu bolsoooooo

E nem preciso citar a parte óbvia do cenário competitivo ser mais lucrativo que a cena casual. Afinal são vários patrocinadores, de vários lugares, jogadores pagos, transmissões ao vivo e etc, além das premiações bem altas. Coisa que no lançamento do jogo, de fato havia mais foto no público hardcore/competitivo do que no casual mas hoje isso já foi devidamente corrigido. Hoje todos tem o devido e merecido espaço no jogo com direito a mais coisas vindo por aí. E a galera depois de 1 ano de jogo, insiste em destruir o novo formato, que é mais barato pela simples ausência de UM MODO DE JOGO, que está inserido de outra maneira desde seu lançamento.

E pra "justificar" o foco na cena competitiva hardcore, de pouco mais de 30 eventos do USF4 na Capcom Pro Tour de 2015 pra quase 70 em 2016; de 2227 jogadores profissionais no USF4 na EVO de 2015, tivemos 5065 no SFV em 2016; premiações de meio milhão na Capcom Pro Tour, patrocinadores investimento cada vez mais em jogadores e exigindo mais transmissão, gerando assim melhores e maiores transmissões via Twich e até mesmo transmitiram as finais da EVO na ESPN, com direito a passar no Brasil ao vivo com narração tupiniquim.


Isso foi fruto do quanto SFIV de forma geral rendeu na cena online/competitiva/hardcore, e querendo ou não, ela é mais importante hoje em dia que a casual, tal fato é verdade quando deparamos com o melhor jogo de 2016 pela Game Awards ter sido Overwatch. E olha que esse jogo não tem absolutamente nada offline. Tudo somente online, mas gerou uma comunidade ativa o suficiente, que carregou o jogo na boca do povo, prendeu o interesse e fez por merecer tal título. SFV pegou o jogo de luta do ano, justamente pelos mesmos exatos motivos.

Então desconsiderar também a mudança de uma época, de tendências e e obtenção de lucros, também é uma bobagem sem tamanho. Vamos ver calmamente uma coisa simples, Street Fighter IV vendeu como franquia, incluindo todas as suas versões, uma faixa de 8 milhões, de acordo com o site da Capcom. E isso incluindo as versões de todos os consoles, e mesmo depois de tantas reclamações, e vendendo somente 1 milhão e meio, vocês acreditam mesmo que o setor casual rende mais que o competitivo? E isso porque eu sou jogador mediano, e não me encaixo no competitivo.

Querem motivos reais pro jogo ter lançado mal e ter vendido mal? Pra ter lançado mal tivemos um lobby de 2 jogadores (ainda que avisado) e isso pra muita gente atrapalha no online, um modo cinemático atrasado (ainda que também avisado e nem todos gostam de esperar), lançaram o jogo exclusivo de um console (ainda que cross play seja uma delícia), sendo que o 360 tinha mais gente jogando ativamente o USF4 que o PS3, então existem SIM, motivos pro jogo ter tido essa recepção, mas não é a porra do modo Arcade.

"Argumentos lógicos batendo na minha cara, não quero, quero Arcadeeeeeee!!!"

Mas enfim, em meio a tanto argumento, eu já to pronto pro "se não tem Arcade, não importa o resto", porque é o que provavelmente vão dizer ao acharem esse post desse nano blog, ainda que a somatória de modos de jogo do V seja maior, ainda que ele tenha mais coisas pra fazer, que a Capcom tenha jogado limpo conosco pela primeira vez em anos e etc.

Honestamente, vocês merecem a Capcom do jeito que ela é. Uma empresa mercenária do cacete que abusa dos fãs como eu, e justo quando ela tenta se redimir fazendo um modelo mais prático e mais barato, um modo de jogo ausente "matou" ele. Mostrando como no fundo, a política anterior de roubar de nós uma grana alta com DLC's é mais lucrativa, porque a galera vai lá e paga. As vezes a galera sente saudade das versões de Street Fighter II com preço cheio ou de como Street Fighter IV e Marvel vs Capcom 3 foram com suas atualizações.

Acho que a melhor solução é essa, boicotar uma primeira e provável última tentativa de uma empresa mercenária pilantra do cacete feito a Capcom focar nos fãs e jogadores, lembra bem hein galera, Marvel vs Capcom Infinite ta logo aí chegando, final do ano. Outros jogos dela de luta podem vir como antigamente, lançando versões "completas" e super em conta. Então continuem exatamente com essa mentalidade.


Joinha do Dan pra todos vocês.

21 de outubro de 2016

USF4 - SFV: Qual O Melhor?

Street Fighter V lançou, muito se disse sobre ele, muita coisas boas, muitas polêmicas e agora ele já está mais do que devidamente completo e com sua primeira temporada já finalizada, então, agora mais do que tudo, resta a dúvida:

Qual é o melhor Street Fighter, o IV (enquanto franquia) ou o V?


Bom, eu poderia até dar aquele papo mentiroso da imparcialidade, mas não, vocês sabem que eu sou parcial e viso somente a minha opinião, então mais do que nunca, esteja avisado que não quero enfiar nenhuma "verdade absoluta" em sua garganta, se não concorda, vá em frente e discorde pra valer, use seu direito e debata comigo saudavelmente nos comentários.

Então vamos lá:

Modos de Jogo:


Cade o Time Attack, porra!

Se eu for contar o primeiro SFIV, acredito que ele vença esse quesito, ele era de longe, bem mais paupável pra jogadores single player logo de cara, tinha 3 modos de jogatina online (endless, ranked, team e tournament), arcade com finais em anime, versus, galeria e além de trials, e melhor ainda: tinha time attack e survival.

Mas... convenhamos, depois do Super e ainda mais atualizado pra Ultra, fica difícil levar ele em questão, por milhões de motivos e dentre eles personagens e mecânicas a menos.

E o Ultra tem, Arcade, Versus (CPU e Local), Trial, Online com os mesmos modos além do treino online e tiraram o Time Attack, Survival e Galeria. Honestamente, nunca vou entender porque removeram os modos, eles já eram simples demais e tudo mas melhor manter do que simplesmente remover.

Já o V, esse tem Story, Cinematic Story, Trial, Survival com 4 dificudlades pra cada personagem, online com Ranked, Casual e Saguão, muito da polêmica negativa se deve à falta do Arcade, e eu honestamente não sinto falta, porque a CPU do IV era infeliz de tão ruim e incompetente, mesmo em níveis mais difíceis um jogador mediano como eu poderia vencer sem maiores dificuldades usando qualquer personagem, e se levarmos isso à fundo, vai ver que uma boa maioria das pessoas treinava e jogava mais online ou local e preferiam treinar na sala de treino justamente por conta da CPU muito fácil.

No V, isso foi corrigido, a CPU é insana, são 8 níveis e do 6 pra frente a parada fica infernal, mesmo eu com muitas horas de jogo, bastante experiência e tendo evoluído muito, não consigo segurar determinadas situações que a CPU me coloca, e isso tudo no nível 7, no 8 é quase todo o tempo tomando Crush Counter, eu simplesmente adorei poder treinar com tudo isso, além do mais, o Survival é muito mais compensativo à longo prazo do que um Arcade, porque além de difícil, te dá o Fight Money que permite compra de DLC's.

O USF4 e o SFV meio que se equivalem, mas como considerei o IV como franquia, é fácil ver que ele tem muito mais coisas pra fazer, ainda que ele tenha um desbalanço surreal, personagens a menos, especiais e mecânicas a menos também.

Lembrando que o USF4 tem o Omega Mode, divertido de doer mas acredito que ele chegou meio tarde demais pra ser apreciado pelo público ou gerar torneios, o que seria totalmente hilário e interessante.

Equilíbrio:



Esse aí é um ponto complicadíssimo de se abordar, mas vou tentar dar o meu parecer totalmente honesto.

Pra começar, SF4 como um todo, sucedeu o 3, esse que mesmo sendo simples tinham mecânicas de imensa profundidade (parry, especificamente falando) e nisso o IV teve a ideia de "simplificar" e como mecânica central trouxe o Focus Attack, segurando os dois médios em 3 níveis crescentes cada um teria uma função e uma vantagem, claramente te deixando aberto pra golpes que quebram armadura ou balões.

Mas, o foco é o Focus Cancel, esse por si só, como o nome diz, cancela a animação de algo com o Focus e continua batendo de alguma forma, seja em juggle, combos ou mesmo aplicando setups, resets e etc, e aí começamos a chegar onde eu to querendo.

Pra personagens típicos de meia lua, isso aí é uma puta vantagem, mas pra personagens de carregar ou de balão é totalmente inútil ou parcialmente inútil, no caso, o máximo que você pode fazer com um Vega por exemplo, é usar uma rasteira forte e se o cara defender, você usa o Focus Cancel e dá um dash pra trás em fuga, mas é algo que em combos não tem utilidade e aplicações de ferramentas mais profundas menos ainda, e se a gente for falar de personagens de agarrão complica até mais, porque mesmo uma "fuga" pode ser inútil afinal eles por natureza são lentos.

Claramente, pra esses personagens de grapple fica ainda pior, porque são naturalmente fortes, talvez cancelar um golpe e emendar outro à custo de duas barras, tem um dano que normalmente não vale a pena, a menos que sejam matchups extremamente específicas. Se bobear, o cara fazer um combo menor, dar o espaço e invadir o inimigo de alguma outra forma, pode ter dano muito mais recompensador do que simplesmente um cancelamento que usa 2 das 4 barras.

Mesmo USF4 sendo muito balanceado e dando coro em termos de equilíbrio em boa parte dos jogos de luta do mercado, a gente começa a ver que o buraco é bem mais embaixo quando analisamos a fundo situações como Vortex ou Resets, onde são quase impossíveis de serem escapadas se feitas pelas mãos certas.

Ryu, vou acertar essa sua boca torta na porrada

O V não, ele simplificou de novo mas de uma forma mais elaborada, tirando os links de um frame, que precisavam de técnica avançada pra ser usados (os famosos P-link), tudo isso parecia simples demais e até mesmo ruim, mas quando vamos à fundo, dá pra ver que a simplificação é muito mais eficiente, ela evita coisas absurdas como Vortex, diminui a diferença de casuais e veteranos e aumenta o acesso pra quem simplesmente nunca teve muito interesse em jogos de luta por achar difícil demais.

Isso torna o jogo, muito focado na leitura do jogo neutro, apelando menos pra combos, e como todos os personagens tem combos e targets combos bem simples de se fazer, o medo de se levar um combo é muito maior, e tudo isso somado ao Crush Counter, melhora demais o aspecto visual do jogo. E por ter removido o Focus e botando uma habilidade específica pra cada personagem e um V-Trigger com uso totalmente diferente também, acaba cobrindo falhas que o Focus Attack deixava nos personagens.

Claro, SFV ainda tem muito o que evoluir, mas já dá passos enormes, um atrás do outro pra isso, mas algumas coisas realmente precisam de uma melhora, como alguns V-Reversals que eu acho que ficariam melhor como invencíveis (afinal, gasta uma barra de VT pra fugir) e remover os jabs que são facilmente usados como anti-aéreos em algumas situações. Mas quando falamos de todos os aspectos mais profundos, ainda acho SFV bem à frente do USF4, e olha que o USF4 por si só, como eu disse, é bem equilibrado, o problema dele era justamente o bom uso de "falhas" mecânicas que alguns mais experientes poderiam ter, isso no V foi removido, ou você é bom e aprende a ler o inimigo e vence, ou simplesmente comete erros que podem ser cruciais no resultado final.

Arte:



Olha, esse ponto eu vou ser bem direto, eu sou muito mas muito fã da arte da série Alpha, em específico do Alpha 2 e 3, mas a do 4 me dava nos nervos.

Os personagens são excessivamente musculosos, as mulheres em algumas poses pareciam ter mãos de pedreiro e homens pareciam ter dedos de salsicha, e se eu ficar aqui, eu posso falar mil e uma bizarrices que a arte do USF4 tem.

Pra se ter noção, eu nem tinha vontade de jogar com alguns personagens como Guy, que eu tanto gosto, pelo simples fato do exagero nas proporções. Depois que venci essa barreira, foi de boa. Mas eu literalmente demorei uns dois anos pra começar a gostar do traço de alguns personagens ou meramente suportá-los.

Já o SFV, bom, não é perfeito, mas melhora muitíssimo, pegue Ryu por exemplo, ele demonstra claramente ser um lutador forte, mas sem ter músculos nos músculos, ele tem um visual muito mais agradável aos olhos, as mulheres tem mais curvas e são muito menos exageradas em algumas proporções como peito e bunda, e caramba, como isso melhora.

Embora, o aspecto meio "bobo" em alguns personagens seja evidente como Rashid, FANG ou mesmo Laura que muitas vezes soam bobos, e Zangief com aquela história de espírito muscular, ainda que seja engraçado, colabora muito pra essa "infantilização" estética.

Pega o jogo e cai de CABEÇA nele

Em contra-partida, alguns ficaram perfeitos como Balrog, Nash (ainda que a roupa original de frankenstein dele seja uma merda), Ken, Chun-Li, e M. Bison. Infelizmente tal tom não foi muito bem acertado em Vega que por exemplo, parece lutar "dançando" e é meio bizarro, mas nada que estrague também.

Em termos de arte, por ser algo totalmente subjetivo e aberto, posso facilmente incluir a trilha sonora, todo mundo sabe o quanto eu amo a OST do USF4 como um todo, muitos temas como do Abel, Poison, Rufus, El Fuerte, Viper, Juri são ótimas adições e muitas releituras ficaram simplesmente espetaculares como a de Sagat, Ryu, Chun-Li, Blanka, Sakura e derivados. Mas tinha uma ou outra ruim, e nos cenários a maioria era do caralho também mas sempre tinha alguma mais chatinha.

A do 5, puta merda, melhorou e evoluiu ao extremo, usando menos coisas eletrônicas e usando muito mais instrumentos, e eu realmente gostei muito de todas as músicas, desde a tema do jogo até as de cenário, menus e etc, coisa que raramente acontece, e eu realmente estava gostando de 100% da trilha sonora até sair a nova tema da Juri, que nada mais é que um remix sofrido de chato. Sendo assim, 99% da OST é absurdamente foda.

E bem justo a Juri, que visualmente melhorou tanto do 4 pro 5... Ganhar esse tipo de música chata... Em contrapartida, Urien que tinha uma música bem esquecível, ganhou um tema digno de último chefe mesmo ele não sendo.

Diversão:



Ah, o verdadeiro pulo do gato, onde muita gente confunde as coisas.

O SFIV como um todo, incluindo Super, Ultra e etc, é muito mais difícil de jogar e até mais complexo de fazer combos, e tudo isso incluindo o que eu falei acima sobre um viciado e um novato, pode até dar a impressão de que o USF4 é menos divertido que o SFV por conta da acessibilidade.

Mas eu sou obrigado a discordar.

SFV nesse ponto, por ser mais de leitura, profundidade mecânica e execução simplificada, chamou muita gente que sempre jogou casualmente pra jogar mais a sério, então não é muito complicado esbarrar no online contra pessoas de rankings baixíssimos mas que te viram do avesso. O motivo é simples, existem pessoas de mil maneira diferentes, e quem por algum motivo de preguiça, não queria aprender muito por ser "complexo demais", simplesmente se viu aqui na possibilidade de jogar bem se esforçando menos, ainda que ela precise de muito tempo pra adquirir noção e leitura.

No 4, uma jogatina entre casuais pode ser mais prazerosa por exigir menos fatores tão profundos, mas evoluir lá é muito mais complicado, mas uma vez que se cresce no jogo, é natural se divertir mais, porque vai ser a passos curtos, aprendendo mecânicas e deduzindo que vai jogar os dois por muito tempo, acho que fica bem claro que o fator diversão pode ser mais visto no 4, afinal, no V é divertido também mas facilmente frustrante. No IV eu demorei muito mais pra esbarrar na frustração do que o V por exemplo.

Ainda que eu me divirta mais com o SFV, considero o USF4 um jogo consideravelmente mais divertido pro público geral.

Jogatina Online



SF4 no geral foi algo que o Online bombou, bombou fortemente mas infelizmente a Capcom ainda não tava tão preparada assim pra uma quantidade massiva de jogadores.

Não, não estou falando que a conexão é totalmente ruim e injogável como os jogos da NeatherRealmes, mas de fato, é bem abaixo de alguns jogos daquele mesmo momento, veja Virtua Fighter 5 ou Tekken 6, que tem ótimos online e por ser jogos em 3D, normalmente teria que fazer mais leitura de arquivos de cada personagem ao mesmo tempo (afinal, ainda de quebra tem uma dimensão a mais) mas eles são muito estáveis e mesmo conexões pobres como a minha poderiam jogar online sem muitos problemas.

Chega a ser um pouco injusto comparar o USF4 com o SFV nesse quesito, mas a verdade é que o SFV mesmo sendo muito mais bonito e mais pesado, gasta muito menos conexão de forma que eu com 1MB consegui jogar perfeitamente, e depois que aumentei levemente a internet, ficou ainda melhor.

Coisa que no USF4 (principalmente no PS3) ainda continua ruim, mas no PC até que consigo jogar razoavelmente. Dependendo muito de contra quem eu jogo, se não é de outro país e etc.

Basicamente, a jogatina online do V é melhor, mais sólida, gasta menos conexão e mesmo o SF4 depois de tantos anos e tantas atualizações, ainda não é algo 100% fora da Xbox Live, porque na PSN é precário e no Steam é totalmente dependente de fatores externos.

Número de Personagens:



Olha, eu vou falar abertamente, menos é mais em alguns casos, SFV é totalmente diferenciado entre seus personagens, não há reciclagem de ideias.

No USF4 mesmo que hajam muitos extremamente similares (Ken, Ryu, Akuma, Dan, Sagat, Sakura, etc) eu não tenho coragem de chamá-los de iguais. Mas, pra muita gente (inclusive pra mim no começo) foi um ponto que decepcionou muita gente.

Repetindo, esses personagens até tem uma ou outra estratégia similar, mas são muito diferentes, chamá-los de iguais é uma grosseria sem tamanho, mas não muda um fato: que muita gente se diverte trocando de personagem ainda que seja pra um parecido, justamente pra não ter que ver a mesma fuça o tempo inteiro. Mudar pouco pra algumas pessoas é melhor do que simplesmente mudar tudo.

Ryu ativando seu V-Trigger, conhecido como MODO PIKACHU

Infelizmente, ainda há muitas dúvidas se o SFV vai ter um Super ou não, mesmo a Capcom avisando, ela está sem confiança dos consumido então de 16 personagens, já temos 22, é um ótimo número inicial mas muita gente pega o SF4 que já começava com 24, ou seja, 2 a mais que o número normal de personagens + DLC do SFV no fim de sua primeira temporada.

Mas não dá pra ignorar o fator que eu disse de serem similares, eu particularmente prezo muito mais pela qualidade do que pela quantidade, se o SFV me oferece mais variedade com menos personagens, acho até mesmo injusto ou ilógico ele não vencer nesse aspecto. Particularmente falando, vejo mais sentido e duração de jogo nesse formato, e vou dar um exemplo, se eu jogo USF4 de Ryu e quero trocar pra Ken, o básico de posicionamento ou mesmo algumas coisas básicas estão ali nos dois, sempre muda uma coisa ou outra mas "parte" dessa jornada de aprendizado vai ser menor, no V a acessibilidade te reduz o tempo de aprender combos mas trocar de Ryu pra Ken nele pode ser algo que dure MUITO mais tempo pra adaptar, entender e colocar tudo em prática. Lá Ryu é um personagem que deve ser mais neutro enquanto Ken precisa ser absurdamente ofensivo até mesmo pra usar tudo dele, incluindo a V-Skill.

É por isso que o jogo até então, tem 22 personagens que fazem o tempo de jogo durar mais, largar um e ir pro outro vai ser muito mais demorado pra adaptação e aprendizado, não existem "atalhos" como personagens similares ou combos de mesmo comando. Tudo lá é muito diferente um do outro, aumentando assim a vida útil do jogo como um todo.

Conclusão:


Dan aprova esse post

Ainda que pra jogatinas totalmente isoladas do mundo, Street Fighter 4 como franquia seja melhor, o V tá anos luz a frente se formos comparar todos os aspectos. Um online melhor, maior variedade, trilha sonora e direção de arte que realmente evoluíram tudo que veio dos jogos anteriores, e principalmente, uma duração maior enquanto jogo por modos como Survival, a existência do Fight Money que te permite compra de DLC's sem gastar um tostão e principalmente de um netcode exemplar, deixando claro o quanto a Capcom aprendeu com seus erros do online do SF4 e de quebra nos trouxe duas plataformas competindo uma com a outra, no caso, PC e PS4.

A vantagem do jogo como serviço é justamente essa, atualizações constantes de um único jogo (impedindo as tão odiadas versões Super, Ultra e etc) e fazendo com que o conteúdo dele fique cada vez maior e os jogadores sintam a recompensa através da quantidade de Fight Money que vai adquirindo com o tempo.

E como estamos falando de um jogo que foi odiado pela falta de Arcade, saibam que os hackers encontraram "menus" ocultos no jogo, e tudo indica que mais modos virão e dentre eles o Arcade, então, só questão de tempo. Eu espero e torço pra que daqui uns 4 anos o jogo seja uma revolução no formato de jogos de luta, que tenha tanto conteúdo que as pessoas fiquem perdidas e se arrependam da crítica pesada que fizeram ao jogo pela simples mudança de formato e vejam que futuramente isso pode ser bom pra qualquer fighting game.

26 de julho de 2016

Top 5 - Melhores Jogos do Batman

Batman... O que seria de nós seres vivos sem inspirações marcantes de heróis como o Batman.

Afinal de contas, heróis como o Batman temos....

...

...

tipo....

...nenhum?


Verdade seja dita, Batman tem um carisma maior que o nível de retardamento do Coringa e suas histórias e personagens crescem em termos de qualidade mais rápido que a inflação do nosso país.

Como assim você não é fã do Batman? Como assim ele não é seu favorito? Já procurou um médico?

Eu hein... Vamos logo começar essa coisa antes que eu vá aí te dar umas palmadas. E tomara que você mude de ideia no final do post, senão teremos um problema.


5° Lugar - Batman: The Game (NES)

Eis um jogo que em tempos remotos transmitia bem o nosso morcego favorito, Batman era simplesmente o foda, intocável, sinistro, armado até os dentes com seus apetrechos super legais e não matava seus inimigos.

Tanto é que no final, você vence o Coringa e...


Eita porra, o Batman dessa época ainda não era totalmente o Batman que conhecemos, nesse universo antigo o Coringa matou os pais de Bruce, que no final se vinga mandando o palhaço dançar uma valsa no inferno de mãos dadas com o Diabo.

Oloko! Eu não esperava por isso, confesso. Coisas de filmes antigos... Mas ainda um puta jogo, retratando em tempos antigos o jeito Batman nas fases, coisa que muitos jogos posteriores falharam miseravelmente.


4° Lugar - Batman: Rise of Sin Tzu (PS2/Xbox)


Tudo corria bem em Gotham quando de repente...

... O MACACO LOCO!

Ops.

Quando de repente no aniversário da morte dos pais de Bruce Wayne surge um cara do nada conhecido como Sin Tzu aliado de Cara de Barro, Espantalho e Bane.

O jogo se trata de um Beat'em Up em 3D do qual muitas coisas inclusive combos são desbloqueáveis com o passar do jogo. E o maldito ainda tem uma precisão de encaixar os combos bem digno de um jogo de luta.

Eu até poderia colocar o Returns do Super Nintendo, ele é um jogo muito bom mas esse aqui tem Batman, Batgirl, Robin (Tim Drake) e Asa Noturna (Dick Grayson) e difícil por difícil vai esse aqui mesmo.

O gráfico é meio feio mas as representações marciais dos personagens estão muito mas muito boas mesmo, e acabaram por me ganhar por completo.

Pena que não consigo finalizar esse game, a dificuldade é totalmente absurda.


3° Lugar - Batman: The Brave and the Bold (Wii/DS)



Quem diria, esse desenho horrorosamente horroroso baseado na era de prata teria um bom jogo.

Na verdade, não é nem um jogo e sim dois bons jogos.

A era de prata é uma época onde os heróis tinham que ser infantilizados, havia muita censura e isso acabou ferrando boa parte da imagem dos heróis intocáveis e eles tiveram de sofrer mudanças, Batman, Superman e demais outros heróis tiveram histórias que beiram o abismo do ridículo e o medonho e essa época deu origem à MUITAS coisas bizarras mesmo.

O desenho retrata justamente disso, é meio que uma homenagem à esse período que não sei porque mas foi importante.

São dois jogos distintos com abordagens diferentes, o do Wii chega a ser meio cansativo a longo prazo, porém o foco do jogo nem é ser o beat'em up desafiador nem nada e sim no humor, cenas e mais cenas com diversas situações te matarão de rir, Batman é elevado ao extremo do absurdo em toda fodeza gerando milhões de piadas e situações engraçadas!

Mas o de DS apesar de não tão engraçado, acaba por ser um jogo melhor já que sua versão de Wii praticamente não tem desafio, o de DS é um jogo extremamente gostoso de jogar com milhões de coisas pra serem pegas ao decorrer e é tão divertido que simplesmente não tenho coragem de deixar ele fora da lista. Sem contar nas demais participações de seus amigos que vão de personagens como besouro azul até alguns ofensivamente idiotas como Aquaman e Guy Gardner. Mas não se pode ganhar todas, certo?

Ao menos dá pra rir muito. E não dá pra conter o riso quando Batman diz:

"Hammers of Justice. Justice prevails"


2° Lugar - Adventures of Batman and Robin (Super Nintendo)


Esse é um jogo que eu demorei anos pra conhecer, pra ter contato definitivo e sinceramente, não entendo como tem gente que prefere a versão do Mega Drive.

Que por sinal é um excelente jogo também mas é um jogo com mais inimigos na tela que um Dynasty Warriors e isso por si só é um absurdo.

A versão do Super Nintendo retrata bem melhor o Batman do Animated Series, mesmo que eu concorde com alguns que dizem que falta um elemento de beat'em up aqui e ali na hora dos combos, que são muito mornos, secos. É um soco ou dois e o inimigo cai no chão. Mas as batalhas de chefes são ridiculamente difíceis, mais do que as próprias fases do jogo já são.

Mas o que me surpreende, é que assim como o Brave and the Bold, cada fase parece um episódio do desenho, só que como Animated Series é um desenho muito melhor que o já citado acima da era de prata, então acaba sendo melhor o aspecto da narrativa.

Que por sinal era bem presente nesse jogo, nada de graça, personagens aparecem da maneira mais legal possível, há muita investigação em lugares como o museu, fases diferentes e com base em uso de itens certos como a da Era Venenosa e etc.

Sem falar, que ele também por muito tempo foi o único jogo que passava o clima investigativo que só Gotham pode oferecer, com músicas que lembram o desenho de forma bem clara apesar do chip de 16 bits do Super Nintendo. É um jogo que só peca pela dificuldade totalmente fora de controle de tão alta, porque ele representa o Batman de forma muito crível.


1° Lugar - Trilogia Arkham (Não, O Origins Defintivamente Não)


Seguinte, não vou botar o Origins porque não admito um jogo totalmente bugado como ele independente de ser bom ou ruim enquanto os dois primeiros são absurdamente bem feitos e totalmente polidos sem NENHUM bug bizarro ou que comprometa a jogatina.

Arkham Asylum retrata de uma forma muito inteligente o Batman sendo pego numa situação de surpresa enquanto havia prendido Coringa, mostra claramente as coisas apertando pouco a pouco e ele suando pra resolver, se machucando e tendo sua roupa rasgada com o passar do jogo, pegando os bat-acessórios só enquanto necessário justamente porque ele ia se virando conforme as coisas iam acontecendo.

Em termos de "clima" ou "tom", o Asylum se mostra mais interessante que o City, mas ainda assim City merece ser citado por ser praticamente um sandbox do Batman, uma cidade inteira tomada pelo caos dos bandidos mais perigosos de Gotham, uma narrativa melhor, um gameplay aprimorado, músicas inspiradas e uma variedade gigante de gameplay e inimigos presentes em side quests.


Mas uma coisa que os dois são incríveis é em suas batalhas de chefes.

Cada chefe exige um tipo de luta, um tipo de coisa diferente que mostra Batman se virando e mostrando o quão foda pode ser.

Depois de tudo isso, veio Arkham Knight, que até então é o que eu mais curti em termos narrativos, uma ótima trama ainda que tenham elementos previsíveis e um puta gameplay foda, vários personagens jogáveis e desafios mega divertidos sem exagerar na quantidade igual Arkham City.

E ironicamente, a melhor parte do City é a pior parte do Knight, que são os chefes. Com uma ou outra exceção mas no geral são bem inferiores.

Esses três jogos relatam PERFEITAMENTE como o Batman é nos quadrinhos e principalmente na série the Animated Series, mas não se engane, a série "Arkham" é uma série isolada, tem seus próprios elementos e suas próprias características visuais mesmo que haja total fidelidade em alguns casos aos quadrinhos ou a série animada.




Mas também, os dois primeiros foram escritos pelo Paul Dini, lendário roteirista do The Animated Series, que conseguiu de forma brilhante criar uma nova ideia, um novo universo só que voltado pros games, mudando o que precisa e sem perder a essência de tudo que o Batman tinha. Felizmente, antes dos New 52. Porque ninguém merece.

São jogos que vão além de mostrar o personagem porque você pode muito bem se sentir o personagem. Batman já merecia um jogo desse tipo há gerações e a Rocksteady só atendeu pedidos mostrando uma verdadeira experiência de como SER o morcego.

E não, o Origins não merece estar aqui, porque além dos bugs, os roteiristas (que nem quero saber quem são) colocaram um Batman que "luta pelos amigos" e não pela sua amargura, mostrando um conceito tão genérico e batido que poderia pertencer justamente à quem? Novos 52.

Se bem que podia ser o DC Rebirth.

Meu deus, chega de falar dessas merdas.

E só pra plantar a sementinha do mal, Batman vs Superman é um filme do caralho. E tenho dito.

9 de novembro de 2015

Ultra Street Fighter IV - O Ápice dos Fighting Games da Sétima Geração!!!


"Nossa Juninho, fala de mil jogos de luta, vive publicando coisas do IV na Alvanista e no Facebook mas nunca postou sobre ele no blog, por que?"

A resposta é simples, eu já tenho vontade de falar dele faz muito tempo, desde que eu comprei o PS3 pra jogar o Super Street Fighter IV Arcade Edition lá no começo de 2012.

Sim, esse jogo foi o motivo maior pelo qual comprei um PS3, claro que eu vi mais jogos mas comprei ele pouco antes do videogame chegar pra todos terem uma ideia, lógico que o que viria depois seria uma consequência e tudo mais, mas inicialmente foi pra jogar ele mesmo.

Pra um cara que só teve consoles piratas, o meu primeiro original foi SOMENTE por causa do controle do PS3 que é infinitamente melhor pra jogos de luta que do 360. Não foi por exclusivos e etc... Mas como no pacote geral eu também prefiro os exclusivos da Sony, então foi fácil lidar com tal situação.

Antes que me xinguem, eu hoje em dia tenho um 360 também e pra jogos de luta aquele controle se recusa a funcionar de forma precisa. Por sorte comprei ele pra jogar o que não tenho coragem de pagar original... E isso inclui jogos que com toda certeza sabemos que terá versão final.

Mas o que isso importa? Em nada. É uma intro sem sentido como de costume. Deveria aprovar sem questionar, a lógica das coisas de vez em quando tira a graça delas.

...

...

...

Tá, não é pra tanto. Mas seguinte, meu Arcade Edition logo de cara foi atualizado pra "2012 Version" e eu joguei ela por muuuuuuito tempo, e justo quando me programei pra falar dela no blog, anunciaram o Ultra.

Então, preferi esperar e falar de tudo de uma vez e fazer uma abordagem pouco mais forte sobre o jogo mostrando os detalhes adicionais. Além dos já presentes, claro.

Então, o que diabos é Street Fighter IV? Bora lá!

Bom, vamos com calma falar tudo que o jogo apresenta.

Desde o momento de seu anúncio, a Capcom queria remodelar o que tinha feito com o Street Figthter III Third Strike, que pra quem não sabe, foi um jogo com personagens novos tentando adquirir um novo público e agradar o antigo (por isso golpes parecidos com os personagens antigos) sendo assim uma repaginada na história que avançaria alguns anos PORÉM... É um jogo absurdamente focado em torneios profissionais.

Eu até já falei dele por aqui. Que tal dar uma lida? 

Ela teve que mudar um pouco, tanto é que ficou anos esperando uma boa ideia, uma boa oportunidade, acho que ela percebeu que nós jogadores casuais por exemplo jamais conseguiríamos fazer isso:



Sim, eu senti vergonha, eu sei que você abriu o training na sua versão de PS2, programou isso bonitinho e se fodeu depois do primeiro hit. Nem vem fingir pra mim.

*lava a cara pra tirar a vergonha*

Continuando...

Já faz algum tempo que a comunidade de fighting games usa esses torneios como base e propaganda pra poder vender seus jogos, quanto mais competitivo, mais vivo o jogo se torna e mais tempo ele dura, tal coisa aconteceu com Street Fighter III, o bugado Marvel vs Capcom 2 e principalmente com o lendário crossover Capcom vs SNK 2 que durou por eras nos torneios mundiais e ainda hoje é cotado mesmo que de forma não-oficial.

Com essa atitude dando certo com outros jogos mas não com Street Fighter, a Capcom queria moldar algo diferente, um jogo que fosse mais simples (afinal o uso do Parry no SF III é absurdamente preciso e complicado de ser usado de forma eficiente por um jogador comum) e ao mesmo tempo competitivo o bastante pra durar nos torneios por anos. E assim nasceu a ideia que alimentou o design da jogabilidade de Street Fighter IV.

O que o IV nos apresenta de novo?

Seguinte, o IV apresenta um sistema de duas barras pra especial. Uma de Super que enche apanhando e batendo e uma de Ultra só apanhando, ambas funcionam muito bem mas tem diversas diferenças entre elas.

A primeira diferença é que o Ultra é um golpe especial que tem dano absurdo e não é tão fácil acertar ele em jogadores que tenham uma pequena noção de jogo. Sendo necessário usar algumas ferramentas do jogo pra encaixa-lo melhor.



Enquanto a de Super tem dano moderado e é dividida em 4 pequenas partes, tais partes podem ser usadas como Focus Attack ou mesmo usando um golpe e "cancelando" ele com Focus Cancel gastando duas barras e uma dessas 4 partes usadas pra uso do EX Special Move, todos os golpes em EX usam uma barra sendo a única exceção Seth que pra usar Tanden Engine (um golpe mega apelão mas de difícil uso) que consome duas barras em EX. Mas é mais do que justo.

A grande novidade é sem dúvidas o Focus Attack, o gimmick do game. Ele absorve um hit (e em casos como El Fuerte ou Zangief absorve 2 hits) e isso aumenta a barra do Ultra mesmo que seja por dano absorvido, saber usar o Focus já é em si grande parte da natureza de domínio da série SFIV.

Sem falar que saber usar o Focus é parte da estratégia porque é uma ferramenta crucial em momentos onde se está recebendo pressão, porque no final do Focus (apertar dois botões médios e segurar, sendo possível cancela-los com dash) o personagem dá um ataque que ignora defesa se concentrado ao máximo, ou seja, quando a animação completa. Do contrário, existe a possibilidade de defesa. E o pior, de ser contra-atacado.

BICHO FEIO! TOMA!

Mas a grande atração era a possibilidade de cancelamentos de muitos golpes criando combos ainda maiores e melhores através de recursos do game como Focus Attack, que quando cancelado vira o Focus Cancel e se torna uma excelente arma na mão daqueles que o dominam. Quem não se lembra do tanto que o Daigo usou Focus Cancel durante um Shoryuken pra lançar um Metsu Hadouken? Apesar do dano reduzido por causa do número de hits e do cancelamento do Focus, a grande novidade era que usando coisas como essa, mesmo com dano menor, era uma CERTEZA que aquele Ultra funcionaria .

A grande diferença além do balanço do IV pro Super é exatamente a quantidade de Ultras, que no IV era 1 e no Super passou a ser 2 por personagem. Sendo mais um aspecto similar à Street Fighter III onde o Ultra era parte da sua estratégia justamente por só se poder escolher 1. O dano é absurdo de alto e fizeram isso pra um equilíbrio maior.

Isso me permitiu o mesmo feeling de Alpha 3 no tocante ao jogo ser absurdamente complexo porém executado de forma simples e permitia um aprendizado muito mais fluído, mas nesse aspecto eu ainda acho o IV superior por abordar de forma mais suave, afinal Alpha 3 é um jogo que não é pra todos tal como SF III apesar de por outros motivos.

Mas e o Ultra? O que ele trouxe de novo?

As mudanças de personagem pra personagem em balanço dentro do game foram gigantes, falar de todas é um tanto quanto absurdo, mas as principais mudanças do gameplay geral foram três.

A função do Red Focus.

A primeira, o Red Focus é basicamente um Focus Attack que recebe mais de 1 hit por determinado tempo, coisa de alguns segundos mesmo. Mas ele tem start-up e um nível de recorver maior, é tão fácil de cortar quanto o outro com throw ou rasteiras e ainda toma guard break. Já é uma ferramenta adicional contra personagens de combos inacreditáveis de tão longos como Gen ou Cammy, se usado corretamente, Red Focus é um dos maiores acréscimos da série e aumenta a longevidade do jogo tanto pra iniciantes quanto pra jogadores avançados deixando as partidas ainda mais emocionantes, afinal de contas, quando saber se o outro jogador vai usar ou não?

A segunda foi o Ultra Combo Double. Como eu disse, em Super e suas duas atualizações (Arcade Edition e AE 2012 version) o Ultra era parte da estratégia, e isso em determinados personagens pode ser irrelevante como em Vega, parte do uso dos dois Ultra dele são parecidos, então não muda muito o jeito que se joga, mas personagens de Grapple (Zangief, Hakan, Hugo... etc) e alguns outros poucos sofriam com isso porque o Ultra alterava boa parte da jogabilidade desses personagens. Principalmente os de Grapple porque alguns tinha um Ultra de agarrão e outros de combo ou no ar e etc, dependia de cada personagem.

Reduz o dano mas aumenta as possibilidades.

A vantagem desse Double é justamente poder usar os dois Ultras mesmo que com dano quase que 50% menor mas o fato de poder usar os dois, te limita na hora de avançar feito um maluco em cima deles, porque um cara que usa o Ultra 2 do T. Hawk por exemplo, o Raging Typhoon, ficava constantemente limitado à usar o Ultra somente quando o cara oponente pula, então acaba recebendo mais pressão on the ground mesmo. Claro que o jogador não é obrigado a usar o Ultra mas o problema era esse limitador que todos acabam recebendo sem a menor necessidade.

A terceira e última grande atualização do game é o Delayed-Wake Up. Pra quem não sabe o que é ou o que serve eu vou dar uma explicação bem simplificada.

Basicamente, quando você levanta seja por instant recover (que é quando se aperta pra baixo e o personagem cai no chão e ele levanta rápido) ou de forma normal, é bem fácil receber o que se chama Reset.

Reset é basicamente quando você recebe um golpe e não dá pra defender ele porque o tempo de recuperação não te permite espaço pra isso. Ou seja, o cara te dá um golpe que te gera um hard knockdown, e com isso o seu tempo de recuperação é maior que o dele ao aplicar um determinado golpe de uma determinada maneira, então com isso abrimos aqui os unblockables.

Tudo isso são os unblockables ou indefensáveis. Caso não saiba na prática o que é, deem uma olhada aqui, não é necessário ver tudo, cerca de 1 minuto já vai transmitir exatamente a ideia.


Isso é uma ferramenta usada por maiores dos viciados online e pelos caras de torneios, você provavelmente já viu em alguma luta de torneio ou levou durante uma Online Match mas nem sequer sabia do que se tratava, a diferença que o Delayed-Wake Up faz é essa.

Segurando dois botões quaisquer, você "atrasa" o levantar do personagem, e se ele pular pra cima pra fazer algo, ele pode receber a punição necessária, uma vez que você deixou essa arapuca armada pra ele. No caso de um jogador mesmo que casual porém mais experiente como eu (que por sinal não sei usar nem vortex e nem reset) ou de um profissional, isso diminui ainda mais a chance de "avançarmos feito louco" pra cima de oponentes, principalmente dos quais não temos conhecimento de como se joga.

Tais dúvidas podem ser esclarecidas aqui numa boa. Esse vídeo esclarece bastante coisa.

Todas essas novas ferramentas deixaram o novo jogo (Ultra) de fato um pouco mais tático mas ainda mais gostoso de ser apreciado, cada batalha transmite uma tensão ainda maior e é mais emocionante e se bem usados Ultra Street Fighter IV transmite uma superioridade aos jogos de luta atuais de novo, porque a EVO que é o torneio de jogos de luta mundial tem como atração principal o Street Fighter IV e suas atualizações desde 2008 no seu lançamento, e não pensem que isso é Capcom ou por eles e sim pela quantidade absurdamente maior de jogadores e telespectadores pra tal evento.

Acaba que as únicas decepções é saber que 4 dos novos do Ultra (Rolento, Poison, Hugo e Elena) são literalmente jogados do Street Fighter X Tekken porém sem aquele brilho nojento de neon que o jogo tinha, e tal decepção se aplica aos cenários novos que também são removidos de lá e jogados em Ultra.

Falando neles, os primeiros tinham personagens de fundo com PÉSSIMA animação...


...tipo esse garoto que parece que está sofrendo de aneurisma ou epilepsia enquanto assiste a luta.

Mas continuado sobre os cenários, os novos incluídos até tem personagens de fundo com animação melhores mas PORRA CAPCOM, ao menos desse um tom de sobriedade pros cenários, os do IV eram ruins por serem mal feitos, mas o conceito de uma briga de rua tava lá, porque eram lugares relativamente comuns. Exceto pelo cenário do Seth no final... Mas tudo bem!

Aí de repente tenho que lutar num cenário com dinossauros, uma esquina com gente andando de skate (que é o menos ruim de todos), e principalmente um elevador espacial do qual tem um Zangief de metal batendo no vidro pedindo pra entrar... Socorro!!!!

Isso sem falar no cenário da Mad Gear que ridiculariza todo mundo de Final Fight, deixando Sodom e Haggar andando pelo cenário como se sofressem graves problemas mentais e estivessem em busca do seu sagrado medicamento... Minha nossa. Ao menos a OST dessas fases são fodas, cenários tão toscos nem mereciam músicas tão boas como essa por exemplo.

Por sorte os novos personagens também tem músicas novas tão boas quanto as dos demais antigos e dos cenários, não vou falar que aprovo 100% da OST porque detestei músicas como a do Guy ou do Ken mas em contrapartida adorei músicas tanto antigas remixadas como de Ryu ou Sagat quanto novas de Abel, Rufus, Viper e Decapre.

Os cenários do jogo em si já eram ruins, então colocaram alguns ainda piores ¬¬

Porém não é só isso que temos em Ultra Street Fighter IV.

Tem também a anunciadíssima personagem que ninguém soube quem era por quase 1 ano... Decapre. Apesar de visualmente comum à Cammy ela é um absurdo acréscimo ao jogo em termos de variações de gameplay, coisa que personagens como Abel, Rufus, Viper e até mesmo o escroto do Hakan fizeram com maestria. Ela novamente mostra a superioridade da equipe da Capcom na criação de gameplay diferenciado, divertido e totalmente sem padrões já estabelecidos por ela própria.

Eu me surpreendo com esse povo que faz os personagens de Street Fighter, sem brincadeira.

Maaaas... Dentro as mudanças absurdamente úteis, eu já falei todas, isso sem incluir, claro, o balanço de cada personagem, temos também algumas inúteis.

O Online foi alterado pra agora e infelizmente dá pra ter alguns míseros loadings durante as partidas se jogado no PS3, PS4, PC e Xbox 360 melhoraram o que já era bom. Mas também colocaram um modo de treino online e durante o seu treino normal você também pode receber convites de jogatinas online.

Mas sem dúvidas, de todas as mudanças inúteis a mais legal foi o Edition Select. É uma opção que você durante as partidas locais pode alterar as versões dos personagens alterando entre as versões do IV, Super, Arcade Edition, AE 2012 e Ultra. Por exemplo o Ryu está em todas, ele tem todas essas disponíveis, mas o Yun que chegou na Arcade Edition só terá dessa versão pra frente. E por aí vai.

SAGAT DO SFIV ORIGINAL? YUN DO SSFIVAE? NÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOOO

Não se engane, as variações antigas de personagens tem seus pontos de desequilíbrio mas também tem todas as suas antigas fraquezas, é o tipo de modo que só funciona em partidas locais pra se jogar com amigos e dando risadas. Tal como fizeram em Hyper Street Fighter II dos Arcades e depois portado pra consoles caseiros.

Caso não goste dessa função, antes de iniciar o Versus é possível desativa-la. E ela provavelmente não será usada em torneios, campeonatos e demais competições. Eu espero.

Pra quem gosta de Trials, os personagens ganharam trials novos, o "Ultra Trial", e isso se aplica aos recém chegados, o que me surpreendeu vindo da Capcom uma vez que o AE 2012 não tinha pros novatos da época (Yun, Yang, Evil Ryu e Oni) mas ao menos dessa vez todos receberam, e mostram que de fato, estavam procurando o feedback da comunidade ativa pra deixar o jogo ainda melhor e mais vivo.

De jogo pra jogo, em termos de competência quase qualquer jogo da sétima geração pode ser melhor que Ultra Street Fighter IV por terem finais decentes ou modos extras mas na hora do gameplay, de pegar o controle e jogar nenhum jogo de luta 2D chega sequer próximo, por isso mesmo sem modos extras (na verdade até dois a menos que o primeiro SFIV) ele ainda é notavelmente superior, seja por sua jornada de aprendizado não ser tão absurda e depois de entendido o game se tornar complexo uma vez que entenda o sistema, ou mesmo por sua trilha sonora e personagens novos com níveis de carisma absurdo como Rufus ou C. Viper.

"Tem chulé?"

O III apesar de ser o mais competitivo por ter um sistema mais "cru", o IV consegue ser quase tão competitivo quanto e abordar muito mais jogadores, ainda prefiro o Alpha 3 porque eu provavelmente tenho mais de duas mil horas de jogo (literalmente, viu) nas suas 4 versões que mais joguei (Arcade nos emuladores, PS2, PS1 e PSP, principalmente nas duas últimas) além dos modos extras e nunca vi um modo de jogo melhor e mais divertido que World Tour.

Street Fighter IV de modo geral, tal como suas atualizações não é feito pra jogadores que não tenham espírito de competidores, porque o enredo é quase inexistente de tão retardado, dois modos foram tirados do IV (Survival e Time Attack) mas pra compensar isso temos o Omega Mode.

Esse modo consiste em "brincar" com os golpes e as hitboxes dos personagens do jogo, é uma "zuera difícil de jogar" no começo mas depois que pega o jeito dá pra ver que é mamão com açúcar, divertido e viciante dependendo do nível de humor de quem joga com você.

Se USF4 compensa? Se você gosta de jogos de luta complexos, refinados e com um online competente? Sim, vale sim. Se prefere algo com enredo melhor pode optar por Persona 4 Arena que vai ser um prato melhor apesar do gameplay 100% pior e se busca uma boa mistura das duas coisas, ainda acho que não deve ter melhor no mercado que Guilty Gear XRD ou qualquer um dos títulos do Blazblue.

Tudo que posso dizer é que o SFV vem aí, não é o que eu esperava mas gostei do pouco que vi até então, apesar de severos pontos alterados pra inserir casuais no cenário competitivo mas já ta comprado o meu pra jogar no PC e quando eu tiver uma opinião sólida dele, posto aqui. Até que esse dia chegue, vou de leve chegar a 600 horas de jogo nas duas versões que jogo (PC e PS3) na busca pelo mais forte.

Um mais forte, que obviamente não sou eu, mas custa nada tentar.

22 de março de 2015

Middle-Earth: Shadow of Mordor - Descendo O Cacete na Terra-Média



A oitava geração chegou e junto com ela o meu PC, resolvi pegar um brutamontes estilo Rambo
e dispensei a ideia de um novo console.

Qualquer dia eu explico os motivos pra isso. Mas enfim, junto com o PC novo veio um amigo pirateiro e bingo, testamos o jogo, rodava lindamente bem e muito bem otimizado (se eu jogar algo no PC tentarei ajudar nesse aspecto de otimização), mas enfim, vamos nós pra abordar mais um jogo do qual eu nem sequer sabia da existência até pouco tempo.

Tudo começou quando comprei a versão pirata do 360 e vi que tinha algo errado. O que seria?

Em resumo, o jogo não suporta a quantidade de informação e de 30 FPS o jogo cai pra uns 15 ou até menos do nada e o que acontece? Muitas cenas pulam, se a tela encher de inimigo (coisa fácil de acontecer) você não consegue contra-atacar, no PS3 há relatos do jogo literalmente travar o console ao simples sair do menu e por aí vai.

E você me pergunta: "Juninho, por que fizeram essa bosta de versão então?"

Minha resposta é:


Ao certo eu não sei mas é provavelmente pra te "forçar" a ver que precisa de um console novo. Uma tremenda covardia com o consumidor que paga caro no jogo em pré-venda. Não sei se atualizaram depois mas o que me irrita é que poderiam ter lançado uma versão com gráfico pior e mais estável na hora de jogar (coisa comum em jogos lançados em duas gerações) ou simplesmente não lançar a porra do jogo.

Mas agora vamos falar da parte boa, a ruim é tão ruim que sequer me motivei a tentar jogar principalmente com a ´versão boa em mãos.


Uma "história" pra lá de sem sal

Shadow of Mordor é pertencente ao universo de The Lord of the Rings ou Senhor dos Anéis se você for brazuca demais, e ele tem um potencial de enredo muito bom mas simplesmente não o usa totalmente.

Verdade seja dita, LOTR é bom mas não é nada original, a grande graça é o modo de como a história é contada através de longos filmes de 3 horas de duração mas não existe originalidade alguma ali, e no jogo dá pra sentir isso com muita clareza.

"Não se preocupe meu amor, o Juninho vai falar bem da gente"

Basicamente, temos Talion, personagem que no começo já está treinando seu filho pra ensinar o jogador o tutorial básico de como a porra toda funciona, mas logo de cara vemos a sua mulher e seu filho morrerem em sua frente e nosso protagonista morre.

Ou melhor "morre". Em suma, seu personagem fica amaldiçoado preso entre a realidade dos vivos e mortos com o espírito de um elfo, mas nada mais é do que uma desculpa pra ser um jogo de mundo aberto do qual nunca morremos definitivamente. Funciona bem, acreditem.

Porém, a curta campanha de 10 horas vai sendo contada durante a jogatina e simplesmente não empolga muito, se você já viu ou leu qualquer coisa medieval, dá pra chutar boa parte dos eventos que acontecerão e o pior é que eles acontecem da exata forma que você pensou. Com o decorrer, algumas coisas melhoram consideravelmente mas nada surpreendente e temos uma batalha final que dura SEGUNDOS (literalmente) com base em Quick Time Events (blergh) e digo mais.

Eu te benzo, eu te curo...

As reviravoltas não são surpreendentes, a gente olha e "ah... beleza". É como se o jogo fosse tão focado em sua brilhantíssima (e copiada) mecânica que a história simplesmente não acompanha o nível de fodeza de todo o resto do jogo. E ela sendo previsível torna tudo ainda pouco motivador nesse aspecto. Somente nesse. Porque independente da história que seria algo como uma coxinha fria sem catupiry, o jogo ainda é fantástico mas o motivo disso ta logo abaixo.

Só pra constar, sim, é de fato um meio de vender a marca Senhor dos Anéis junto com o filme do Hobbit, porém não é um caça-níquel.

Nada de novo, algumas cópias e originalidade

Sim,  não estou ficando louco. É isso mesmo que viu acima.

Bom, vamos por partes, como funciona o sistema? O jogo te dá uma árvore de evolução da qual você vai desbloqueando habilidades conforme as que você já tem ou as que a campanha apresenta pra você de graça (praticamente tutorais dentro do jogo com missões)  e com isso você escolhe como Talion vai evoluir, e com isso várias habilidades são apresentadas como explosão espectral, flecha com chamas, execuções, saltar sobre inimigos causando stun e por aí vai, a lista é imensa.

Vocês jogaram Batman Arkham Asylum ou City? Pois bem, quando batemos em um inimigo, estando cercado deles, basta apontar o direcional e usar o botão de bater, criar aquele chain combo, ou simplesmente apertar o botão na hora certa pra contra-atacar. Nesse ponto é literalmente idêntico! Totalmente idêntico eu diria.

"Passa negão, passa neguinha, quero ver você passar por debaixo da espadinha"

Porém usando armas como espadas e adagas, lembrando Assassin's Creed, com direito à ataques e finalizações usando furtividade e tudo mais que a série costuma oferecer. Porém dentro de um mundo aberto do qual andamos a pé (ou em caragors) no maior estilo sandbox de GTA e derivados. A mistura de tudo isso parece uma colagem mas aí que entra o ponto: o modo de como o jogo usa isso.

Ele não tem um período, tudo é usado simultaneamente de maneira sutil, apesar de notavelmente pegar partes mecânicas de outros jogos, ME:SoM usa tudo de uma maneira muito única, apresentando algumas pequenas novidades dentro de cada um desses pontos. Mas sem dúvidas a coisa mais assustadoramente funcional é a sua grande novidade, o seu trunfo, o seu Exódia: O NEMESIS SYSTEM!

Você provavelmente está se perguntando o que diabos é isso. É o sistema do qual vários orcs vivem em hierarquia, quando eles te vencem, eles também evoluem, mas eles não tem habilidades como o nosso personagem, então ele ganha cargos dentro do exército e fica mais forte, virando capitão, warchief e por aí vai.



E tudo até começa meio fácil demais PORÉM os novos orcs vão aparecendo, os berserks que não aceitam golpes diretos e precisam ser atordoados, os que usam lança, os arqueiros e por aí vai, essa variedade conforme aumenta e eles te matam (coisa que vai acontecer muito), eles simplesmente ganham um cargo maior e ver aquele tipo de orc que te encheu o saco ganhando uma promoção pra virar um capitão é super divertido pois aumenta o desafio do jogo com o passar do tempo, seja na variedade ou pelo fato de serem chefes. E mesmo sem perder pra eles, constantemente haverá duelos entre eles e eles vão subir de cargo sozinhos, nunca que o seu jogo ficará igual daquele seu amigo.

O problema é que serem chefes não os torna desafiadores como deveriam, eles só tem uma life bar 3x ou 4x maior que o normal, contudo eles ganham vantagens ou desvantagens, porém descobrir elas pode muitas vezes tirar a pouca graça que esses combates tem.

O único chefe que vi graça em enfrentar foi um na exata metade do game, não vai ser difícil saber de quem me refiro.

É mais divertido se aventurar em hordas de sei lá, 20 ou 30 orcs sozinho do que enfrentar um chefe. E em alguns casos, os Warchiefs vem com 2 capitães pra que aí sim, tenha algum desafio mas são partes pequenas, o desafio do jogo mora nas coisas mais simples, tipo fazer side-missions ou caçadas ou simplesmente sair por aí exterminando grupos inteiros de orcs. Se querem uma sugestão, invadam pequenas bases onde sempre tem um dos caras pra dar sinal de invasão e aí vem MUITOS orcs, são nesses pontos onde eu mais brincava com o sistema e ficava ali muuuiuto tempo simplesmente esquivando, batendo, contra-atacando e usando tudo que o sistema tinha a oferecer.


Até porque se não usar, a sua chance de apanhar é bem grande. O jogo vai te "forçar" a usar tudo, mas eu digo no contexto positivo, ele não tira a sua liberdade de usar o que bem entende mas haverão situações das quais a melhor ferramenta é o domínio de cada técnica adquirida.

Sem falar que ao vencer um capitão/warchief do jogo, você ganha habilidades extras pra equipar em sua adaga, arco e espada, e com side-quests adquire os pontos necessários pra abrir mais slots e usar no máximo 5 habilidades extras em cada uma de suas 3 armas.

Então, como deu pra ver, o jogo é fantástico e aborda vários elementos de gameplay num só, uma mistura de várias coisas simples usadas sem maiores complicações deixaram o jogo relativamente complexo de ser dominado pela variedade e principalmente pelas possibilidades que o próprio jogador pode moldar.

Outra bola fora do sistema em geral é que os orcs em alguns pontos tem a inteligência artificial muito baixa, por exemplo, quando usamos furtividade e execução com ela, a menos que o inimigo tenha literalmente levantado a arma, o jogo computa como se ele tivesse indefeso e com isso dá pra aproveitar desse tipo de falha em várias formas, mas acreditem, ainda assim o sistema brilha e brilha muito.

Aliás, é um jogo bem polido viu, quase não vi bugs mas o que eu vi, fiz questão de registrar. Um cara sem cabeça falar é simplesmente hilário.

Ambientação, músicas e um passeio em Mordor mais que gratificante

Mordor foi relatada de uma maneira simplesmente soberba.


Tudo remete à o que já tínhamos noção de acordo com os filmes e tudo está nos conformes, lugares de maneira abandonados, fogueiras espalhadas, um lugar sujo e com tom macabro e apesar de ser ridiculamente genérico eu gostei pra cacete de toda e completa ambientação de Mordor.

Andar por lá é se sentir lá, a músicas, o ambiente em si, causam uma boa imersão e uma excelente sensação de "estar lá" com facilidade tremenda.

As músicas também, seguindo o padrão épico dos filmes na medida certa pra não ser chato pra um jogo de ação, lógico que houve algumas alterações pra não ser literalmente músicas que seriam de filmes, são músicas de jogos e com bastante ação em alguns pontos. Eu simplesmente adorei a trilha do jogo.

Sim, a OST do jogo INTEIRA é muito boa, tire como base a música de menu. Não esquecendo que o jogo foi localizado em nosso idioma e legendaram o jogo quase muito bem (tem alguns erros bobos porém toleráveis) e uma dublagem muitíssimo boa. Mas tão boa que eu até assustei. Normalmente eu jogo em PT-BR se a dublagem for pelo menos aceitável mas não, ela não é aceitável, ela é simplesmente ótima.

Exceto por alguns Uruks/Orcs aqui e ali, a dublagem como um todo é tão boa e tão bem escolhida que até me assustei.


E bom, vocês me conhecem, sabem que não sou um alienado por gráficos mas não dá pra dizer que não está impressionante na versão PC, eu tive a chance de jogar no PS4 antes e vi pouco (sim, pouco) daquela famosa textura brilhante excessiva que vimos em milhões de jogos por aí na geração passada, mas ao jogar no PC tudo caiu e vi texturas bonitas, bem feitas e numa resolução muito alta à ponto de vermos os mínimos detalhes. Entre eles o mais surpreendente o da chuva, que em alguns casos bate na pedra e vimos claramente a água escorrendo, efeitos como de chamas e explosões e etc. Tudo absurdamente lindo!

Conseguiram fazer um trabalho tão surpreendente e nas cenas vimos muitos efeitos que mostram o detalhamento das texturas em vários ângulos e aspectos. Simplesmente embasbacante.

E olha que nem joguei no Ultra, tive azar da minha GTX760 não rodar ele no máximo à 60 FPS, eu preferi baixar pro High (PS4 e One tem texturas de nível médio se comparada à versão PC) e desfrutar de tudo que eu vi e é simplesmente de arrepiar.


Vale à pena decapitar tudo que se move na Terra-Média?

Sim, vale muito. Vale pra caralho. Um jogo lindíssimo, rico de detalhes nos cenários e com um puta sistema, apesar da campanha relativamente curta e sem nenhum tipo de empolgação no seus momentos finais, vale sem pensar duas vezes.

Apesar da falta daquele clímax empolgante, a história em si já não tava me empolgando mesmo e quando ela começou a me encher o saco, ela foi lá e acabou.

Que Sauron seja louvado por isso.


E não posso me esquecer da batalha final totalmente sem graça que dura segundos. Sério, o que foi aquilo?

Mas ainda vale MUITO à pena porque o jogo tem uma tonelada de conteúdo extra, dois mapas medianos porém entupidos de informações sobre aquele mundo encontrada em artefatos, um puta sistema que você pode pegar tudo pra se divertir ainda mais com as possibilidades, o sistema Nemesis que é brilhante, as runas equipáveis nas armas e principalmente por ser um jogo que somando tudo dura mais de 50 horas de duração e isso sem necessidade de nenhum DLC, e numa geração onde pegar tudo não dura 20 pra 30 horas, isso é quase um milagre. E principalmente lembrando que apesar do sistema ser repetitivo, eles conseguiram criar toda uma estrutura pra que a diversão do jogo passe por cima desse fator usando todas as suas gigantes possibilidades.

É um jogo incrível, óbvio que não perfeito, mas altamente recomendado pra você que tem um PC, PS4 ou Xbox One. É um jogo caprichadíssimo na geração atual que infelizmente sofreu pra caralho na versão "antiga" ao ponto de ser quase injogável, nesse caso eu recomendo que você gaste seu dinheiro com outra coisa, mas se puder jogar na nova geração, vale praticamente qualquer preço.

Decapitar inimigos é boa parte da graça.

Se não tiver acesso à nova, fique na antiga e vá jogar Batman Arkham Asylum ou City que é quase a mesma coisa.

Falando em Arkham City, eu ainda não o joguei. Droga, que sacrilégio. Preciso corrigir isso.