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9 de novembro de 2015

Ultra Street Fighter IV - O Ápice dos Fighting Games da Sétima Geração!!!


"Nossa Juninho, fala de mil jogos de luta, vive publicando coisas do IV na Alvanista e no Facebook mas nunca postou sobre ele no blog, por que?"

A resposta é simples, eu já tenho vontade de falar dele faz muito tempo, desde que eu comprei o PS3 pra jogar o Super Street Fighter IV Arcade Edition lá no começo de 2012.

Sim, esse jogo foi o motivo maior pelo qual comprei um PS3, claro que eu vi mais jogos mas comprei ele pouco antes do videogame chegar pra todos terem uma ideia, lógico que o que viria depois seria uma consequência e tudo mais, mas inicialmente foi pra jogar ele mesmo.

Pra um cara que só teve consoles piratas, o meu primeiro original foi SOMENTE por causa do controle do PS3 que é infinitamente melhor pra jogos de luta que do 360. Não foi por exclusivos e etc... Mas como no pacote geral eu também prefiro os exclusivos da Sony, então foi fácil lidar com tal situação.

Antes que me xinguem, eu hoje em dia tenho um 360 também e pra jogos de luta aquele controle se recusa a funcionar de forma precisa. Por sorte comprei ele pra jogar o que não tenho coragem de pagar original... E isso inclui jogos que com toda certeza sabemos que terá versão final.

Mas o que isso importa? Em nada. É uma intro sem sentido como de costume. Deveria aprovar sem questionar, a lógica das coisas de vez em quando tira a graça delas.

...

...

...

Tá, não é pra tanto. Mas seguinte, meu Arcade Edition logo de cara foi atualizado pra "2012 Version" e eu joguei ela por muuuuuuito tempo, e justo quando me programei pra falar dela no blog, anunciaram o Ultra.

Então, preferi esperar e falar de tudo de uma vez e fazer uma abordagem pouco mais forte sobre o jogo mostrando os detalhes adicionais. Além dos já presentes, claro.

Então, o que diabos é Street Fighter IV? Bora lá!

Bom, vamos com calma falar tudo que o jogo apresenta.

Desde o momento de seu anúncio, a Capcom queria remodelar o que tinha feito com o Street Figthter III Third Strike, que pra quem não sabe, foi um jogo com personagens novos tentando adquirir um novo público e agradar o antigo (por isso golpes parecidos com os personagens antigos) sendo assim uma repaginada na história que avançaria alguns anos PORÉM... É um jogo absurdamente focado em torneios profissionais.

Eu até já falei dele por aqui. Que tal dar uma lida? 

Ela teve que mudar um pouco, tanto é que ficou anos esperando uma boa ideia, uma boa oportunidade, acho que ela percebeu que nós jogadores casuais por exemplo jamais conseguiríamos fazer isso:



Sim, eu senti vergonha, eu sei que você abriu o training na sua versão de PS2, programou isso bonitinho e se fodeu depois do primeiro hit. Nem vem fingir pra mim.

*lava a cara pra tirar a vergonha*

Continuando...

Já faz algum tempo que a comunidade de fighting games usa esses torneios como base e propaganda pra poder vender seus jogos, quanto mais competitivo, mais vivo o jogo se torna e mais tempo ele dura, tal coisa aconteceu com Street Fighter III, o bugado Marvel vs Capcom 2 e principalmente com o lendário crossover Capcom vs SNK 2 que durou por eras nos torneios mundiais e ainda hoje é cotado mesmo que de forma não-oficial.

Com essa atitude dando certo com outros jogos mas não com Street Fighter, a Capcom queria moldar algo diferente, um jogo que fosse mais simples (afinal o uso do Parry no SF III é absurdamente preciso e complicado de ser usado de forma eficiente por um jogador comum) e ao mesmo tempo competitivo o bastante pra durar nos torneios por anos. E assim nasceu a ideia que alimentou o design da jogabilidade de Street Fighter IV.

O que o IV nos apresenta de novo?

Seguinte, o IV apresenta um sistema de duas barras pra especial. Uma de Super que enche apanhando e batendo e uma de Ultra só apanhando, ambas funcionam muito bem mas tem diversas diferenças entre elas.

A primeira diferença é que o Ultra é um golpe especial que tem dano absurdo e não é tão fácil acertar ele em jogadores que tenham uma pequena noção de jogo. Sendo necessário usar algumas ferramentas do jogo pra encaixa-lo melhor.



Enquanto a de Super tem dano moderado e é dividida em 4 pequenas partes, tais partes podem ser usadas como Focus Attack ou mesmo usando um golpe e "cancelando" ele com Focus Cancel gastando duas barras e uma dessas 4 partes usadas pra uso do EX Special Move, todos os golpes em EX usam uma barra sendo a única exceção Seth que pra usar Tanden Engine (um golpe mega apelão mas de difícil uso) que consome duas barras em EX. Mas é mais do que justo.

A grande novidade é sem dúvidas o Focus Attack, o gimmick do game. Ele absorve um hit (e em casos como El Fuerte ou Zangief absorve 2 hits) e isso aumenta a barra do Ultra mesmo que seja por dano absorvido, saber usar o Focus já é em si grande parte da natureza de domínio da série SFIV.

Sem falar que saber usar o Focus é parte da estratégia porque é uma ferramenta crucial em momentos onde se está recebendo pressão, porque no final do Focus (apertar dois botões médios e segurar, sendo possível cancela-los com dash) o personagem dá um ataque que ignora defesa se concentrado ao máximo, ou seja, quando a animação completa. Do contrário, existe a possibilidade de defesa. E o pior, de ser contra-atacado.

BICHO FEIO! TOMA!

Mas a grande atração era a possibilidade de cancelamentos de muitos golpes criando combos ainda maiores e melhores através de recursos do game como Focus Attack, que quando cancelado vira o Focus Cancel e se torna uma excelente arma na mão daqueles que o dominam. Quem não se lembra do tanto que o Daigo usou Focus Cancel durante um Shoryuken pra lançar um Metsu Hadouken? Apesar do dano reduzido por causa do número de hits e do cancelamento do Focus, a grande novidade era que usando coisas como essa, mesmo com dano menor, era uma CERTEZA que aquele Ultra funcionaria .

A grande diferença além do balanço do IV pro Super é exatamente a quantidade de Ultras, que no IV era 1 e no Super passou a ser 2 por personagem. Sendo mais um aspecto similar à Street Fighter III onde o Ultra era parte da sua estratégia justamente por só se poder escolher 1. O dano é absurdo de alto e fizeram isso pra um equilíbrio maior.

Isso me permitiu o mesmo feeling de Alpha 3 no tocante ao jogo ser absurdamente complexo porém executado de forma simples e permitia um aprendizado muito mais fluído, mas nesse aspecto eu ainda acho o IV superior por abordar de forma mais suave, afinal Alpha 3 é um jogo que não é pra todos tal como SF III apesar de por outros motivos.

Mas e o Ultra? O que ele trouxe de novo?

As mudanças de personagem pra personagem em balanço dentro do game foram gigantes, falar de todas é um tanto quanto absurdo, mas as principais mudanças do gameplay geral foram três.

A função do Red Focus.

A primeira, o Red Focus é basicamente um Focus Attack que recebe mais de 1 hit por determinado tempo, coisa de alguns segundos mesmo. Mas ele tem start-up e um nível de recorver maior, é tão fácil de cortar quanto o outro com throw ou rasteiras e ainda toma guard break. Já é uma ferramenta adicional contra personagens de combos inacreditáveis de tão longos como Gen ou Cammy, se usado corretamente, Red Focus é um dos maiores acréscimos da série e aumenta a longevidade do jogo tanto pra iniciantes quanto pra jogadores avançados deixando as partidas ainda mais emocionantes, afinal de contas, quando saber se o outro jogador vai usar ou não?

A segunda foi o Ultra Combo Double. Como eu disse, em Super e suas duas atualizações (Arcade Edition e AE 2012 version) o Ultra era parte da estratégia, e isso em determinados personagens pode ser irrelevante como em Vega, parte do uso dos dois Ultra dele são parecidos, então não muda muito o jeito que se joga, mas personagens de Grapple (Zangief, Hakan, Hugo... etc) e alguns outros poucos sofriam com isso porque o Ultra alterava boa parte da jogabilidade desses personagens. Principalmente os de Grapple porque alguns tinha um Ultra de agarrão e outros de combo ou no ar e etc, dependia de cada personagem.

Reduz o dano mas aumenta as possibilidades.

A vantagem desse Double é justamente poder usar os dois Ultras mesmo que com dano quase que 50% menor mas o fato de poder usar os dois, te limita na hora de avançar feito um maluco em cima deles, porque um cara que usa o Ultra 2 do T. Hawk por exemplo, o Raging Typhoon, ficava constantemente limitado à usar o Ultra somente quando o cara oponente pula, então acaba recebendo mais pressão on the ground mesmo. Claro que o jogador não é obrigado a usar o Ultra mas o problema era esse limitador que todos acabam recebendo sem a menor necessidade.

A terceira e última grande atualização do game é o Delayed-Wake Up. Pra quem não sabe o que é ou o que serve eu vou dar uma explicação bem simplificada.

Basicamente, quando você levanta seja por instant recover (que é quando se aperta pra baixo e o personagem cai no chão e ele levanta rápido) ou de forma normal, é bem fácil receber o que se chama Reset.

Reset é basicamente quando você recebe um golpe e não dá pra defender ele porque o tempo de recuperação não te permite espaço pra isso. Ou seja, o cara te dá um golpe que te gera um hard knockdown, e com isso o seu tempo de recuperação é maior que o dele ao aplicar um determinado golpe de uma determinada maneira, então com isso abrimos aqui os unblockables.

Tudo isso são os unblockables ou indefensáveis. Caso não saiba na prática o que é, deem uma olhada aqui, não é necessário ver tudo, cerca de 1 minuto já vai transmitir exatamente a ideia.


Isso é uma ferramenta usada por maiores dos viciados online e pelos caras de torneios, você provavelmente já viu em alguma luta de torneio ou levou durante uma Online Match mas nem sequer sabia do que se tratava, a diferença que o Delayed-Wake Up faz é essa.

Segurando dois botões quaisquer, você "atrasa" o levantar do personagem, e se ele pular pra cima pra fazer algo, ele pode receber a punição necessária, uma vez que você deixou essa arapuca armada pra ele. No caso de um jogador mesmo que casual porém mais experiente como eu (que por sinal não sei usar nem vortex e nem reset) ou de um profissional, isso diminui ainda mais a chance de "avançarmos feito louco" pra cima de oponentes, principalmente dos quais não temos conhecimento de como se joga.

Tais dúvidas podem ser esclarecidas aqui numa boa. Esse vídeo esclarece bastante coisa.

Todas essas novas ferramentas deixaram o novo jogo (Ultra) de fato um pouco mais tático mas ainda mais gostoso de ser apreciado, cada batalha transmite uma tensão ainda maior e é mais emocionante e se bem usados Ultra Street Fighter IV transmite uma superioridade aos jogos de luta atuais de novo, porque a EVO que é o torneio de jogos de luta mundial tem como atração principal o Street Fighter IV e suas atualizações desde 2008 no seu lançamento, e não pensem que isso é Capcom ou por eles e sim pela quantidade absurdamente maior de jogadores e telespectadores pra tal evento.

Acaba que as únicas decepções é saber que 4 dos novos do Ultra (Rolento, Poison, Hugo e Elena) são literalmente jogados do Street Fighter X Tekken porém sem aquele brilho nojento de neon que o jogo tinha, e tal decepção se aplica aos cenários novos que também são removidos de lá e jogados em Ultra.

Falando neles, os primeiros tinham personagens de fundo com PÉSSIMA animação...


...tipo esse garoto que parece que está sofrendo de aneurisma ou epilepsia enquanto assiste a luta.

Mas continuado sobre os cenários, os novos incluídos até tem personagens de fundo com animação melhores mas PORRA CAPCOM, ao menos desse um tom de sobriedade pros cenários, os do IV eram ruins por serem mal feitos, mas o conceito de uma briga de rua tava lá, porque eram lugares relativamente comuns. Exceto pelo cenário do Seth no final... Mas tudo bem!

Aí de repente tenho que lutar num cenário com dinossauros, uma esquina com gente andando de skate (que é o menos ruim de todos), e principalmente um elevador espacial do qual tem um Zangief de metal batendo no vidro pedindo pra entrar... Socorro!!!!

Isso sem falar no cenário da Mad Gear que ridiculariza todo mundo de Final Fight, deixando Sodom e Haggar andando pelo cenário como se sofressem graves problemas mentais e estivessem em busca do seu sagrado medicamento... Minha nossa. Ao menos a OST dessas fases são fodas, cenários tão toscos nem mereciam músicas tão boas como essa por exemplo.

Por sorte os novos personagens também tem músicas novas tão boas quanto as dos demais antigos e dos cenários, não vou falar que aprovo 100% da OST porque detestei músicas como a do Guy ou do Ken mas em contrapartida adorei músicas tanto antigas remixadas como de Ryu ou Sagat quanto novas de Abel, Rufus, Viper e Decapre.

Os cenários do jogo em si já eram ruins, então colocaram alguns ainda piores ¬¬

Porém não é só isso que temos em Ultra Street Fighter IV.

Tem também a anunciadíssima personagem que ninguém soube quem era por quase 1 ano... Decapre. Apesar de visualmente comum à Cammy ela é um absurdo acréscimo ao jogo em termos de variações de gameplay, coisa que personagens como Abel, Rufus, Viper e até mesmo o escroto do Hakan fizeram com maestria. Ela novamente mostra a superioridade da equipe da Capcom na criação de gameplay diferenciado, divertido e totalmente sem padrões já estabelecidos por ela própria.

Eu me surpreendo com esse povo que faz os personagens de Street Fighter, sem brincadeira.

Maaaas... Dentro as mudanças absurdamente úteis, eu já falei todas, isso sem incluir, claro, o balanço de cada personagem, temos também algumas inúteis.

O Online foi alterado pra agora e infelizmente dá pra ter alguns míseros loadings durante as partidas se jogado no PS3, PS4, PC e Xbox 360 melhoraram o que já era bom. Mas também colocaram um modo de treino online e durante o seu treino normal você também pode receber convites de jogatinas online.

Mas sem dúvidas, de todas as mudanças inúteis a mais legal foi o Edition Select. É uma opção que você durante as partidas locais pode alterar as versões dos personagens alterando entre as versões do IV, Super, Arcade Edition, AE 2012 e Ultra. Por exemplo o Ryu está em todas, ele tem todas essas disponíveis, mas o Yun que chegou na Arcade Edition só terá dessa versão pra frente. E por aí vai.

SAGAT DO SFIV ORIGINAL? YUN DO SSFIVAE? NÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOOO

Não se engane, as variações antigas de personagens tem seus pontos de desequilíbrio mas também tem todas as suas antigas fraquezas, é o tipo de modo que só funciona em partidas locais pra se jogar com amigos e dando risadas. Tal como fizeram em Hyper Street Fighter II dos Arcades e depois portado pra consoles caseiros.

Caso não goste dessa função, antes de iniciar o Versus é possível desativa-la. E ela provavelmente não será usada em torneios, campeonatos e demais competições. Eu espero.

Pra quem gosta de Trials, os personagens ganharam trials novos, o "Ultra Trial", e isso se aplica aos recém chegados, o que me surpreendeu vindo da Capcom uma vez que o AE 2012 não tinha pros novatos da época (Yun, Yang, Evil Ryu e Oni) mas ao menos dessa vez todos receberam, e mostram que de fato, estavam procurando o feedback da comunidade ativa pra deixar o jogo ainda melhor e mais vivo.

De jogo pra jogo, em termos de competência quase qualquer jogo da sétima geração pode ser melhor que Ultra Street Fighter IV por terem finais decentes ou modos extras mas na hora do gameplay, de pegar o controle e jogar nenhum jogo de luta 2D chega sequer próximo, por isso mesmo sem modos extras (na verdade até dois a menos que o primeiro SFIV) ele ainda é notavelmente superior, seja por sua jornada de aprendizado não ser tão absurda e depois de entendido o game se tornar complexo uma vez que entenda o sistema, ou mesmo por sua trilha sonora e personagens novos com níveis de carisma absurdo como Rufus ou C. Viper.

"Tem chulé?"

O III apesar de ser o mais competitivo por ter um sistema mais "cru", o IV consegue ser quase tão competitivo quanto e abordar muito mais jogadores, ainda prefiro o Alpha 3 porque eu provavelmente tenho mais de duas mil horas de jogo (literalmente, viu) nas suas 4 versões que mais joguei (Arcade nos emuladores, PS2, PS1 e PSP, principalmente nas duas últimas) além dos modos extras e nunca vi um modo de jogo melhor e mais divertido que World Tour.

Street Fighter IV de modo geral, tal como suas atualizações não é feito pra jogadores que não tenham espírito de competidores, porque o enredo é quase inexistente de tão retardado, dois modos foram tirados do IV (Survival e Time Attack) mas pra compensar isso temos o Omega Mode.

Esse modo consiste em "brincar" com os golpes e as hitboxes dos personagens do jogo, é uma "zuera difícil de jogar" no começo mas depois que pega o jeito dá pra ver que é mamão com açúcar, divertido e viciante dependendo do nível de humor de quem joga com você.

Se USF4 compensa? Se você gosta de jogos de luta complexos, refinados e com um online competente? Sim, vale sim. Se prefere algo com enredo melhor pode optar por Persona 4 Arena que vai ser um prato melhor apesar do gameplay 100% pior e se busca uma boa mistura das duas coisas, ainda acho que não deve ter melhor no mercado que Guilty Gear XRD ou qualquer um dos títulos do Blazblue.

Tudo que posso dizer é que o SFV vem aí, não é o que eu esperava mas gostei do pouco que vi até então, apesar de severos pontos alterados pra inserir casuais no cenário competitivo mas já ta comprado o meu pra jogar no PC e quando eu tiver uma opinião sólida dele, posto aqui. Até que esse dia chegue, vou de leve chegar a 600 horas de jogo nas duas versões que jogo (PC e PS3) na busca pelo mais forte.

Um mais forte, que obviamente não sou eu, mas custa nada tentar.

24 de abril de 2013

A Elite dos Jogos de Luta!


Jogos de luta, definitivamente meu gênero favorito no mercado dos games. Isso é mais do que notável pra quem me conhece ou acompanha o blog!

Esse gênero é o que mais jogo, e o que jogo há mais tempo, desde garoto eu sempre joguei muitos e muitos...


E isso é mais do que prova suficiente de que videogames não geram violência como a ungida emissora Record fez o favor de transmitir como "verdade".

Onde é que já se viu, uma emissora jogar culpa em jogos violentos por causa de um cara que entra numa escola atirando, mas ela não cita os laudos médicos e policiais que PROVAM que o cara tinha sérios desequilíbrios mentais.

Falar é realmente fácil....

Entretando, contudo, todavia, eu sou uma PROVA VIVA de que jogos violentos não geram violência, porque eu mesmo nunca me envolvi numa briga e mesmo assim amo jogos de luta com todas as minhas forças.

Tá vendo como sou importante?

Pois bem!

Agora, falando sério! Recentemente tive uma ideia, que seria algo meio inusitado, pegar várias e várias franquias de jogos de luta e depois de explora-las, deixar bem claro o melhor jogo de cada uma delas em minha humilde (e majestosa) opinião.

Antes de torrarem o saco, não é lista "técnica" ou qualquer coisa parecida, ESSA PORRA É PESSOAL!

Blog do Juninho! Regras do Juninho! Entendido?

Pois bem, sem mais delongas, sigam-me os bons!


Darkstalkers Chronicle: The Chaos Tower


Eis uma franquia super interessante, na verdade uma das mais interessantes que eu já vi.

Esse jogo pega contos, mitologias e coisas relacionadas à terror e transformou todos em personagens (altamente carismáticos) de jogos de luta.

O que pensar de uma ideia maluca assim?

GENIAL!

Honestamente, tampar na porrada com uma Chapeuzinho Vermelho psicótica é uma das coisas mais fodas que já vi em jogos de luta.

Mas esse jogo é o melhor porque ele te engana como se fosse uma coletânea, sendo que na verdade são três jogos dentro de um, os principais da franquia. Quando se começa, basta escolher se quer Night Warriors, Darkstalkers Revenge ou Darkstalkers 3 e terás o final de cada jogo com cada personagem respectivo.

O gameplay em si é todo do 3, mas ele é o melhor mesmo!

Além de tudo, houve mudanças bruscas de um jogo pro outro em golpes dos personagens, e mesmo assim é permitido por exemplo jogar com o seu personagem na versão antiga no último jogo, entende?

Além do The Tower, um modo super divertido feito exclusivamente pra esse jogo!

Simplesmente tão legal, tão caprichado, que nem parece coisa da Capcom!

Bloody Roar 2: Bringer of the New Age


Outra ideia excepcional...

Sério! Pessoas que se transformam em animais e caem na porrada, não poderia ser mais legal logo de cara!?!?!?!

Mas a real, é que o primeiro jogo da série, era tudo meio "porque sim", a maioria dos finais eram horrendos e o único final realmente bom era o de Gado, o leão!

E depois, o segundo jogo veio com tudo!

Gráficos melhores, músicas legais, jogabilidade renovada e melhorada e um Story Mode de cair o queixo!

É lindo, perfeito, um dos melhores que eu já vi sem sombra de dúvidas!

Você escolhe o personagem, seja lá quem for, mostra a introdução da história, depois a do seu personagem e as lutas vão acontecendo e não tem essa de "te achei mais galã que eu, vamos cair na porrada" - Não. Nada disso.

As coisas acontecem de forma natural, diálogos nem longos demais, nem curtos demais, e sim no ponto certo de forma que a ideia foi passada e não é sentido aquela sensação de que falta algo ou de que foi muito forçado...

E o mais legal é que jogando com o personagem a perspectiva dele assume a trama, de forma que dois personagens na história de um deles podem ser tanto amigos quanto na outra inimigos. É bem interessante mesmo.

Sem contar que o último chefe muda de acorda com o personagem escolhido!

E minha nossa, como ShenLong apela, selo SNK de apelatividade.

Virtua Fighter 5 - Final Showdown


A primeira franquia de jogos de luta 3D. Assim como a Capcom nos jogos de luta 2D, a Sega revolucionou criando o primeiro jogo de pancadarias em 3D.

Yu Suzuki, o gênio, criou um jogo incrível e cada jogo evoluiu e muito de acordo com o anterior, tornando o 4 espetacular, e com o lançamento do 5 jogo, no princípio da sétima geração de consoles, os fãs foram ao delírio!

O jogo foi lançado e depois atualizado nos arcades com nome de Virtua Fighter 5 R, e tempos depois uma última revisão para pouco depois sair aos consoles. E assim chegou o Final Showdown!

Esse jogo é incrível, sua mecânica é esplêndida e trilha sonora impecável.

Na verdade, as 7 trilhas sonoras do jogo são impecáveis...

Mas o jogo é um tanto quanto seco, somente Arcade e Versus praticamente, normalmente seria algo ruim, principalmente de um jogo onde a pouquíssima história se encontra em manuais.

A grande vantagem do game são os novos personagens adicionados depois do quinto jogo, deixando o jogo com um número de 20 personagens.

Um número pequeno, mas o trabalho que se tem pra aprender a jogar com cada um compensa e muito o pouco número, porque é um jogo muito satisfatório de se aprender, tanto pela dificuldade de domínio quanto pelos golpes incríveis que cada personagem possui.

Virtua Fighter é o tipo de jogo que a útima versão é sempre a melhor, porque é a que sempre contém o máximo de coisas boas da série, e eu tenho certeza que se sair na nova geração um sexto jogo, ela superará o 5 tranquilamente.

Aposto tudo que tenho nessa ideia!

Guilty Gear XX Accent Core Plus


Daisuke Ishiwatari é um grande cara mesmo, depois de trabalharna SNK fazendo alguns jogos, ele criou o único que se impulsionou mesmo que levemente, que foi The Last Blade.

Não vou falar que é ruim, mas foi esmagadoramente desbancado pela própria SNK com Samurai Shodown, que é deveras melhor, sem sombra de dúvidas!

Então, depois de se demitir (ou levar um pé da SNK, tanto faz) a Ark System chamou ele e falou:

"Vamos te dar a grana que você precisa pra fazer o que você quiser no jogo!"

Com isso ele pegou seu vício de adolescente, que era o Heavy Metal, e criou um jogo de luta num futuro apocalíptico onde o METAAAAL tocava no fundo das pancadarias e com personagens bem diferentes do padrão, com gráficos sempre bonitos e visual puxado pro anime.

E o que mais impressionava era sua jogabilidade única, mesmo que inicialmanete a impressão seja a fusão de mecânica de KOF com Street Fighter... Porém, a série cresceu, cresceu e mesmo que de pelas beiradas foi conquistando o público de forma que Accent Core é o último jogo até o momento lançado pra série.

Porém, o seu mérito de melhor está no seu Story Mode bem construído e com variações de final pra cada personagem, sendo que a maioria deles tem 2 caminhos, com alguns poucos tendo 1 somente.

As conversas chegam a ser longas mas pelo menos coerentes com o universo e a questão de cada personagem, e assim como Bloody Roar o último chefe pode variar de forma assustadora.

Tudo isso aliado ao gameplay que sempre foi evoluindo de jogo pra jogo, e os modos extras sempre presentes do GGX em diante e um desafio um tanto quanto perturbador nos últimos chefes.

Pra quem preferir, tem esse mesmo jogo com um "R" no final, que provavelmente significa "Reload" e que tem gráficos HD e modo online.

Ainda espero grana pra comprar o meu na PSN...

Samurai Shodown IV: Amakusa's Revenge


Depois que Daisuke caiu fora da SNK e ela tentou investir numa tentativa alternativa de gerar novos fãs, afinal de contas a maioria estava focada em The King of Fighters...

Eis que veio Samurai Shodown.

Ao invés de espadachins bizarros e de terno, com um principal que virou super saiyajin com poderes elétricos... a SNK investiu em algo mais sóbrio (coisa rara), e adivinha?

ACERTOU EM CHEIO!

O tempo passou e Samurai Shodown ganhou 4 bons jogos, sendo os dois últimos uma negação completa, o 5 era ruim porém tolerável, mas o 6 já era um abuso de paciência e ofendia a inteligência de qualquer um, porque parece que a sobriedade deu adeus e entrou parte das ideias imbecis de The Last Blade, com direito ao jogo ter um SOLDADO.

PUTA MERDA, O 6 TEM UM SOLDADO! COMO ASSIM UM JOGO DE SAMURAI COM SOLDADO ?

Sincermente, não quero entender a SNK, custou a acertar com o III e IV e do nada manda dois jogos de merda...

Mas o IV é fantástico, apesar de eu ter jogado o III mais do que tudo, o IV é realmente superior e sem fazer muito esforço, com personagens carismáticos, finais interessantes e um sistema melhor que os anteriores.

Agora com um sistema de rotas, sendo duas e completamente aleatórias, é necessário enfrentar inimigos em um determinado tempo para chegar ao último chefe antes de seu rival, e depois de finaliza-lo, dar uma baita surra em seu rival.

Isso sem contar as músicas do jogo que sempre foram incríveis e nesse jogo ganhou um destaque ainda maior.

Killer Instinct


Mas olha só, durante boa parte dos anos 90, Street Fighter reinou com a jogabilidade única e diferenciada, e Mortal Kombat veio com o gore num sistema diferente e sem copiar o pai de todos os jogos de luta.

Mas a Rare teve uma ideia:

"Vamos pegar o gore de um e a jogabilidade do outro, vamos ver no que dá."

E com isso nasceu um jogo com visual estranho, porém muito legal, com finalizações mortais inspirados em você-sabe-quem e com jogabilidade de você-também-sabe-quem.

Resumindo, o jogo copia duas ideias muito boas e foi um híbrido e tudo isso com um roteirinho de merda, à respeito de uma empresa que torneios pra testar seus lutadores e etc...

E provavelmente dominar o mundo com eles, afinal de contas né...

Só que infelizmente, é um jogo que somente a jogabilidade o carrega, de forma que o seu roteiro é ignorado mesmo até hoje, ainda mais no segundo jogo onde depois de derrotar Eyedol (último chefe) acontece algo inexplicável que joga os personagens pra sei lá quantos mil anos ANTES dos eventos do primeiro jogo...

Bem imbecil né? Agora sabe por que a franquia não sobreviveu?

Mas houve boatos que alguma empresa teria comprado a série, e poderia vir um terceiro jogo ou remake dos primeiros. E eu sinceramente adoraria!

Dead Or Alive 5


Uma série baseada em peitos, isso já define tudo que se precisa sobre Dead Or Alive.

Dead Or Alive é daquelas séries que tem pouca história, não te força a leva-la a sério, e ainda assim tenta ter algo que presta nos roteiros...

E quase nunca tem. Tanto que os finais do jogo são quase sempre inúteis, no máximo se entende parte da personalidade do personagem e nada além. Chegando a ser escroto em alguns casos.

Mas pelo menos DOA é uma franquia sincera, ela só quer vender por causa de peitos e acaba conseguindo.

Apesar do 2 ter atingido o ponto alto da série, e apesar de eu não ter jogado muita gente falar que o 3 é um jogaço, o 4 apresentava problemas graves como dificuldade absurda de contra-atacar os oponentes e uma última chefe capaz de causar aneurisma.

E no 5, parte desses problemas foram corrigidos, o sistema de contra-atacar é o mesmo porém com tempo mais camarada, mesmo que não seja de graça, acredito que ele esteja no ponto certo!

Apesar de muitos modos no jogo, o simples "Normal" é complicado e difícil o bastante pra te desanimar de jogar em alguns casos, são 8 dificuldades sendo essa a terceira, não vejo necessidade de tenta apelação.

Acreditem em mim, a dificuldade me fez dar uma pausa de joga-lo e olha que eu gostei MUITO mesmo de tudo no jogo!

Mas a grande vantagem desse game, é que os personagens clássicos estão cada vez mais legais, os novos são interessantes pra cacete, e ainda por cima Akira Yuki, Sarah Bryant e Pai Chan de Virtua Fighter estão presentes como participações especiais.

Não poderia ser melhor, poderia ?

Real Bout Fatal Fury Special: Dominated Mind


Sei que a minha opinião à respeito de Fatal Fury vai gerar choques na realidade... Afinal de contas, muitos me xingarão por não ser o Fatal Fury 3, outros por não ser o Real Bout 2 mas dane-se.

Como eu disse, meu blog, minhas regras!

A verdade é que eu curto muitos dos personagens, apesar de repulsas de outros como Yamazaki e Cheng.

Mas no geral, não curto muito jogar a série, poucos jogos me agradaram muito mesmo.

Essa versão é o port do Arcade feito no PS1, e no meu ponto de vista é bem melhor porque removeram o sistema de lutas em planos de fundo, que eu particularmente acho dispensável.

Tá certo que funciona bem na versão desse jogo no arcade e no Real Bout 2, porém, quando o recurso pra se fugir ou defender torna-se dependente dessa ideia de planos de fundo, a luta se torna um saco! Uma chatice total.

Exatamente pelo espírito side-scroller dessa versão que eu prefiro, além dos Final Impact's presentes somentes nesse jogo como uma coisa extra. O gráfico era inferior mas foda-se, tinha coisas boas o bastante pra suprir isso!

Acho que o seu pior ponto é nunca ter saído em inglês, mas como se trata de um Dream Match com um FINAL TOSCO pra caralho pra todo mundo... mas Fatal Fury tem uma história que não se pode ser levada à sério mesmo...

E apesar de um péssimo último chefe, que é o White, ainda acho melhor que colocar o Geese de novo. Chega desse fracassado que vive se matando pra provar que é forte!

Tekken Tag Tournament 2


Tekken, Tekken...

A franquia que turbinou o PS1 em tempos de glória e teve uma notável evolução, e assim como Virtua Fighter, dificilmente um Tekken novo é inferior ao último jogo.

Tekken é uma serie que foi evoluindo com o passar do tempo, o 3 era foda, o 4 melhorou, e 5 deu o ar da graça como se fosse algo supremo.

Até o 6 chegar, e mesmo que num ritmo menor, evoluiu também mostrando que a Namco sabia do que estava fazendo.

Tekken sempre teve uma história rasa pra cacete, até o 3, depois com o 4 em diante, a ideia tomou níveis idiotas e tacou todo a pouca lógica do jogo na estratosfera!

Tanto que a história do jogo ridiculariza 90% do elenco, uma vez que é provado por "A + B" que somente Jin, Kazuya, Heihachi e alguns poucos são realmente fortes e o resto não passa de esperma muito desenvolvido sem qualquer possibilidade de vitória, deixando claro em partes dos jogos que foi "sorte" ou fatores externos que promoveu suas vitórias...

Isso mata a série, numa boa!

Esse jogo pelo menos, tem finais mais ou menos toleráveis e alguns até bons, ao contrário dos finais horríveis que a série teve em especial no Tekken 6, onde um canguru tinha família e traiu a esposa e por aí vai...

Tá vendo como não se pode levar à sério?

Porém, a qualidade do jogo se manteve intacta, sistema de luta foda pra caralho, possibilidade de de jogar em dupla ou sozinho, ou até mesmo sozinho contra uma dupla, e isso sem falar nos tantos modos extras que a Namco nunca deixa faltar.

E ainda fico chocado toda vez que lembro que um canguru lê jornal, tem família, e a esposa traída entra no torneio pra ter grana pra sustentar a casa...

The King Of Fighters XIII


Outro que sei que vão me crucificar e jogar meu corpo pros abutres por preferi-lo...

Tenho certeza disso!

Mas abaixa essa foice, vamos com calma!

KOF é uma série da qual gosto muito, muito mesmo! Sempre curti a ideia viajada dos personagens, os golpes sem noção e os especiais que assim como a história do Tekken, pega a lógica e taca na estratosfera!

Entretudo, sempre havia falhas de alguma forma ou de outra, e eu não conseguia me divertir em certos pontos, como os bugs do 98', ou o lag na hora de enfrentar o Team Orochi no 97'.

É uma série feita pela SNK e não sei como permitiam isso, mas quase sempre tinha um filho da puta com combo infinito e não era coisa tão complicada de fazer, além de combos que matam na hora.

Você começa a jogar, e defende como um louco, porque se o combo entrar... JÁ ERA! PORRA!!!

E acreditem, joguei todos os da série, todos mesmo! Conheço eles de cabo a rabo, e quando comprei o XIII me surpreendi com as novidades do sistema, terem implantado EX nos movimentos copiados de você-sabe-qual-jogo-estou-falando, além do Hyper Drive que era uma espécie de barra que assim como nos anteriores te permitia combos maiores e etc, mas nada com o mesmo impacto de antigamente!

Afinal de contas, depois do tombo do KOF XII, a SNK pegou e fez algo que prestasse no XIII. Criou um jogo com modos extras legais, apesar dos finais horrendos do Arcade e do Story Mode terrível, sendo um dos piores que já joguei, talvez o pior.

Além disso estragaram alguns personagens como Ralf, mas melhoraram outros como Kensou.

Mas sem dúvidas o maior capricho foi colocar diálogos entre os personagens a cada luta, de forma que os 3 do seu grupo, conversa com os 3 oponentes e tudo muito bem feito, interessante pra cacete. Eu realmente gosto muito de ler e entender algumas coisas que aparecem nesses diálogos.

Mas nem tudo são terrores, afinal de contas é nesse jogo que Ash morre, ora pombas. A história é terrível mas só de Ash morrer já é algo tão positivo que não sei explicar o quão satisfatório foi pra mim.

Soul Calibur III


A Namco sabe o que faz, definitivamente sabe.

Enquanto ela adquire milhões de fãs retardados (assim como eu) com suas histórias de merda num gameplay excelente, ela meio que resolveu pegar uma equipe e falar com eles assim:

"Pega a engine do Tekken, muda uma coisa aqui e ali e cria algo que presta."

Assim nascia Soul Edge (no ocidente Soul Blade). Que logo depois teve um sucessor no DreamCast, que era Soul Calibur!

Soul Calibur era incrível, lindo, com finais inteligentes e que eram totalmente coesos com os personagens! E depois veio o II, onde tinham pouco mais de opções de jogo e finais igualmente legais.

Até surgir o III.

Soul Calibur III mandou o I e o II de volta pra escola, e mostrou como era um jogo foda pra caralho poderia ficar MUITO MAIS FODA PRA CARALHO!!

Esse agora tinha MUITOS modos extras, um modo de estratégia interessante, armas e itens a serem comprados e muito mais personagens a serem escolhidos, além de alguns extras fora da história que completavam um bom número jogável.

E nisso tudo ainda tem o Tales of Souls, onde se tem um lindo prólogo do personagem com ilustração bacana, e eventos que vão acontecendo de forma que você tem MUITOS caminhos pra chegar ao final da história de cada personagem.

Foda pra cacete, ainda mais sabendo que no final de tudo, tem um evento no qual é necessário apertar o botão na hora certa, caso aperte, verá um final, caso não aperte (ou erre o tempo) verá outro.

E sem falar no modo de criação de personagens...

INCRÍVEL!

Soul Calibur pode não ser o meu jogo 3D favorito, mas ele tem o meu respeito como melhor jogo 3D de luta por sua qualidade e competência em amplos aspectos.

Mortal Kombat 9


Mortal Kombat já nasceu virando febre, foi uma franquia que já nasceu grande.

E depois de muitos bons jogos, veio Deadly Aliance e Deception pra ferrar com tudo, e mesmo assim, continuava dando certo mesmo que por tabela...

Porém, com Armageddon, a porca torceu o rabo e a série virou um amontoado de lixo. Sem contar no MK vs DC que fez multidões vomitarem comida de anos atrás de tanto desgosto!

Quando anunciado MK9, ninguém botava muita fé, porque inicialmente parecia uma tática desesperada de chamar o mesmo público dos jogos antigos por estarem trazendo personagens antigos de volta e com a jogabilidade dos últimos jogos lançados, então o povo teve medo mesmo!

Porém, tratava-se de uma mega revisão da jogabilidade antiga, agora excelente, a história dos três primeiros jogos totalmente unificada e com sentido, coisa que não havia muito. E todas as mudanças aplicadas resultaram num jogo extremamente bem feito!

Gráficos lindos, personagens bem movimentados, fatalities fodas pra cacete, cenários clássicos feitos do zero, cenários novos, músicas clássicas e novas.

Dessa vez com barra de especial, possibilidades de quebra de combos mais justa que nos jogos anteriores, uso de EX e etc... O jogo no final ficou foda!

E não bastando o Story Mode com história fixa, ainda temos o Ladder, que é o clássico Arcade com finais muito interessantes cheios de ilustrações muito mega fodas pra caralho!

Além de tudo, muitos modos extras, desafios a serem realizados e etc. O jogo é bem completo!

O melhor de luta da sétima geração, sem sombra de dúvidas!!!

BlazBlue Continuum Shift EXTEND


Bom, quem conhece Daisuke e Guilty Gear, provavelmente também conhece BlazBlue.

Quando surgiu BlazBlue, a galera esperava um novo jogo de Sol e Ky mas isso não aconteceu, surgia assim BlazBlue: Calamity Trigger, inicialmente confundido como uma espécie de continuação espiritual do jogo já citado, BlazBlue carrega uma trama própria e isolada do jogo citado.

Na verdade, por mais que eu prefira Guilty Gear, BlazBlue é um jogo melhor estruturado por desde o seu primeiro jogo ter um modo story bacana, com caminhos alternativos assim como Guilty Gear, porém o Arcade também tinha um final voltado ao personagem, coisa que antes Daisuke por motivos nunca citados, não usava.

E o tempo passou e o jogo gerou uma continuação, Continuum Shift, depois Continuum Shift II. Usando o II como base, foi feito o EXTEND que é quase uma "Game Of The Year Edition" do jogo com conteúdos antes somente disponíveis por DLC todos inclusos no jogo logo de cara.

Assim como o seu anterior, esse segue o mesmo esquema, porém com ainda mais modos extras e antes mesmo de pegar o Story mode do II, o jogo ainda tem a história do Calamity Trigger e Continuum Shift contados em forma de diálogos, eventos e ilustrações todos os eventos anteriores.

A história de modo geral é bem grande, completa e ficaria um pouco difícil de explicar como ela acontece, mas eu posso garantir que é bacana!

Ou seja, comprar esse vai te dar acesso ao conteúdo do roteiro já feito! E como a jogabilidade só evoluiu mesmo, não será tão necessário comprar as versões anteriores, a menos que você queira!

Street Fighter Alpha 3


Street Fighter é o pai dos (bons) jogos de luta e isso já não é nenhum tipo de novidade mais.

A Capcom quis justificar a galera e os eventos de Street Fighter II e assim surgiu a série Alpha.

Nessa jogada, vieram dois jogos, sendo o primeiro um tanto quanto ofuscado e o II atingindo boa parte do mundo e se tornando um clássico supremo...

Porém, Alpha 3 foi a ideia mais criativa, ousada e arriscada da Capcom na época, por que o jogo basicamente continuava os eventos do Alpha 2, só que sem dar taaaanta importância pra eles.

Porque era meio que algo totalmente NOVO! Primeiro, músicas clássicas totalmente eliminadas do jogo, os personagens clássicos ganharam músicas totalmente diferentes, umas do mesmo nível das antigas, porém a esmagadora maioria muito melhor.

E isso sem falar nos cenários, totalmente diferentes, com outra pegada, e francamente também acho melhor!

Agora, o roteiro do jogo é simples e sutil, e nem por isso ruim. Na verdade é isoladamente o melhor. Esse jogo meio que abre a mente do jogador e se entende coisas à respeito de personagens de forma mais madura, mais interessante.

Como por exemplo Dhalsim, Rose, Bison, Ken, Sagat, Adon e outros personagens que ganharam arcos melhores ou então foram melhor explicados de forma que é muito simples notar sua importância durante o jogo.

É justamente nesse jogo, o único onde Ken deixa de ser o "amigo invejoso" de Ryu, e tem um arco melhor trabalhado pra sua personalidade, coisa que simplesmente NUNCA MAIS FOI USADA. E o único jogo onde um personagem cômico pôde ser levado à sério, sagrado seja Sodom!


Mas a história funciona de forma simples, quando o seu personagem é escolhido, ele tem um prólogo, dois rivais e o último chefe! E os finais do jogo são simplesmente fantásticos mesmo que usando poucas ilustrações e os sprites do jogo pra ilustrar os eventos finais.

Contudo, Alpha 3 não só tinha tudo isso como muitos modos extras extremamente divertidos como Final Battle, Dramatic, e outros. Mas nada supera o World Tour, nenhum jogo de luta conseguiu criar um modo mais divertido que esse. Ele pega a ideia básica do Street Fighter que é de lutadores que saem pelo mundo procurando oponentes.

E NISSO VOCÊ SAI EM BUSCA DO MAIS FORTE!

Street Fighter Alpha 3 não é só o melhor jogo de luta da Capcom, ou da franquia, mas pra mim ele é sem dúvidas o melhor jogo de luta de todos os tempos. Por tamanho capricho em respeito aos personagens e quantidade de coisas à serem feitas!

Isso tudo anexado no excelente gameplay, que tem 3 barras, uma de combos customizados, uma em 3 níveis e uma de um nível só, gerando um especial destruidoramente apelão. Tudo funciona tão bem, que é inacreditável o modo que a Capcom conseguiu criar algo tão complexo num jogo só.

Como saiu pra muitas plataformas, se quiserem jogar sozinhos recomendo a versão do PSP que possui 3 personagens novos (Yun, Eagle e Maki) e o excremento conhecido como Ingrid, ou caso queiram jogar entre amigos a versão presente no Alpha Anthology de PS2, o Alpha 3 Upper, que tem a melhor revisão do jogo com (ainda) mais equilíbrio entre os personagens.

Esse jogo é sem dúvidas o jogo que mais joguei na vida, sempre curti muito mesmo e ao que tudo indica, dificilmente virá algum que possa fazer frente com ele, apesar de que eu gostaria que todos fossem dessa mesma forma.



Eu peguei e disse à respeito das franquias que mais curto e seus melhores jogos, porém, essa parte eu não sabia como usar e eu resolvi criar com base em três tópicos principais.

Hoje eu to quebrando as regras mesmo, e pior ainda... as regras que eu criei!

But, who cares ?

Enfim, eu peguei um jogo inspirado em anime, outro em mangá e por último um crossover. Se tem lógica ou não, dane-se.

Dragon Ball Z: Supersonic Warriors


Esse jogo é incrível!

Olha, francamente, o gameplay do jogo é meio duro, um pouco travado e tudo...

Mas você provavelmente está se perguntando por que causa, motivo, razão, circunstância, eu estou usando justamente essa joça ao invés de um jogo com gameplay excelente como Naruto Ultimate Ninja 5 ou mesmo Dragon Ball Z Tenkaichi Tag Team...

Mas a resposta pra isso é simples!

Ousadia! Essa é a palavra que define Supersonic Warriors!

O 2 é muito bom, presente no 3DS mas nem assim superou a ousadia do primeiro jogo...

É tudo bem simples, você escolhe o personagem e assim como em Alpha 3, ele se transforma no principal de forma que ele luta, ele vence, ele evolui e ele encerra a história com ele como protagonista.

Olha, com o Goku foi algo normal, mas imagina minha reação ao jogar com Vegeta, Frieza, Cell, Piccolo e Trunks, todos como principais com suas respectivas visões, personalidades e treinamentos!

Imaginem a minha cara quando eu escolhi Kuririn e vi ele treinando com senhor Kaiô e aprendendo Genki Dama... e como ele controla Ki melhor que o Goku, ele pega uma Genki Dama menor e mais concentrada COM UMA MÃO SÓ.

CARALHO! FOI FODA PRA CARALHO!!!!

Ou então o final de Piccolo, que de tão surpreendente prefiro deixar vocês leitores na expectativa.

Mas sem dúvidas, o melhor de tudo foi jogar com Frieza. O melhor vilão da série.

JoJo's Bizarre Adventure: Heritage for the Future


Lançado inicialmente no CPS-III, JoJo's é um dos poucos jogos que a poderosa placa teve tempo de produzir antes de morrer.

Eu imagino que deve ter pegado meio mundo de surpresa, por tratar de um jogo baseado num mangá e que mesmo sendo conhecido, sua fama se remete em extrema maioria ao oriente, deixando muitas pessoas no ocidente com aquela sensação de: "Que porra é essa ?"

O jogo tem personagens muito bizarro (o nome do mangá diz tudo) com pessoas invocando "espíritos" e outros usando armas de forma improvável e etc...

Na verdade, o jogo se basea no terceiro arco do mangá, Stardust Crusaders, e segue de forma nada linear a história do mangá, uma história muito boa, diga-se de passagem!

Assim como Alpha 3, o personagem escolhido vira o protagonista, e você deve desvendar sua aventura e chegar ao final. E é bem interessante, por terem explorado até mesmo os personagens que na história original morrem como principais, algo semelhante ao Charlie/Nash do Street Fighter, que apesar de oficialmetne sua morte ser no final de Guile, ele ainda assim tem um final dele como protagonista.

Isso é o tipo de coisa que agrada gregos e troianos, por nunca verem seus personagens favoritos como fracotes, afinal de contas, num jogo de luta dificilmente um cara fraco terá carisma o suficiente pra superar o fato de ser um fraco!

Coisa que até onde me recordo, somente o Dan conseguiu.

Mas honestamente, o destaque desse jogo não é somente por "ter história" e sim no fato de como ela é contada, com diálogos antes e depois de cada luta, justificando-as e tornando elas nada desnecessárias, caso tenha alguma luta sem sentido, eu realmente não me lembro e olha que eu zerei com todo mundo. Mais de uma vez!

Como se não bastasse o fato de ter sido bem trabalhado no roteiro, principalmente por ter um mangá como base, o sistema dele é fantástico, com o controle dos Stands, que é a materialização da força vital de cada personagem, algo parecido com Persona da Shin Megami Tensei!

E o sistema em alguns personagens funciona de maneira diferenciada, parecido com BlazBlue, porque alguns personagens podem invocar seu stand livremente, e outros só o usam como auxílio de coisa ou outra, e ainda tem alguns que são estranhos como Mahrahia (Mariah) ou Alessi e nem por isso ruins.

Melhorando ainda mais as coisas, a Capcom soltou esse jogo em HD na PSN e na Xbox Live, vale muitíssimo a pena! Ainda mais se levar em conta que pode se tirar a censura do jogo!

Capcom vs SNK 2: Mark of the Millennium 2001


Em termos de qualidade num crossover, nenhum jogo se iguala à esse! Isso é um fato mais absoluto que as verdades do universo.

Por mais que eu me divirta mais com Marvel vs Capcom 2, e ele provavelmente seja o meu favorito, não é muito difícil ver seus erros e constantes problemas.

Capcom vs SNK é uma série que começou bem interessante no primeiro jogo, e manteve um espírito bem bacana, com variações de personagens (normal e EX) e golpes entre elas, somente duas barras (uma da Capcom e outra SNK) e muitas outras coisas.

A ideia era boa, boa até demais, a jogabilidade tinha leves inspirações na SNK assim como músicas e cenários, pra atrair o público da empresa rival mesmo, uma vez que por motivos óbvios a galera da Capcom já estaria presente nesse público!

Depois o segundo jogo veio com tudo. Simplesmente a ideia do 1 turbinada!

Não eram mais 4 botões pra bater e sim 6, inspirados em Street Fighter, várias barras de jogabilidade sendo elas que vão determinar o modo de especial, se o personagem vai correr ou dar dash, se terá esquiva ou não e etc...

Além de terem removidos o lance de versão de golpe pra cada personagem, todos agora tem somente uma versão e com todos os golpes. E se querem saber, melhor assim!

E ao contrário dos finais idiotas do primeiro jogo, caso vença os chefes secretos do jogo, verá alguns escritos de cada personagem, que mesmo de forma simples ilustra seu final.

Muito melhor que os finais do Street Fighter X Tekken, certo? A Capcom meio que cagou na retranca com esse jogo...

Capcom vs SNK 2 foi e ainda é o ápice dos crossovers, personagens carismático, equilíbrio e uma jogabilidade alucinante. Só as músicas que são meio sem graça mas pelo menos melhor que as do Marvel vs Capcom 2, só que pra isso não é necessário muito esforço mesmo...

Esse jogo foi o último dessa união entre as duas empresas, o último bom pelo menos, porque depois foi anunciado SVC Chaos: SNK vs Capcom, usando a já super ultrapassada pra sua época placa NeoGeo.

Se você conhece o jogo, sabe que o nome "Chaos" diz tudo à respeito dele, é um caos total essa aberração do mundo dos games. Uma ofensa aos jogos de luta!

Perguntei ao Fulgore o que ele achou do Chaos, e ele me reagiu assim:


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Mas finalizando esse post, espero que tenham gostado, sinceramente, como eu disse lá em cima, foi uma postagem completamente pessoal... assim como todas as outras, é claro!

Aquele tipo de ideia que surge da puta que pariu da sua mente e você quer botar em prática!

E agora que eu fiz e falei dos melhores, qualquer dia eu faço um falando dos piores, algo como um "Troféu Privada" pra eles ou coisa do tipo.

Depende da minha vontade, e claro, do pedido de vocês também.


Enjoy!

7 de julho de 2011

Top 20 - Melhores Personagens de Street Fighter

Bom, se tratando de jogos, eu sou um velho amante desse ramo, e principalmente quando se trata de jogos de luta, aí sim, eu realmente me empolgo.

E que Street Fighter é meu jogo de luta favorito não é novidade pra ninguém que me conheça.

Afinal de contas eu o jogo desde novo, mas somente se tornou meu favorito quando eu fiquei mais velho e comecei a ter mais noção dos jogos de modo geral.

E além do que o Champion Edition foi o segundo jogo de luta que joguei, e no Arcade, o primeiro foi Mortal Kombat II e em plenos 3 anos de idade...

E eu nem por isso saia matando geral por aí, ta vendo?

Mas dane-se esses eventos, o que me fez gostar de Street Fighter é bastante, além disso, como os personagens, os golpes, comandos, equilíbrio, e a história posteriormente, tudo isso me influenciou a aprofundar no jogo de forma que eu jogasse horas, dias...

E anos. Muuuuuuuuuitos anos.

É...

Jogo videogame há muito tempo, e Street Fighter é provavelmente meu recorde de tempo de jogo. Não consigo lembrar de outro jogo que me fez jogar tanto tempo.

Exatamente por gostar tanto que fiz essa lista com meus personagens favoritos, mas antes de me xingarem, essa é minha opinião, e não usei nenhum tipo de regra, listagem ou popularidade para fazê-la, eu simplesmente fui enumerando de acordo com meu gosto pessoal, e os critérios para gostar do personagem são bem simples como golpes, história, ou mesmo o quanto eu gosto deles somente pelo visual, originalidade, etc...

20° Lugar – Remy


Este rapaz de cabelos esverdeados é um jovem lutador que possui rancor contra todos os lutadores, devido à seu pai ter abandonado tudo incluindo família e filhos para seguir com a vida de lutador, e nesse processo entra no Street Fighter para descobrir qual é a graça das lutas, o que realmente motivou seu pai a abandonar tudo por isso.

Outra coisa legal é que quando sua irmã morreu, ele a colocou num bloco de gelo embaixo d’agua para preserva-la, e depois ele resolve deixar o corpo dela afundar no mar, como prova de que deixou seu passado negro pra trás, afinal ele depois do torneio acredita que deve se esquecer de tudo para ter uma vida realmente feliz.

E isso sem contar que ele usa técnicas semelhantes a Guile e Charlie, e isso é um tremendo ponto positivo, levando em conta que ele não é um mero plágio como os shotokans, e sim um personagem com postura de luta, e concepcções diferentes, e ele usa luz ao invés de som.

Não que isso basta pra justificar algo totalmente original, mas ajuda muito.

Sua postura levemente arrogante faz com que ele ganhe atenção e isso faz com que o francês ganhe alguns pontos.

19° Lugar – Alex


Esse é o principal protagonista de Street Fighter III, aposto que você achou que era Ryu de novo né?

Pois bem.

Ele é um wrestler, que entra no torneio por mera vingança, afinal de conta é isso que os machos bombados fazem. Mas sua vingança incluía pelo fato de Gill ferir gravemente seu mestre, que é visto por ele como uma figura paterna.

Apesar de Tom (o mestre em questão) lhe dizer que Gill venceu de forma justa, Alex decide ir atrás por si mesmo e executar vingança com as próprias mãos, afinal de contas ele não é um grandalhão que pode quebrar muitos ossos à toa.

Depois de feito, em SF III – Third Strike, o herói não está mais necessariamente pensando em vingança, porém ao encontrar Ryu, e perder, Alex fica mais motivado a treinar e superar aquele que o venceu com tanta facilidade.

18° Lugar – Cody


Cody era um personagem muito comum no meu ponto de vista.

Era... é claro. Afinal ele não está nessa lista atoa, ora pombas.

Afinal, quando ele surgiu em Final Fight e eu o conheci na versão de Super Nintendo, jamais pensei que ele pudesse um dia se tornar legal. Sinceramente, nunca mesmo.

Ele não me passava o menor carisma, ele era totalmente genérico, afinal qualquer jogo de luta ou beat’em up tinha um personagem do tipo, com roupa casual, e brigão, e no final das contas Cody sempre passou batido pra mim, levando em conta que eu não gostava do seu jogo de estréia.

Ta certo que depois da versão de Arcade isso mudou mas é uma história pra outro dia.

E no final das contas, por mais que eu ame Final Fight e Streets Of Rage, ainda acho Axel um clone barato do Cody, a menos que uma luva vermelha e uma faixa branca na cabeça salve o plágio de alguém...

Pois bem, comecei a gostar de Cody justamente quando este entrou em Street Fighter, e se tornou um presidiário por que cansou de não encontrar oponentes à altura, mostrando que no final das contas bater em Metro City inteira era super tedioso, claro que era...

...e também o quanto ele é foda.

Foda o bastante pra quebrar a prisão de onde saiu, sem ao menos quebrar as algemas.

Outro fator que me faz gostar dele é que ele não liga porra nenhuma pra justiça, bem e mal ou coisas do tipo, sua única vontade é de espancar. Simples assim. Ele gosta da emoção da batalha a ponto de não ligar sequer um pouco pra justiça, isso sim que é pensamento de um macho brigão de verdade..

E acredite, eu gosto dele lutando usando as algemas, faz parte do diferencial dele.

17° Lugar – Cammy


Cammy, nossa adorável criaturinha genética feita por ninguém menos que M. Bison.

Tem que ter muita moral pra ser serva de Bison, ôôô se tem...

Mas Cammy possui um estilo de luta terrivelmente irritante quando se trata de jogar o modo Arcade e não me venha com essa falando que era moleza que eu sei que você se lembra das surras que ela te dava no Super Street Fighter II, quando a dificuldade está pouca coisa além do normal e a quantidade de golpes que um simples Cannon Spike pode cortar.

Não lembra ? Deixava irritado, eu sei. E principalmente se você jogava com alguém como Guile ou Vega...

Mas enfim, no total, isso adiciona charme a ela, e por que ?

Por que torna ela uma mulher altamente foda, assim como Chun-Li.

Depois de ser libertada em sua história por Dhalsim, Cammy se voltou contra Bison, por que esse a usava feito boneca inflável provavelmente...

Depois de se libertar por completo, ela simplesmente vai em busca de vingança e em uma forma de recuperar suas memórias.

Isso tudo ajuda para que se torne uma personagem memorável, além das belas roupas e vestimentas sensuais, que sempre ajudam, né ?

16 – Ryu


Esse é nada mais, nada menos que....

... um shotokan que adora enfiar porrada em quem ele sentir que está a sua altura.

Só isso. E funciona por incrível que pareça, apesar do seu grau de carisma não ser muito alto, afinal de contas demonstrar emoções é algo terrível para uns e outros.

Ele não soa arrogante, nem pretencioso, nem simpático, nem... nada.

Porém, ele é desafiador, acima de todas as coisas, e isso o torna legal, longe de se tornar algo mítico em meu ponto de vista, porém ainda assim agradável.

Ele não liga pra perder ou vencer, o que o torna um vencedor. E isso normalmente não faria sentido, mas devido a muitos jogadores de muitos jogos que já conheci (não me refiro a profissionais) eles eram exatamente dessa forma, jogavam por que gostavam e mero lazer e não por esporte, profissão ou coisa do tipo. E esses jogadores eram incríveis, jogavam muito e a partir da diversão se descobriam como bons jogadores.

Longe de mim ser alguém desse nível, eu jogo e tudo mais, mas eu curto jogos de luta,  e não esquento tanto em perder. Mas como todo mundo, eu tenho meus dias de insatisfação, porém vou mais pela diversão.

E assim fica Ryu sendo um cara sem sal e mesmo assim muito legal. Apesar de que ser legal por não ter sal deveria soar ofensivo, não sei por que...

15° Lugar – Vega


O ninja espanhol, por que gosto tanto dele ?

Bom, deixe-me explicar...

Começa pelo simples fato de que ele é ninja, isso ajuda muito, além de narcisista, assassino, cruel, e simplesmente adora torturar seus inimigos.

Ele se torna foda demais por muitos motivos, não acha ?

Bom, além de tudo ele luta com uma máscara, e lutadores mascarados são algo que eu acho legal, principalmente quando se é um ninja mascarado.

E ele usa a máscara para proteger o que ele chama de belo rosto, de uma possível lesão.

Entretanto, Vega era toureiro no seu país de origem e quando foi ao japão aprendeu Ninjutsu, acredita-se que seja Geki, o que nunca foi confirmado ou mesmo revelado pela Capcom. E tomara que seja, afinal Geki é um dos poucos personagens legais do prmieiro jogo.

Além de julgar pelo seu jeito um tanto psicopático, Vega ganha destaque por seus golpes com garras, os balões aéreos e seus ataques especiais nos jogos são sempre arte pura, nem preciso dizer o quanto achei legal Bloody High Claw em Street Fighter 4, preciso ?

14° Lugar – Adon


Eis que este é um dos personagens que merece respeito. Afinal ele é está presente no prmieiro jogo da série.

Apesar de sua péssima aparência no primeiro jogo... ele na série Alpha foi totalmente salvo, ainda bem né.

Afinal de contas Adon é mais um dos mil personagens de jogos de luta que luta Muay Thai, porém, ele possui um diferencial.

No Muay Thai os lutadores normalmente defendem sua honra acima de tudo, e mostrar que o Muay Thai é o melhor estilo de combate, o que não é mostrado em muitos outros personagens do ramo, assim como Sagat, que particularmente nunca chamou minha atenção. Afinal o único foco de Sagat é honra e a chance de derrotar Ryu, mas nenhuma honra dele é ligada ao Muay Thai. Pelo menos até agora...

Mas Adon tem foco nisso e até mesmo desafia Sagat, que foi seu antigo mestre pelo título de melhor lutador do Muay Thai e vence, no final das contas quer matar Sagat por ter perdido para Ryu, o que ele considera uma vergonha.

O cara desafia Sagat na cara dura mesmo, e isso conta muitos pontos, afinal um sujeito daquele porte certamente não deve ser fácil de se vencer.

E como se desafiar Sagat não fosse o bastante o homem vai atrás do lutador que muitos temem, que é ninguém menos que Akuma. E em sua busca enfrenta Bison, alegando que Satsui no Hadou é nada comparado ao Psycho Power.

Seus golpes são todos baseados e nomeados com Jaguar, e sua arrogância como lutador é notada com total facilidade ao simplesmente entrar em combate nos jogos, algo que o deixa bem melhor que seu mestre.

13° Lugar - Guile


Este personagem é um dos que sempre gostei, mesmo que ficasse abaixo de muitos outros em meu ponto de vista, o que é mostrado com clareza, levando em conta a posição que o deixei em relação aos outros.

Mas Guile é inacreditavelmente massa, e existem muitos motivos pra isso e irei cita-los.

Ele cronologicamente surge na série Alpha, no terceiro jogo, quando seu melhor amigo, Charlie sumiu, os motivos estarão bem claramente mostrados abaixo, bem abaixo...

Outro fator é que Charlie foi seu professor e lhe ensinou golpes como Somersault e Sonic Boom, porém Guile sempre foi meio bruto, e isso resultou em alterar os golpes de certa forma, levando em conta que Charlie vira o mortal de costas e gira no ar antes de cair e Guile simplesmente pega um impulso violento e vira com o corpo totalmente de frente pro inimigo, e o Sonic Boom de Charlie é usado com facilidade e somente com uma mão enquanto o loiro de cabelos em pé precisa de ambas as mãos para uso de tal golpe. Ta certo que isso não é oficial, mas ainda penso dessa forma.

Isso deveria ser algo ruim, mas não é.

Afina isso deixa os personagens diferentes, e deixa cada um com sua singularidade, apesar do estilo de luta muito semelhante. Boa Capcom, sempre lembraremos disso com orgulho.

E quando Charlie é morto por Bison, isso o deixa lotado de desejo de vingança e vai atrás de Bison com um único intuito: elimina-lo.

E tem que ter muita coragem para tal feito.

E depois disso ele busca incansavelmente por Charlie, acreditando que ele possa ter sobrevivido, sequer vestígios de seu corpo foi encontrado, o que me deixa feliz. Mas eu explicarei isso logo a seguir, vocês irão entender.

12° Lugar – Gen


Esse é outro personagem que conheci no Alpha 2 e de cara me interessei por ele.

Porém uma coisa que não deve ser deixada de ser mencionada...

Eu parei de jogar com ele por que eu jogava a versão de Super Nintendo e ele é MUITO difícil de se jogar, e somente depois que eu evolui como jogador e no Alpha 3 eu consegui jogar com ele, mesmo que ainda esteje longe de caras terrivelmente viciados.

Mas por que diabos todo velho que luta Kung-Fu é tão difícil de se jogar ? Queria eu entender essa lógica dos programadores dos games...

Porém se tratando de Gen a resposta é óbvia, ele tem dois estilos de luta, os quais são parte de uma arte assassina. O que o torna um monstro na mão de jogadores que vivem pra jogar, afinal de contas deter um velho que usa estilo corpo-a-corpo e com dois estilos completamente diferentes é uma tarefa pra poucos. Muito poucos...

E além de tudo ele é um sujeito muito honrado, afinal foi diagnosticado com uma terrível doença e decide que prefere morrer em combate do que pela doença.

Completamente focado em seu objetivo, sai em busca de fortes oponentes e sem muito sucesso, e depois que ouviu falar de Akuma, sai em busca dele na expectativa de que esse seja bom o bastante para derrota-lo.

E o que temos como resultado ?

Um mero empate, até agora pelo menos, lembrando que Akuma tem teleporte, Shun Goku Satsu, dispara energias de ki das mãos e é uma máquina de lutar, enquanto ele é meramente um velho com um incrível talento pra Kung-Fu.

O que chega a espantar, se tratando de Street Fighter, não pelo fato de estar sem “armas” mas sim pelo fato de empatar com um dos caras mais temidos do jogo. E existe um outro motivo que o deixa bem bacana, mas esse será mostrado somente no personagem abaixo.

11° Lugar – Chun-Li


Eis a nossa belíssima chinesa, que tem como hobby espancar vilões e amassar a cara de meliantes com muitos chutes.

Muitos mesmo.

Mas enfim, Chun-Li foi nada menos que a primeira personagem feminina da série, e dos jogos de luta de modo geral.

Além de belíssima, atraente e dominante do Kung-Fu, arte que lhe foi passada por seu pai, que treinou com Gen, porém alterada por ela mesma, afinal, Chun-Li, nunca teve vontade de matar.

Ou seja, tecnicamente ela aprendeu com Gen, e dizem ainda que ela aprendeu pessoalmente, mas como são coisas não oficiais, ignore-as!

Mas só o fato de carregar parte da sabedoria de Gen a torna muito foda. Não acha ?

Fala a verdade, ein ? E lembre-se que o “mestre” dela, mesmo que indiretamente é alguem que quebra o pau de igual pra igual com Akuma...

E Chun-Li é um personagem que busca justiça com as próprias mãos contra Bison, por que esse assassinou seu pai, e nisso até mesmo entra pra Interpol, e como se não fosse o bastante, depois de envelhecer passa a treinar crianças com o Kung-Fu.

Novamente, digo e repito, ela merece a moral que tem. E muito!

E o carinho recebido por ela de seus fãs a transformou num dos ícones da Capcom, e isso posteriormente lhe permitiu participar de pelo menos os crossovers da empresa mais importante, como todos da série Marvel vs Capcom, Marvel vs Street Fighter, X-Men vs. Street Fighter e Tatsunoko vs Capcom e sem esquecer que a Capcom a usou de cara em seu vídeo preview de Street Fighter vs Tekken.

Somente poucos personagens atingem tal grau de popularidade e fama.

10° Lugar - M. Bison


Este é o vilão da série, pelo menos um vilão de verdade. A menos que você leitor considere Seth ou Gill...

Acho que não preciso falar deles pra demonstrar o quanto esses são “vilões” estúpidos.

Mas verdade seja dita, Bison é um senhor vilão, o melhor dos games de luta até o momento no mínimo. E duvido muito que outro substitua tal patamar somente por ele alcançado.

Afinal quando se trata dele, temos que lembrar que ele possui Psycho Power, é terrivelmente cruel, elitista, superpoderoso, além de tratar seus inimigos como vermes e possuir um dedo em todas as organizações globais.

Ele tem dedo na Interpol, Exército, Força Aérea, e tantos outros lugares. A verdade é que o vilão-mor tem tanto domínio que o ideal agora é contar justamente aquilo que ele não tem controle...

... ainda. E se existir!

Mas isso não vem ao caso, afinal de contas Bison é tão mau que simplesmente expurgou de seu corpo toda a sua parte boa (falarei disso adiante), mas isso só prova o quanto ele é foda, afinal com isso ele pode ter mais Psycho Power em seu corpo, dando seus inimigos calafrios somente ao ouvir seu nome e aos jogadores inexperientes que passam horas tentando derrota-los pela primeira vez em jogos como Street Fighter II no arcade ou qualquer versão do Street Fighter Alpha 3.

Outro fator de Bison é o fato de ter pegado várias garotas ao redor do mundo e as transformado em verdadeiras máquinas de combate (e quem sabe até usa-las como bonecas infláveis...), e o fato de ter matado o pai de Chun-Li e Charlie, mas esses são os citados de uma provável lista imensa de eliminados.

E como se não fosse bom o bastante, no anime Street Fighter II Victory, ele foi um vilão e tanto, dando parte da graça ao anime, ou seja, o que era pra ser bom, acabou ficando ainda melhor com detalhes ainda mais elaborados.

9° Lugar – Guy

Esse é outro ninja da série, afinal como eu disse acima, ninjas são sempre muito legais. 
Mas que apesar de tudo, não possui tantas fotos muito legais, e então usei essa do Super Street Fighter IV mesmo, por mais manjada que ela seja...

Guy basicamente surgiu em Final Fight, no primeiro jogo da série, quando era apenas colega de treino de Cody, e o ajudou em busca de sua namorada Jessica, a filha de Mike Hagger, eleito prefeito na época. E de cara já era o melhor personagem da série, de fato.

Não que Haggar não seja legal, muito pelo contrário, todo o desgosto que sentia ao jogar com Zangief em Marvel vs Capcom sumiu quando joguei com Hagger, esse sim é um pesadão legal de se jogar!

O que me faz refletir seriamente em por que a Capcom removeu personagens do Street Fighter como Rolento, Karin, Charlie e simplesmente colocou Hakan e Oni...

Eu sei que é revoltante. Me lembrarei pra sempre disso Capcom.

Mas voltando ao que importa, Guy fica ainda mais legal depois de Street Fighter Alpha, seu jogo de estréia em Street Fighter, e logo no começo de Alpha 3, mostrando o que aconteceu pouquíssimo antes, é relatado que ele terminou seu treinamento derrotando seu mestre, Zeku, e esse lhe passou o título de 39° herdeiro Bushin, sua arte ninja.

E como se não fosse o bastante, seu mestre o encarrega de eliminar o mal supremo que ameaça destruir o mundo, e não é preciso ser muito esperto para saber que se trata de Shadaloo e M. Bison...

E assim ele entra no Street Fighter com propósito de realizar a profecia Bushin, que seu mestre o encarregou de realizar.

E assim o ninja, frio, centrado e sem o menor tormento em sua mente se mostra claramente o melhor ninja da série. Afinal de contas ele o tempo todo se mostra com postura ninja, e Bushin Muso Range é simplesmente formidável. Provas maiores que essas não são necessárias.

8° - Rolento


E como a Capcom deixou bem claro que Final Fight e Street Fighter pertencem ao mesmo universo, nada mais justo que acrescentar ainda mais personagens pro seu jogo de maior porte.

E se já tem Guy, Cody e Maki, por que não um vilão dessa vez ?

É verdade... por que não ?

Então Rolento estreou em Street Fighter Alpha 2, e até mesmo antes de Cody e Maki, mas Rolento é basicamente um dos ex membro dos Red Berets, o que justifica tamanha habilidades e pensamentos militares.

Basicamente surgiu no primeiro Final Fight, na versão arcade, afinal a versão de Super Nintendo não teve nem sua fase e nem ele, devido a uma suposta falta de espaço. E logo na sequencia do jogo, o colocaram, na fase da Itália. Onde eu o conheci e simplesmente o achei o chefe mais legal do jogo.

Se você jogou Final Fight 2 deve se lembrar de quantas granadas ele te jogou, do quanto de porrada ele te deu e dos meros golpes que você o acertava, afinal sua velocidade o permitia sair no meio dos combos...

Tá certo que era meio apelão na época, porém mesmo assim isso nunca estragou o fato de ser muito foda.

Tão foda que logo foi inserido no Street Fighter, e eu quando o vi logo gritei:
“CARALHO, QUE FODA, O ROLENTO NO STREET FIGHTER”.

Sim... de fato, essa é uma história real.

Dando agora um pouco de foco a sua história, Rolento possui ideais militares, e nisso acreditou que a Mad Gear fosse realmente o modo certo para que isso se realizesse, mas quando viu que não valia a pena, simplesmente se entediou e saiu fora.

E depois em Street Fighter Alpha 3 querendo simplesmente a Shadaloo pra ele, como meio de atingir seu objetivo.

Simples e direto, não acham ?

7° Lugar – Dudley


Olha, antes de tudo, quero deixar bem claro que nunca fui muito fã de boxeadores, de um modo geral.

E não, nunca gostei muito do Balrog também...

Enfim, de fato. O que me fez gostar de Dudley é justamente o fato dele fugir dos padrões de boxeadores como brigões, absolutamente sem cérebro, usando roupas rasgadas (somente bermudas), e coisas do tipo que são atribuidos aos boxeadores em jogos, afinal isso se tornou um padrão.

E é exatamente o que não acontece com Dudley, ele é um boxeador podre de rico, que desde novo se interessava pelo boxe, e seu pai nunca o deixara, usando como o motivo sua falta de idade.

Porém, depois que seu pai perdeu sua fortuna, ele já adulto e com experiência em seu esporte preferido, resolveu que novamente viveria uma vida de rico, afinal, uma vez acostumado com o dinheiro, não se pode viver sem ele.

De fato.

Espancando multidões, ele restaura todo seu império monetário, porém ainda lhe falta algumas coisas, como o Jaguar de seu pai. Que foi comprado por Gill em um leilão, provavelmente para motivar o atual campeão inglês de boxe a ir confrontá-lo.

Depois em Street Fighter III – Third Strike, Dudley está no torneio novamente somente para evoluir como lutador e provar a si mesmo que pode melhorar, já em SFIV, Dudley está em busca do Jaguar de seu pai, já que cronologicamente SFIV vem antes de SFIII.

Além de tudo, Dudley é muito honrado, honesto, gentil, cavalheiro além de muito fino, usando smoking verde, camisa branca, gravata borboleta e suas luvas azuis, e como se não fosse o bastante, demonstra um incrível fascínio pela jardinagem. Evento muito bem relatado nos jogos.

Uma coisa interessante que também me faz gostar dele, é o seu aspecto de luta, afinal praticamente todos os lutadores de boxe, tendem a ser muito brutos, com muito mais força que velocidade. Já o adorador de chás em questão parece mesclar muito bem força e velocidade, outro aspecto diferenciado que o torna um de meus favoritos.

6° Lugar – Akuma/Gouki


Bom, esse é um dos personagens mais populares da franquia.

A sua origem chega a ser piada, afinal uma revista americana deu a dica que havia um chefe secreto e que havia mil condições para se enfrenta-lo. E nisso vários viciados queimaram suas fichas e seus dedos jogando feito louco numa chance desesperadora de enfrenta-los.

Mas no final das contas tudo não passou de uma trollada épica da revista, que logo alegou que era brincadeira e tudo mais.

Porém a Capcom gostou da idéia e simplesmente fez um chefe secreto, que surgiu nos fos fliperamas em 1994 no Super Street Fighter II Turbo dos arcades (no Japão conhecido como Super Street Fighter II X – Grand Master Challenge) e dessa vez sim, havia um chefe secreto mega-apelão-chuta-bundas-traumatizador-desgraçado-comedor-de-fichas-super-roubado.

Sim, e esse é somente 10% do apelido carinhoso que os jogadores mais carismáticos davam a ele.

Akuma, irmão de Gouken e pai de Ryu, treinou o Ansatsuken junto com o somente citado Goutetsu, porém sempre lhe foi ensinado que o Satsui no Hadou possui natureza maligna, e não determinado a aceitar isso, Gouken foi embora e criou seu próprio dojo com seu próprio estilo de luta e Akuma abraçou esse poder maligno deixando de lado qualquer lado humano que sobrasse em seu corpo.

Logo depois como prova de superioridade em termos de poder, Akuma voltou ao dojo, o qual abandonou em busca de poder, e simplesmente mata seu mestre com Shun Goku Satsu e lhe toma o seu rosário acreditando ser o verdadeiro mestre do Ansatsuken.

Afinal, todo cara fodão em que matar o próprio mestre, isso é como um sinal de maldade, uma marca registrada que o deixa ainda mais legal.

E depois luta com Gouken, e tudo indica que Gouken venceu na primeira vez, e depois quando se reveram, tudo levava a crer a suposta morte de Gouken, porém em Street Fighter IV vemos totalmente o oposto.

Akuma, que originalmente era somente um chefe apelão, ganhou história e foi encaixado na cronologia, o que demonstra carinho por parte dos fãns ou mera preguiça da Capcom de criar personagens novos, mas de toda forma.

Eu gostei, sempre o achei bem legal, e com sua história achei mais ainda.

E nem venham falando que Akuma é apelão a menos que tenham se esquecido da existência de Shin Akuma ou Oni.

Quando eu lembro do Oni, eu sempre me pergunto:
“ – POR QUE CAPCOM, POR QUE... ?”

...

E eu gosto dos golpes dele mega exagerados em Marvel vs Capcom, sempre achei muito legal mesmo, principalmente o Tatsumaki dele cheio de eletricidade. Sério.

5° Lugar – Rose


Lembra quando falei que Bison tirou de si a parte boa para acumular ainda mais Psycho Power?

Pois bem... essa parte boa reencarnou em ninguém menos que Rose, a italiana de cabelos estranhos e roupa sensual.

Então, originalmente surgiu na série Alpha, e em Alpha 2 ela sentia que deveria exterminar Bison, e com isso em mente foi atrás dele. Porém quando conseguiu e achou que sua missão estava terminada, ela notou que Bison ainda vivia, ela sentia sua presença.

E em seu prólogo do Alpha 3, é deixado bem claro que ela está realmente determinada a extermina-lo, porém é nisso que ela entende, que para que sua metade ruim morra, ela também precisa morrer.

Afinal os dois são uma alma só, como foi relatado no jogo. E com isso em mente, segue seu propósito de forma incansável e até mesmo Guy tentou impedi-la acreditando que não era necessário abdicar sua vida para salvar a Terra do Psycho Driver que Bison construiu.

Rose usa o poder exatamente oposto ao de Bison, naturalmente. Trata-se de Soul Power, que é alimentado de forma também oposta. Lembrando que Psycho Power é alimentado por ódio, violência e coisas do tipo, enquanto o Soul Power segue a linha oposta, e Rose só luta por ser uma real necessidade, ela não demonstra o menor interesse em lutar como Ryu ou Cody.

Isso fez com que eu gostasse muito dela. Ela luta por uma causa realmente nobre, e por uma necessidade que vai muito além de simplesmente sentir a emoção da batalha, dando uma enorme profundidade ao personagem.

E graças a ela, fiquei encucado sobre Street Fighter II, afinal de contas, pela cronologia, SFII vem depois de SFA3 e logo depois seria SFIV, porém, no prólogo de SFIV de Rose é relatado que foi ela quem derrotou Bison na última batalha.

E se tratando de Alpha 3, o final mais coerente é o dela, afinal é o que tem mais história, explicações e revelaçãoes. Levando a crer que depois de SFA3 veio diretamente SFIV.

E isso remete a outro personagem também, porém explicarei isso mais abaixo.

Sem deixar de esquecer, que no final dela em Alpha 3, ela quando estava prestes a morrer, após derrotar o líder da Shadaloo, foi salva rapidamente por Guy, e com isso permitiu que Bison viva mais um pouco, troque de corpo e volte a ser o tormento de muitos que festejavam por sua morte.

Além do fator determinação, e sua história nobre, outro fator que sempre me fez gostar dela são seus golpes e especiais, sempre muito legais e de fato, animadores. Além de ser a primeira personagem a se jogar com estratégia de refletir projéteis.

Sem deixar de mencionar que ela possui o nome de minha progenitora, o que deixa tudo mais legal.

4° Lugar – Sakura


Pois veja bem, essa é a mulher mais legal de Street Fighter.

Ou menina, como preferir...

Mas de fato, eu sempre gostei muito dela, foi a primeira personagem feminina que olhei e achei muito legal de impacto. Por mais que muitos a odeiem.

E não sou tarado por colegiais. Sério.

Bom, sua história começa relativamente desanimadora, mas ela melhora.

Pois bem, Sakura era uma estudante que cronologicamente surgiu em Rival Schools mas isso não vem ao caso. Porém ao assistir Ryu lutando ficou impressionada e passou a admirá-lo feito uma fã putinha. Então ela dá uma olhada em seus golpes, aprende algumas coisas e segue atrás dele feito louca em Alpha 2 na esperança de que ele o treine algum dia. Porém, Ryu alerta a ela que ele ainda tem muito que aprender e não está em posição de ensinar ninguém.

Entretanto, o torneio Street Fighter começa e ela entra, e é agora que o seu foco melhora. Afinal de contas, ela bate de igual pra igual com todos os lutadores, e o que mostra um natural talento de sua parte para as artes marciais, e que ela é muito além de uma novata. Afinal, novatos são sempre zuados e desrespeitados, coisa que não acontece com Sakura em nenhum ponto.

Todos reconhecem seu talento, e até mesmo Ryu se impressiona, afinal ele treinou a vida inteira, e graças a isso luta de igual pra igual com muitos, enquanto Sakura simplesmente aprendeu seus golpes olhando, sem nenhuma teoria sobre ki ou coisas do tipo, e mesmo assim também luta de igual pra igual.

Eu disse que a história dela melhorava. Não disse ?

Ela simplesmente tentou copiar o personagem mais forte de Street Fighter, sem querer criou um estilo próprio, afinal por mais que sejam parecidos não são os mesmos, e de quebra se mostra melhor que o personagem plagiado por ela.

Graaaaande Sakura!

Isso sim é talento.

E todos esses elementos a tornam Sakura a mulher mais legal de Street Fighter. Pra mim, claro.

3° Lugar – Ken Masters


Olha, esse personagem foi importante no meu aprendizado sobre Street Fighter. Claro que personagens como Ryu e Ken são para amadores, mas em todo o caso, Ken marcou parte da minha infância.

Quando eu tinha meus 4 anos e fui jogar Street Fighter, dei uma olhada nos personagens e advinha quem eu mais gostei ?

Sim. Ken Masters, e ele foi por anos meu personagem favorito. Algo que só mudou com o passar dos anos na série Alpha.

E maioria dos meus conhecidos jogava com Ryu e era meio tenso ganhar, afinal o dano do Ryu sempre foi meio tenso, porém a velocidade de Ken sempre me motivava a jogar mais e mais com ele.

E sinceramente, eu sempre preferi velocidade do que força, principalmente em jogos de luta.

Enfim, quando chegou na locadora o Alpha 2 de Super Nintendo, eu fiquei abismado com o jogo de cara fui no integrante da família Masters.

E de cara notei que se passava antes de SF2, afinal, Ken tinha uma postura ainda menos madura, e aparência mais jovem. E foi ae que eu realmente comecei a gostar ainda mais dele.

Uma coisa que sempre me fez gostar dele ainda mais é o elemento fogo presente em seus golpes. Diferente de Ryu que somente tinha o Hadouken, ele tinha o Shoryuken, que é muito mais legal. Com certeza.

E depois quando fui ler sua história, notei que era simples, porém ela funcionava.

Afinal, seu pai com medo de Ken se tornar um maníaco das raves, que vive fritando curtindo psy, usando êxtase e bebendo água mineral feito louco teve a brilhante idéia de lhe mandar pra Gouken lhe ensinar artes marciais e com isso ver seu filho se tornar um homem digno. E assim foi feito.

Ken aprendeu o que significa humildade e apesar de todo seu dinheiro se tornou alguém realmente humilde, porém ainda engraçado.

Outro fator bacana é o fato de ter alterado um pouco seu estilo de luta.

Como eu disse acima, ele removeu parte da força e aplicou em velocidade. Algo notável em seus golpes, e até mesmo lhe resultou em Gouken em SFIV lhe falando que precisa ser menos agressivo em seus golpes.

Apesar de tudo, quando voltou aos EUA, venceu inúmeros campeonatos e se tornou o homem mais forte de seu país de origem. E depois dos acontecimentos de SFII Ken se casa com uma loira lindíssima, Eliza.

Como se o fato de ser multimilionário não fosse bom o bastante.        

E em Street Fighter IV  não tem muito historia atribuída a ele, só o fato de Rufus se nomear rival de Ken e o nascimento de seu filho, Mel, e em Street Fighter III ele ensinas eu filho alguns golpes básicos e até mesmo se torna mestre de Sean, por insistência da parte do aluno.

E Ken se mostra um péssimo mestre e ao mesmo tempo um excelente trollador. Como você pode conferir no final de Sean em SFIII New Generation ou Second Impact.
2° Lugar – Yun


Aaaah, o Kung-Fu, ele sempre ajuda, muito mesmo. Sempre deixando seus personagens ainda mais legais.

E de fato, praticamente todos os personagens que são adeptos do Kung-Fu tendem a ser muito fodas, quando não são por aparência, são por golpes.

E no caso de Yun, ele ganha nas duas formas.

Afinal ele tem vestimentas bem apropriadas do Kung-Fu chinês e tem golpes super legais.

Yun surgiu originalmente em Street Fighter III, e sua história era nada além de provar que o Kung-Fu é o melhor estilo de combate, ao lado disso havia seu irmão Yang, que compartilhava da mesma idéia.

Já em SFIV:AE, eles seguem Chun-Li, afirmando que o inimigo que faz a chinesa sair de sua aposentadoria para combatê-lo é um oponente formidável. Seguindo essa lógica, ele e seu irmão saem repentinamente para o torneio Street Fighter, o que deixa suas namoradas e familiares não muito felizes, como podemos ver no final de Yun em SSFIV:AE (e de quebra a trollada de Yang).

Bom, eu também disse acima que a confusa historia de SF, leva a crer que do Alpha 3 tudo foi direto pro SFIV, afinal, como eu disse, Rose derrotou Bison e isso não é sequer mostrado em SFII.

E o mesmo problema acontece com Yun. Afinal ele está presente em Street Fighter Alpha 3 MAX de PSP, e se levarmos a história ao pé da letra, Yun em Alpha 3 seria uma criança. Mas o simples fato do prólogo de Rose mostrar que foi ela quem derrotou Bison da útilma vez, e isso somente acontecem em Alpha 3, então teria mais lógica o fato de Yun estar na série Alpha, porém com ainda menos idade e provavelmente com treinamento incompleto. O que justificaria alguns golpes diferentes e etc.

Além de que, Yun em Alpha 3 MAX, descobre que seu ídolo, o famoso ator FeiLong, está metido com a Shadaloo, e decide investi-lo por conta própria, e no mesmo caminho, sonha em fazer um filme de lutas como seu ídolo se tornando um astro.

Sonho de adolescente, de fato.

Mas isso não tira a graça de Yun, principalmente quando se trata de um lutador de Kung-Fu que vive é apaixonado pela luta e vive fazendo piadinhas, e apesar de ser mais velho, adota uma postura muito brincalhona, e isso faz com que Yang pareça ter mais idade, devido a sua postura séria e arrogante.

1 ° Lugar – Charlie/Nash


Bom, eis o meu personagem favorito da série.

Por anos eu sempre gostei dele, porém só depois passei a acha-lo de fato o mais foda.

Afinal de contas, quando a força aérea tava sobre o controle da Shadaloo, foi o Primeiro-Tenente Charlie que percebeu e saiu em busca de respostas. Ele notou isso enquanto investigava o tráfico de drogas, e ainda montou uma equipe de elite na qual fazia parte, e tinha como objetivo colocar fim na corrupção do exército e aplicar uma boa sentença ao culpado.

E advinhe quem era o cara por trás de tudo ? Não preciso dizer... certo ?

O mesmo acontece com Chun-Li que ao notar o controle de Bison sobre a Interpol, decidiu agir da mesma forma.

O homem de roupas vermelhas ao ver que Charlie se aproximava, mandou Cammy para exterminá-lo, e quando esta perdeu a batalha, notou símbolo da Shadaloo em seu uniforme, além de que seu corpo era geneticamente fortalecido e quando notou sua incrível fidelidade falando o nome “Master Bison”, o tenente fica furioso ao ver o ato desumano e parte pra cima de Bison.

Charlie é do tipo desafiador, arrogante e extremamente provocador, tanto ao chegar em batalha, quanto nas vitórias. E isso é parte dos motivos pelo qual gosto dele.


Gosto também de suas frases de vitória como:

“Inadequações táticas identificadas, então precisa renovar sua estratégia”
“Se você não tiver a habilidade necessária, você pode ganha-los pela experiência”
“Minha conclusão: Suas chances de me vencer em uma revanche são menores que 5%”
“Se você não aprendeu nada com nossa luta, você não tem esperança”

...

Voltando ao foco.

Quando notaram que Charlie sumiu, mandaram Guile atrás dele, eis o motivo de sua aparição na série Alpha. E sem entender o motivo de sua ordem, Guile somente a cumpre, e depois que Charlie o explica o ocorrido, ambos lutam contra M.Bison (na história de Guile).

Charlie além de ser o melhor amigo de Guile, foi seu mentor e o ensinou alguns golpes, o que resulta num estilo de luta semelhante, mas porém padrão de seu estilo marcial militar.

Porém, como em SFII, Guile está procurando Bison por vingança, devido a morte de seu melhor amigo, não é necessário advinhar o que houve com Charlie, certo?

Ele morre em seus finais nos dois primeiros jogos da série Alpha, porém em Alpha 3 ele sobrevive em seu próprio final, que é um dos melhores finais do jogo, porém morre no final de Guile. E tudo indica que esse seja o seu verdadeiro destino. Onde Charlie fica pra trás na tentativa de destruir o Psycho Driver junto com Bison e convence Guile a fugir no processo. Mesmo que seja inútil, mas apesar de destruir o Psycho Drive, Charlie acaba morrendo na explosão, e Bison sobrevive no processo...

Porém seu corpo não foi encontrado, e essa é a faísca de esperança que conforta seu amigo, e o faz procurar por Charlie ao redor do mundo, largando até mesmo família e amigos pra trás como motivação de seu objetivo, dizendo que ainda confia nas habilidades dele.

E além da série Street Fighter, Charlie aparece como personagem jogável em X-Men vs Street Fighter, e em seu final é pego por Bison e é alvo de experimentos terríveis, e em Marvel vs Street Fighter, ele volta como “Shadow”, uma versão dele totalmente possuído pelo Psycho Power. E em Marvel vs Capcom aparece como mero partner e no segundo jogo da série ele aparece de forma normal novamente.

E como se não fosse o bastante, aparece como um dos principais do jogo Cannon Spike do Dreamcast ao lado de Cammy. O jogo ainda lhe dá novas roupas e um par de patins, esse útlimo acessório acho dispensável, mas tudo bem, se trata de um jogo Run’n’Gun e não de um jogo de luta, então eu faço vista grossa...

Porém, a morte de Charlie é nada além de um gancho pra Capcom, caso ela novamente queira o colocar de novo na série, assim eu espero, pois é meu personagem favorito que está em jogo oras, mas... Quando vi que Gouken estava vivo, sendo que cronoligicamente ele deveria estar morto, fiquei esperançoso em quem sabe um dia a Capcom possa retorná-lo a série.


Menções Honrosas:

Karin


Esta é uma personagem que é interessante, afinal, ela veio de uma história em quadrinhos, e por acaso entrou em Street Fighter Alpha 3.

No jogo, ela é uma autodeclarada rival de Sakura, afinal esta foi a única pessoa a derrotá-la. Levando em conta que Karin tem o lema da sua família a seguir: “Seja o vencedor de todas as coisas”.

Ou seja, novamente Sakura surpreendendo, afinal Karin treinou boa parte de sua vida, enquanto Sakura aprendeu do nada e ainda surrou uma milionária.

Eu disse, né ?

Karin domina a arte marcial “Kanzuki-ryu kakutōjutsu”, muito diferente e fora do padrão, diga-se de passagem. Arte praticamente somente por membros de sua família. E além de tudo compartilha o mesmo comportamento típico dela, como arrogância e desprezo, chamando todos ao seu redor de comuns e coisas do tipo.

Porém, mesmo na sua história ou na de Sakura, independente de sua vitória, ela admite que Sakura é melhor e disse que precisa aprender, e que o treino que ela teve com intuito de derrotar a fã de Ryu não foi o bastante, e aprende que a emoção de lutar é mais importante que a vitória.

Sodom


Bom, originalmente era um dos chefões da Mag Gear, em um passado distante, onde espancar as ruas de Metro City era algo comum e sair batendo em quem aparecesse com espadas (que era o caso dele) era mais anda.

Sodom em Final Fight não era muito profundo, só dava pra ver que era um cara usando roupas e armas japonesas, porém ao entrar no Street Fighter, ganhou história e enredo bacana.

Outro fator considerável é o seu fascínio pela cultura japonesa, que somente é relatado em Street Fighter, Sodom é tão fã, que se considera japonês. Porém, na época da Mad Gear, ele acreditava que aquilo poderia ser um gatilho para a mudança, mas não ocorreu e depois decidiu seguir seu caminho sozinho.

Viu como até o fanatismo em Street Fighter é bacana?

Além de tudo, ele tem certo confronto com Rolento, seu ex parceiro de gangue, e alega que ele fugiu dos ideais militares, enquanto Rolento afirma que somente busca uma forma mais sofisticada de alcançar seu objetivo.

Nesse processo, tanto em seu final, quanto no de Rolento, Sodom vê que seu amigo ainda buscava os seus ideais antigos e resolvem suas diferenças e partem em sua jornada juntos na busca por uma nação utópica.

Sodom chega a se tornar relativamente cômico caso entenda seu propósito. Além de ser muito original.

Fato inegável.

Rufus


Bom, eu disse acima que o Kung-Fu tem a capacidade de salvar um personagem.

E Rufus é a prova viva disso, afinal, ele foi feito com intuito de ser cômico, afinal ele é um gordo ridículo, com uma trança ridícula, com bigode ridículo, e com roupa ridícula, e tagarela.

O fato dele ser um motoqueiro alivia um pouco a barra, porém não seria o bastante pra deixá-lo legal o bastante.

Mas é agora que o Kung-Fu entra, e ele domina essa arte muito bem pelo visto, o que de fato o torna um personagem legal, cômico e que espanca geral usando arte oriental.

Não é demais ? Ele é naturalmente melhor que personagens cômicos como o Dan.

E se o Hakan não foi feito pra ser cômico, mostra de fato que alguns integrantes da Capcom usam drogas e sequer se preocupam em camuflar isso...

Um detalhe bacana, é que suas frases de vitória são gigantes, o que prova que ao vencer ele faz um discurso gigante, mostrando o quanto é espalhafatoso. E além de tudo, caso você jogue com Dhalsim, Rufus será o rival, e é muito hilário, principalmente quando pergunta se o indiano é um alien, você pode conferir aqui e confirmar o que digo.

Ele é basicamente um americano que se considera o melhor lutador dos Estados Unidos, porém esse título é de Ken Masters.

Tendo isso em mente, ele considera Ken seu rival automaticamente.

Com isso tudo, Rufus é de longe o melhor personagem novo de Street Fighter IV em meu ponto de vista.

Dhalsim


O famoso homenzinho de borracha...

...pelo menos era assim como o povo na época dos fliperamas o chamavam, eu nunca o chamei assim, por que Dhalsim era um nome muito original pra se trocar por um apelido imbecil desses.

Mas de fato, eu demorei anos pra começar a gostar dele, e um dos motivos eram simples.

Eu não conseguia jogar com ele, mas naquela época poucos conseguiam essa proeza, mas o indiano vai muito além disso.

Trata-se de um cara, que aprendeu a doutrina do Yoga, e usa-a de forma sábia, para defender seu povo e é um nato pacifista, tanto que luta para obter dinheiro para seu povo, e no Alpha 2, ele faz exatamente isso, e somente em Alpha 3, quando Bison emana seu Psycho Power, ele se sente atraído e decide eliminar a energia maligna proeminente.

Seus poderes são derivados de Yoga e misticismo, esticando seus membros, usando teleporte, e ainda como se não fosse bom o bastante, faz leitura de mentes, como mostra em sua história de Alpha 3 ao ler a mente de Rose, que estava obstinada a derrotar Bison mesmo que isso custasse sua vida.

E seu fogo, é nada além de uma mera ilusão, porém quando o oponente acredita que o fogo o acerta, ele sofre o dano psicológico.

O que o torna ainda mais legal. Mas eu demorei muito pra gostar de Dhalsim, a verdade é que tem pouco tempo, e além da jogabilidade, sua história é nobre e me faz ter ainda mais simpatia por ele.

Q 


Antes de tudo vamos agradecer ao personagem mais misterioso da franquia por ter matado Gill nessa linda ilustração. Afinal tudo que tem a morte de Gill é mais bela e pura arte.

Mas falar de Q é complicado, afinal ele é o único personagem de Street Fighter sem absolutamente história alguma.

Bom, o que se sabe é que ele surgiu no Third Strike, e que é nada além de um plágio de Questão, da DC.

Bom, a parte do plágio eu não sei, mas é a primeira imagem que me vem a mente sempre que lembro dele, e convenhamos que o cara ter o "nome" com somente a letra Q ajuda muito nisso.

O que se descobre em seu final, é que muitos assassinatos estão acontecendo ao redor do globo, e alguns dos locais mostra Q de forma um tanto suspeita, caso queira conferir, pode fazer isso agora. E graças a isso, a CIA está atrás dele, sem muito sucesso aparentemente.

Entretanto seus golpes são muito legais, os especiais também. E possui um senhor soco no estômago, do qual prefiro morrer sem imaginar como seria a sensação.

Mas, sua identidade é um mistério, e muito perdem tempo cogitando em quem poderia ser. Mas eu acredito que seja o mesmo caso de Charlie, nada além de um mero gancho, para que possa usa-lo depois em outro jogo da série. 

E sinceramente. Como na cronologia, SFIII vem depois de SFIV...

... me pergunto se ele poderia ser alguém como Seth, ou personagens do primeiro jogo da série, sei lá.

Mas isso é um debate infinito, do qual saberemos a resposta um dia... ou não.


Fei Long


Na verdade eis um personagem que se dependesse de Street Fighter II eu jamais gostaria dele.

Afinal de contas, não tinha roteiro aquela merda,  e o sprite dele não ajudava em nada, porém os golpes deles são legais desde lá.

Confesso que somente ter golpes legais nem sempre ajuda, mas o cara luta Kung Fu, então fica difícil ignora-lo.

Porém, gosto dele também a pouco tempo, principalmente por causa do Street Fighter Alpha 3, onde mostra claramente que ele é um ator que foi descoberto por um diretor nas ruas de Hong Kong.

Quando descobre sobre Psycho Drive se infiltra dentro da organização do Bison e claramente é bem aceito, afinal de contas a força de um lutador de Kung Fu nunca será questionada. Tanto que Yun no mesmo jogo vai atrás dele acreditando que de fato ele tinha se corrompido. Porém esse fato de se infiltrar somente ocorre se zerar com Yun.

Sua personalidade é de um lutador sério e calmo, absolutamente frio e calculista em suas ações. Mesmo que os gritos dele nos enganem dando a impressão de cara histérico às vezes.

E mesmo que a história dele em Street Fighter IV seja uma bosta lançada com canhão, o visual do PlayStation 3 fez super bem pra ele, deixando ele ainda mais legal.

Bom, mesmo ele sendo mais uma das milhões de homenagens à Bruce Lee, no meu ponto de vista ele é o melhor dos genéricos pra esse padrão. E olha que em jogos de luta tem muitos mesmo. Porém, personagens legais como Law até se destacam mas não tem golpes com a perna pegando fogo né.

Ou seja, o leve exagero incrementado no chinês fez toda a diferença.

Yang


Os irmãos Lee são de fato super legais, Yang, como parece extremamente óbvio é irmão de Yun. Porém, não se sabe ao certo se são gêmeos ou não, e tudo indica que são gêmeos porém Yun nasceu primeiro, e mesmo que isso fizesse diferença... não mudaria absolutamente nada no jogo.

Porém, mesmo Yang sendo tido como mais novo, a impressão como eu já disse na parte do Yun é completamente oposta, dando a entender que ele seria o mais velho.

Yang é mais maduro, centrado, frio e completamente arrogante.

Características que deixam ele simplesmente foda.

Se tratando de roteiro, os irmãos querem somente mostrar ao mundo que o Kung-Fu é invencível. Alguem duvida ?

A graça jogando com os dois irmãos é que lutam com a mesma pose de comabte porém com golpes totalmente diferentes.

Boa Capcom. Nada de repetições como com os shotokan. Originalidade sempre.

Os golpes cortantes de Yang e seu modo pouco fácil de dominar também ajudam a gostar dele.

E sinceramente, Raishin Mahaken é o MELHOR Ultra de todos os tempos se tratando de Super Street Fighter IV.