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28 de dezembro de 2020

DO ZERO AO BÁSICO! Tutorial de Jogos de Luta para Novatos!

 Pra não dizer que o blog está morto, venho aqui convocar todos vocês que me adoram (ou não) a se inscreverem no meu canal, e assistirem o que eu produzi pra ajudar novatos, a playlist:

DO ZERO AO BÁSICO!

Aqui eu ensino TUDO que sei pra você pegar um jogo, seja ele qual for, e sair na frente dos amigos e dar neles as porradas merecidas, e principalmente se você apanha muito, chegou a sua vez de bater.

Espero que gostem, então gente, bora ver, curtir, comentar, e se não forem inscritos, ajuda que ta foda XD

https://bit.ly/37U8aEr

 

Detalhe viu gente: É DE GRAÇA!

3 de dezembro de 2013

Mortal Kombat e Injustice - Jogos Iguais ou Não?

Olá galera,  como vão vossas pessoas?

Quem acompanha esse blog vai dar risada, achando que to tentando ser formal.

Mas é o seguinte...

Comprei Mortal Kombat 9: Komplete Edition, e joguei muito, mas muito mesmo. Tenho maravilhas à dizer sobre ele e ainda farei um post isolado, e depois saiu Injustice, e apesar de ter comprado (o Ultimate, eu só compro versões full), joguei bastante o do Phillipe, dono do blog Scariel, que ficou comigo emprestado.

E eu só de jogar, achei os jogos digamos...

Iguais em partes, diferente pra caralho em outras e não conseguia dizer logo de cara o que pensar de tal comparação. Ao mesmo tempo que achava idiota, eu também a achava válida. E é isso que eu abordarei aqui.

Agora vamos ver as etapas pra comparações:


Jogabilidade

Jogabilidade num jogo de luta é como o enredo de um RPG. Por mais que tenham mil fatores, ele é o mais importante.

E ela visualmente parece muito... mas na prática.

SANTA SANTÍSSIMA TRINDADE DA DC QUE O PERDOE SE DISSER QUE SÃO IGUAIS!

E se não conhece a Trindade da DC, o que diabos você ta fazendo falando mal desse jogo ou jogando ele sendo tão herége?

Vários aspectos os diferem pra começar MK tem dois socos e dois chutes, e Injustice segue (leia-se: plagia) a mecânica imposta pela Capcom em JoJo's Bizarre Adventure (recentemente usada em Ultimate Marvel vs Capcom 3) de 3 botões, sendo eles: Fraco, Médio e Forte.

E ainda tem um botão de "truque" (diabos de nome tosco) que é nada mais que uma ação/movimento ou qualquer coisa do tipo que cada um possui de forma totalmente individual, algo similar ao botão "Drive" de BlazBlue.

Mas a diferença maior fica numa coisa simples, o fato de se defender segurando pra trás no Injustice enquanto no Mortal Kombat temos um botão exclusivamente pra defesa.

Com isso, Mortal Kombat acaba por "anular" elementos como Cross-Up e só isso os torna ABSURDAMENTE diferentes. Além de o tornar mais tático.

Superman brincando de lobotomia

Story Mode

Esse provavelmente é o ponto onde os dois jogos se tornam mais parecidos. A estrutura de ambos é sinistramente parecida.

Porém, isso favoreceu mais pro lado do Mortal Kombat que do Injustice, e isso não é muito difícil de ser explicado.

Injustice tem uma história em quadrinhos FORMIDÁVEL e que poderia ser usada de forma total no jogo, porém... Não foi! Simplesmente não foi.

Temos um "começo" sem prólogo, dando sensação de vazio por parte do enredo, nos levando à crer que nada mais era que uma tática marketeira filha da puta pra nos obrigar à comprar os quadrinhos. E se você como eu mora em cidade pequena, se lascou. Vai ter que ler na internet mesmo tendo vontade de comprar TODAS.

Enquanto Mortal Kombat foi mais cuidadoso no aspecto do enredo, unindo os 3 plots ultra-mega-confusos-pra-caralho iniciais e dando assim um sentido decente pra toda a trama da série de forma que agora ficou inteligível.

Sem falar na ridícula duração do Story do Injustice de aproximadamente 2 horas.

DUAS MÍSERAS HORAS! Pelo amor de John Tobias. O que você tinha na cabeça Ed Boon?

Mortal Kombat tem quase 10 horas, e as HQ's poderiam muito bem ser transpassadas por completo no jogo, ficaria tão bom quanto MK ou talvez até melhor. Quem duvida do potencial dos quadrinhos, basta acompanhar e ler tudo aqui.

Vocês vão me agredecer, caso ainda não tenham lido. E quem jogou vai ficar PUTO assim como eu.

Troco de nome se isso não acontecer. Pode ser Evangivaldinésio caso eu necessite mudar.

Vamos lá, digam que eles NÃO TEM rostos iguais.

Visual

Esse é o ponto onde pega a maioria das pessoas. E com muita razão!

Afinal de contas, o Mortal Kombat sempre teve um visual meio "apagado".

Mesmo com muitas cores da nova geração, e MK sendo um jogo colorido, o seu aspecto visual é de um jogo "meio sem cor" pra deixar mais evidente o lado gore do game, aquela coisa do sangue gratuito e violência.

Mas isso em MK funciona perfeitamente, não é uma crítica negativa, muito pelo contrário. Se fosse mega colorido igual KOF XIII aí sim eu sentiria algo estranho.

Porém em Injustice, temos um elenco que saiu diretamente de HQ's americanas, bem coloridas (na maioria das vezes, eu sei que existem péssimos coloristas) e num jogo, eu acho que TODO MUNDO esperava um jogo com mais cores, com visual mais puxado ao HQ mesmo, com visual 2D e etc.

NeatherRealms nesse ponto ao meu ver pecou, porque na verdade fez um jogo "MK 2.0 com personagens de HQ". E isso foi um tremendo erro pra mim e aposto que pra muita gente, porque convenhamos, não faz sentido o mesmo desenhista no Injustice, ainda mais deixando Mulher Maravilha, Ravena e quase todas as personagens femininas com "lindas" caras de travesti.

Tadinha da Diana, ficou mais feia que as mulheres do MK e de brinde com cara e corpo de traveco.

Isso em Mortal Kombat já era ruim. E todo mundo tinha a mesma cara, é muitíssimo parecido. Eu achei que eles iriam corrigir, mas não o fizeram. Mas no Mortal Kombat ao menos as mulheres tinham corpo de mulher...

Me julguem!


Cenários

Outro ponto muito importante...

Enquanto em Mortal Kombat os cenários são usados como Stage Fatalities e nos antigos pra migração de uma parte pra outra, Injustice além de não ter finalizações (ainda bem), usa esse artifício de migração pra além de visual como MK já fez tempos atrás.

Em Injustice, os cenários são parte do combate, você pode explodir ou arremessar as coisas, e sem falar que você a qualquer instante pode simplesmente tampar o cara do outro lado da fase numa cutscene muito legal (na maioria das vezes) e com isso aumentar o dano consideravelmente.

Mas a grande sacada é que em MK os cenários são só cenários com finalizações e em Injustice eles são parte da estratégia, um jogador devidamente atento com o favorecimento do cenário pode muito bem virar o jogo ou sair de um impasse final onde os dois tem pouco life com mera estratégia puxando o inimigo pra uma armadilha e usar o cenário

You Unlock Temple Music lol

Trilha Sonora

Um jogo nunca será completo se não tiver músicas boas e que no MÍNIMO combinem com eles. A prova disso são os dois fantásticos jogos Capcom vs SNK que tem músicas DE MERDA.

Ou mesmo Marvel vs Capcom 2 que apesar de tudo tem músicas que fazem os surdos ouvirem e pedirem pra abaixar o volume de tão ruins.

Mas não, esses jogos não tem músicas ruins.

Mas foi um aspecto que eu vi e achei errada tal comparação. Por exemplo "MK e Injustice são totalmente iguais" ou "as músicas tem mesmo clima nos dois jogos, que merda".

Nesse ponto, discordo e totalmente. MK tem seus clássicos refeitos e 90% deles se encontra MUITÍSSIMO melhor que as originais, e isso é um tanto raro com jogos que tem músicas incríveis. Como é o caso do maior jogo de luta gore do mundo.

Agora Injustice não tirou "cópia" das músicas do MK, nem teria como encaixa-las, achei muito idiota essa comparação quando a vi, eu não sei de onde surgiram tais ideias das músicas de Injustice mas são épicas e grandiosas, combinam com os personagens, que na DC são muito mais exagerados em termos de poder que na Marvel, dando aquele ar superior tanto pra heróis como pra vilões.

Uma é meramente clássicos refeitos e outra é uma coisa que dá impressão de grandiosidade. Como seriam minimamente parecidas?

Desafio: Acertar a cara do Flash de mil formas diferentes

Modos Extras E Tempo de Vida Útil

Bom, levando em conta que jogos hoje em dia são quase um investimento de tão caros, é mais do que necessário que ele tenha modos extras ou algo extremamente útil que prenda a atenção do jogador.

Em Injustice infelizmente não foi tããããão eficiente como Mortal Kombat.

Mortal Kombat tem finais fodas no Arcade, um modo de Tag muito bom, e a Torre dos Desafios que é super divertida.

É NeatherRelams, nada foi melhor que a Challenge Tower ainda, vamos melhorar isso ae...

Enquanto Injustice tem uns Challengers meio "meh". Ou seja... Meio sem graça, e os finais do Arcade (Battle Mode) são muitíssimo sem graça na esmagadora maioria das vezes.

Enquanto MK tem 90% de aproveitamento dos finais Arcade, Injustice tem os mesmos 90% de finais ruins.

Triste...


Conclusões Finais

Em partes, os jogos se parecem, principalmente esteticamente, a "pegada" do Mortal Kombat infelizmente está bem viva em Injustice, e não acho que seja ruim por isso, só acho deslocado mesmo.

Acho que um reboot de Eternal Champions nas mãos da NeatherRealms ficaria PERFEITO com esse toque meio "apagado" do MK, mas pra Injustice acho que isso desmotivou tanto à crítica quanto boa parte dos jogadores mais casuais.

Por sorte, o jogo vendeu maravilhas e tudo indica que tanto Mortal Kombat quanto Injustice terão suas respectivas continuações e isso é um ponto muito bom, mas tomara que Ed Boon não dê o tremendo vacilo de manter vivo a essência de um jogo no outro. Os individualizar seria realmente o ideal.

Isso é algo que aconteceu em BlazBlue e Guilty Gear, ou mesmo um pouco com Darkstalkers e Street Fighter (série Alpha). Apesar de BB e GG serem do mesmo criador, boa parte do espírito de Guilty Gear vive em BlazBlue como coisas como cancelamentos de golpes (algo semelhante ao Focus Cancel do SFIV) e combos gigantescos lembrando jogos de anime, assim como a estética do jogo todo em si.

Em Darkstalkers pra Street Fighter Alpha não foi tanto, mas defender no ar e parte do traço são coisas que os tornam levemente semelhantes.

Assim como a sobriedade de Dead Or Alive e Virtua Fighter. Mesmo sendo jogos totalmente diferentes, ora ou outra são confundidos porque os personagens são carismáticos porém genéricos.

Caso venha me dizer que Soul Calibur é um Tekken com espada (como eu já vi idiota falando isso) você merece uma morte lenta, dolorosa, com placas tectônicas invadindo seu reto como se não houvesse amanhã.

E ainda reforço a ideia que DOA e VF num crossover ficaria o máximo.

Mas enfim, acho que vocês me entenderam.

Com isso, pelos motivos errados, acredito que Injustice e Mortal Kombat são parecidos na teoria e diferentes na prática, tornando eles jogos irmãos ou primos distantes, se preferir.

Enfim, acho que vocês entenderam. Dissertem à respeito nos comentários se necessário. XD

3 de maio de 2013

Top 10 - Melhores Índios dos Games

Uga-uga!

Sempre quis começar algum texto assim...

Mentira, falando sério agora, já tem certo tempo que penso em criar uma postagem desse tipo, programei e pedi ajuda alguns amigos inclusive o Dipaula (postador esporádico aqui) e acabei montando essa sincera e humilde lista...

Eu já fiz alguns poucos tops aqui como de melhores jogos do Mortal Kombat, melhores personagens de Street Fighter, e do EX também, e a super polêmica postagem dos melhores jogos do Super Nintendo.

Mas dessa vez estou montando algo sobre os índios legais presentes nos jogos eletrônicos que tanto amamos.

Índios são basicamente povos aborígenes, autóctones, nativos ou indígenas (das Américas, os pele vermelha) que normalmente tem seu povo colonizado por outro, e nem por isso perde sua identidade passando seus costumes para cada geração futura com único intuito de não deixar sua cultura morrer.

Caso ache errada a minha definição, saiba que só resumi o que a ONU disse à respeito.

Então...

Levando em conta personagens de modo geral, os jogos são acostumados a fazer padrões de personagens ocidentes ou orientais, porém sempre muito atualizados, contemporâneos.

E quando um índio entra nesse elenco, ele sempre é deslocado visualmente, porém sempre muito foda. É sempre bom ver um diferente, BEM DIFERENTE mesmo de um elenco. E com base no que conheço e vi nos games, resolvi montar uma lista com os melhores personagens desse estilo.

Vale citar que nem todos os personagens são necessariamente índios, mas sim carregam a ideia consigo, tanto que usarei personagens de fantasia e outros que não nasceram como índios mas pensam e agem como tais.

Não vou dizer que sou um grande fã de personagens assim, mas gosto muito, então, sem mais demora, vamos ao que interessa:


10° Lugar: Rick Strowd (Real Bout 2)


Rick é um personagem interessante, longe de estereótipos e filho de pai índio americano com mãe branca.

Ele busca treinar e tenta chegar ao nível de Terry Bogard (como quase todos de Fatal Fury...) e com isso acabou lutando em cassinos como lutador e acabou ganhando apelido de "Lobo Branco do Ringue". Rick é o tipo de guerreiro honrado, que adora o calor da batalha, que não se satisfaz com oponentes fracos e se sente decepcionado com fracotes.

Isso faz dele um cara legal, com certeza faz.

Apesar de muito estranho, ele "ouve" o chamado da natureza, e o vento o diz pra onde ir, e ele simplesmente vai abandonando seu trabalho, namorada e desrespeitando parte do código de sua tribo, que claramente diz que ele não deveria ter muito contato com pessoas fora da tribo.

Seus golpes são deveras legais e acredita-se que Vanessa da série The King Of Fighters tenha sido inspirada nele.

Há também idiotas que acham que eles tem ligação, mas isso é um tanto quanto coisa de especulação pelo fato de Vanessa ter golpes como referência.


9° Lugar: Lilika Rhyza (Rogue Galaxy)


Pense numa personagem FODA! Pensou? Pois bem. Essa é Lilika!

Ela é de um jogo pouco difundido, Rogue Galaxy, também conhecido como "Maravilha Acessada Por Poucos" que eu infelizmente não tive a sorte de jogar.

AINDA!!!!

Mas basicamente, Jaster (personagem principal) sofre uma pane em sua nave e cai no planeta Juraika, e chegando lá descobre que uma doença tinha se transformado numa verdadeira epidemia matando muitos do seu povo.

E com isso, Lilika como devota de seus costumes, aceita o seu destino pra sacrificar sua própria irmã, indo mesmo contra os personagens principais do jogo no começo, alegando que era o que "deveria ser feito" ou coisa do tipo. Porém, na hora que deveria entregar seu único membro familiar, ela não consegue e seu afeto de irmã fala mais alto, salvando a pequena garota.

Esse sacrifício só aconteceria, por seu povo acreditar cegamente que essa doença era uma espécie de "castigo" do deus deles, no qual acreditavam cegamente. Porém, pouco depois de salvar sua irmã do "deus" deles, ela percebe que foi ele que deixou sua irmã cega no passado e matou a mãe delas. Deixando ela super mega fucking irritada e matando o monstro que habitava em seu planeta.

Depois de contar tudo ao líder do seu povo, ele não acredita nela e a expulsa de seu planeta como herege, mas isso era uma farsa, na verdade, ele sabe que o povo se desesperaria sabendo que ela "matou o deus deles" e com isso pede ela que se alie ao grupo do jogo e com isso veja como foi o desenvolvimento de outras civilizações para que com isso ela volte com o conhecimento necessário pra liderar o seu povo!

Genial, não acham?


8° Lugar: Connor (Assassin's Creed)


Ratonhnhaké:ton (do mohawk, "Vida Arranhada", pois teve de lutar para sobreviver) conhecido durante a Revolução Americana como Connor, e como o título já diz, ele faz parte do clã de assassinos usado nos jogos da série.

Connor é nada mais que uma das vidas passadas de Desmond Miles, assim como foi com Altair e Ezio. Mas Connor tem um diferencial bacana, por ser um índio e usar machadinha durante os combates.

CARA, UM ASSASINO QUE USA MACHADINHA É SUPER MEGA ULTRA FODA! NÃO TEM COMO NÃO ACHAR FODA!!!

Mas ele, cresceu em sua tribo mohwawk com sua mãe, amigos e pessoas do seu povo serem dizimados num incêndio feito por Charles Lee. O que o levou a querer vingança contra o mesmo, e só depois com auxílio e autorização de seu povo que Connor saiu da aldeia aos 14 anos de idade, e em sua jornada ele acabou se unindo à Ordem dos Assassinos, evento que mudaria sua vida pra sempre e tornaria possível sua vingança contra aquele que arruinou seu povo.

Mas contar mais que isso poderia dar spoilers. Ainda mais que eu não joguei ainda, e tenho medo de dar alguma informação que poderia estragar a experiência que Assassins's Creed carrega em seus roteiros.

Mas Connor será eternamente um índio legal. Isso é um fato!


7° Lugar: Wolf Hawkfield (Virtua Figher)


Wolf é simplesmente FODA!

Ele é um índio que luta LUTA LIVRE! E olha que eu normalmente não curto muito lutadores desse ramo...

Mas Wolf eu achei além de tudo, ousado. Criativo é notável, mas ousado é a palavra chave. Basicamente ele era um lenhador e caçador até que o descobriram como um cara fortão que é, e poderia ser usado na luta livre. Wolf pegou gosto e saiu dando lariats em todos os pescoços do mundo Wrestler...

Isso até entrar no torneio mundial e perder pra Akira Yuki. Que fez com que seus treinos se multiplicassem torneio atrás de torneio...

E no quarto jogo ele começa a ter pesadelos sobre suas derrotas e alegando coisas ainda maiores, num lutador que possuía uma cicatriz... E era Dural.

Como podem ver, Virtua Fighter é um jogo feito por gameplay, a pouca história do jogo está na maioria das vezes em manuais do jogo ou em sites oficiais da Sega, produtora do jogo.

Na verdade, falta de roteiro é a única coisa que me desanima em Virtua Fighter, porque todo o resto é fantástico! Mas sinceramente, prefiro Virtua Figher ou Kensei sem história alguma do que a série de eventos cretinos que Tekken possui.

É menos ofensivo!

Porém, apesar de ser ruivo, caucasiano e tudo mais, eu considero ele um índio por se vestir como um, uivar como um, e ter roupas de um (mesmo que seja a segunda roupa em alguns casos)...

Virtua Fighter é incoerente em algumas poucas coisas, como a Vanessa Lewis que luta VALE TUDO, fala inglês e tem nacionalidade desconhecida... ou o Goh Inogami que pelo nome já chutamos logo de cara que seja japonês...

Porém a naciolidade dos dois nas fichas do game se encontra "desconhecido".

Inexplicável. 


6° Lugar: Rock (Soul Calibur)


Filho de um negociante inglês que vendeu a Soul Edge em um leilão feito em um navio, quando os piratas de Cervantes atacaram e fizeram o navio afundar, matando assim os pais de Rock.

Depois disso, Rock caiu em terras nativo-americanas de onde aprendeu a viver da terra e com os alimentos da natureza, assim como os índios, porém não foi aceito por eles... Eles tinham medo do "Gigante Branco" que havia ali chegado, com exceção de um garoto Apache conhecido como Bangoo que nunca teve medo de Rock, pois assim como ele havia perdido seus pais, porém numa guerra tribal.

Depois de tudo, ele acabou se lembrando de seus pais mortos e seu passado, até então acreditar que a Soul Edge seria a chave pra lembrar de seu passado totalmente e depois de atravessar o oceano à nado...

SIM, ELE ATRAVESSOU O OCEANO! NADANDO!

E durante uma batalha com Sophitia, ela percebeu que ele estava hesitando e ao perguntar, descobre que na verdade Rock se sentia mal consigo mesmo, culpado por ter deixado Bangoo crescer sozinho e que deveria te-lo adotado.

E depois de ter adotado o garoto, Bangoo foi sequestrado pra que Rock fosse ao encontro de Lizardman com intuito de roubar sua alma e criar um guerreiro supremo, e mesmo depois de salvar seu filho adotivo, permaneceu onde estiveram até que seu filho tivesse idade.

Assim que a idade de Bangoo chegou, Rock o incentivou a começar sua jornada, aprendendo o máximo possível com o infinito conhecimento da mãe natureza.

E pra provar ser digno de seu filho, o gigante branco faz uma nova jornada, agora novamente de volta à Soul Edge mas só a usa como desculpa para faze-la...

Resumindo: O CARA É FODA!!!


5° Lugar: Cray (Breath Of Fire IV)


Guerreiro e líder da tribo dos Woren, e por carregar esse título não se espera nada menos que o membro mais forte de sua tribo.

E como é forte, puta que pariu!

Durante sua infância com Nina, devido à sua força que daria inveja na Mônica do Maurício de Souza, Cray acabou servindo como guarda gostas da loira com asas semi-retardada...

Na história do jogo, Cray ajuda Nina a encontrar sua irmã Elina e para isso vão até o continente oriental, passando por diversos lugares aumentando seu grupo e com isso as chances de encontrar Elina.

Com tudo isso, sua busca por Elina cabe a finalizar em território inimigo, encontrando assim Yuna, um cientista maluco que deseja criar um deus artificial, coisa que o mundo de Breath of Fire IV não tem... e com isso acaba usando  irmã de Nina como cobaia...

E o pior é que o cara transforma ela num monstro...

Apesar do desgosto de Cray de ter que matar sua recém declarada amada Elina, ele realiza o pedido dela para que a livre de sua miséria e vergonha de ter se tornado uma aberração e assim ele coloca o pedido dela acima do terror de ter de mata-la e acaba fazendo isso em nome de seu amor.

Tá vendo Sakaguchi, isso é um romance interessante em um RPG, isso sim é uma história foda de amor num jogo de fantasia. Nada comparado com os casais lixos Rina e Squall, Tidus e Yuna, Zidane e Garnet e etc...

Apesar de Squall e Tidus serem um casal melhor que o resto...


4° Lugar: Gallows Carradine (Wild Arms 3)


Acreditem, não achei uma foto melhor que essa.

É uma pena porque Wild Arms nunca foi lá um RPG de sucesso estrondoso como Final Fantasy mesmo...

Mas tudo começa nos tempos conhecidos como "Sea of the Sand", onde desertos eram a principal geografia em Filgaia, onde as casas acolhiam os viajantes com abrigo e comida para os viajantes de terras desérticas.

E nesses tempos, uma estátua atraiu 4 drifters (como são conhecidos os caçadores de recompensa no jogo) à um mesmo lugar e vale citar o quanto essa parte do jogo é ALTAMENTE interessante, por justamente se jogar com os 4 individualmente mostrando os caminhos e motivações de cada um.

Mas entre eles estava Gallows, um nativo da tribo Baskar, descendente de uma linhagem de sacerdotes de sua tribo (pajés, uga uga) e ele nem de longe aceita isso. Enquanto seu irmão mais novo Shane, é um cara que faz previsões que se tornam realidade, causando orgulho à única parente dos dois, sua avó Halle, enquanto essa enxerga Gallows como um inútil, e apesar de ajudar durante o game, fica constantemente o diminuindo por fazer suas escolhas longe do seu "destino".

Gallows é um personagem cheio de ânimo, motivado, e ligado à natureza. E o que mais gosto dele é sem dúvidas fazer suas escolhas acima do bem estar de um povo, ou da vontade de sua avó, uma crítica por tabela à tantas coisas que pessoas fazem sem a menor vontade.

E com isso Gallows será eternamente um índio fodão!


3° Lugar: Nightwolf (Mortal Kombat) 


Falar de Nightwolf é um tanto complicado, uma vez que a história inicial dele é um tanto quanto confusa (assim como todos os personagens até MK3) e depois ela ganhou um reboot em MK9.

Basicamente, trata-se de um personagem sábio, que se desprendeu do passado e só se preocupa com presente e futuro, usando todos seus conhecimentos em torno disso. Sendo um guerreiro dos aliados da força do BEEEM na Terra.

Apesar de ter uma tribo forte com extremos poderes contra as tropas de Shao Khan, Nightwolf prefere vagar sozinho e dispensa companheirismo alheio. E depois de alertado sobre as invasões feitas pelas tropas de Shao Khan em MK3, ele se aliou ao grupo e se unindo à causa de defender o plano da Terra.

Em MK9 as coisas são quase assim, porém, Shao Khan envia Sindel com a alma e poderes de Shang Tsung, e esta faz uma super rapa no elenco, matando boa parte dos personagens, e num ato heróico de matar ela mesmo à custa de sua vida, Nightwolf a destrói.

Essa ideia da NeatherRealms de matar o elenco quase inteiro do MK9 no jogo, depois de misturar os 3 primeiros eu achei muito boa, porque remete à um fim muito foda na história e tem mais, se fizeram isso com os 3 primeiros, tenho quase certeza que farão isso com os outros jogos da série.

Tomara que façam mesmo, mas que por favor pare no sexto jogo. E dali em diante façam coisas novas.

Nem de longe quero algo semelhante ao Armageddon...

Mas Nightwolf na verdade foi um dos primeiros personagens índios à dar as caras em um jogo, principalmente de luta. E isso aliado ao seu carisma lhe dá muita moral!


2° Lugar: T. Hawk (Street Fighter)


T. Hawk, membro da tribo dos Thunderfoot (isso mesmo, pé-de-trovão) é um índio gigante, talvez aprendiz de Hawkfield (Virtua Fighter) e que luta o estilo de luta de sua tribo, que aparentemente inclui habilidades de voo no pacote.

Ou qualquer coisa semelhante, uma vez que sua chegada na luta em Super Street Fighter IV e Condor Dive me garantem o direito de acreditar que ele realmente pode voar.

Afinal de contas, o que se pensa de um cara que é maior que Zangief?

Enfim, Street Fighter tem um plot tão vago que deixaria os outros jogos riquíssimos de conteúdo de roteiro, se comparados.

E com T. Hawk não foi diferente, ele entra no segundo torneio de Street Fighter II (o Super, lembra?) com intuito de recuperar as terras de seu povo que ora foram tomadas pela Shadaloo liderada pelo tirano Bison.

Assim como nem tudo são flores, Street Fighter também já teve seu ápice no roteiro, pena que em um jogo só...

E advinha qual ? Começa com "Alpha" e termina com "3".

Street Fighter Alpha 3. É claro!

Lá, T. Hawk busca uma índia de seu povo, que no jogo se tornou Juli, uma das melhores assassinas de Bison, e assim como Juni e Cammy, conhecidas como "Dolls". Mas é justamente com esse roteiro simples que se entende parte da personalidade do grandão, que apesar de ser um cara que ama a natureza e possuidor de sabedoria e nobreza, é também um cara forte, altruísta e muito durão, muito mesmo. Tanto que não é nada menos que IMPLACÁVEL com seus inimigos.

Girando no ar e tacando seus corpo segurando a cara deles no chão com o peso de sua mão grande!

E apesar de ter um dos poucos finais minimamente legais de Super Street Fighter IV. Ignorem a história desse jogo. Podem confiar, só vale a pena pelo fantástico gameplay, roteiro em Street Fighter IV é o mesmo que pedir uma boa história de Tekken.


1° Lugar: Red XIII (Final Fantasy VII)


Diferente da maioria dos jogos da franquia Final Fantasy, o VII foi uma coisa inexplicável.

Apesar de uns elementos repetidos aqui e ali e só pra começar temos Cloud que é um cara modificado em laboratório geneticamente como Celes do VI...

E isso não quer dizer que eu não goste de ambos, estamos entendidos?

Mas falhas à parte, FF7 foi um marco pra mim e pra todos os jogadores de RPG que visam uma boa história, com personagens bem construídos e com um pingo de profundidade pelo menos, coisa que só foi usada nesse jogo, o resto infelizmente não o fizeram...

Antes de me xingarem, em dizer que ele é um animal, leia a descrição acima sobre o que são índios feita pela própria ONU e veja o que eu falarei à respeito dele abaixo... ok?

Red XIII é assim conhecido por ter sido capturado pela maléfica empresa Shin-ra, para que realizem experimentos. E como foi o 13° a ser capturado, e tendo pele avermelhada, acabou ganhando esse codinome.

Mas depois é revelado seu verdadeiro nome, Nanaki, porém ele não se importa com nomes ou coisas do tipo, uma vez que tem 48 anos de idade, porém se comparado a um humano tem algo em torno de 15 ou 16... mas o diferencial é que a tribo é MUITO mais inteligente que os seres humanos. E com isso temos um animal falante de cauda com chamas, de suprema sabedoria no grupo.

Inicialmente, entra pro grupo como fugitivo das garras da Shin-ra e quer nada além de voltar pro seu povo em Cosmo Canyon, e chegando lá o grupo descobre que na verdade ele é o último de sua espécie, que o fato de te-lo liberto ajudou muito, e com isso descobrimos à respeito de seu pai, Seto. O qual Nanaki sofre vergonha eterna...

Sem entender toda a situação, ele assim mantém ódio até descobrir que a "covardia" do seu pai era na verdade um ato heróico no qual se sacrificou levando flechas envenenadas da tribo Gi que o transformaram em pedra...

Essa cena do jogo é simplesmente uma das cenas das quais tem que se segurar as lágrimas... e ainda posso me lembrar de cada letra de Nanaki:

"Eu sou Nanaki de Cosmo Canyon, filho do guerreiro Seto! Eu voltarei aqui como um verdadeiro guerreiro em nome desse nobre homem!"

As lágrimas da estátua de Seto caem, uma vez que o seu espírito permanece vivo e eu quase derramo as minhas junto...

Red XIII será eternamente o melhor índio de todos os tempos, com direito à pele vermelha e pena na cabeça e tudo como referência ao modelo padrão.

Mas além do background dele, o que eu mais gosto é o fato de não ser tão óbvio e dar uma banana pros estereótipos. Deixando assim sua eterna marca nos RPG's com seu altíssimo nível de carisma.

Menções Honrosas:


Julia Chang (Tekken)


Tekken é um jogo onde gameplay e carisma dos personagem imperam mesmo, porque sua história é a beira do abismo e só alguém que tenha seríssimas perturbações mentais ou um breve aneurisma levaria ela a sério...

Quer ver?

Ela entrou no terceiro torneio, porque sua mãe adotiva foi no segundo pra descobrir a fonte de poderes de um pingente e se esse estava relacionado com o desaparecimento de lutadores... E queria entender o que aconteceu para que ela não tivesse voltado.

No quarto jogo ela começou a estudar arqueologia e entra no torneio para recuperar as suas pesquisas, coisa que só se concretiza no quinto jogo. E no sexto ainda com objetivo de rejuvenecer florestas, com a finalidade de tentar salvar as terras de seu povo, e justo quando ela consegue, o cacique de sua tribo diz para que ela volte aos brancos e que ajudem-os na luta contra um "DEMÔNIO VINDO DO INFERNOOOOOO".

PORRA! QUANDO ELA CONSEGUE REALIZAR O OBJETIVO DA EXISTÊNCA DELA NO JOGO, SIMPLESMENTE ELA NÃO FAZ!!!!

PORRA HARADA!!!!

E tudo piora ao se descobrir que na verdade, Kazuya matou sua mãe, e que foi achada por Michelle Chang, uma índia que luta Kung-Fu, e por mais que a ideia de uma índia lutando Kung-Fu seja muito muito, MUITO foda, a lógica manda um tchau do topo da montanha cada vez que tento entender os personagens dessa série.

E o mais "legal" é que Julia nasceu no dia que Kazuya virou Devil, um dos demônios mais toscos que já vimos em um jogo de luta.

Tekken não tem a menor condição de ser levado à sério, Julia só tá aqui pela ideia de ser uma índia muito gostosa que luta Kung-Fu e é bem legal visualmente, deslumbrando carisma.

Apesar do PÉSSIMO background...

E vou destruir sonhos infantis, Julia só existe do 3 em diante, porque Michelle morre e como gameplay no Tekken é o que importa, colocaram outra personagem com jogabilidade parecida.

Como se sente com seu sonho infantil destruído?


Kongol (The Legend Of Dragoon)


The Legend of Dragoon é dos jogos que deixaria muitos famosos no chinelo.

Não o joguei, mas ele ta na lista de espera, mas a real é que o seu roteiro é bem interessante, tratando com mais seriedade eventos como guerras e o lado humano dos personagens.

Tudo gira em torno de Dart, personagem principal que teve seus pais mortos e depois de adulto, em meio à sua busca por matar o monstro que ele chama de "Black Monster" e durante essa caçada ele descobre que dois reinos estão em guerra, e volta pra Seles, mas encontra a cidade em ruínas.

Com isso Dart sai de sua vila e tenta descobrir junto com as Dragoon Spiritis à respeito dessa guerra que pode destruir o mundo.

Porém, um dos amigs e  membros do grupo de Dart é Kongol.

Que inicialmente é um chefe, um índio brutamonte, misturando altura e porte físico assustador com uma força que só um primo do Zangief teria algo parecido.

Kongol é o último de sua raça, os Gigantos, que teve seus pais mortos por humanos, que invejosos como são, temiam seus tamanhos e força bruta, e depois se uniu a Doel, rei de Serdio, mas vendo Dart, as Dragoon Spiritis e entender sua busca, ele decide acompanha-los.

Novamente, ele é do tipo bondoso, porém dessa vez sem tanta inteligência, e age por mera lealdade e bondade que carrega consigo. Mas isso não remove sua seriedade em combate, sendo um tanto quanto brutal.

Se tratando de RPG's, Kongol é aquele estereótipo lento, com uso de magia terrível mas com ENORME HP, ataque físico e defesa.

Ainda espero jogar esse jogo, na moral! E ainda falarei dele aqui.


Troféu Privada!

Nem tudo são flores, e apesar de ser um estereótipo muito legal, nem mesmo os índios escaparam da tosqueira presente em todos os padrões...

Vamos lá:

Chief Thunder (Killer Instinct)


A verdade sobre Killer Instinct, como eu disse no post da elite dos jogos de luta é que a Rare queria um jogo que tivesse a excelente jogabilidade de Street Fighter e o toque gore de Mortal Kombat.

E com isso nasceu um jogo muito divertido, diferente, mas sem um devido toque de carisma, tanto pelos personagens quanto pela história.

A história do game é uma merda, com dois caras que brigaram pelo reinado do mundo, mas foram aprisionados e depois de tempos, uma empresa começou a se destacar devido às suas riquezas e domínios, eis que era a Ultratech, que de tão foda, conseguiu libertar um dos dois malucos, em todo caso...

O retardado, tosco e sem carisma do Eyedol, que é um é um sátiro de duas cabeças.

E os personagens de modo geral tem um roteirinho de merda... com direito a um experimento que é uma mutação entre homem e réptil (Riptor), um alien que busca peças pra sua nave (Glacius), um monge DO BEM (Jago, meu personagem favorito, e que plot de merda...), e um lutador de boxe onde uma máquina detectora de metais acusa seus braços como metalicos (Combo), mesmo que eles não sejam NEM DE LONGE metálicos, mas que por algum motivo ele colocou um implante de titânio nos braços...

Acho que já chega de falar dos outros, o lance é que Thunder só está aqui por ser um personagens ligeiramente legal (visualmente) e com história tão simples quanto à dos demais: salvar seu irmão Eagle, desaparecido no torneio anterior. Thunder não tem tanto carisma, sendo um personagem um tanto quanto apagado.

Por mil diabos escaldantes descendo a ladeira de rapel, quem teve a ideia de fazer um índio onde as penas são o CABELO dele?

Sério, que ideia viu, não sei se acho mais tosco a ideia do cabelo ou a história dele... Mas enfim...

Chega dessa porra de personagem.

E Combo em roteiro é uma mistura do Jax com Balrog. CREDO! Que coisa ridícula...

Destruí sonhos infantis. Certo?


Jeffry McWild (Virtua Fighter)


Antes de me xingarem, leiam a descrição sobre o que é "ser um índio" no começo do post, e irão ter certeza que aborígenes também são considerados como tais.

Nada nele salva, começando pelo visual ridículo usando um saco de arroz como calça.

Mas Jeffry é um tosco, na moral.
Duvidam de mim? Não é? Eu já esperava! Acredite!

O pouco do enredo presente em manuais de Virtua Fighter te faz amar todos os personagens, cada um com suas motivações pessoais e etc, mas quando se chega no Jeffry dá aquele choque sinistro, por ser o ÚNICO personagem com história TOSCA AO EXTREMO!

Na verdade Jeffry é um pescador, que se tornou mestre do estilo de luta conhecido como Pancratium, que apesar de MUITO legal, e muito agressivo, não salva o personagem em si...

Olha, ele é vidrado e diferente dos outros personagens que tem um rival e tals, o "rival" dele é um tubarão. Conhecido como Satan Shark (em português Tubarão-Satã, Tubarão-Capeta, Tubarão-Satanás, Tubarão-Tinhoso ou que você preferir)

Começou mal, mas tudo pode piorar... CLARO!

Ele tenta lutar com um tubarão de 8 metros de comprimento, e REALMENTE esperava vencer?

Qualé Jeffry, ta desafiando a natureza assim na cara de pau?

Ficou a beira da morte, como resultado ÓBVIO...

E ele entra no torneio pra conseguir grana pra construir um novo barco, e repete isso até o tubarão supostamente sumir, e no último jogo ele já está no torneio pra ter dinheiro o suficiente pra comprar um sonar de tubarões... E assim vencer seu "rival".

E a Judgement 6 (conhecida no jogo como J6) captura o tubarão tão almejado pelo maluco aborígene... E ele fica muito puto! Com direito à frase: "Sou o único que pode derrotar o Tubarão do Capiroto! Ninguém pode toca-lo! Ninguém!"

Agora eu sei que você acredita em mim. Da pior forma, mas acredita. É isso que importa!

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Espero que tenham curtido essa postagem, deu um bocado de trabalho mas valeu à pena. Se tiverem alguma ideia de Top's parecidos, deixem nos comentários e não ignorarei pedidos à respeito de coisas assim!

Qualquer outro índio legal que eu não citei e coisa parecida, coloquem aqui nos comentários, mas sem perder a noção de respeito...

Valeu ^^

2 de abril de 2013

Top 5 - Melhores Jogos da Franquia Mortal Kombat


Quem me conhece sabe bem como amo jogos de luta, e como sou fã de Street Fighter.

Mas não somente de Street Fighter vive o homem, certo ?

Por que mesmo fã de Street Fighter, antes de tudo eu sou um amante dos jogos de luta.

Então...

Quando criança, eu já demonstrava interesse enorme por videogames e o meu primeiro contato com um jogo foi Mortal Kombat II nos primórdios de minha vida, enquanto minha mãe fazia compras e me deixava lá na loja jogando e jogando...

Bons tempos, onde a minha única preocupação era JOGAR, esse lance de colocar o cartucho, assoprar e tal era coisa de fraco...

MENTIRA!

Ter o cartucho em casa é super legal, assoprar e torcer pra funcionar que não é tanto.

Mas enfim, conversando com o meu amigo João Carlos sobre a série, me deu mais vontade de ir jogando mais e mais da série, buscar mais e mais da sua rasa história e conhecer ainda mais do universo de um dos meus jogos de luta favorito.

Eu acompanhei a série, que eu praticamente vi nascer ela totalmente e acompanhei cada passo de sua evolução nos consoles, por que Arcade em cidade pequena é o mesmo que cabeça de bacalhau, você ouve falar mas nunca viu...

Com isso, resolvi montar os meus jogos favoritos da franquia, e como eu fiz nos meus outros tops, somente baseado na minha opinião, essa postagem não é uma "postagem técnica" como alegaram que eu deveria fazer.

Sério, uma postagem "técnica" em um blog pessoal, coisas desse tipo me deixam um tanto quanto irritado, quem quiser uma postagem com "melhores" desse tipo, que vá num site ou blog pra isso. Fala sério...

Enfim, vamos começar essa joça que já perdi tempo demais me explicando!


5° Lugar - Mortal Kombat 4


Esse jogo eu mesmo o injusticei por anos. Muitos anos.

Mas depois jogando-o, percebi o quão sacana eu fui, desmerecendo um puta jogão desses, afinal de contas MK4 é daqueles títulos que se torna 3D sem perder o "charme" e que mantém o espírito do jogo completamente vivo.

Mas nem tudo são flores, alguns novos fatalities em 3D são toscos, alguns personagens novos não tem tanto carisma como os clássicos Scorpion ou Raiden, mas nem por isso são personagens bizarros.

Nada se compara ao nível de personagens horrendos que entrou na série em plena sexta geração dos consoles. Aquilo é inadmissível.

Fala sério... Blaze ? Moloch ? Darrius ? E quase todos os novos do Armageddon ?

Credão nessas merdas. MK4 colocou personagens novos com um pingo de carisma pelo menos.

Tipo Tanya, Reiko, Shinnok e Fujin.

E me perdoem quem curte, mas não sou fã de chefe roubado tipo Shao Khan, prefiro um cara normal me enchendo de porrada do que um super apelão com super dano e etc, nesse ponto Shinnok funciona melhor que qualquer um na série.

Mortal Kombat 4 na verdade é aquela sua prima feia de 12 anos que você ignorou e hoje ela tá com 15 super gostosa e você é doido pra comer mas ela não quer... Entende ?

Se você odiou o jogo por estar na vibe dos clássicos e está com mente aberta o bastante, jogue de novo. Afinal de contas, como eu falei, MK4 poderia ser a sua prima gostosa. Só que pra jogar não precisa pedir!


4° Lugar - Mortal Kombat II


Bom, esse jogo é um clássico. O quanto devo a esse jogo não é brincadeira!

Afinal de contas, FOI O PRIMEIRO jogo que eu joguei na minha vida.

E não confundo nostalgia com qualidade, nem por isso ele é o primeiro da minha lista, tá vendo retronostalgicfucking gamers ?!?!?!?!

Muita gente confunde qualidade com nostalgia, esse jogo pra mim é nostálgico sim, mas nem de longe o melhor da série, ele é um dos melhores da série "semduvidamente", já dizia o sábio Zeca Urubu.

Ele manteve a ideia clássica do 1, mesmo em ambientação e nos cenários e principalmente nas músicas.

Além de que tem um ponto dele que muitos AMAM e eu acho dispensável...

Que é o fato de todo mundo ter soco alto e baixo, e chute alto e baixo. Tudo muito repetitivo. E eu como já disse, eu acompanhei a série, e eu comecei no II. O 1 é bom sim, de fato. Mas muito cru, ainda mais pra quem já pegou no II.

Porém, explicarei depois o por que logo abaixo...


3° Lugar - Mortal Kombat Trilogy


Praticamente um Dream Match, a reunião de todo mundo da série.

Todo mundo MESMO, com direito à versões antigas de alguns personagens e chefes jogáveis.

E ISSO É MUITO FODA! MUITO MUITO FODA MESMO!

Mas o jogo tem uma leve histórinha, coisa que eu particularmente nunca apreciei muito na série.

Basicamente todas em 1, uma espécie de resumo da história já feita.

Mas não tem muito o que ser dito à respeito desse. Afinal de contas é um jogo simples, um título simples da franquia, com intuito de vender o máximo possível na quinta geração, saindo somente para PlayStation, Sega Saturn, PC e Nintendo 64.

Nem Arcade a coisa saiu, de tão sinistra que era a tentativa comercial.

Trata-se de um título com pouco acréscimo ao que já tinha sido feito no terceiro jogo da série, mas ainda assim um super título.

Acredito que por muitos anos esse foi (e talvez ainda seja) o melhor jogo da série pra jogar partidas de versus contra um amigo, algo próximo á The King Of Fighters 98' pra reunir todo mundo e sem muita preocupação com roteiro, saca ?


2° Lugar - Mortal Kombat 3/Ultimate Mortal Kombat 3


Esse jogo foi um marco, tanto a primeira versão quando sua atualização Ultimate. Joguei muito, mas muito MESMO no meu já falecido Super Nintendo

Na primeira, MK3 foi uma revolução incrível. Os personagens além de fatalities tanto finalizadores como de cenários, agora tinham uma coisa nova e muito foda:

ANIMALITIES!

Sinceramente, me impressionou a primeira vez que perdi e a CPU usou contra mim, achei simplesmente FODA!

Foda mas foda com força mesmo!

Lembram que eu falei acima que o sistema do MKII era muito cru ? Pois é.

Aqui surgiram combos, arremessos mais legais e simplesmente o número de personagens aumentou e alguns entraram, outros saíram. Mas confesso que prefiro a galera do 3 que do II brincando.

Em especial Shang Tsung, que deixou de ter um visual escroto e ganhou um visual decente, pela primeira vez!

No Ultimate apesar de terem removido os Animalities (que ainda existiam no Arcade) por falta de espaço, incluíram algo que nem o arcade tinha e somente o MK Trilogy havia testemunhado:

OS BRUTALITIES!

Outra coisa super legal, me diverti muitíssimo nessa versão do game, do Super Nintendo em especial. E depois de ter jogado TODAS vejo que ainda acho ela a melhor, pelo equilibrio e personagens adicionais se tratando do Arcade e Mega Drive.

E também reconheço suas falhas e inclusive as mais graves como ter menos movimentação que o II e os "braços voadores" depois de alguns fatalities ou até mesmo metade de corpos parados no ar depois de serem devadorados ou cortados. Enquanto no II os corpos caem e tudo bem fluído...

Mas uma falha não justifica ser pior e ainda mantenho minha opinião.

E pensar que numa determinada época eu tava tão viciado que eu decorei TODOS os fatalities, brutalities e combos de TODOS os personagens. Foram muitos anos jogando UMK3. Muitos mesmo!

Eu sei que eu não tinha vida! Já sei!


1° Lugar - Mortal Kombat 9


Simplesmente, outro jogo que eu meti o pau antes da hora.

Assumo minha falha e me arrependo dela amargamente!

Simplesmente, quando anunciado, os gráficos 3D lindíssimos e etc, eu imaginei que se tratava de outro jogo de luta 3D, e mesmo com seu lançamento, vi coisas que me desagradaram visualmente como o sistema de juggle levemente copiado de Tekken (e esse é o único aspecto do jogo que eu acho meio mal feito).

Mas o que rolou foi o seguinte, um cara da minha cidade me emprestou o jogo, eu pedi pra ver o Story Mode tão bem falado e conhecer a ideia do jogo por mim mesmo.

E simplesmente me apaixonei. Eu poderia falar mil coisas aqui que são mega ultra fodas nesse jogo.

Mas basicamente imagino a cena como foi, depois que a Midway praticamente virou NeatherRealms foi algo assim...

O diretor da galera chegou e falou grosso em alto e bom tom:

"VAMOS PEGAR TUDO QUE PRESTOU ATÉ HOJE NESSA PORRA E VAMO MONTAR O REBOOT DO SÉCULO, VALEU ?"

E os caras obedeceram:

"Reboot? Ok!"

"Personagens clássicos? Ok!"

"História contada de forma imergente e com novidades interessantes? Ok!"

"Personagens com golpes diferentes uns dos outros? Ok!"

"Movimentação fantástica e cenários dinâmicos? Ok!"

"Elementos 3D removidos? Ok"

"Personagens escrotos removidos? Ok!"

"Arcade com finais decentes? Ok!"

"Fatalities clássicos e ao mesmo tempo com cheiro de novo? Ok!"

"Fatalities novos igualmente legais? Ok!"

"Referências em todos os cantos? Ok!"

"Modo tag divertido? Ok!"

"Entupir o jogo de modos extras divertidos de forma que deixe o jogador sem saber o que jogar? Ok!".

"Músicas clássicas feitas do zero e melhoradas? Ok!"

"Cenários clássicos remodelados e cenários novos lindos? Ok!"

Mostra pra ele Scorpion!

Esses e mais outros motivos levaram a mim e mais uma legião de fãs a considerar MK9 o melhor jogo em toda a série.

E digo mais, na nova geração, BlazBlue Continuum Shift Extend e Dead Or Alive 5 tinham tudo pra superarem MK9 mas isso não aconteceu, cada um com suas falhas não soube dosar como Ed Boon soube sabiamente.

Os modos extras desse jogo são incrivelmente divertidos, a Torre dos Desafios é absurdamente grande e nem por isso menos divertida (um dia eu completo ela, passei da metade) e novamente repito, os finais do Arcade são muito bons, eles usam tudo que tem no universo do game e colocam o personagem como principal dando um final muito bom pra ele.

Eu poderia falar bem mais inclusive. Porém vou deixar isso pra um post exclusivo pro game, por que apesar de Super Street Fighter IV: Arcade Edition ser meu favorito da nova geração por questões de jogabilidade.

Afinal de contas MK sempre foi "meio duro" de se jogar...

Mas mesmo assim Mortal Kombat 9 é sem dúvidas além de melhor da franquia, o jogo de luta mais completo da nova geração. E tenho dito!


Menção Honrosa

Mortal Kombat: Shaolink Monks


Antes de me xingar, eu nunca disse que seria um post com games de luta somente, disse ?

Não lembro nem do comi no almoço de ontem, então se eu disse foda-se, então eu retiro!

Basicamente, trata-se de um jogo de aventura e beat'em up da série lançado no PlayStation 2 e Xbox, sendo assim o único da sexta geração que presta, por que puta merda no Deadly Alliance, Deception e principalmente no Armageddon!

Esse jogo poderia facilmente ser canônico, mas ele é um spin-off que conta os eventos que houveram entre MK1 e MKII. E a história é simples porém muito funcional.

Shang Tsung após ser derrotado no MK1, vai para Outworld e os lutadores devem fugir da ilha que se encontram, fazendo com que Kung Lao e Liu Kang, os dois monges shaolins protagonistas do game vão para Outworld junto com os demais participantes para em Outworld tentarem novamente vencerem um torneio Mortal Kombat.

E caso Shang Tsung vença, ele poderia conquistar a Terra sem um MK feito lá, algo tecnicamente fora das regras.

Regras que sabe-lá quem fez, e mesmo que houvesse "quem" fez, não se saberia por que fez.

Só sei que é foda!

E nesse processo ainda vencer Shao Khan, mas confesso que essa parte final já não sei se é considerado MKII ou um prólogo do jogo... Entretanto, esse jogo justifica algumas coisas inclusive o aprisionamento de Sonya Blade, mostrado somente no cenário do vilão-mor da série no segundo jogo.

Jogo extremamente bem feito e nada mais justo que ser citado.

Sem contar na possibilidade de jogar com Scorpion e Sub-Zero. Não poderia ser mais foda que isso!