2 de novembro de 2013

Vilões Carne-de-Pescoço dos Games!




            Como vão, meus caros e ociosos leitores do Lugar de Nerd? Quem vos fala é Dipaula, colaborador esporádico (aprendi esta com o Batman!) deste construtivo e didático blog.

            Há um tempo atrás publiquei aqui minha primeira postagem: Antagonistas Marcantes nos Games. Nela eu diferencio antagonistas de vilões, sendo que uso o primeiro termo para definir vilões que possuem motivações plausíveis para serem assassinos de beatas, descrevendo alguns dos que mais me marcaram nos games.

            Hoje minha proposta é falar do outro grupo: os vilões! Enquanto os antagonistas possuem background e razões convincentes, os vilões simplesmente são (ou pelo menos crêem que são) melhores, mais capazes ou mais poderosos que a massa de símios que os cerca. Sendo assim é simplesmente lógico que eles os dominem, é a lei da natureza! Ora, pois!

            Para ilustrar o que disse, farei uso de uma célebre frase do vilão Sinestro, inimigo dos Lanternas Verdes, personagens da DC Comics:

            “Ter todo este poder e não dominar o universo seria simplesmente loucura!”

            Eu é que não vou discutir com ele!

            Agora vejamos uma lista com alguns dos mais célebres da categoria!

M. Bison Street Fighter (Não! Jura?!)



            Ah... O que dizer de Vossa Fodeza Imperial Todo-Poderoso Lorde M. Bison-Sama?

            Ele é o mais poderoso, carismático e notável personagem de Street Fighter desde... Ora, desde sempre! Nunca houve ou haverá nenhum vilão na série que o supere! A menos, é claro, que você esteja considerando aquele fisiculturista metido a padre de duas cores do Gill ou aquele filho abortado da Dural de Virtua Fighter com o Tyrant de Resident Evil chamado Seth... Nesse caso eu lhe peço para apalpar seu crânio, pois deve haver uma singela viga de construção atravessando uma parte importante do seu diminuto cérebro...  MALDITO!!!

            Perdoem minha séria perda de compostura...

            Agora falando sério, ele comanda a maior organização terrorista do mundo (que a Shadaloo viva para sempre!) cuja influência alcança diversos governos da Terra, permitindo-o fazer o que bem entende onde bem entende sem que possa ser levado a julgamento. A única forma que os agentes da lei encontram para combatê-lo é desobedecer a seus superiores e caçá-lo por conta própria, muitas vezes burlando leis, já que o senhor da Shadaloo controla diversas organizações governamentais, tais como a Interpol e a Força Aérea Americana, deixando-as de mãos atadas.

            Ele também é um mestre em artes marciais sem deixar nada a dever a velhos chineses baixinhos bebedores de chá habitantes de montanhas que dizem “Shiryuuuuuuu”...

            Não bastassem suas habilidades marciais, ele tem simplesmente os super-poderes mais legais de todos: poderes psíquicos! Isso mesmo, ele pode dominar mentes, voar ou fazer você dar a volta ao mundo em oitenta segundos com telecinésia. Sem falar que ele pode envolver os punhos com energia sinistra para que seus socos doam na alma... Nem preciso mencionar o Psycho Crusher!

Bison está se lixando para a Lei Maria da Penha!
            Outra coisa linda a respeito de seus poderes é que eles nunca param de crescer, obrigando-o a trocar de corpo de tempos em tempos, pois o mesmo não suporta seu Psycho Power e explode que nem um monstro da série Kamen Rider! Porém nada temam meus caros, sua mente é indestrutível e ele sempre reencarna (chupa essa Aang!).

            Além disso, seus poderes também aumentam com as emoções negativas direcionadas a ele, como ódio, medo, hostilidade... E ele ganha a vida contrabandeando armas, seqüestrando, espalhando drogas pelo mundo, assassinando... Enfim, digamos que há muitas emoções negativas direcionadas a ele, deixando-o ainda mais poderoso...

            Para concluir (antes que eu fique o post inteiro falando dele), ele é o tipo de vilão que só perde mesmo por conta daquela história da justiça prevalecer no fim e bla-bla-blá...

            Huh? Como assim, “fanboy puxa-saco”? Não entendi...

Dr. Weil – Série Megaman Zero

            Já falei sobre ele em minha postagem sobre Antagonistas, disse que ele é um misto de Hitler, Lex luthor e Freddy Krueger. Hitler porque não hesita em exterminar populações para fazer valer sua vontade, Luthor porque é obcecado por subjugar seu inimigo Zero e é péssimo perdedor, por fim, Freddie Krueger porque é mais difícil de eliminar que vírus da gripe e sempre dá um jeitinho de voltar com sua icônica risada: “Muuu-ha-ha-ha-ha!”.

            Ele fez em dois jogos o que Sigma e Dr. Wily (aquele do “magamanzinho” clássico, não confunda os nomes!) não conseguiram em quase duas dezenas. Já explico:

            Após a batalha contra Sigma em Megaman X5, Zero tem seu corpo severamente danificado, por ter salvado o traseiro azul de seu amigo X... De novo. Seu corpo ficou tão ferrado, que os caras dos Maverick Hunters tiveram que construir um novo e transmitir sua consciência para ele. Agora, adivinhem que cientista humano nutria uma obsessão por Zero e o observava desde sempre, só esperando uma oportunidade de se apossar de seu poderoso corpo original...

            É isso aí! Dr. Weil toma posse do corpo original de Zero e o utiliza para criar o reploid mais filho de Satã de todos os tempos: Omega! Ele era tão poderoso que distorcia o tecido da realidade só por existir...

            Ah, sim. Na mesma época, um programa consciente chamado Elfa Mãe foi criado para eliminar o Vírus Sigma dos reploids infectados, fazendo-os deixar de serem mavericks. Claro, Weil também se apossou da Elfa Mãe e a corrompeu tornando-a Elfa Negra, que ao invés de eliminar o vírus, dava ao bom doutor controle total sobre os mavericks da Terra.

Sorriso de quem gosta de um mal feito...
            Assim, tendo Omega e um exército de mavericks a seu dispor, Weil inicia sua empreitada de dominação global. A guerra que se seguiu ficou conhecida como Elf Wars e varreu da existência a maioria dos humanos e reploids. No fim, seus planos foram frustrados por X e Zero, resultando em seu exílio para o espaço juntamente com os restos de Omega.

            A guerra foi tão terrível que Zero se pôs em sono profundo em um local secreto, para que ninguém mais usasse seu poder para causar destruição. X se sacrificou para selar a Elfa Negra, pelas mesmas razões.

            Viram só? Ele eliminou a maior parte da vida na Terra e fez com que seus dois maiores heróis saíssem de circulação. E ainda tem mais...

            Ele retorna de seu exílio com um corpo quase imortal, tendo reconstruído Omega, se apossando novamente da Elfa Negra e tomando o controle da civilização humana, apenas para fazê-los sofrer um inferno diário sob seu governo tirânico. Mesmo após sua morte (que resultou na morte definitiva de Zero, diga-se de passagem) a presença de seus restos no planeta resultaria em mais derramamento de sangue em um futuro longínquo, no jogo Megaman ZX Advent.

            E você pensava que Sigma era badass... HA! Pense de novo!

Riccardo – Haunting Ground
           
Não! Não tem nada a ver com Ezio Auditore!

            Comecemos com uma rápida explicação sobre o jogo Haunting Ground: nele, a jovem e indefesa Fiona tem de sobreviver a perseguidores psicóticos, se escondendo e fugindo o tempo todo de um grandalhão retardado e deformado, uma mulher artificial sanguinária, um velho paraplégico que se arrasta pelo chão, entre outros pitorescos personagens.

            Pois bem, Riccardo é o responsável por colocar a pobre moça nessa situação periclitante. Ele nem é o vilão-mor da história, mas o supera de longe no quesito “filha-da-putice”. Vejam só:

            Fiona viajava com seus pais, feliz da vida, quando o “cão dos inferno” surge com seu carro e dá uma trombada no carro da família, fazendo-o se chocar contra uma pilha de toras à beira da estrada, matando a mãe da coitada e deixando seu pai agonizando. Claro, ele completa o serviço enfiando uma adaga no peito do pobre homem. Depois ele leva Fiona, inconsciente, para seu lar: o gótico e clichê Castelo Belli.

            Lá, a moça é perseguida incansavelmente, como eu disse no princípio, por toda sorte de gente com saúde mental discutível, que quase sempre quer violentá-la sexualmente. A única exceção de que me lembro é Daniella, a tal mulher artificial, que quer rasgar seu ventre com um caco de vidro ou um atiçador de brasas para remover seu útero... E você reclamando da vida aí, hein?

            Riccardo é dos que querem conhecer Fiona a fundo... - Não acredito que disse isso! - Mas, enfim, ele quer engravidá-la, para que, através de alquimia, possa renascer no filho que ela carregaria. Não surpreendentemente, a moça não está muito disposta a cooperar, talvez porque alquimistas de 600 anos, insanos, homicidas e com a cara coberta de cicatrizes não sejam o tipo dela... Essas meninas fúteis de hoje, viu...

Riccardo sem o capuz: olha o que você perdeu Fiona!
            Pior ainda, ele a persegue com uma arma de fogo, não se importando em incapacitá-la com um tiro, para então fazer a festa sem que a moça resista.

            Devo acrescentar que ele se diverte muito aterrorizando a moça, principalmente na parte em que ele se torna invisível.



             Recapitulando: ele mata a família da moça, expondo-a a horrores inimagináveis, atormentando-a psicologicamente e ainda tentando violentá-la. Ainda bem que ele encontra um fim horrível, sendo jogado de uma torre altíssima, se esborrachando no chão e logo depois servindo de consolo para o tal velho paraplégico que já não encontrava “afeto” havia séculos...

            Eu sei... Haunting Ground é um jogo MUITO estranho...

Mary Barrows – Clock Tower
 


            Já que falei de Riccardo, falarei agora de alguém que já ameaçava mocinhas frágeis bem antes de Haunting Ground ter sido lançado: Mary Barrows.

            Clock Tower, do Super Nintendo, é um jogo de terror do tipo “touch and go”, ou seja, você controla um cursor pela tela e clica no local onde você quer que o personagem vá. Nele você controla a órfã Jennifer, que junto com três amigas, é adotada por uma mulher rica (advinha quem?) e levada para viver em sua mansão. Claro, as coisas ficam sinistras e Jennifer se perde das companheiras. Ao tentar encontrá-las pela mansão, ela as vê sendo mortas uma a uma, enquanto tenta fugir para proteger a própria vida.

            Seu perseguidor na maior parte do tempo é Bob: um garotinho corcunda de rosto desfigurado que carrega uma tesoura gigante capaz de cortar você ao meio. Porém, ela também é perseguida por Dan: um bebê gigante, obeso e canibal, além da própria Mary.

            A verdade é que Mary é mãe dos monstruosos Bob e Dan, crianças portadoras de terríveis más-formações que deveriam ter nascido mortas. Contudo ela, uma ocultista, utiliza de rituais macabros para manter seus “anjinhos” vivos. E não é que os pequerruchos comeram a mão do obstetra no momento em que vieram ao mundo? Que belezinhas!


Este é Bob. Aww... Quem é a abominaçãozinha da mamãe? Quem?
            Aparentemente (pois não me lembro com clareza dos detalhes da história e não confio muito na Wikipédia), ela leva jovens de tempos em tempos para a mansão para serem mortas por seus pimpolhos como oferendas à entidade sinistra que os mantém vivos. Eles continuarão vivendo enquanto a torre do relógio da mansão continuar parada, simbolizando que o tempo para eles não passará e suas mortes nunca chegarão.

            Agora vejamos alguns dos feitos da megera Sra. Barrows:

            Ela mantém seu marido trancado em uma jaula, provavelmente por ele ter ousado se opor à “plausível” idéia de firmar um pacto com um ser sobrenatural para salvar seus filhos deformados. O coitado não diz coisa com coisa, sua sanidade se esvaiu com os anos de cárcere. Além disso, sua fome é tal, que ele não hesita em comer Jennifer viva... Literalmente. Isso mesmo, uma das formas de se morrer no jogo é virar refeição do Sr. Barrows. Não é surpresa, pois a pose de dondoca de Mary sugere que ela não sabe fritar nem um ovo...

            Outro pobre diabo que sofreu nas mãos da bruaca é o tal obstetra que fez o parto dela. Além de ter a mão comida por seus pimpolhos sanguinários, ele foi trancafiado em um aposento secreto do casarão e deixado lá para apodrecer. De fato, quando Jennifer o encontra só restam seus ossos. Para piorar, a garota descobre que ele é seu pai! Sério, se o pai de Jennifer tivesse voltado para casa após o parto dos filhos de Mary, a garota não teria ficado sozinha no mundo após perder a mãe e não estaria vivendo um pesadelo na mansão Barrows, nas mãos da própria Mary... Uau! Que ironia digna de uma novela das oito!

Se eu tivesse que trocar as fraldas dele também correria...
            Após tantas façanhas, Mary Barrows encontra seu amargo fim, que curiosamente, é semelhante ao de Riccardo do tópico anterior: ela cai do alto da torre do relógio de sua mansão, que havia sido reativada por Jennifer, quebrando o ritual e dando fim à influência sobrenatural que pairava sobre o local.

            Pelo menos ninguém se aproveita de seu cadáver, como acontece com o pobre Riccardo...

Vega – Street Fighter (Óbvio...)



            Como é bom falar dele: o gracioso e sanguinário ceifeiro mascarado! Saibam que ele me inspira muito, então preparem-se para constatar o que o Juninho, dono do blog, chama de “puxada de saco nível master”, mas que eu prefiro chamar de “admiração desmedida”.

            Vega, sem dúvida, faz parte da elite dos street fighters. A combinação de ninjutsu com técnicas de tourada o torna o assassino perfeito, tanto em eficiência quanto na beleza de seus movimentos. Muito mais do que um ninja comum, ele não se contenta em ser rápido, silencioso e mortal. Para ele, matar é uma forma de arte e, como tal, algo a ser apreciado sem pressa, um espetáculo em vários atos.

            Sádico, ele se deleita ao dilacerar seus oponentes com suas garras e assisti-los agonizarem. Nas palavras do próprio: “Vou transformá-lo em uma estátua de agonia pintada com o seu próprio sangue...”.

            Além de tudo ele é um poeta!

            Agora, no caso de alguém aí estar pensando “Ah, ele nem é tão fodão assim, vai. Ele nem sabe lançar magia!” eu respondo:

            Ele não precisa de projéteis, pois sua agilidade e precisão letal lhe bastam. Não importam quantos hadoukens ou sonic booms você lance contra ele, ele se desviará deles com a graça de um dançarino e antes que você possa fazer piada a respeito de seus gritinhos, sentirá o sabor ferroso de seu próprio sangue inundando sua boca, e claro, o impacto de seu rosto contra o chão logo em seguida...

Em um universo onde lançar projéteis é relativamente comum até para fracassados como Dan, nada impediria Vega de fazê-lo, certo? Pois é, ele foi recrutado por M. Bison para trabalhar como seu general, e isso é privilégio para uns poucos seletos. Isso prova que ele só não aprendeu tais técnicas por que não quis, preferiu um estilo que se adequasse a suas tendências psicopat... Artísticas.

            E aí, perceberam o quanto ele é casca-grossa? Tenho certeza que acham minha admiração pelo personagem muito justa, certo?

Huh? Concordam com o Juninho e acham que sou puxa-saco?!

Humph! Ignorantes...

Soul Edge – Série Soul Calibur


Não, vocês não perderam o juízo nem seus cérebros atrofiaram por passarem tempo demais lendo blogs sem sentido na rede (pensando bem, eu não garanto nada...).  O fato é que eu estou prestes a falar de uma espada em um post sobre vilões (ooooh!).

Como muitos já sabem, a Soul Edge está muito distante de ser uma espada comum; ela é, na verdade uma espécie de entidade sanguinária que se alimenta de carnificina e destruição. Para tanto, ela se apossa das almas de guerreiros tolos o bastante para desejarem seu poder e empunhá-la, sendo dominados por ela e transformando-se em aberrações “Resident-Evílicas”...

Sim, eu inventei essa palavra agora e, sim, sei que é ridícula... Não, não vou procurar nada construtivo para ocupar meu tempo, cuide da sua vida!

Voltando ao assunto, veja como Nightmare, que é o cavaleiro Siegfried possuído pela espada, parece Arthur de Ghouls and Ghosts infectado por um dos vírus da Umbrella:



            A própria Soul Edge parece a espada de Cloud de Final Fantasy 7 com mutações semelhantes às do vilão William de Resident Evil 2. Confira:

Matemática pura...

            Isso me faz pensar o quanto a imaginação dos desenhistas da série pode ser, digamos, pitoresca.

            Para citar alguns dos méritos da Soul Edge, vou falar apenas que guerras sangrentas varreram a Europa, matando milhares e milhares, ora causadas por aqueles que queriam seu poder, ora em nome da violência insana daqueles já dominados por ele.

 Contudo, para mim, a maior maldade da espada amaldiçoada foi “trollar” a sua contraparte “do bem” (bleargh!), a espada Soul Calibur, roubando dela todo o destaque no enredo dos jogos da série. Já notaram que a série se chama Soul Calibur, mas os personagens não dão a mínima para ela, sempre buscando a Soul Edge?

Soul Calibur e Soul Edge são como abobrinha e bacon, religião e dinheiro, amor e sexo, todos pregam o quanto o primeiro é melhor, mas quase todo mundo se atira de boca no segundo...

Tentações...

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Acho que os exemplos citados acima definem bem o que é ser um vilão: cumprir nossos desejos e colocar nossos inimigos no local o qual nasceram para ocupar: Debaixo de nossos pés! MWAHAHAHAHAHAH!!!

...

Já me recompus...

E já que falei de tanta gente boa (OK, eles não são nada bons e a Soul Edge nem é gente...) falarei agora de alguns vilões incompetentes que, no ápice de seus esforços e com muita sorte, provocam risadas ou compaixão. Apresento-lhes...

Troféu Privada – Vergonhas da Categoria!

Geese Howard – Série Fatal Fury


Geese Howard nada mais é do que um riquinho mimado que parece o Draco Malfoy de Harry Potter usando quimono. Ele é tão chorão que, quando não consegue vencer, se joga do alto de seu edifício para a morte só para ter a desculpa de que foi ele mesmo que deu fim à luta e não seu oponente que o derrotou... Que nem aquele seu primo mimado de fora da cidade que, na época de infância, vinha passar o feriado em sua casa e, quando estava prestes a perder no game de luta, largava o controle e dizia que te deixou vencer...

Não sei qual dos dois eu ofendo mais com esta comparação...
O que foi? Por que está desviando o olhar? Hmm... Você já usou essa desculpa, não é? Ha! Nem adianta negar!

Mas tudo bem, você fez isso quando era criança (assim espero...), diferente do Sr. Howard aqui, que é adulto e um empresário bem-sucedido... O que torna o comportamento dele ainda mais ridículo...

Que vergonha, hein Geese?

Nemesis – Resident Evil 3



Um super-soldado criado em laboratório para eliminar as provas e as testemunhas da culpa da empresa Umbrella na infestação do vírus pela cidade.

Ele é grande! É feio! É impiedoso! Carrega uma bazuca e... Apanha de uma mulher com um terço de seu peso, muito menos armada do que ele...

Sempre que me lembro das surras consecutivas que ele levou durante o jogo eu deixo escapar uma risada. Ele sempre surgia imponente com sua voz grave e gutural gritando “Woaaah!!!”, para logo em seguida ser eletrocutado ou humilhantemente empurrado de uma ponte ou prédio...

Nemesis se entrega ao alcoolismo para lidar com a depressão...
Creio que a intenção foi fazê-lo parecido com grandes vilões de filmes de terror slasher, como Jason Voorhees de Sexta-feira 13 ou Michael Myers de Halloween. Todos eles perseguem suas vítimas incansavelmente e nunca morrem; não importa quantos tiros ou pancadas eles levem, sempre retornam quando a vítima pensa estar segura, para tentar estripá-las.

Essa tentativa foi bem sucedida com Mr. X em Resident Evil 2, mas o pobre Nemesis  mais se parece com um gato de desenhos animados no estilo Tom & Jerry, que persegue sua presa sem parar, mas só consegue fraturas e humilhações...

Minha nossa, Nemesis como vilão é comparável ao Frajola...

Deixei escapar outra risada.

Juri – Super Street Fighter 4
 

 Juri foi criada para ser a mais nova vilã da série, poderosa rival de M. Bison, mas não houve muito êxito nessa empreitada.

Para começar, ela é (mais) uma assassina impiedosa que sente prazer em causar dor a seus inimigos. Para isso já temos o já citado Vega (esse sim merece respeito!), além de Gen e Akuma. Todos um TANTO melhores do que ela.

Para piorar, ela tenta fazer o tipo “psicótica sexy”, mas não convence. É doloroso admitir isso, já que não sou exatamente fã do freak show conhecido como The King of Fighters, mas a vilã Vice faz esse papel bem melhor do que Juri.

Sua tentativa desesperada de ser sensual consegue deixá-la tão vulgar que até Ana Williams teria vergonha de sair com ela... Ela se contorce, mostra a língua e se insinua para qualquer coisa que se mova. Muito forçado.

Ela se comporta como aquelas moças, digamos, não possuidoras de uma beleza distinta ou muito carisma, que precisa obsessivamente chamar a atenção dos rapazes e, para isso, se oferece como um saquinho de balas de São Cosme e Damião. Aqui vai uma amostra:

 Juri: “Bisoooooon... Olha eu aqui pegando fogo! Tssss! Vem me pegar, meu ditador, vem!!!”


Bison: “Pare de se rebaixar, garota. Se eu gostasse de mulheres fáceis iria a um bordel...”.

 Juri: “Hmmmm... Para que se dar ao trabalho, se já estou bem aqui?”.

Bison: “Errr...........................................”

E foi nesse dia que Lorde Bison conheceu a vergonha alheia...

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Isso é tudo por enquanto, meus amigos. Antes de me despedir quero falar de algo já repetitivo vindo de mim, mas que umas poucas pessoas parecem não ter compreendido bem.

Essa última parte intitulada “Vergonhas da Categoria” é apenas uma forma ácida de fazer piada com personagens que EU considero fracos enquanto vilões. Não é minha intenção partir os sensíveis corações alguns de seus fãs, portanto se não gostaram da postagem ou discordam do que disse, comentem à vontade, mas sem nos atacar pessoalmente. Fica feio para vocês.

Aos demais leitores (os pensantes) eu agradeço a atenção. Claro, continuem acompanhando o blog, senão acionarei meus contatos na Shadaloo e mandarei Vega abri-los como porcos...

Até mais...

15 de outubro de 2013

Resident Evil... Zombando Zumbis Desde 1996

Só os fortes entenderão.

Bom galera, eu vim aqui escrever um pequeno material.

E eu sei que vai gerar uma polêmica do cacete, mas mesmo assim, vamos lá...

O que acontece é que eu amo Resident Evil, amo de verdade, principalmente do 4 em diante, mas não quer dizer que (hoje em dia) eu não goste do 2 e 3. Sendo que ainda acho o 1 um amontoado de merda.

Porém, o meu gosto pessoal sobre RE não vem ao caso agora e sim outro fator, o que me deixa profundamente incomodado algumas vezes.

No geral, vejo muita gente endeusando os enredos da série e eu honestamente não vejo NADA demais na esmagadora maioria deles. E eu acho que no fundo o que há é uma confusão entre o gostar demais e querer mesmo que sem querer (querendo) atribuir qualidades que muitas vezes o jogo em si não possui.

Mas sério, antes de criticarem ou comentarem coisas como "seu maldito do inferno, morra por sua opinião de merda", ao menos leiam o que quero transmitir e irão ver que não tenho tanta falta de razão assim.

Antes de mais nada, quero realçar, eu GOSTO muito da série, eu tenho original do 4 em diante, todos eles. No meu lindo PS3, e sério, apesar de adorar a jogatina, fico triste por assim como Street Fighter, a Capcom deixar seus dois carros-chefes sem um enredo digno. Tá certo que Street Fighter teve Alpha 3 mas a Capcom foi BURRA por lançar ele junto com lançou Third Strike, Darkstalkers e mil jogos de luta de uma só vez.

Logo nenhum deles ganhou destaque... Não como mereciam, isso foi uma tacada idiota da empresa, e ela não repete tais fórmulas devido aos "fracassos" em venda de todos eles. Incrível como uma empresa pode ser tão idiota às vezes.

Mas estou divagando, vamos logo começar essa joça.

Resident Evil


Bom, tudo começa com o Bravo Team se fodendo em montanhas onde há suspeitas de canibalismo, e com isso o Alpha Team foi enviado e depois por motivos sem importância... Quatro membros ficam presos numa mansão... Sendo dois deles jogáveis, Chris e Jill.

Sério, se perde muito de cara, a ideia do canibalismo se bem explorada, poderia até gerar um horror legalzinho, mas porra, do nada o foco se passa numa mansão com arquétipos (sempre quis usar essa palavra) humanóides geneticamente modificados com traição de um membro do grupo e uma suposta morte.

Isso sem falar na fuga de helicóptero e no vilão morrendo com lança-mísseis.

Caralho, isso é clichê demais. Onde já se viu isso? Tipo, em todos os filmes de ação da história?

Sinceramente, não tem condições de levar Resident Evil à sério e tem anos, povo não se toca mesmo...

Pensa em como seria FODA um jogo onde o foco seria sobreviver à um grupo de canibais, mas eu digo canibais e não zumbis comedores de cérebro, imagina que desconcertante lidar com PESSOAS SEDENTAS DE CARNE HUMANA.

Resident Evil 2

Olha, um frango assado...

Dois meses se passaram, tudo parecia chuchu beleza até que Leon, que estava indo pro RPD (Raccoon Police Departament - Departamento Policial de Raccon) e no seu primeiro dia de trabalho, nos mostra ser um puto azarado dando logo de cara com a cidade infestada por zumbis. E acaba tendo que se alojar no prédio da polícia.

O mesmo pra Claire, que buscava seu irmão (Chris, todos sabem mas é bom falar...) que levou um puto dum chá de sumiço desde o primeiro jogo. E ela meramente busca ao menos pistas do irmão.

Ok, até aí tudo certo, dois desavisados numa cidade em meio ao caos zumbi, funciona bem. Porém, é algo muito... Comum. Ainda assim!

E sem falar nas firulas dos meados do jogo, que apesar que aqui funcionam bem, muitos são desnecessários, como os documentos que retraram o primeiro jogo ou alguns poucos que "complementam" esse mesmo. Não faz a MENOR diferença.

Como os motivos da Ada ajudar o Leon. Simplesmente são "pequenos" e mesmo que existissem não fariam diferença, assim como a mãe de Sherry e etc...

Principalmente porque Ada usa Leon e nada além disso importa.

O que importa além do fato dos dois desavisados no caos é que Willian Birkin tem o G-Virus (mutação do T-Virus) consigo e vira um chefe, e que Mr X está atrás de quem está jogando no segundo CD.

Apesar de tudo, o povo considera isso um excelente enredo... Eu hein. Sendo que pra mim parece um filme da sessão da tarde.

Resident Evil 3: Nemesis

Só um beijinho Jill, não seja má.

"September 28th, daylight... The monsters have overtaken the city. Somehow... I'm still alive."

Isso pode ser resumido em:

"Infestação zumbi porque sim e com uma donzela envolvida como heroína pra salvar a humanidade."

Resumi RE3 em uma frase, mas claro que isso seria muita sacanagem da minha parte... A real é que o jogo se passa dessa forma como eu disse, Jill está na cidade enquanto foi infectada por motivos que não fazem diferença alguma, afinal não é necessário descobrir tudo isso. Mas claro que é revelado.

O grande foco é fugir de Nemesis, a suprema arma fucking asshole da Umbrella, e nesse meio tempo o grupo de mercenários da própria Umbrella trabalha de faixada tentando "ajudar" civis, mas na verdade só queriam amostras do T-Virus. E nesse meio tempo descobrimos que Nicholai é um vilão legal mas que infelizmente morre... Ou não. Depende do seu final.

Agora, quando eu digo que apesar de bom de jogar, RE tem clichês monstruosos o povo ainda vem me xingar, como o povo justifica a heroína americana que apesar de ser a foda que resolve tudo ela acaba ferida/infectada e precisa do HERÓI MACHO DO BEM (Carlos, ninguém sabia, por isso que eu coloquei o nome dele aqui) pra ajuda-la na busca de um antídoto e salva-la?

Em quantos filmes e jogos já vimos isso mesmo? Pois é.

Essa é a dose de maturidade de Resident Evil.

Resident Evi: Code Veronica


Bom, o roteiro desse jogo não é necessariamente excelente.

Mas também não é ruim. Ainda mais pra uma série que normalmente tem a mesma profundidade uma dose de whiskey. Dois dedos e nada mais.

Mas a real é que Code Veronica é um jogo injustiçado, porque no final das contas ele possui o melhor enredo da série, claro que com problemas aqui e ali mas no geral ainda assim possui muita coisa boa.

Porém, olha isso, os irmãos Ashford (Alfred e Alexia) tendo sérios problemas psicológicos devido à ausência de uma mãe e do pai distante que meramente usava de suas inteligências pra cobrir as próprias falhas na empresa. E isso se bem usado poderia gerar uma coisa melhor, mas no final, remete à um cara que tem péssima interpretação de louco e uma mulher que é megalomaníaca.

De novo.

E Code Veronica abusa de clichês góticos de mansão e com direito à Claire chegando lá e ouvindo risadinhas no melhor estilo "filme de bruxa", daqueles decadentes mesmo.

Tudo isso aliado à um parceiro andrógeno chamado Steve que ajuda a irmã Redfield, e apesar de visualmente BEM TOSCO ele ainda assim parece um personagem legal.

Nem tudo pode ser perfeito mesmo.

Principalmente quando descobrimos nesse jogo que Wesker já é um mega fucking faster man with superpowers e dá uma mega surra em Chris no meado do jogo pra no final os dois quebrarem o pau quase que de igual pra igual e sendo separados por um mero escombro em chamas... Mas o Wesker disposto a matar o Chris não poderia quebrar tudo e dar nele uma bela surra...??? Hein???

E sabe o que é mais engraçado? Os fanboys que tanto defendem a série clássica do 1 ao 3, ignoram esse jogo provavelmente por não ter um número na frente, tanto é que o "molde/modelo" dele nunca mais foi usado, porque a própria Capcom achou a venda dele fraquíssima perto dos demais, mesmo com todas as versões e etc...

Fanboy se zoa mesmo. Na moral.

Resident Evil Zero


Diferente de Silent Hill, que por mais que eu não jogue, eu tenho muito conhecimento graças ao Dipaula (postador esporádico aqui), a série teve o primeiro jogo e um que tentou (erroneamente) justificar seus eventos anteriores (Origins), mas olha a diferença... Silent Hill tem um enredo que pode ser trabalhado pra isso, e Resident Evil não.

Sério, quase sempre jogos que tentam dar uma origem aos eventos do primeiro jogo beiram o fracasso, e é tão idiota fazer isso com Resident Evil da mesma forma que fizeram com God of War (Ascension) ou Gears of Wars (Judgement).

Povo não entende que algumas coisas devem continuar simples, porque a tendência é piorar.

Olha isso, uma garota (Rebeca), personagem do RE1 coadjuvante, aqui é jogável porque ela é do Bravo Team, que chega lá e assim encontra o condenado à morte Billy. E com isso tentam sobreviver ao caos da mansão.

A policial e o bandido, quase o enredo de um filme pornô...

Mas sério, esse jogo por melhor que seja em gameplay (coisa que a série sempre foi, não há como negar) o seu enredo continua à beira do abismo, o legal do jogo não é matar zumbis?

Por que diabos faria diferença como eles se transformam em zumbis uma vez que o jogo não tem profundidade?

O jogo existe pra te mostrar que o Progenitor virus com o Ebola e DNA de sanguessuga misturado com açúcar, tempero e tudo que há de bom pode se transformar no T-Virus.

Além de mostrar a mutação em cães, babuínos, vespas, lagarto, morcego e por aí vai. Um jogo de infestação zumbi mostrando animais infectados.

Ah fala sério...

Resident Evil 4

Surprise, motherfuckers!

Aaaaaah Resident Evil 4, como não zombar desse enredo de BOSTA, sendo o mais escroto e retardado de toda a série...

Duvida de mim? Olha isso: Umbrella se ferrou, quebrou e etc... Leon foi contratado pelo governo americano logo após sobreviver ao caos de Raccon City nos eventos de RE2 e simplesmente dali em diante virou um super james bond americano, agente secreto super mega foda somente chamado pra missões terríveis e sombrias.

Como salvar a filha do presidente, Ashley em toda sua irritância, que foi sequestrada e está num vilarejo de uma cidade na Espanha.

Sinceramente, só pela voz da Ashley eu entregaria ela de mãos beijados pro primeiro cara hostil que eu visse pela minha frente. Vai ser mal dublada/interpretada assim lá no inferno.

Mas esse jogo tem outra peculiaridade, que é a pouca importância que TODOS os personagens além de Leon e a filha chata de voz irritante tem. E nem tem tanta assim, são mais focados por serem os jogáveis mesmo.

Luis Sera, o cientista, Krauser, o amigo de treinamento de Leon que foi dado como morto pra se submeter ao Las Plagas pra poder vencer o rival, e até mesmo os ajuadantes de Saddler, assim como o mesmo.

Eles mal aparecem, não tem importância e depois no final do jogo quando te perguntam o que houve com Krauser e Luis, você nem lembra que eles morrem. E eu não digo de brincadeira, um amigo meu nem lembrava do Luis, outro nem lembrava do Krauser, e outros nem lembravam de nada.

Ada reaparece mas não tem o devido destaque também, assim como todo o resto...

Saddler é outro, que é um vilão tosco, querendo espalhar sua religião maluca pelo mundo com o Las Plagas (parasita infectador que causa mutações e blá blá blá) e pra isso sequestra a filha do presidente pra que assim possa ter dinheiro do resgate o suficiente pra tal feito.

Sinceramente, a ideia de um cara no lugar do monstro é boa, mas foi usada de forma TÃO IDIOTA que eu imploraria Tyrant ou Nemesis de volta.

Kekfa do Final Fantasy VI matou um vilarejo inteiro com uma porção de veneno num riacho, acho que faltou a ideia brilhante do Saddler de tipo... ESPALHAR O LAS PLAGAS EM OUTROS LUGARES ALÉM DOS ARREDORES QUE ELE MORA.

E pra isso nem é necessário muito dinheiro...

Meu, é muito idiota, vamos pro próximo, chega de falar do pior enredo da série...

Resident Evil 5


Eis aquele que eu acho mais digamos... "sincero" dentro da proposta de Resident Evil de forma geral.

Ele não tenta ser grandioso e épico, ele simplesmente é sincero, transformando o jogo mais do que nunca em um total shooter de matar monstros com história simples e ainda assim cretina como as demais.

Mas isso não torna o enredo desse game bom, na verdade ele tem o mesmo nível ruim de todos, só pelo menos não tenta ser o que nunca foi...

Chris é o soldado agora mais bombado do que nunca, tentando resolver o problema de bioterrorismo na África, ao lado da sua nova parceira, Sheva. Linda, nativa, negra e gostosa com seu sotaque britânico que nunca fez sentido pra mim.

O até então personagem de RE1 e que fez uma breve participação em Code Veronica, agora volta novamente como protagonista, e com ele de volta, temos Wesker. É claro!

Ainda mais depois da mega surra que ele levou, acho que isso fez ele acampar na frente da academia vivendo de comida integral e anabolisante por uns 5 anos. Tudo pra vencer o vilão...

Vale citar que Wesker é o único vilão que eu acho bacana de toda a série, ele é um cara com o T-Virus no corpo e usa isso à favor dele, querendo causar uma "seleção natural" com os seres humanos injetando neles o Uroborus (que é mistura do T-Virus com Las Plagas e etc...). Mas esse papo megaloamaníaco ainda é um saco mesmo Wesker sendo melhor que os outros.

Mas, novamente os coadjuvantes como Ricardo Irvin, o terrorista vendedor de armas biológicas assim como Excella Gionne, dona da Tricell (empresa fabricadora das armas, na qual ela é presidente da filial africana) não fazem a menor diferença, assim como Josh, o cara que treinou Sheva e etc...

Ou vai me falar que se lembra de todos eles e sua incrível "participação" no jogo? Hein? Desafio você...

O que realmente importa é que Chris começa uma missão com Sheva, abandona ela quando descobre que Wesker está envolvido, salva Jill e quebra o pau com ele no final até a morte do vilão. O que acontece nesse meio tempo tem o mesmo significado do par de meias que você ganhou de natal da sua tia-avó de longe.

Resident Evil 6


Eis um jogo totalmente injustiçado em termos de mecânica e gameplay, mas não vou entrar nesse âmbito hoje, algum dia eu farei um post sobre ele, porque me falava as DLC's e agora que as tenho, só me falta tempo pra jogar e falar sobre tudo do jogo.

Agora, de modo geral, Resident Evil 6 tem pouco mais de enredo que os outros. E isso o torna bom de enredo?

Claro que não... O lance é que por ser 4 campanhas, 4 últimos chefes e todas as campanhas se entrelaçarem exige pouco mais de acontecimentos envolvendo os 7 personagens principais jogáveis (Leon Kennedy, Helena Harper, Chris Redfield, Piers Nivans, Jake Muller, Sherry Birkin e Ada Wong) e com isso pode até dar uma ilusão inicial, que eu mesmo tive, de que o jogo tem um bom enredo, sendo que na verdade só tem mais volume...

É até complicado por onde começar, mas vamosa por partes, afinal, cada um tem um foco.

Leon e Helena, agentes secretos do governo vão atrás do assessor de segurança nacional, Simmons, que no final vira chefe. Chris e Piers investiga a situação através de uma campanha similar à qualquer jogo da série Call of Duty ou Battlefield e descobre a "real ameaça" do jogo. E claro, a impedem. Jake é perseguido por ter a cura do C-Virus e com isso precisa fugir do Unstanak (que é uma referência ao Nemesis), uma arma biológica feita pra brincar de pique-pega com ele, e nesse processo, Sherry enviada por Simmons o ajuda.

E tem a campanha de Ada, na qual ela vai tentar resolver a parada com a líder da Neo-Umbrella, sua clone Carla.

Tudo além disso, é uma mera encheção de linguiça e muito divertida por sinal, é incrível como o povo critica o enredo de Resident Evil e o tenta levar à sério, sendo que a Capcom deixa claro à todo instante que Resident Evil e Street Fighter são jogos sem muito conteúdo pra atingir a grande massa de jogadores.

Deixando bem claro que das 4 campanhas, os finais não são grande coisa, um deles é legal, o outro é dramático e os outros dois são toscos, mas vou deixar vocês descobrirem por conta de vocês.

O que posso adiantar é que a famosa campanha do Leon que geral falou tão bem é UM SACO. E a do Jake é a melhor. Doa a quem doer.

Resident Evil: Revelations


Outro jogo da série com ao menos uma pitada de enredo...

Mesmo que muito sutil, claro. Trata-se de um enredo onde uma organização do governo (FBC) quer mostrar ao mundo quem manda e deixa-los sempre com medo de suas ações, com isso a BSAA, uma organização recém-formada por Chris, Jill e demais seguidos pela mente de Clive O'Brain.

Teoricamente, o enredo do Code Veronica é melhor mas só na teoria mesmo, porque o do Revelations é muito mais instigante, apesar de menos criativo, além de na prática funcionar imensamente melhor.

Mas muita coisa acontece no jogo, como eu mesmo já citei no blog sobre, mas apesar de tudo abusa de clichês como a mulher gostosa super ultra sexy sedutora que trai o amigo ingênuo (pobre Chris, sofrendo nas mãos da sedutora Jessica) e outros que seria até redundância falar, praticamente tem em todos os jogos.

Sem falar na "morte" de Reymond, que não convence ninguém e depente ele ta vivo...

Ou a morte de Parker, o que MUITA GENTE torceu pra caralho e também não aconteceu, e olha que a dele quase me convenceu...

Sério, duas mortes que não convencem ninguém. NINGUÉM. Sabe quando o cara morre no filme/livro/série/jogo e você pensa: "Morreu nada, daqui a pouco essa porra aparece de novo". É por aí.

Parker é um personagem que muita gente odiou, achou chato, sei lá, pra mim ele num fede nem cheira... Muito personagem pior aí e o povo nem liga.

Mas Revelations tem sim, seus clichês monstruosos como todo jogo da série... Mas ao menos a Jill não foi salva pelo herói mega machão da vez. Ufa!

Em contrapartida temos um vilão (Morgan) com postura elitista porém que dessa vez não é um mutante de tentáculos, mas ainda assim, usado de maneira tosca e é um cara totalmente sem carisma. Não dá pra sentir um ideal forte vindo dele ou torcer pra que ele de alguma forma vença, a gente torce é pra que ele se foda mesmo.

Estereotipagem, a gente vê por aqui.

Ao menos, esse jogo é o único que tem final. Eu digo um final mesmo, mostrando o que houve com cada personagem e etc...

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Muita gente pode até mesmo interpretar esse post como zueira (e de fato é) mas a grande sacada por trás de Resident Evil, é que se trata de um jogo casual com excelente gameplay anos luz à frente do seu tempo, e infelizmente o povo leva um pouco à sério demais...

É bem idiota levar esse jogo à sério da mesma forma que o público critica os títulos de ação por não serem iguais aos antigos, uma vez que são propostas diferentes, devem sim ser analisadas de formas diferentes.

Por isso destrinchei a série em termos de enredo pra poder falar aqui, mas só quis falar dos títulos principais mesmo, nem quero falar de uma série de jogos ruins com status cult entre os fãs (série "Gun Survivor"), nem da série Chronicles que nem tive o menor interesse... Porque uma série que "tapa-buracos" de Resident Evil é meio demais pra mim, porque é como se houvesse enredo bom o bastante pra ter buracos... Ou então de uma série com boas ideias que logo virou um jogo que se mata elefante zumbi (Outbreak).

Infelizmente, a massa não entende proposta e como cresceu jogando esse tipo de coisa, associa ao fato de ser MADURO e PROFUNDO por ter um documento aqui e ali que explica o universo e não cada jogo isoladamente em si.


Por favor né...

Mas enfim, se o blog parar depois desse post, provavelmente fui assassinado por um fã putinha da série que PROVAVELMENTE não concorda comigo... E se minha casa aparecer no noticiário explodida por bombas nucleares, eu agradeço à todos que leram esse blog e meu testamento vai deixar claro pra quem deixo cada um dos meus bens.

E graças ao leitor Lucas Freitas, grande amigo inclusive, temos essa imagem que justifica parte do enredo de Resident Evil: Zero.


Obrigado Lucas, ficou MUITO FODA!

18 de agosto de 2013

Skullgirls! Aquele Jogo Que Você Já Deveria Ter Comprado!


"As lendas dizem que um artefato antigo podem conceber desejos à uma mulher...

O CORAÇÃO DE CAVEIRA

Entretanto... se o coração dela é impuro, o desejo dela será corrompido e ela se tonará
um ser imensamente poderoso, atormentado pela destruição

A SKULLGIRL!

Uma nova Skullgirl surgiu, quem irá derrota-la e reinvindicar o Skull Heart."

E assim nasce um dos enredos mais simples que já vi num jogo de luta, porééééém... Isso é um problema?

Não! Claro que não!

Virtua Fighter nem história tem (a pouca presente está nos manuais dos games originais) e nem por isso deixamos de jogar, certo? E não é necessário ir muito além pra ver jogos com histórias com profundidade de poça d'água como Street Fighter, Tekken e etc...


E isso nunca os tornou ruins.

Skullgirls é um jogo indie feito pela Revenge Labs e Lab Zero Games e uma coisa no jogo me intriga muito.

Os leitores do blog sabem MUITO bem que eu não ligo pra gráfico,mas jogar Skullgirls sem notar o capricho gráfico dos personagens e cenários é loucura, é sem dúvidas o 2D mais impressionante que já vi na vida.

É realmente admirável, coisa de ficar observando cada detalhe como se tivéssemos a oportunidade de ficar olhando a apenas 1 metro de distância de uma mulher bela como Angelina Jolie.

Pras mulheres, elas que pensem num bom exemplo, não observo homens.

Mas é fantástico, todos os cenários são ricos de detalhes, movimentos e é um capricho monstruoso, coisa que eu raramente vejo principalmente se tratando de jogos de luta onde cada vez mais o foco é gameplay e modo online.


Felizmente, Skullgirls é um pacote completo!

Vamos por partes:

A jogabilidade do game é simples, e ao mesmo tempo complexa, simples se jogando um personagem contra um, e é algo bem próximo de Guilty Gear ou BlazBlue pela possibilidade facilitada de combos e links, maaaas nada tão gratuito e automático como em Street Fighter X Tekken, exige tempo e habilidade, apesar de não serem necessariamente tão complicado como em outros jogos.

Quando se joga com mais de um personagem de uma vez, uma vez que você é livre pra jogar com 1, 2 ou até 3, usando assists e etc, é realmente MUITO parecido com Marvel vs Capcom, em especial o segundo jogo, é extremamente parecido o modelo de jogo. E super divertido!

Quanto aos sons, olha, o menu do jogo e os sons segue uma ideia de cinema anos 20 super diferente, criativa e ousada, eu nunca tinha visto nada parecido num game de luta e aprovei a ideia. Se uma possível continuação do jogo perder esse tipo de traço de identidade, certamente eu ficarei puto!

Ah, vale citar que toda a trilha sonora foi composta por MICHIRU YAMANE.


Não conhece ela? Sério mesmo?

Eu te apresento, ela é a compositora foda que faz OST de quase todos os jogos de uma série pouco conhecida chamada CASTLEVANIA.

E sim, ela fez do Symphony of the Night e do Order of Ecclesia. Que são fantásticas trilhas sonoras. Não que a dos outros não sejam...

Mas enfim, agora, um ponto foda são os personagens, são diferentes, criativas e no mínimo... bizarras em alguns casos, mas eu particularmente gostei de todas.

O jogo tem modos simples como Online, Arcade, Versus maaaaaaaaaas...

Story mode que até então a maioria dos jogos dessa geração anda MUITO defasado, ou então aqueles arcades sem final decente como Street Fighter IV e tantos outros, não aconteceu aqui!


O modo com o enredo das personagens veio simples e muito caprichado, as personagens tem uma introdução, diálogos interessantes e com muita coesão com as demais personagens e nenhuma delas enfrenta a última chefe "porque sim", todas acontecem ou aconteceu algo que as motiva e as move até esse confronto. Lembra bastante Street Fighter Alpha 3 e Bloody Roar II.

Outra coisa bacana, é que nem tudo do personagem é oferecido de forma automática, muitas vezes você só vai entender uma determinada coisa da personagem escolhida jogando com outra, justamente porque faz parte da apresentação do universo do game, que por sinal é muito bem construído, e usa todos os seus elementos aos poucos, permitindo assim gostar mais de todos os personagens de uma vez, já que envolve mistérios e detalhes a cada jogada.

Um exemplo bobo e sutil, é o motivo pelo qual Ms. Fortune tem o corpo daquele jeito, jogando com ela isso não será explorado, porém ao jogar com Cerebella, esse motivo é revelado com detalhes, porque ele é parte do contexto do enredo dela.

Ou então a ligação entre Peacock e Marie, que só é citada jogando com outros personagens.

Isso torna o jogo mais cativante, você acaba jogando com todas pra saber o que ta rolando e entende o quanto esse enredo apesar de simples é interligado de forma lógica, sem aqueles velhos buracos que vimos constantemente em outros jogos.


Tudo isso com ilustrações fantásticas no melhor estilo Guilty Gear e BlazBlue.

Com tudo isso em vista, ainda tem um tutorial bacana, simples e objetivo que te explica TODOS os passos do game, e nem por isso é necessário um trial gigantesco infinito como os de Street Fighter IV ou KOF 13 pra se aprender tudo do personagem.

Na verdade, você aprende o básico, pequenos combos e os especiais, acho que se todo jogo de luta fosse assim, evitaria o estresse causado por um maldito trial de jogos como os já citados acima.

Afinal de contas, combos extremos são coisas pra profissional e deixar isso pra um jogador casual pode ser mais frustrante que divertido!

O único grande problema, é a quantidade de personagens, que são meramente 8, é muito pouco pra um jogo de luta atual, porém se entendermos que se trata de uma produção Indie, focada em seu bom enredo então acaba deixando de ser um problema grave.

Mas ainda assim um problema... Porém, personagens DLC's estão vindo aí.

E acho que é só, Skullgirls é um jogo simples, mas tem muito conteúdo a oferecer, e vai atingir desde os fãs de jogos de luta quanto aqueles que só jogam esse gênero por boas histórias.


Uma curiosidade interessante, é o fato do artefato ter personalidade e vontade própria, e se um desejo é feito pela metade... Ele acaba sendo sacana e EXTREMAMENTE parecido com Calypso em Twisted Metal.

Se você jogou Twisted Metal 2 ou o Head-On e entendeu os finais, sabe muito bem do que estou falando.

30 de julho de 2013

Top 5 - Melhores Cães dos Games

Sim, você leitor não está lendo errado. Esse é um post sobre os melhores K-9 dos games.

Se querem atirar pedras, atirem no Lucas, que sugeriu essa ideia maluca. Ele é do blog Unidos Pelos G@mes e sugeriu essa ideia.

Afinal de contas, na postagem dos Melhores Índios dos Games eu deixei bem claro que quem pedisse um top, e desde que houvesse possibilidades eu realmente o faria, na melhor forma de me aproximar de vocês leitores.

Porém, o blog ainda tem a regra básica.

Meu blog, minhas regras.

Então... o assunto é sobre cachorros, os mais carismáticos dos games, se a postagem ficar curta, culpem o Lucas. Ok?

5° Lugar - Rush


Bom, se você joga videogame há um certo tempo, com toda certeza já teve acesso à franquia do robô azul mais carismático de todos os tempos. E sem dúvidas por tabela viu Rush.

Rush é nada mais que seu cão fiel criado por Dr Thomas Light em Megaman 3, um cão robô que poderia se transformar em mola dando acesso a lugares mais altos, submarino e com os passar do tempo (leia-se: passar dos games) ele foi adquirindo novas habilidades inclusive de se tornar uma armadura muito foda pra Megaman!

Sinceramente, ele é FODA!

Sem contar as participações no antigo desenho (credo) e nos jogos de luta como Marvel vs Capcom onde ele é um assist de Megama. Excelente tática da Capcom pra colocar o robô num jogo de luta, dando mais recursos à ele.


4° Lugar - Hewie (Haunting Ground)


Haunting Ground é um jogo interessante, onde Fiona Belli foi aprisionada num castelo e tenta com todas as forças fugir de lá. E logo de cara, vemos um pobre cãozinho aprisionado em uma armadilha e está lá, Hewie, fiel amiga da loira sexy até o fim do jogo.

O jogo é interessante e o jogador controla Fiona nas coisas mais inusitadas possíveis e imagináveis, entre elas um gigante deformado com mentalidade de uma criança, porém viciada em sexo, uma mulher criada com Alquimia e sem emoções com uma expressão fria de gelar a espinha e até mesmo um cara em chamas...

A vida de Fiona é cheia de emoções fortes, fortes até demais pra um único dia, eu diria.

Nisso tudo, Hewie é o único amigo de Fiona, no qual à ajuda na hora de enfrentar chefes, pegar itens e etc. É necessário um relacinamento com o cachorro, com um sistema que inclui elogios e críticas negativas ao cachorrinho, e isso influencia fortemente no final do jogo, diga-se de passagem.

E vale citar, que pro PS2, Hewie é SUPER bem feito, o 3D do cachorro impressiona. Movimentação e o escambau dele é tudo muito bem feito.


3° Lugar - Scias (Breath of Fire IV)


Scias é um personagem bem interessante, que vive por dinheiro devido aos costumes de seu clã. Um mercenário de poucas palavras, magrelo e apesar de ser um cão, tem um corpo humanóide...

No jogo, conhecido por ser um amante das bebidas (e digo mais, esse detalhe foi PROVAVELMENTE censurado pelos americanos, pois não sei se sabe, BOF4 teve cortes absurdos no jogo...) e que tem uma técnica de espadas com aquela velha ideia do Battousai, o retalhador... Sacou, cortou, volta a espada pro lugar, técnica no jogo conhecida como "Quickdraw Sword". Sentiram a fodeza? E o mais legal que seu estilo se chama Bushi Dog.

Scias é o tipo do cara que vive uma vida dura de mercenário, e simplesmente adora o que faz e não muito ou quase nada é revelado sobre seu passado, só se sabe que ele é um dos melhores do ramo e que está nisso há bastante tempo.

A única curiosidade sobre ele fica à respeito da versão japonesa de Breath Of Fire IV onde lá, Scias tem problemas notáveis (e sérios) com álcool, deixando claro falta de concentração de sua parte e mostrando um lado mais humano, que precisa de beber pra sair um pouco da vida dura que leva.

E os americanos quando viram aquilo e censuraram, trocaram seu problema com bebida por uma gagueira...

Sério americanos?


2° Lugar - Deego (Rogue Galaxy)


No universo de Rogue Galaxy, duas potências intelergaláticas disputam uma guerra há muitos anos.

Deego e seu amigo Gale, eram de um dos lados dessa guerra. E em meio a uma ordem de aniquilar soldados vestidos de civis, Deego descobre que eles eram civis de verdade, com direito a crianças morrendo, caindo de cara numa emboscada, tenta avisar seu amigo sobre isso e acaba levando um tiro no braço direito no lugar dele para salva-lo. Perdendo assim o braço e dando lugar eventualmente à um braço mecânico.

Quando percebem que eram manipulados pelo exército, abandonam-o e seguem suas vidas ao lado de Angela, amiga de infância de ambos. Mas Gale não conseguia ficar livre da sua vontade de voltar ao campo de batalha... Assim, acaba se aliando à um mafioso, que o manda colocar fogo na casa de Angela, e ele ainda obedece.

Caralho, que sujeitinho filho da puta...

E depois, acaba sendo dispensado pelo seu amigo mafioso, entrando em confronto com Deego, mas mesmo ambos tendo acertando suas contas, e Gale se vingando (leia-se: matando) do tal mafioso. O filho vai lá e pimba, mata Gale.

Com isso Deego entra pro grupo, determinado a acabar com a guerra espacial que tanto arruinava famílias e pessoas como Gale. O cara é foda, bate foda, tem visual foda, e uma personalidade e background FODA!


1° Lugar - Koromaru (Persona 3)


Falar de Koromaru nem de longe é tarefa complicada pra mim...

Vocês devem estar se perguntando porque eu escolhi ele e eu pergunto a vocês...

POR QUE EU NÃO O ESCOLHERIA?

Koromaru é basicamente um cachorro com persona... E isso é MUITO FODA!

Koromaru basicamente foi atacado por um shadow muito mais forte que de costume (eventos do game, quem jogou sabe do que se trata), e acabou se defendendo dele, e matando ele, mas apesar de tudo era um simples cachorro e quase morreu no processo. Os integrantes do SEES (membros do jogo que o jogador controla) não tiveram tempo de descobrir do ataque antes que o pobre cãozinho tentasse fazer algo sozinho. E nisso o levam pra pensão onde moram e lá dão à ele uma vestimenta que facilitaria o processo de invocação do seu persona.

Normalmente seria um tanto estranho cachorros possuírem emoções e personalidade à ponto de ter um persona, e no jogo é explicado em determinada parte com o fato de Koromaru ser um cão de rua que ficava perto do templo religioso da cidade, e um sacerdote o alimentava todo dia, cuidava, dava água e carinho.

Além de caminharem um certo trajeto todo dia. Mas sem que ele soubesse, se amigo sacerdote sofreu um acidente de carro e morre, e com isso Koromaru fica no aguardo do seu "dono" e com isso ele lá ele permanece e ainda assim realizando o tal percurso que seu dono fazia com ele, só que sozinho... E a falta do dono aliado à sua já esperteza natural, o ajuda a despertar um persona.

Meio bizarro, mas ele tem carisma ao extremo, e tudo isso ajuda E MUITO pra que ele seja um personagem absolutamente carismático! É uma coisa que só pode explicar quem jogou mesmo...

E Cerberus é um persona muito legal. Muito mesmo!

Menção Honrosa!

Interceptor (Final Fantasy VI)


Interceptor é nada além de um dos melhores personagens de Final Fantasy VI, Shadow!

Em um tempo, onde Shadow vivia com uma mulher uma vida normal, e na torre de Thamasa encontrou Interceptor e decidiu leva-lo consigo.

O mais estranho dessa parte, é que como em todos os RPG's mais antigos, as coisas são meio "porque sim..." e sério, Shadow decidiu do dia pra noite, sem motivo algum mudar de vida e nome, e ordenou Interceptor que ficasse mas ele não o obedeceu e desde então são amigos mais unidos que unha e carne.

O mais interessante é que existe a possibilidade de Shadow morrer durante o game, e se ele morre, Interceptor se tornará fiel à Relm.

Mas justo a Relm que é tosca pra caralho? Oh well...

Em aspectos de gameplay, jogando com Shadow, o seu crítico pode variar e nessa variação, Shadow dá a ordem, Interceptor vem e nisso com um único ataque aniquila o inimigo. Bem legal o golpe por sinal.

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Bom, pra concluir, esse foi o pedido do Lucas, espero que tenham gostado, divulguem e tals, vocês sabem o procedimento. Mas se tiverem alguma ideia mesmo que maluca como essa, eu realmente vou tentar botar em prática. Sintam-se à vontade para dar sugestões de Tops desse tipo!

Enfim, fui! E desculpem a demora pra postar, a falta de tempo aliado ao trabalho tem me ferrado muito!

Mas ainda assim, continuo firme aqui!

14 de julho de 2013

NOTÍCIA FODA DE... ULTRA STREET FIGHTER IV!!!!


E aí galera, salve salve!!!

Sei que não tenho o hábito de vir aqui no blog pra dar notícia de coisas de jogos, somente pra falar deles ou debater sobre...

Mas foda-se. A notícia é boa demais pra ficar sem aviso!

O bangue é o seguinte, tava rolando a Evo 2013 esse em Las Vegas nos dias 12, 13 e 14 de julho!

Com a Evo, sempre algo bom de Street Fighter acaba sendo anunciado, seja no torneio de 2009 que anunciaram o Super ou em 2011 anunciando o "2012 version" que atualiza o game com muitas alterações nos personagens extremamente positivas deixando assim o jogo (ainda) mais equilibrado.

Street Fighter IV surgiu em 2008, saiu nos consoles caseiros em 2009 e desde então vem desbravando multidões de fãs por todo o mundo. E tudo indica que dessa vez Super Street Fighter IV Arcade Edition terá um fim com essa atualização!

Olha, sinceramente, espero que sim, porque são 3 versões do mesmo jogo (se contar Super e AE) e dar um fim seria ótimo, tanto pra série renascer em um novo game (e uma nova forma de estuprar a todos os fãs...) quanto por um remake ou qualquer coisa do tipo envolvendo Street Fighter.

Mas o anúncio era que, depois do balanceamento de Street Fighter X Tekken com uma 2013 version (muito eficaz por sinal) haveria uma de SSFIV e ninguém confirmava nada, mas depois foi sim confirmada essa versão.

E tem mais, Ono (produtor do game) falou poucos dias antes da Evo que haveriam muitas surpresas boas.

E de fato, será um novo DLC do game, mesma ideia do Super pro AE porém...

SÃO 5 NOVOS PERSONAGENS E 6 CENÁRIOS DE UMA VEZ!!!!

AAAAEEEEEEEE CARALHO!!!!!

E O NOME É:

ULTRA STREET FIGHTER IV!!!


E os personagens são:

Poison!


Hugo!


Elena!


Rolento!


E o quinto personagem é...


Sobre ele só foi dito:

"A new character that has never been in Street Fighter" ou seja, um personagem nunca visto na série.


O que alimenta minhas expectativas de ser alguém de Final Fight uma vez que ambos os jogos se passam no mesmo universo...


Vale citar que apesar da ideia ser foda, temos mais um exemplo da clara notável preguiça da Capcom, uma vez que esses 4 personagens estão prontos por causa do Street Fighter X Tekken, e devem chegar agora em SFIV com menos brilho (SFXT é brilhante demais, toma no cu, parece que tem luz saindo de dentro dos personagens).

E isso é tão verdade que o cara falou a respeito dos 4 já confirmados:

"Já que vocês não jogam Street Fighter X Tekken mesmo, pensamos em colocar eles em Super Street Fighter IV..."

Eu honestamente quase chorei de rir!

Como tudo deve sair na final da Evo num trailer muito doido do caralho ao extremo cósmico galático...

Se for o caso eu posto aqui e atualizo esse mesmo post, até lá, o máximo que temos é isso:


Confiram, cada novidade inserida aos fãs na Evo (e consequentemente quem estiver assistindo online) eu posto aqui XD

E só pra constar...

CONFIRMARAM MODOS EXTRAS NO DLC! PQP! FINALMENTE CAPCOM!

NÓS VAMOS AO ENCONTRO DO MAIS FORTE!!!

E QUE VENHA ULTRA STREET FIGHTER IV! PUTA QUE PARIU!!!!

Agora o jeito é esperar até o começo do ano que vem...

A capa oficial é essa:

Se querem saber minha opinião, gostei MUITO da capa!

E aqui vai o trailer oficial:


O jeito é esperar! Enjoy!