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15 de outubro de 2013

Resident Evil... Zombando Zumbis Desde 1996

Só os fortes entenderão.

Bom galera, eu vim aqui escrever um pequeno material.

E eu sei que vai gerar uma polêmica do cacete, mas mesmo assim, vamos lá...

O que acontece é que eu amo Resident Evil, amo de verdade, principalmente do 4 em diante, mas não quer dizer que (hoje em dia) eu não goste do 2 e 3. Sendo que ainda acho o 1 um amontoado de merda.

Porém, o meu gosto pessoal sobre RE não vem ao caso agora e sim outro fator, o que me deixa profundamente incomodado algumas vezes.

No geral, vejo muita gente endeusando os enredos da série e eu honestamente não vejo NADA demais na esmagadora maioria deles. E eu acho que no fundo o que há é uma confusão entre o gostar demais e querer mesmo que sem querer (querendo) atribuir qualidades que muitas vezes o jogo em si não possui.

Mas sério, antes de criticarem ou comentarem coisas como "seu maldito do inferno, morra por sua opinião de merda", ao menos leiam o que quero transmitir e irão ver que não tenho tanta falta de razão assim.

Antes de mais nada, quero realçar, eu GOSTO muito da série, eu tenho original do 4 em diante, todos eles. No meu lindo PS3, e sério, apesar de adorar a jogatina, fico triste por assim como Street Fighter, a Capcom deixar seus dois carros-chefes sem um enredo digno. Tá certo que Street Fighter teve Alpha 3 mas a Capcom foi BURRA por lançar ele junto com lançou Third Strike, Darkstalkers e mil jogos de luta de uma só vez.

Logo nenhum deles ganhou destaque... Não como mereciam, isso foi uma tacada idiota da empresa, e ela não repete tais fórmulas devido aos "fracassos" em venda de todos eles. Incrível como uma empresa pode ser tão idiota às vezes.

Mas estou divagando, vamos logo começar essa joça.

Resident Evil


Bom, tudo começa com o Bravo Team se fodendo em montanhas onde há suspeitas de canibalismo, e com isso o Alpha Team foi enviado e depois por motivos sem importância... Quatro membros ficam presos numa mansão... Sendo dois deles jogáveis, Chris e Jill.

Sério, se perde muito de cara, a ideia do canibalismo se bem explorada, poderia até gerar um horror legalzinho, mas porra, do nada o foco se passa numa mansão com arquétipos (sempre quis usar essa palavra) humanóides geneticamente modificados com traição de um membro do grupo e uma suposta morte.

Isso sem falar na fuga de helicóptero e no vilão morrendo com lança-mísseis.

Caralho, isso é clichê demais. Onde já se viu isso? Tipo, em todos os filmes de ação da história?

Sinceramente, não tem condições de levar Resident Evil à sério e tem anos, povo não se toca mesmo...

Pensa em como seria FODA um jogo onde o foco seria sobreviver à um grupo de canibais, mas eu digo canibais e não zumbis comedores de cérebro, imagina que desconcertante lidar com PESSOAS SEDENTAS DE CARNE HUMANA.

Resident Evil 2

Olha, um frango assado...

Dois meses se passaram, tudo parecia chuchu beleza até que Leon, que estava indo pro RPD (Raccoon Police Departament - Departamento Policial de Raccon) e no seu primeiro dia de trabalho, nos mostra ser um puto azarado dando logo de cara com a cidade infestada por zumbis. E acaba tendo que se alojar no prédio da polícia.

O mesmo pra Claire, que buscava seu irmão (Chris, todos sabem mas é bom falar...) que levou um puto dum chá de sumiço desde o primeiro jogo. E ela meramente busca ao menos pistas do irmão.

Ok, até aí tudo certo, dois desavisados numa cidade em meio ao caos zumbi, funciona bem. Porém, é algo muito... Comum. Ainda assim!

E sem falar nas firulas dos meados do jogo, que apesar que aqui funcionam bem, muitos são desnecessários, como os documentos que retraram o primeiro jogo ou alguns poucos que "complementam" esse mesmo. Não faz a MENOR diferença.

Como os motivos da Ada ajudar o Leon. Simplesmente são "pequenos" e mesmo que existissem não fariam diferença, assim como a mãe de Sherry e etc...

Principalmente porque Ada usa Leon e nada além disso importa.

O que importa além do fato dos dois desavisados no caos é que Willian Birkin tem o G-Virus (mutação do T-Virus) consigo e vira um chefe, e que Mr X está atrás de quem está jogando no segundo CD.

Apesar de tudo, o povo considera isso um excelente enredo... Eu hein. Sendo que pra mim parece um filme da sessão da tarde.

Resident Evil 3: Nemesis

Só um beijinho Jill, não seja má.

"September 28th, daylight... The monsters have overtaken the city. Somehow... I'm still alive."

Isso pode ser resumido em:

"Infestação zumbi porque sim e com uma donzela envolvida como heroína pra salvar a humanidade."

Resumi RE3 em uma frase, mas claro que isso seria muita sacanagem da minha parte... A real é que o jogo se passa dessa forma como eu disse, Jill está na cidade enquanto foi infectada por motivos que não fazem diferença alguma, afinal não é necessário descobrir tudo isso. Mas claro que é revelado.

O grande foco é fugir de Nemesis, a suprema arma fucking asshole da Umbrella, e nesse meio tempo o grupo de mercenários da própria Umbrella trabalha de faixada tentando "ajudar" civis, mas na verdade só queriam amostras do T-Virus. E nesse meio tempo descobrimos que Nicholai é um vilão legal mas que infelizmente morre... Ou não. Depende do seu final.

Agora, quando eu digo que apesar de bom de jogar, RE tem clichês monstruosos o povo ainda vem me xingar, como o povo justifica a heroína americana que apesar de ser a foda que resolve tudo ela acaba ferida/infectada e precisa do HERÓI MACHO DO BEM (Carlos, ninguém sabia, por isso que eu coloquei o nome dele aqui) pra ajuda-la na busca de um antídoto e salva-la?

Em quantos filmes e jogos já vimos isso mesmo? Pois é.

Essa é a dose de maturidade de Resident Evil.

Resident Evi: Code Veronica


Bom, o roteiro desse jogo não é necessariamente excelente.

Mas também não é ruim. Ainda mais pra uma série que normalmente tem a mesma profundidade uma dose de whiskey. Dois dedos e nada mais.

Mas a real é que Code Veronica é um jogo injustiçado, porque no final das contas ele possui o melhor enredo da série, claro que com problemas aqui e ali mas no geral ainda assim possui muita coisa boa.

Porém, olha isso, os irmãos Ashford (Alfred e Alexia) tendo sérios problemas psicológicos devido à ausência de uma mãe e do pai distante que meramente usava de suas inteligências pra cobrir as próprias falhas na empresa. E isso se bem usado poderia gerar uma coisa melhor, mas no final, remete à um cara que tem péssima interpretação de louco e uma mulher que é megalomaníaca.

De novo.

E Code Veronica abusa de clichês góticos de mansão e com direito à Claire chegando lá e ouvindo risadinhas no melhor estilo "filme de bruxa", daqueles decadentes mesmo.

Tudo isso aliado à um parceiro andrógeno chamado Steve que ajuda a irmã Redfield, e apesar de visualmente BEM TOSCO ele ainda assim parece um personagem legal.

Nem tudo pode ser perfeito mesmo.

Principalmente quando descobrimos nesse jogo que Wesker já é um mega fucking faster man with superpowers e dá uma mega surra em Chris no meado do jogo pra no final os dois quebrarem o pau quase que de igual pra igual e sendo separados por um mero escombro em chamas... Mas o Wesker disposto a matar o Chris não poderia quebrar tudo e dar nele uma bela surra...??? Hein???

E sabe o que é mais engraçado? Os fanboys que tanto defendem a série clássica do 1 ao 3, ignoram esse jogo provavelmente por não ter um número na frente, tanto é que o "molde/modelo" dele nunca mais foi usado, porque a própria Capcom achou a venda dele fraquíssima perto dos demais, mesmo com todas as versões e etc...

Fanboy se zoa mesmo. Na moral.

Resident Evil Zero


Diferente de Silent Hill, que por mais que eu não jogue, eu tenho muito conhecimento graças ao Dipaula (postador esporádico aqui), a série teve o primeiro jogo e um que tentou (erroneamente) justificar seus eventos anteriores (Origins), mas olha a diferença... Silent Hill tem um enredo que pode ser trabalhado pra isso, e Resident Evil não.

Sério, quase sempre jogos que tentam dar uma origem aos eventos do primeiro jogo beiram o fracasso, e é tão idiota fazer isso com Resident Evil da mesma forma que fizeram com God of War (Ascension) ou Gears of Wars (Judgement).

Povo não entende que algumas coisas devem continuar simples, porque a tendência é piorar.

Olha isso, uma garota (Rebeca), personagem do RE1 coadjuvante, aqui é jogável porque ela é do Bravo Team, que chega lá e assim encontra o condenado à morte Billy. E com isso tentam sobreviver ao caos da mansão.

A policial e o bandido, quase o enredo de um filme pornô...

Mas sério, esse jogo por melhor que seja em gameplay (coisa que a série sempre foi, não há como negar) o seu enredo continua à beira do abismo, o legal do jogo não é matar zumbis?

Por que diabos faria diferença como eles se transformam em zumbis uma vez que o jogo não tem profundidade?

O jogo existe pra te mostrar que o Progenitor virus com o Ebola e DNA de sanguessuga misturado com açúcar, tempero e tudo que há de bom pode se transformar no T-Virus.

Além de mostrar a mutação em cães, babuínos, vespas, lagarto, morcego e por aí vai. Um jogo de infestação zumbi mostrando animais infectados.

Ah fala sério...

Resident Evil 4

Surprise, motherfuckers!

Aaaaaah Resident Evil 4, como não zombar desse enredo de BOSTA, sendo o mais escroto e retardado de toda a série...

Duvida de mim? Olha isso: Umbrella se ferrou, quebrou e etc... Leon foi contratado pelo governo americano logo após sobreviver ao caos de Raccon City nos eventos de RE2 e simplesmente dali em diante virou um super james bond americano, agente secreto super mega foda somente chamado pra missões terríveis e sombrias.

Como salvar a filha do presidente, Ashley em toda sua irritância, que foi sequestrada e está num vilarejo de uma cidade na Espanha.

Sinceramente, só pela voz da Ashley eu entregaria ela de mãos beijados pro primeiro cara hostil que eu visse pela minha frente. Vai ser mal dublada/interpretada assim lá no inferno.

Mas esse jogo tem outra peculiaridade, que é a pouca importância que TODOS os personagens além de Leon e a filha chata de voz irritante tem. E nem tem tanta assim, são mais focados por serem os jogáveis mesmo.

Luis Sera, o cientista, Krauser, o amigo de treinamento de Leon que foi dado como morto pra se submeter ao Las Plagas pra poder vencer o rival, e até mesmo os ajuadantes de Saddler, assim como o mesmo.

Eles mal aparecem, não tem importância e depois no final do jogo quando te perguntam o que houve com Krauser e Luis, você nem lembra que eles morrem. E eu não digo de brincadeira, um amigo meu nem lembrava do Luis, outro nem lembrava do Krauser, e outros nem lembravam de nada.

Ada reaparece mas não tem o devido destaque também, assim como todo o resto...

Saddler é outro, que é um vilão tosco, querendo espalhar sua religião maluca pelo mundo com o Las Plagas (parasita infectador que causa mutações e blá blá blá) e pra isso sequestra a filha do presidente pra que assim possa ter dinheiro do resgate o suficiente pra tal feito.

Sinceramente, a ideia de um cara no lugar do monstro é boa, mas foi usada de forma TÃO IDIOTA que eu imploraria Tyrant ou Nemesis de volta.

Kekfa do Final Fantasy VI matou um vilarejo inteiro com uma porção de veneno num riacho, acho que faltou a ideia brilhante do Saddler de tipo... ESPALHAR O LAS PLAGAS EM OUTROS LUGARES ALÉM DOS ARREDORES QUE ELE MORA.

E pra isso nem é necessário muito dinheiro...

Meu, é muito idiota, vamos pro próximo, chega de falar do pior enredo da série...

Resident Evil 5


Eis aquele que eu acho mais digamos... "sincero" dentro da proposta de Resident Evil de forma geral.

Ele não tenta ser grandioso e épico, ele simplesmente é sincero, transformando o jogo mais do que nunca em um total shooter de matar monstros com história simples e ainda assim cretina como as demais.

Mas isso não torna o enredo desse game bom, na verdade ele tem o mesmo nível ruim de todos, só pelo menos não tenta ser o que nunca foi...

Chris é o soldado agora mais bombado do que nunca, tentando resolver o problema de bioterrorismo na África, ao lado da sua nova parceira, Sheva. Linda, nativa, negra e gostosa com seu sotaque britânico que nunca fez sentido pra mim.

O até então personagem de RE1 e que fez uma breve participação em Code Veronica, agora volta novamente como protagonista, e com ele de volta, temos Wesker. É claro!

Ainda mais depois da mega surra que ele levou, acho que isso fez ele acampar na frente da academia vivendo de comida integral e anabolisante por uns 5 anos. Tudo pra vencer o vilão...

Vale citar que Wesker é o único vilão que eu acho bacana de toda a série, ele é um cara com o T-Virus no corpo e usa isso à favor dele, querendo causar uma "seleção natural" com os seres humanos injetando neles o Uroborus (que é mistura do T-Virus com Las Plagas e etc...). Mas esse papo megaloamaníaco ainda é um saco mesmo Wesker sendo melhor que os outros.

Mas, novamente os coadjuvantes como Ricardo Irvin, o terrorista vendedor de armas biológicas assim como Excella Gionne, dona da Tricell (empresa fabricadora das armas, na qual ela é presidente da filial africana) não fazem a menor diferença, assim como Josh, o cara que treinou Sheva e etc...

Ou vai me falar que se lembra de todos eles e sua incrível "participação" no jogo? Hein? Desafio você...

O que realmente importa é que Chris começa uma missão com Sheva, abandona ela quando descobre que Wesker está envolvido, salva Jill e quebra o pau com ele no final até a morte do vilão. O que acontece nesse meio tempo tem o mesmo significado do par de meias que você ganhou de natal da sua tia-avó de longe.

Resident Evil 6


Eis um jogo totalmente injustiçado em termos de mecânica e gameplay, mas não vou entrar nesse âmbito hoje, algum dia eu farei um post sobre ele, porque me falava as DLC's e agora que as tenho, só me falta tempo pra jogar e falar sobre tudo do jogo.

Agora, de modo geral, Resident Evil 6 tem pouco mais de enredo que os outros. E isso o torna bom de enredo?

Claro que não... O lance é que por ser 4 campanhas, 4 últimos chefes e todas as campanhas se entrelaçarem exige pouco mais de acontecimentos envolvendo os 7 personagens principais jogáveis (Leon Kennedy, Helena Harper, Chris Redfield, Piers Nivans, Jake Muller, Sherry Birkin e Ada Wong) e com isso pode até dar uma ilusão inicial, que eu mesmo tive, de que o jogo tem um bom enredo, sendo que na verdade só tem mais volume...

É até complicado por onde começar, mas vamosa por partes, afinal, cada um tem um foco.

Leon e Helena, agentes secretos do governo vão atrás do assessor de segurança nacional, Simmons, que no final vira chefe. Chris e Piers investiga a situação através de uma campanha similar à qualquer jogo da série Call of Duty ou Battlefield e descobre a "real ameaça" do jogo. E claro, a impedem. Jake é perseguido por ter a cura do C-Virus e com isso precisa fugir do Unstanak (que é uma referência ao Nemesis), uma arma biológica feita pra brincar de pique-pega com ele, e nesse processo, Sherry enviada por Simmons o ajuda.

E tem a campanha de Ada, na qual ela vai tentar resolver a parada com a líder da Neo-Umbrella, sua clone Carla.

Tudo além disso, é uma mera encheção de linguiça e muito divertida por sinal, é incrível como o povo critica o enredo de Resident Evil e o tenta levar à sério, sendo que a Capcom deixa claro à todo instante que Resident Evil e Street Fighter são jogos sem muito conteúdo pra atingir a grande massa de jogadores.

Deixando bem claro que das 4 campanhas, os finais não são grande coisa, um deles é legal, o outro é dramático e os outros dois são toscos, mas vou deixar vocês descobrirem por conta de vocês.

O que posso adiantar é que a famosa campanha do Leon que geral falou tão bem é UM SACO. E a do Jake é a melhor. Doa a quem doer.

Resident Evil: Revelations


Outro jogo da série com ao menos uma pitada de enredo...

Mesmo que muito sutil, claro. Trata-se de um enredo onde uma organização do governo (FBC) quer mostrar ao mundo quem manda e deixa-los sempre com medo de suas ações, com isso a BSAA, uma organização recém-formada por Chris, Jill e demais seguidos pela mente de Clive O'Brain.

Teoricamente, o enredo do Code Veronica é melhor mas só na teoria mesmo, porque o do Revelations é muito mais instigante, apesar de menos criativo, além de na prática funcionar imensamente melhor.

Mas muita coisa acontece no jogo, como eu mesmo já citei no blog sobre, mas apesar de tudo abusa de clichês como a mulher gostosa super ultra sexy sedutora que trai o amigo ingênuo (pobre Chris, sofrendo nas mãos da sedutora Jessica) e outros que seria até redundância falar, praticamente tem em todos os jogos.

Sem falar na "morte" de Reymond, que não convence ninguém e depente ele ta vivo...

Ou a morte de Parker, o que MUITA GENTE torceu pra caralho e também não aconteceu, e olha que a dele quase me convenceu...

Sério, duas mortes que não convencem ninguém. NINGUÉM. Sabe quando o cara morre no filme/livro/série/jogo e você pensa: "Morreu nada, daqui a pouco essa porra aparece de novo". É por aí.

Parker é um personagem que muita gente odiou, achou chato, sei lá, pra mim ele num fede nem cheira... Muito personagem pior aí e o povo nem liga.

Mas Revelations tem sim, seus clichês monstruosos como todo jogo da série... Mas ao menos a Jill não foi salva pelo herói mega machão da vez. Ufa!

Em contrapartida temos um vilão (Morgan) com postura elitista porém que dessa vez não é um mutante de tentáculos, mas ainda assim, usado de maneira tosca e é um cara totalmente sem carisma. Não dá pra sentir um ideal forte vindo dele ou torcer pra que ele de alguma forma vença, a gente torce é pra que ele se foda mesmo.

Estereotipagem, a gente vê por aqui.

Ao menos, esse jogo é o único que tem final. Eu digo um final mesmo, mostrando o que houve com cada personagem e etc...

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Muita gente pode até mesmo interpretar esse post como zueira (e de fato é) mas a grande sacada por trás de Resident Evil, é que se trata de um jogo casual com excelente gameplay anos luz à frente do seu tempo, e infelizmente o povo leva um pouco à sério demais...

É bem idiota levar esse jogo à sério da mesma forma que o público critica os títulos de ação por não serem iguais aos antigos, uma vez que são propostas diferentes, devem sim ser analisadas de formas diferentes.

Por isso destrinchei a série em termos de enredo pra poder falar aqui, mas só quis falar dos títulos principais mesmo, nem quero falar de uma série de jogos ruins com status cult entre os fãs (série "Gun Survivor"), nem da série Chronicles que nem tive o menor interesse... Porque uma série que "tapa-buracos" de Resident Evil é meio demais pra mim, porque é como se houvesse enredo bom o bastante pra ter buracos... Ou então de uma série com boas ideias que logo virou um jogo que se mata elefante zumbi (Outbreak).

Infelizmente, a massa não entende proposta e como cresceu jogando esse tipo de coisa, associa ao fato de ser MADURO e PROFUNDO por ter um documento aqui e ali que explica o universo e não cada jogo isoladamente em si.


Por favor né...

Mas enfim, se o blog parar depois desse post, provavelmente fui assassinado por um fã putinha da série que PROVAVELMENTE não concorda comigo... E se minha casa aparecer no noticiário explodida por bombas nucleares, eu agradeço à todos que leram esse blog e meu testamento vai deixar claro pra quem deixo cada um dos meus bens.

E graças ao leitor Lucas Freitas, grande amigo inclusive, temos essa imagem que justifica parte do enredo de Resident Evil: Zero.


Obrigado Lucas, ficou MUITO FODA!

30 de junho de 2013

Resident Evil: Revelations


Resident Evil, Resident Evil...

Uma série mais do que consagrada, que praticamente "estreou"  o gênero Survival Horror, mas na verdade só fez as coisas andarem, o gênero surgiu mesmo com Alone In The Dark, série que nunca joguei ou sequer tive interesse.

Mas enfim, vamos ao que interessa?

Caso não queira, vamos assim mesmo! Eu hein...

O lance é o seguinte, Resident Evil como eu vivo dizendo desgastou a fórmula de zumbis e infestação na cidade, uma fórmula funcional, boa e o caralho, mas uma hora cansa!


E num ambiente de SOBREVIVÊNCIA é muito mais difícil explorar novidades sem transformar o jogo num mero shooter, coisa que aconteceu no terceiro jogo da série no meu humilde (e majestoso) ponto de vista...

Lembra que antes eu disse que odiava os primeiros? Pois é, vou dar um motivo pra vocês rirem de mim, mas só dessa vez, não se acostumem!

Eu os joguei novamente, e o 1 não desceu, continuo achando uma bosta, mas o 2 e o 3, eu realmente gostei!

Em especial do 2, mas nem de longe os achei mais legais que o 4, 5 e 6... e o 2 sim, achei Survival e tals mas o 3 não achei taaaanto assim, a Jill lá é quase uma super-heroína, pula, anda, corre, atira, tem muita bala e só falta vender produtos Jequiti!

Mas não vejo como problema, juro que não! Até porque eu gosto do formato dos jogos posteriores que deixaram os personagens ainda mais super-heróis!

Chris e seu soco de um megaton, nunca faltam!

Porém, vamos por partes, a série de modo geral nunca teve um bom enredo, sempre foi uma fórmula:

"Infestação zumbi da semana + pessoa ali presente (que deveria ser uma vítima) pra resolver".

E depois, do 4 em diante ficou assim:

"Problema de infestação bioterrorista + super-herói mega fodão enviado por alguém pra resolver".

Tá vendo como eu disse, é um shooter do 3 em diante, e pra mim nunca teve boa história!

"Mas Juninho, por que ta falando isso? Ninguém te perguntou, seu cretino".

Calma jovens, já chego lá! A real é que a série nunca foi profunda e continua não sendo, e eu acho bacana isso, por ela não tentar ser o que ela não é. Se mantendo rasa como sempre e focando em gameplay, coisa que a Capcom já faz há uns bons anos com Street Fighter (exceção de Alpha 3).

Mas eu ressaltei tudo isso, pra dizer que pela primeira vez um Resident Evil teve uma pontinha de roteiro!

E Revelations é essa pontinha, acredito até que por ter sido lançado originalmente pra 3DS, como maioria dos jogos portáteis, eles costumam ter "explicações melhores" para coisas assim, pra prender o jogador, além de normalmente ter modos extras melhores que consoles de modo geral.

Lugares escuros e fechados de volta, quase engana como "terror"...

E o jogo é limitado a não correr, assim como todos os outros da série antes do 6, afinal o jogo foi feito antes desse, inclusive!

O sistema é simples e só teve uma alteração do 3DS pras outras plataformas, que no console portátil, quando se mirava, o jogo virava primeira pessoa, limitações do console, todos nós sabemos disso e entendemos.

Porém, na versão caseira, a Capcom colocou aquilo que fez os fãs vibrarem com RE6, andar e atirar!

Melhor ideia, impossível!

Mas fora isso o sistema é simplíssimo, anda e atira, vira o personagem num movimento rápido, tem um scanner que é bem legal pra achar itens e coisas do tipo, além de escanear inimigos e a cada 100% de escaneamento se ganha um item de cura (mesmo que não faça O MENOR sentido, como eu disse, aspectos de gameplay...), arremesso de granadas e armas do tipo e se pode dar uma ou outra porrada nos inimigos quando eles esão atordoados.


Sem contar a boa e velha faquinha, sempre presente na série!

Ah, e diferente de Resident Evil 6, onde nadar era uma sequencia de QTE (quick time events), agora em determinadas partes do jogo, Jill mostra seu talento pra natação e é possível explorar em pequenas partes do game embaixo d'água.

O que realmente muda nesse game é o uso das ervas, por ter sido um jogo de portátil (vou reforçar isso), somente um brilho verde aparece na tela curando o personagem por completo a cada vez que uma erva é utilizada. Os mais chatos podem achar besta, eu acho que a função é curar, curando pra mim ta de bom tamanho!

Aposto que muitos fãs de jogos com gráficos impressionantes (como o próprio RE6) torcerão o nariz, sempre tem gente que faz isso...

Mas falando em gráficos, os do jogo não são lá grande coisa... se comparados à atual geração dos games, pra ser sincero, mas como todo leitor old school do blog já sabe, eu realmente não ligo, mesmo sabendo que é inferior mesmo à RE5, que no meu ponto de vista teve maior capricho com os modelos 3D que o 6, mesmo este sendo superior, mas Revelations não deixa a desejar, somente se comparado, claro!

Monstros com barras de sangue e um tempo correndo... Raid Mode é assim!

Caso duvidem, basta jogar partes do primeiro capítulo do game na praia e verão os peixes DESENHADOS no chão 3D do jogo...

Mas além da jogabilidade simples e eficiente que todo RE sempre teve, um gráfico mediano e Jill de volta, o que temos mais pra oferecer?

Eu lhes digo!

Agora temos de volta o velho baú, só que dessa vez ele é o "baú de armas" onde só se pode trocar de armas, sendo possível apenas 3 pro personagem carregar e com o acesso ao baú podemos utilizar o que coletamos durante o jogo, as peças costumizáveis que aumenta e eficiência de suas armas, sendo assim possível aprimorar poder de fogo, diminuir recuo, aumentar quantidade de balas e etc...

E além disso...


Resident Evil, como eu disse acima, nunca teve aqueeeeeela história, somente desculpas pra um jogo de sobreviver ou matar monstros... E não é algo ruim, mas Revelations me impressionou além do fato de ser um jogo de gênero híbrido (mistura de ação com survival horror) e foi a presença de um roteiro pouco mais significativo!

Olha, não é NADA demais, mas só o fato de ter personagens não-jogáveis com mais importância que meros soldados do Alpha e Bravo team que morreram pra justificar os eventos do primeiro game, já me deixa mais satisfeito.

E digo mais, Raymond é tosco visualmente, mas é um personagem FODA!

...

Temos inicialmente uma B.S.A.A. recém-fundada, liderada por Clive O'Brain e entre os co-fundadores estão ninguém mais e ninguém menos que Chris Redfield e Jill Valentine! Agindo separados, Chris com Jessica e Jill com Parker, o sistema de parceiros parece ter funcionado muito bem e vem sendo repetito de forma absurda, e eu acho muito bom que isso aconteça.


E existe também outra organização, que é mandado pelo governo, a FBC, essa organização inclusive, quer mostrar seu poder ao mundo, mantendo pessoas e bioterroristas com medo, e pra isso usa até mesmo de coisas sujas, tudo arquitetado pelo Morgan, um personagem legalzinho com cara de poucos amigos e postura nobre.

Tudo começa com Jill e Parker, à mandado de O'Brian indo até o Queen Zenobia para procurar Chris e Jessica que supostamente estão desaparecidos, e depois acabamos descobrindo que não estavam, eles estavam em outra ponta do globo procurando uma possível base secreta, descobrem através da B.S.A.A. que Jill e Parker estão presos no Queen Zenobia sem muita comunicação e vão atrás deles à toda velocidade!!

Falar mais que isso, seria um tremendo spoiler, mas posso assegurar, que apesar de ser uma história fraca, é a melhor da série justamente por ter uma, coisa que antes só havia acontecido em Code Veronica, mas ao meu ver Revelations teve uma pegada que funcionou muito melhor na prática e mais envolvente.

Essa é a medalha que aparece quando se completa uma fase do Raid, olhem pra MEDALHA...

Imagine minha alegria depois de jogar vários títulos da série, e me impressionar pela simples presença de um pequeno enredo, foi mágico! Não é piada, fiquei feliz de ver a série com pouco mais que o velho motivo pra matar ou sobreviver!

Mas uma coisa que Resident Evil aprendeu a ter foi modos extras!

Sinceramente, falando calmamente, tudo começou a andar de forma mais interessante com o Mercenaries do 4, que era legal mas não tinha muitos atrativos, o do 5 é fantástico, do 6 ainda melhor e assim foi até o ponto que o jogador conhece o Raid Mode! O modo extra de Revelations!

Os outros, eram shooters (ainda mais) com objetivo de matança, e isso é sempre bom e mega divertido!

Mas Raid, além de um mero shooter, consiste em alguns objetivos, seja fugir de um lugar que ta vindo água até até do cu dos monstros, ou então passar pela fase (que são partes do navio) até o final. Realmente, o nível de diversão é MUITO maior que qualquer Mercenaries.

Principalmente porque além da matança, e dos objetivos dentro da fase, temos alguns objetivos que são os de passar a fase com level abaixo do recomendado, passar a fase sem levar um mísero dano e matar todos os inimigos, e caso faça os três de uma vez ainda recebe o bônus da trindade.

Mas você deve ta se perguntando...

"Level, sério?"

Os monstros mais legais da série, alguém da Capcom andou pegando aulas...

Sim, leveis, o jogo te dá experiência no melhor estilo RPG que aumenta o level do personagem e assim melhora mira, dano e etc, sem contar no sistema de escolha de personagens que é bem vasta por sinal, porém temos pouquíssimos disponíveis de cara e o restante é desbloqueável com o passar das fases, aumentando ainda mais a vida útil do game!

Raid Mode é a prova de que não são só as drogas que viciam, porque esse modo é SUPER VICIANTE! PUTA QUE PARIU!!!

A única parte "chata" (pros preguiçosos) é o fato de que tem que ficar repondo estoque de balas, comprando itens que aumentam sua capacidade de ter mais balas, carregar mais ervas, mais bombas e etc.

Eu particularmente achei MUITO foda! Muito mesmo! Porém é subjetivo...

Enfim, Resident Evil nunca teve um jogo tão bom em sua franquia, talvez o 6 seja o único à altura (como eu disse, meus pontos de vida, sai pra lá fãs putinhas) mas ainda vou rejogar todos e prometo fazer um post sobre os melhores jogos dessa série fantástica que nada nada é a segunda maior da Capcom (ou a maior, sei lá, Street Fighter é mais antigo, mas não sei qual vende mais).

Agora podemos fazer Jill nadar, muito massa esass partes, inclusive!

E pra finalizar...

Agora, eu fiz post do Resident Evil 5 certo tempo atrás e prometi do 4 e 6, e vocês provavelmente devem estar se perguntando porque fiz do mais novo e não fiz dos outros.

Falta de tempo, e eu peguei o 4 HD há pouquíssimo tempo, ainda falo dele por aqui e o 6 a verdade é que foi preguiça de falar dele, uma vez que sei que geral fala mal dele sem nem ter jogado ele como game de ação que é, e sem falar das DLC's que eu comprei os pacotes com todas mas ainda não as joguei por conta de trabalho e outros jogos (novos) pra jogar.

Acho que eu fui a única pessoa do planeta que sentiu falta de Sheva no 6 mas deixa baixo...


Mas prometo falar! E quem sabe falo do Super Street Fighter IV: Arcade Edition quando sair a atualização do patch de 2013 que provavelmente sai depois da Evo2013...

Não sabia dessa? De nada, te informei de graça! XD

Comentários são logo abaixo, nunca se esqueçam deles, eles motivam nós blogueiros à continuar com isso!

23 de setembro de 2012

Análise Pessoal da Demo de Resident Evil 6

 

Salve salve galera.


Andei meio sumido, mas é por uma boa causa, é que ando meio desgastado com trabalho e tento jogar bastante de uns tempos pra cá. Pena que nem sempre existe possibilidade para tal feito.

Enfim, o que se passa é que depois de comprar um PS3 e mante-lo bloqueado.

Mas não por causa desse discurso politicamente correto de antipirataria e mimimi.

A realidade é que eu não ganho o bastante pra sustentar um console original, mas o PS3 tem vantagens como jogar online e pra quem gosta de jogos de luta isso é ótimo.

Afinal de contas, poucos amigos meus gostam disso e eu não vou jogar esse tipo de jogo só pra ver final a vida inteira.

Mas com isso vieram muitas vantagens, entre elas o recurso da PSN de download de demos, e eu tive a incrível chance de jogar a demo do Resident Evil  6.


E simplesmente foi fantástico. Santificada seja a Capcom.

Primeiramente, o jogo é uma notável evolução do seu anterior.

Diga-se de passagem que a meu ver a série evoluiu muito, e eu acho que os primeiros jogos dela foram um grande amontoado de fezes e no Resident Evil 4 a série começou a melhorar, passando pelo 5 que é uma grande evolução à seu anterior.

E agora tem um jogo que de tão incrível as palavras não encontraram adjetivos o bastante pra ele.

Simplesmente tudo nele está melhor. Tudo mesmo, gráfico, jogabilidade, trilha sonora e provávelmente história também.

Apesar de que não me ligo muito em gráficos, eu dou muito mais importância ao gameplay, mas o gráfico tá lindo e caprichado mas não acredito ser um dos melhores do ano, honestamente.

Mas sem dúvidas a melhor parte é sem dúvidas a presença de três campanhas individuais.


Pra quem gostava de zumbis e coisas mais clássicas da série como a busca por chaves, lugares escuros e elementos de sobrevivência assim como era presente nos primeiros da série. Zumbis estavam sumidos a um bom tempo dando lugares a pessoas infectadas. De fato, são zumbis de volta, como a Capcom também prometeu.

Isso se encontra na campanha de Leon e Helena, como prometido pela Capcom antes dos trailers e da demo do jogo. Porém adaptado ao novo sistema que é totalmente voltado pra ação ao invés de totalmente sobrevivência. Somente elementos foram adicionados, entre eles a falta de balas pra quantidade de inimigos absurda presente.


E pra quem gostava do jogo do quinto jogo da série, complemente voltado pra ação, como é o meu caso, com muitos inimigos, muitas balas, fases um tanto quanto lineares e com zumbis e mostros gigantes, infectados e tudo mais.

A campanha do Chris faz bem esse papel, ele e Piers são os personagens desse arco e que promete ter MUITO mais ação no jogo que seu anterior.

Muito mais mesmo.


E Jake Muller e Sherry Birkin são a grande novidade, pela volta de Sherry e principalmente por Jake, o filho de Albert Wesker. O jogo dele será a grande novidade pelo fato de ter mais energia vital que os outros protagonistas, habilidade de regeneração e recursos de pancadaria literal e uma dificuldade fora do normal.

Sério, dá pra passar muito aperto no jogo do Jake mesmo se adaptando aos novos comandos.

E falando neles, os novos recursos durante o jogo é que agora tem um botão que serve só pra bater e finalizar os inimigos deitados, agora o modo de usar ervas para se curar no inventário é diferente, é como se você jogasse a erva pro cinto ou qualquer coisa do tipo, e na hora de curar (apertando um botão somente pra isso, no PS3 o R2) o personagem coloca a cápsula (feita da erva, claro) na mão e joga guela abaixo, o personagem tem uma barra de cansaço que serve pra usar o botão de bater, e correr.

Correr nesse jogo ficou muito foda, vale a pena conferir. E a nova mira que é similar a de jogos de tiros comum (mas ainda podemos usar a laser, basta alterar as opções no menu).

E o modo cooperativo foi mantido de forma intacta. E se houve alterações a demo não mostrou.

Uma que eu não sei a reação da grande maioria que foi rolar no chão e se jogar. Agora podemos correr, se jogar, rolar e meter tiro a doidado. Achei muito bacana.


Mas sem dúvidas a grande novidade foi andar e atirar.

Olha, pra ser sincero, eu nunca senti falta disso, acho que se não houvesse não faria a MENOR diferença, mas eu gostei pra ser sincero, foi muito bem feito mesmo. Funciona fluentemente.

Uma coisa que eu notei foi a dificuldade dos inimigos, bem maior agora. Por que no 4 e 5 você andava, parava e atirava, e pra equilibrar isso, os inimigos faziam exatamente isso, paravam em sua frente, e depois atacavam... mas agora com o jogo TOTALMENTE em ação e com recursos de andar e atirar...

Os zumbis não tem piedade. Eles chegam te batendo mesmo, mas ao menos na demo às vezes eles ficavam simplesmente parados... com direito a passar por cima ou do lado deles. E nada de reação.

Eu torço pra que seja um bug da demo, por que adorei o fato dos inimigos chegarem espancando sem medo de ser feliz.

Detalhes do roteiro sequer foram anunciados, muito pouca coisa acontece na demo de forma que possamos entender algo, mas o trailer mostrava um confronto entre Chris e Leon por causa da Ada Wong.

O por que disso também não foi revelado.


Como eu disse. Nada mesmo.

Mas Resident Evil nunca teve lá suas histórias marcantes mesmo, o foco sempre foi gameplay, mas esse jogo eu deposito minha expectativa de ter um roteiro bem trabalhado pelo simples fato de ter 3 campanhas interligadas e em determinado momento uma dupla se encontra com a outra durante o jogo.

Porém esperar roteiro da Capcom é tão útil quanto acreditar no caráter de políticos brasileiros.

Então, após o lançamento, como eu não aguentarei uma possível atualização QUE COM CERTEZA VIRÁ mesmo, acabarei comprando o jogo em seu lançamento e foda-se o mundo.

Depois disso faço review aqui no blog. É claro.


E eu imagino o quanto os fãs clássicos da série deve estar esperniando cada vez mais, pelo fato de que cada jogo que se passa Resident Evil se torna mais ação e menos Survival Horror, mas ao menos esse jogo ainda tem certas dosagens que pode agradar os mais flexíveis ao menos.

E eu não sei vocês, mas a possibilidade de jogar com Leon e Chris no mesmo jogo é uma puta dádiva dos ninjas.

E EU QUERO MUITO ISSO!!!!!