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7 de abril de 2014

Final Fantasy VII - O Melhor da Franquia, Porém...


Final Fantasy VII... O lendário Final Fantasy VII!

Faz ANOS que eu quero falar desse jogo mas eu tinha umas coisas que precisava ter mais certeza antes de falar dele.

Primeiro de tudo, esse post vai me servir de teste, pra saber quem REALMENTE lê o blog, vamos ver quem vai entender de verdade minha opinião no final pra me xingar nos comentários ou não!

Mas antes de começar, duas coisas sobre Final Fantasy VII!

A primeira, eu gosto dele, é meu FF favorito de longe, o único que eu posso dizer que gostei MUITO MESMO, eu curti o VI sim, pra caralho inclusive, mas ele é simples demais, apesar de ter uma outra pegada...


O VII não é nada complexo também. Mas eu vou chegar lá.

A segunda é que não aderi à modinha que nasceu de uns anos pra cá em desmerecer esse jogo, ou dizer que o IV, VI ou qualquer outro da série é melhor do que ele. 

Final Fantasy VII de longe é o melhor da série, mas também é um jogo ultra overrated. E provarei o motivo de minhas palavras.

Muita gente confunde meu ódio do VIII e toda aquela tosqueira pelo fato de eu ser fã do VII.

Maaas... Eu não sou fã do VII, eu simplesmente o respeito porque ele é de fato um bom RPG, mesmo que tenha problemas, como qualquer outro!

Acontece, que há MUITO tempo, Final Fantasy, Resident Evil e entre outras grandes franquias vendem pelo nome, somente pelo nome, sendo esses jogos bons ou ruins. Mas diferente de Mario, Resident Evil ou qualquer coisa, o foco deles é gameplay (quer exemplo melhor que Castlevania?!?!!) e não ENREDO!

RPG é ENREDO! Não adianta você me falar que o gameplay é o mais importante, isso até existe e pra isso existem jogos como Toukiden, Monster Hunter e derivados, que são jogos de RPG onde o importante é evoluir e pegar novos equipamentos sem o menor pingo de roteiro, e Final Fantasy NÃO É ISSO!


Final Fantasy tem enredo, o foco dele logicamente é na história, por sorte, a Square, agora SquareEnix, sempre teve uma boa equipe pra montar excelentes gameplays e o povo meio que confunde as coisas.

O grande problema de Final Fantasy é sua fórmula. Mas não a fórmula em si, muitos jogos tem e não ficam chatos, mas em termos de enredo até que fica se não for muito bem usado.

Eu recomendo, que antes de continuar esse post, que leia esse aqui do Dipaula, onde ele retrata os elementos da fórmula.

Os jogos tem sim seus elementos em comum e nem são difíceis de se notar, e com isso acaba que o Final Fanatsy preferido de cada pessoa é justamente o PRIMEIRO que ela joga.

O meu foi o VII e ele é o que eu mais gosto, mas felizmente eu aprendi a separar o carinho que sinto por ele (que não é pequeno) da qualidade dele, que infelizmente não é tão alta assim.

Mas vamos por partes. Certo? Repetindo, se possível, leia o post que eu indiquei antes, vai ajudar muito no entendimento desse.

Gameplay!

O gameplay de Final Fantasy sempre foi um forte da série, desde o começo dos tempos eles sempre reformulavam elementos antigos deixando eles bem melhores ou até MUITO melhores.

Isso foi o ápice da série ao meu ver em Final Fantasy VI, onde duas coisas eram geniais!

Primeiro de tudo, cada personagem era totalmente diferente do outro, assim como no IV, só que com ainda mais identidade, cada personagem tinha uma alma diferente em todos os seus sentidos na hora de jogar.

Limit Breaker, o típico especial com cena dramática que todo bom JRPG merece.

O segundo era o fato de aprender magias equipando os summons, lá se você equipa Ramuh, o Esper de trovão, ele vai te dar Thunder, Thundara e Thundaga (ou seja lá o nome que eles usaram lá, não me lembro mais) e com isso elas ficam pra você depois de aprendidas, basta adquirir AP's com os summons equipados.

É bem legal, funciona muitíssimo bem e aumenta a vida útil do gameplay em si de forma genial. Cada carinha pode ter suas próprias magias ou todas. Você decide!

No VII, o gameplay é seco, e os complementos são à base de matérias, que são parte essencial do jogo, nada nada são habilidades, summons e entre outras coisas armazenadas e tudo isso graças à extração de energia Mako do planeta.

Essas poses pra invocar os summons são sempre legais.

Tudo funciona muito bem, porém, é SUPER cansativo aprender.É um absurdo como do meio do jogo pra frente as matérias demoram duas eternidades e meias pra evoluírem até o Master!

Isso é tão mas tão cansativo que chega a incomodar profundamente. Por sorte você não precisa de tudo no Master pra chegar até o último chefe e detonar ele. Mas se quiser enfrentar os dois desafios extras do jogo, ah meu amigo... você COM CERTEZA vai precisar de no mínimo algumas materias no Master!

Trilha Sonora!

A trilha sonora de Final Fantasy ao meu ver é comum ou ruim.

Comum como nos Final Fantasies III, IV, ou então ruins como X, VIII ou XIII...

Mas a do VII e VI são especialmente boas. Mas não por serem os únicos que eu gostei, calma calma. Abaixem essas foices, machados, tijolos e tortas que são usadas no Passa ou Repassa.

Acontece que as situações de Final Fantasy são situações que teriam em qualquer RPG, certo?

Se você lembra dessa cena, você COM CERTEZA lembra da música que tocou


Fugas,cenas de combate, chefes, últimos chefes e tudo mais funciona tão bem no VII e antes de jogar o VI eu sentia que não era assim em TODOS os outros jogos, como se a OST fosse feita antes do jogo e simplesmente "encaixada". Já no VII e até mesmo hoje em dia eu vejo que no VI também não foram assim, e sim algo mais bem feito, mais de acordo.

Não vou postar link de nada, Final Fantasy é famoso o suficiente pra você ter onde procurar e ver que as cenas de fuga de jogos como Final Fantasy VIII ou X não tem músicas de acordo com as tais cenas pra que nos faça acreditar nelas.

Um exemplo tranquilo além do VII é o IX que tem uma OST muito boa, e as músicas de batalha são boas, dão o clima, a de chefe funciona bem mas ainda assim não incomoda. Basta pegar as músicas do VIII pra ver como são totalmente deslocadas e nem preciso falar da música de batalha do X que é praticamente uma lambada com Sidnel Magal.

https://www.youtube.com/watch?v=dyIw1lVEYdU

Enquanto todo mundo nesse exato momento, canta a música de chefe do Final Fantasy VI e VII com a boca...

E provavelmente lembra da música de chefes, que tocou pela primeira vez nessa luta

Nesse ponto, não posso reclamar desse jogo, apesar que nesse exato momento to jogando o XII que até então tinha sido ignorado por mim, e as músicas do jogo são um dos maiores indutores de coma já criados. Ao menos o enredo é diferente, mas isso é assunto pra outro dia.

Enredo E Seu Desenvolvimento!

Bom, eis aqui o ponto chave de Final Fantasy VII. O seu enredo, ele tem partes dos elementos padrões da série.

Primeiro deles, o protagonista desmemoriado pela segunda vez na franquia, o que não é ruim, porque assim como Terra, eles são coerentes com seus universos, depois vem o IMPÉRIO DO MAAAAAUUUU!

Calma, eu sei que a Shin-ra é uma empresa, mas ela funciona como império.

Meu favorito do grupo... Com um desenvolvimento tão curto, mas que pelo menos é bom...

Mas vejam bem, o fato dela ser uma empresa do mal permitiu a ela abrir um espaço maior do que simplesmente "dominar a força porque sim". Aqui, ela domina pelo capitalismo mesmo, pela extração de energia Mako, que inevitavelmente está matando o planeta, afinal essa Mako é nada menos que Lifestream do planeta convertido como algo semelhante à um combustível.

É aí que entram os personagens do jogo. Todos eles tem uma mesma causa por motivos diferentes. Sejam pra salvar sua cidade, pra evitar a matança do planeta ou confrontos pessoais contra os líderes da Shin-Ra. O que os une além disso é salvar o planeta, que no jogo é um ser vivo. De forma bem literal.

Eu poderia evitar spoiler mas todo mundo já conhece, jogou ou ouviu falar em Final Fantasy VII, então não me venha com a desculpa de eu ter sido um cara babaca que falou parte do enredo.

Seguinte, Cloud, era um soldier da Shin-Ra, ou pelo menos achava que era...

Tais soldados foram modificados em laboratório ficando à base de experimentos e o que mais deu certo foi expor esse soldados à uma certa quantidade de energia Mako. Com isso todos ganhavam olhos azuis e etc... Isso foi desenvolvido em Cloud, de forma que mesmo sendo um soldado padrão que sonhava em ser um soldier, acabou misturando tudo com as lembranças de seu amigo de trabalho e total inspiração, Zack!

Zack, tão mal explorado que até ganhou um jogo próprio. Por sorte, um jogo bom.

Zack era um Soldier classe A, do tipo que todos admiravam e respeitavam e tais eventos como sua morte e outros mais fizeram com que Cloud tivesse uma bagunça em sua cabeça.

Assim como Zack, tinha Sephiroth, que era a elite da Shin-Ra, o soldado mais poderoso de todos e com isso ele também acabou virando experimento nas mãos da empresa maligna. Porém não resistiu e com isso um clone dele foi gerado, esse clone, substituia o original em tudo inclusive lembranças fazendo com que ele nunca soubesse que tinha sido um clone, até o momento que ele descobre isso...

Diferente de Kuja, que quer provar que é um ser vivo e único, mesmo sem ser, Sephiroth sabe de sua condição e a aceita, ele também, sabia que ele não tinha muita coisa de energia Mako exposta em seu corpo e sim células Jenova, tais células deram à ele poderes intermináveis e ele entendeu essa fonte de poder, as células Jenova, como sua mãe e aquela que lhe deu a verdadeira vida.

Depois disso, foi pra onde a Jenova se encontra, em uma parte isolada do planeta do continente gelado e fica lá, com ela, porém já parcialmente fundido ao planeta, de forma que ele mal manda "projeções astrais" ou partes da Jenova com sua mente, ele mal saiu do lugar ao menos durante o decorrer do jogo, porque não é totalmente explicado a quanto tempo ele já tá lá misturando-se lentamente com o lifestream do planeta.

A intenção de Sephiroth era clara, matar os humanos com seus poderes psíquico mesmo que pouco a pouco e isso incluía o nosso grupo, afinal de contas, a mãe dele é um ser alienígena que se alimenta de planetas e ele queria isso pra sua amada mãe, da qual passou a ter um amor quase doentio.

Mesmo sem boca, ele fala bonito.

Ele mataria os humanos deixando o planeta como fonte de alimento SOMENTE de sua mãe, tornando ele assim "mais vivo" por realizar as ambições daquela que o deu a verdadeira (e poderosa) vida. Pra isso até mesmo invoca um cometa do capeta pra colidir com a Terra.

Isso mostra claramente como a história gira em torno de dois personagens centrais, Cloud e Sephiroth, que apesar de muito boa é aí que mora parte do problema.

O grupo em Final Fantasy 8 é totalmente ignorado, somente Squall e Rinoa importam mesmo (tanto é que só os dois aparecem nas animações finais) e aqui é quase isso, a diferença, é que os personagens tem sim, seu desenvolvimento mesmo que em alguns casos muito bons e longos (como Barret ou Yuffie) ou resumidos (como Cid e Red XIII) ou praticamente nulos (Caith Sith e Vincent).

Levando em conta, que com exceção de Cait Sith, eu gosto de todos, mas imagine minha frustração ao jogar depois de adulto e lembrar vendo com meus próprios olhos que o jogo diferente de outros RPG's, dão uma prioridade absurda ao protagonista e antagonista à ponto de não ignorar os seus amigos do grupo mas não dar à eles um devido momento único.

Aeris, uma morte simples e sem muito impacto. Cena mais do que superestimada.

Yuffie ainda tem o seu, assim como Red XIII, Cid, Barret, sejam eles curtos ou longos mas Cait Sith e Vincent praticamente não tem nada. Eles entram pro grupo e pronto! Isso é de fato um problema, apesar de não tão grande como no VIII que ignora o resto do grupo ou X que gira em torno de Tidus, Auron e Yuna e também ignora boa parte do jogo o resto dos membros.

Mostrando que apesar do VII ter o melhor desenvolvimento do personagem principal de toda a série, mas ele só é o melhor porque foca demais nele, e por sorte não esquece os outros mas é como se esquecesse em alguns momentos.

É exatamente por isso que o público geral se divide entre Cloud e Sephiroth, eles são os únicos que tem uma importância gigante na história, os outros até tem, mas é muito menor, como por exemplo Tifa, que é uma das personagens mais icônicas da série e no seu jogo de origem mesmo, ela mal se desenvolve, e ela é totalmente ligada ao Cloud desde criança, não faz sentido ela ter tão pouco desenvolvimento, na verdade ela pela própria lógica do jogo deveria ter ainda mais e ela tem é bem menos.


Não precisa vir aqui falar que o VI é diferente, e que todo mundo é destacado que NÃO! Lá não tem um personagem principal, Kekfa é uma ameaça real, grande e etc, ele é cruel e mal "porque sim" desde o começo (e nem totalmente ruim por isso) e o povo se une, tanto é que Terra, Sabin, Edgar e Cyan tem um excelente desenvolvimento porém Relm, Strago tem um bem breve e os dois extras (Gogo e Umaro) assim como Shadow e Mog tem praticamente zero.

Então... Bora pro próximo ponto!

Visual!

Bom, um motivo de eu citar o visual do jogo... A real é: Final Fantasy antes do VII tinha um visual muito cru, ou viajado demais, prova disso está em IV e VI e nem preciso ir muito longe pra me justificar, e depois do VII eles adotaram o famoso visual da "cara de porcelana" que surgiu na abominação do VIII.

Eu acho que com a geração nova chegando, a Square meio que quis arriscar em tudo, tudo mesmo!

Seja no gameplay, tornando ele mais simples, assim como aconteceu com o IV no Super Nintendo (porque o II de NES era mais elaborado, o sistema de evoluir as características é genial) ou mesmo com personagens mais "secos" e isso ajudou demais.

Os outros tinham um visual muito estranho e não necessariamente ruim em alguns casos, mas em outros piorava muito!

Porra, Square! Qual é o problema desse traço de mangá? Pra que mudar justo isso?!?!

No VII eles tem um visual padrão de mangá, que facilitava a animação de CG's e etc. Tudo isso atinge mais público, mas a realidade é que um visual genérico de mangá é bem melhor que personagens com cara feitas de cera...

O IX nem tanto, por ter uma pegada mais infantil mas todos os jogos da série depois tentaram ser realistas e com essa cara de porcelana, nunca vi problema no visual mais mangá do VII à ponto de isso gerar uma mudança, se perguntar pra muita gente que é fã da própria série, eles vão responder o mesmo, talvez com outras palavras, porque é um JRPG, o povo sabe que é um universo de fantasia, então quanto mais realismo, mesmo que visualmente, atrapalha na quantidade de fantasia dentro do jogo em si.

Um visual genérico pode sim, tirar parte da identidade,mas ajuda no carisma dos personagens, uma vez que isso é um modelo japonês pra animes e mangás e funciona muito bem por aqui, a esmagadora maioria que curte JRPG gosta desse tipo de traço, pra gente ele é mais atraente que uma cara de porcelana. Apesar de genérico como no FF7, ele funciona melhor.

Bom, eu imagino que não seja só por isso, mas acredito fielmente que boa parte da fama do VII acima dos outros seja pelo impacto visual que ele causa.

Olha essa CG com visual de anime, isso sim é foda Square! E não aqueles rostos de porcelana...

Chego a me perguntar, de verdade, se a Square sabia desde então os enredos não seriam totalmente bem construídos e apostou tudo que tinha em gráficos, porque o VIII é lotado de buracos, o IX era pra ser a despedida da série com referências aos clássicos sendo assim um jogo mais "seco".

Tal verdade se aplica aos enredos ridículos do X e X-2, o XII eu ainda to jogando e até curtindo e não posso falar, mas o XIII é outra prova viva de somente gráficos e nada de enredo, e se tratando de um RPG, é totalmente absurdo...

Realmente, o VII foi de longe o mais bem construído, apesar de todos os problemas que ele tem e os fãs mesmo não notam, assim como eu mesmo não notei quando eu joguei pela primeira vez, afinal eu era mais novo, mas como alguns anos fazem realmente bem pra gente....

Conclusão!

Acaba que Final Fantasy VII como eu disse, é tão comum quanto qualquer outro da série, porém muito mais bem usado.

E sim, ele tem problemas, ele não é um jogo perfeito e ainda é isoladamente o melhor de uma franquia, mas ele ao meu ver funciona sozinho mais ou menos como a franquia Resident Evil inteira.

Eu como fã de Resident Evil do 2 em diante, tenho autoridade pra falar, que são jogos comuns, genéricos, e imperfeitos. E o que Resident Evil e Final Fantasy VII tem em comum?

Eu vos digo!

OS PERSONAGENS!

Eles tem um carisma desgraçadamente fora do normal, a gente se apega à eles com uma incrível facilidade.

A história base do VII é a melhor, é ao meu ver tecnicamente indiscutível, pega o tema salvação ambiental e deixa ele bem com a cara de um anime que a gente tá lá jogando...

Um bom enredo com péssimos personagens dificilmente daria certo, assim como bons personagens em um enredo ruim também daria errado. A proposta com um RPG deve ter os dois, e não como Resident Evil (e quase qualquer outro jogo do gênero) onde a atmosfera e enredos são absolutamente clichês e a gente depende dos personagens.

Tais coisas acontecem com jogos como Zelda, Castlevania, Megaman e tantos outros, a gente gosta dos jogos mas o que nos ganha a atenção são os personagens deles ali.

Nem é muito difícil ver buracos como a falta de uma ligação melhor e mais bem construída do Rufus Shin-Ra com o jogo, ele é meio que o primeiro grande vilão e depois perde praticamente toda a pouca importância que tinha.

É legal? Sim! Mas É um problema, é inevitável isso. Eu gosto pra cacete do Rufus e fiquei bem desapontado de não ver uma melhor construção dele de determinado ponto em diante.

Turks... Seu merecido destaque ficou num jogo próprio... Somente no Japão.

Mas por exemplo, depois de anos, se analisarmos a morte de Aeris por exemplo, ela não tem taaaaaanto impacto emocional assim, quem diz que tem provavelmente não viu a morte do Lavitz em The Legend of Dragoon ou de Shinjiro em Persona 3. 

Final Fantasy VII tem exatamente isso, um enredo bom, músicas boas, personagens carismáticos e etc? Sim. Ele tem!

Mas peca no seu desenvolvimento, personagens totalmente ligados ao principal como Tifa ou mesmo Vincent que é secreto deveriam ter uma razão muito maior do que simplesmente estar ali.

E não me venha falar que a Tifa ta ali porque gosta do Cloud que todo mundo sabe disso, mas eu me referia à um motivo maior, mais convincente como a Shana do Legend of Dragoon que tá lá com o Dart mas admite PLENAMENTE que É um peso morto, e que ela se sente mal por isso mas ela não via outra forma de ta ali com o Dart.

Fora os outros eventos dela, mas é disso que eu estou falando. Mas Tifa até mesmo tinha espaço pra ser um casal legal com Cloud sem forçar a barra e nem isso o fizeram.

Sem dúvidas, ela merecia um desenvolvimento melhor.

Francamente FF7 é um jogaço, ele envelheceu muito bem, zerei ele faz pouco tempo e definitivamente ele dificilmente vai perder a graça, ao menos pra mim. Mas já conheci RPG's melhores, enredos melhores e até mesmo personagens melhores. Não vou negar isso pra mim mesmo e fechar minha vista à um passado nostálgico uma vez que dá pra conciliar as duas coisas (razão e emoção de gostar da parada), dentro de vários outros consoles, se você se permitir fugir do mainstream, vai ver que sim, existem ideias melhores.

É uma questão de ver, entender, e aceitar. A menos que você tenha jogado TODOS os jogos de RPG e ainda assim prefira Final Fantasy VII por questões de gosto, mas que entenda que ele não é perfeito, assim como meu RPG favorito (Persona 2) também não é. Até porque, difícil ao extremo ter um jogo perfeito, o que acontece é o endeusamento por parte dos próprios fãs que muitas vezes exageram demais pra imagem de um jogo, seja ela positiva ou negativa...

E só pra concluir, Final Fantasy VII tem também um dos PIORES finais de um JRPG, afinal de contas, uma aventura deve ter começo, meio e fim. O fim não foi conclusivo em NENHUM aspecto, e graças a isso, gerou um jogo meia boca (Dirge of Cerberus) e meramente jogável e um filme que é legal pelas porradas e tem uma história bem "ok" e totalmente indigna de ser uma continuidade da série.

Uhul, salvamos o planeta e... O que acontece depois mesmo? Ah sim. NÃO FOI EXPLICADO!

Final Fantasy VII tem um decorrer muito mas muito bom mesmo e um final PÉSSIMO! Que muitas pessoas com toda certeza reclamariam se fosse em outro RPG, mas não reclamam desse porque é mainstream, porque é famoso e porque é visto como um dos melhores RPG's de todos os tempos.

Mas ninguém fala isso porque é Final Fantasy, e principalmente por ser o VII. Que como eu disse, apesar de ser o melhor da franquia, porém...

...um jogo overrated, com falhas como todos os outros. Não dá pra negar sua importância e impacto na indústria dos games, mas isoladamente falando, ele realmente não é isso tudo. Apenas, o melhor de uma franquia.

1 de maio de 2013

A Fórmula Final Fantasy



            E aí, nerds que lêem! Aqui é o Dipaula. Sim, estou ficando folgado e abusando do blog do meu amigo... Quaisquer reclamações devem ser dirigidas diretamente aos meus advogados.

            Hoje estou aqui para falar de uma das mais bem-sucedidas franquias de games de RPG já lançada! A maioria dos gamers fala bem dela – claro, isso não é necessariamente um elogio, já que tenho um ponto de vista bem particular com respeito à opinião da maioria, mas deixemos esse assunto para outra ocasião.

            Se você pensou em Final Fantasy, não se sinta especial. Ter adivinhado só sugere que você consegue andar e falar ao celular ao mesmo tempo sem sofrer de estafa mental.

            Bem, não vou fazer uma resenha, mas sim dividir com vocês algo curioso, que me incomoda um pouco e que talvez não faça diferença para vocês, porém vale a pena ser discutido. Vou começar do início, vocês entenderão logo...

            Meu primeiro contato com a franquia foi com Final Fantasy 7, que achei incrível. Desde então vários outros títulos me foram recomendados e eu experimentei grande parte deles, mas terminei somente uns poucos. Algo nesses jogos me desagradava, eu perdia o entusiasmo depois de algumas horas de jogo, como alguém que joga o mesmo jogo seguidamente e não agüenta mais ver a mesma coisa. E foi então que percebi o motivo.

            Final Fantasy possui uma fórmula muito repetitiva, com seus elementos sendo usados à exaustão há anos, mudando apenas alguns detalhes. Isso causa em jogadores mais perceptivos, como eu, uma desconfortável sensação de estar vendo “mais do mesmo”.

            Ah, e não me refiro a elementos visuais e de mecânica como os frangos anabolizados chamados Chocobos ou o sistema de Jobs, que permite customizar os personagens. Estou falando de elementos de enredo que são reconhecíveis em diversos títulos da franquia. Vou descrever os principais deles separadamente citando jogos nos quais eles são usados. Acompanhe e veja se você concorda:

Os Cristais


            Comecemos com o elemento mais antigo e tolo da fórmula: cristais que funcionam como os pilares da natureza.

            Imagine um mundo cujas forças naturais são influenciadas por pedras colocadas em templos que ora estão abertos à visitação pública (entrada franca!) ora são vigiados por velhinhos barbados de vestido e seus Blackmages com ossos de vidro... Qualquer um pode invadir o local, roubar os cristais e usar como globo de discoteca sem problemas.

            O agravante é que se os cristais são removidos ou destruídos, o elemento natural correspondente fica fora de controle. Se o cristal do vento sair do altar, os ventos param de soprar ou se revoltam; se o da terra for levado, o solo se torna infértil ou terremotos assolam o mundo e assim por diante.

            Espera-se que um mundo assim tão frágil tenha uma força organizada e bem treinada de heróis que protegem os cristais através das eras, certo? Errado. Somente quando a natureza vira do avesso é que alguém percebe que os cristais sumiram e um grupo é reunido para recuperá-los. Parece até o Brasil...

            Isso me faz pensar que talvez o cristal da água fique em algum lugar do nosso país, e que alguém tem tirado ele do altar só de sacanagem todo ano, causando enchentes em tudo que é lugar... Não é assustador como ficção e realidade se confundem vez ou outra?

            A idéia dos cristais surgiu em Final Fantasy (o primeiro) e foi repetida nos Final Fantasy 3, 4 e 5. Tudo bem que tais jogos são de mil novecentos e pedra lascada e que na época enredos simples eram a regra, mas Final Fantasy 13 é recente e também faz uso dela. Sem falar da série Final Fantasy Crystal Chronicles, cujo título dispensa comentários...
           
            Ainda no embalo dos cristais, vamos falar dos tais heróis reunidos para salvar o mundo quando os mesmos são roubados ou destruídos:

Guerreiros da Luz (Ooooh...)

Não, eles não merecem ser mais bem desenhados que isso.

            Como foi mencionado anteriormente, são os sujeitos encarregados de reparar os danos causados pela falta dos cristais e bater nos “espíritos de porco” que os tiram de lá só para se divertir com o circo pegando fogo (que gentinha!).

            Pude notar esse elemento da fórmula em muitos títulos da franquia assim como os cristais: Final Fantasy 1, 3, 4, 5 e 13, mas talvez ele tenha sido usado em ainda mais jogos.

            Não há muito que se falar deles que ainda não tenha sido dito exceto que, em geral, são escolhidos pelo BEM para manter o equilíbrio entre a luz e as trevas e outras tolices maniqueístas.

            Sinceramente detesto esse tipo de desculpa para os personagens salvarem o mundo, acho bem mais interessante quando há motivações pessoais envolvidas. Isso os torna mais humanos, mais plausíveis.

            De repente o enredo de Super Mario não parece tão ruim... Pelo menos o encanador quer salvar a namorada rica que o sustenta!

            Eu consigo imaginar alguém lutando por isso no mundo real, mas se uma voz do além surgisse e nos desse uma missão, provavelmente procuraríamos um psiquiatra ou uma benzedeira, dependendo da pessoa.

            E já que falei de dois elementos ruins da fórmula Final Fantasy, falarei agora de um que acho bem melhor:

Força de Dominação Global (Tam-tam-tam...)


            Quantos Final Fantasy não têm no enredo um império ou semelhante tentando dominar o mundo e que, para tanto, mexe com forças proibidas colocando o mesmo em risco (como roubar os malditos cristais, por exemplo...)?

            Temos o Império de Palamecia (ou algo assim) em FF2, o reino de Baron em FF4, “O Império” de FF6 e o reino de Alexandria em FF9, entre outros.

            Essa força de dominação nem sempre é representada na forma literal de um império. Pode ser uma empresa de alcance global como a Shin-ra de FF7, que para alcançar suas metas suga o Life Stream do planeta colocando-o em risco, exatamente como eu descrevi no primeiro parágrafo.

            Esse é um elemento que eu gosto muito, na verdade. Adoro clima de guerra em uma história, sobretudo num RPG. Sem mencionar que uma força bélica espalhando medo pelo mundo é um motivo bem mais convincente para unir um grupo de heróis do que “ser escolhido pelo bem”. Contudo, essa idéia se repete tanto que acaba por se tornar um pouco maçante...

            A única força de dominação global da qual nunca se enjoa é a Shadaloo! Aprenda isso SquareEnix, por favor.

            Seguindo o raciocínio, vamos falar agora de outro elemento da fórmula profundamente relacionado com o que acabei de descrever:

Generais Fura-olho Que Se Tornam Os Vilões 
(Até tu, Brutus?)

Golbez. Tão badass que nem parece ter vindo de um Final Fantasy!

            As já mencionadas forças de dominação global naturalmente possuem líderes, sendo eles imperadores ou reis em sua maioria, mas às vezes presidentes (como a Shin-ra), ou qualquer outra coisa.

            Pois bem. Já notaram que eles têm sempre um general/braço-direito/ministro obviamente mal intencionado que eventualmente os mata, roubando a cena e tornando-se o vilão da história?

            A princípio o tal império é o inimigo a ser combatido, mas aí vem o General Fura-olho da vez e toma o lugar do imperador como objeto do ódio dos protagonistas.

            Golbez mata o rei de Baron em FF4, Kefka mata o imperador Gestahl em FF6, Sephiroth faz espetinho do presidente da Shin-ra em FF7, Kuja manda Bahamut fritar aquele travesti gordo e azul que é a rainha de Alexandria em FF9...

Como eu disse, travesti gordo e azul...

            Sem falar que todos eles são figuras MUITO suspeitas! Como os tais imperadores não notaram isso? Tudo bem que Golbez dominou a mente do rei em FF4, mas como não notar que Kefka precisa de remédio tarja preta e focinheira?

            Esses imperadores tinham muito a aprender com M. Bison. Só se lida com empregados barra pesada assim sendo muito durão. Coisa que eles não eram, ao que parece.
            Ainda falando dos vilões, aqui vai outra característica comum a vários deles:

Vilões Afeminados e Vilãs Peruas (Ui, poderosa!)

Edea e Kuja. Acreditem, ela é mais homem do que ele.

            Esse é um dos elementos que mais me causa desgosto. Sério, por que DIACHOS alguns vilões da franquia têm de parecer travestis? Pense em Kefka, Kuja e Seimour e veja se eles não se parecem com aqueles transformistas que participavam dos programas do Sílvio Santos na época da sua avó...

            Agora vejamos algumas vilãs. Ultimecia, Cloud of Darkness, Rosso the Crimson... Como alguém pôde pensar que vilãs que parecem ter vindo do reality show Mulheres Ricas seriam uma boa idéia? Na boa, olhem bem para Edea... Até a Bruxa Onilda inspira mais temor...

            Imagino o que motivou esse povo a tentar destruir/dominar o mundo... Provavelmente uma unha quebrada ou uma meia-calça desfiada...

            Prefiro mil vezes overlords blindados como Golbez e ExDeath, por mais clichê que sejam. Ainda bem que, pelo que sei, essa idéia deixou de ser usada depois de FF10 (corrijam-me se eu estiver enganado). Se isso tivesse se tornado um padrão, poderíamos esperar a Nany People como próximo vilão da série. Ou talvez o Ronaldo Esper.

            Vamos em frente antes que eu vomite...

Vilões e Protagonistas Têm Uma 
“Ligação Especial” (eu, hein...)

Reação de Jecht ao descobrir que seu filho é protagonista de um Final Fantasy!

            Continuando esse papo de vilões, quem aí já reparou que alguns deles possuem um forte elo com alguns protagonistas?

            Às vezes esse elo é algo mais corriqueiro, como o de Kefka e Terra em FF6: o palhaço foi o responsável por controlar a mente da moça e treiná-la para se tornar uma guerreira do Império. No entanto, na maior parte das vezes, esse elo tem a ver com a origem dos personagens, normalmente revelando que não são pessoas comuns, normalmente tendo origem alienígena. Vejamos alguns exemplos:

            No caso do vilão Golbez e do protagonista Cecil de FF4: eles são meio-irmãos e têm descendência alienígena; Bartz e Exdeath de FF5 também têm origem em outro planeta, Sephiroth e Cloud de FF7 são super-soldados geneticamente modificados com DNA de um ser alienígena, Kuja e Zidane de FF9 são seres artificiais vindos de outro mundo e Tidus e Jetch de FF10 também, de certa forma, são oriundos de um outro mundo...

            Vilões e heróis que se descobrem relacionados profundamente... O pessoal de Final Fantasy tem muito a agradecer a George Lucas...

            Entendedores entenderão...

            Ah... Criatividade e originalidade não estão na lista de prioridades dos roteiristas dessa franquia, hein? Se bem que, jogos com enredos realmente inteligentes não se tornam sucessos globais como Final Fantasy. Talvez eles apenas dêem o que o público pede, talvez investir em um roteiro realmente bom seja dar pérolas aos porcos...

            Entendedores entenderão...

Protagonistas Desmemoriados
(Originalidade... Não consigo lembrar o que significa...)

Água na Carol!

            Eis aqui outro elemento que acho válido num enredo, um personagem sem memória pode ser interessante se bem utilizado, pois é legal ir descobrindo seu passado aos poucos no decorrer do jogo.

            Agora, como o Juninho já disse antes, CINCO protagonistas desmemoriados em seguida!? Terra de FF6, Cloud de FF7, Squall de FF8, Zidane de FF9 e Tidus de FF10, todos com a mesma amnésia...

            E vez ou outra aparece alguém dizendo o quanto os personagens dessa franquia são humanos e profundos... Ai,ai... Pobres caipiras que nunca jogaram Persona...

            Que é isso, Sakaguchi? Um pouquinho mais e você chegaria ao nível do Akira Toriyama, e olha que ele fez de tudo para ferrar com o enredo de Dragonball Z, pois não agüentava mais escrever aquela abominação...

            Vamos para o próximo, então.

Donzelas Indefesas e Desamparadas 
(Socorro Popeye!)

Meu cabelo tem pontas duplas... Ai de mim!

            Bem como os Vilões Afeminados e as Vilãs Peruas, esse é um elemento que faz minhas vísceras revirarem.

            Final Fantasy é recheado de dondocas sem um pingo de atitude que só servem para serem amparadas pelos protagonistas masculinos, o que eu entendo como um recurso desesperado para tentar fazer os jogadores engolirem que esses mesmos protagonistas são fortes e decididos.

            Até compreendo esse desespero, pois quem levaria Squall ou Tidus a sério se não houvesse Rinoa ou Yuna para caírem em seus braços o tempo todo? Provavelmente as donzelas do grupo seriam eles mesmos...

            Ah, antes que eu me esqueça, não posso deixar de citar a outra utilidade para essas frágeis coitadinhas: formar um par com o dito protagonista num romance forçado... Imagino que esses romances de novela mexicana é que fazem os simplórios jogadores pensarem que Final Fantasy tem profundidade.

            Prestem atenção, vou falar uma única vez: romance e profundidade NÃO são a mesma coisa! O dia em que Final Fantasy tiver um protagonista que comete atos que não são politicamente corretos e que pensa em seus interesses ao invés de “fazer o que é certo”, aí sim ele poderá ser considerado humano. Quando seu lado psicológico for explorado, mostrando suas dores e inseguranças, aí sim ele poderá ser considerado profundo.

Hell yeah!!!

            Ops! Quase me esqueço de novo! Tenho que homenagear a única donzela da série que me agradou profundamente, pois teve a decência de morrer no início do jogo! Aeris, seus restos inchados e semi-devorados por peixes sempre ocuparão um lugar especial em nossos corações!

Personagens “Exóticos” (Isso aí morde?)

      
      Outra coisa que merece ser mencionada: certos personagens, digamos, peculiares, presentes em vários títulos.

            Não peculiares do tipo “Nossa que simpática essa sua cauda e essas suas orelhinhas de gato, posso tocá-las?”, mas do tipo “Não perca a esperança, tenho certeza que um dia surgirá algum tipo de tratamento para isso, afinal a medicina hoje em dia evolui rápido. O quê? Não, não quero apertar sua mão, obrigado...”.

            Novamente, por que DIACHOS tais “seres” foram concebidos? Eu entendo que quase todo RPG tem personagens não-humanos ou fofinhos e etc., mas em alguns Final Fantasy eles forçaram a barra! Talvez por tentarem ser originais ou talvez por misturarem remédios tarja preta com álcool, vai saber...

            Aqui vai um bestiário - digo - lista com alguns deles e uma breve descrição de suas características (não recomendado para menores de 18 anos):

            Cid de FF4: um mecânico gordo, peludo e provavelmente mal-cheiroso usando um collant de cores berrantes... Não fotografar usando flash para não irritá-lo.

Papai Noel é a...

            Gogo de FF6: um mímico com roupas espalhafatosas tais como as de Kefka e que quase nunca fala, não tem motivos para unir-se ao grupo ou significado na história e, por razões misteriosas, não é capaz de nada além imitar outros personagens... Pode aprender a assoviar o hino nacional se ensinado desde cedo.

Como Gogo está ganhando a vida após o término de Final Fantasy 6.

            Caith Sith de FF7: uma máquina espiã da Shin-ra enviada para enganar e sabotar os heróis. Estranhamente tem a forma de um gato de botas segurando um megafone montado numa espécie de yeti... Este, eu tenho certeza, foi concebido à base de remédios e bebida alcoólica.

Esta imagem me faz pensar em anfetamina...

           Quinna de FF9: um ser de sexo indefinido que parece uma versão abstrata de um fantoche da Vila Sésamo vestido de Tia Anastácia do Sítio do Pica-pau Amarelo. Comia sapos vivos para sobreviver em seu hábitat, um pequeno brejo. Eventualmente foi adotado pelos heróis como mascote e saiu pelo mundo devorando toda a vida selvagem, de goblins a dragões, causando desequilíbrio ambiental em todo mundo de Gaia. Mantenha distância da grade para evitar acidentes.

Deixa o pobre Caco em paz, Elmo do inferno!

            Fran de FF12: uma mulher curvilínea com orelhas de jumento... Chocante... Sempre que eu a vejo não posso evitar imaginá-la ruminando capim e espantando as moscas de seu traseiro com o rabo... Imagino que a intenção do desenhista tenha sido fazê-la com orelhas de coelho, mas acabaram parecendo as de um jerico. Agora não consigo evitar imaginá-la carregando um cearense no lombo...

Fran... trazendo gamers e otakus tarados ao fantástico mundo da zoofilia...

            Ah, e se você está pensando em retrucar com algo como “A Fran é mó gostosa!” pare aí mesmo, seu pervertido! Não existe tratamento para tipos como você? Aposto que quem te conhece se desinfeta com álcool gel após apertar a sua mão. Nojento!
           
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            Bem, acho que me fiz entender. Oh, e antes que algum fã incondicional queira me atirar paus e pedras, saiba que não considero a franquia necessariamente ruim. Apenas não penso que seu enredo seja nem de longe o que dizem dele. Final Fantasy é um sucesso por sua boa jogabilidade, com personagens customizáveis e coisas do tipo.
            De qualquer modo, se discordam do que disse e querem se manifestar, deixem seus comentários. Contudo, vamos nos lembrar que não há nenhuma necessidade de perder a civilidade...

            E vamos encerrar este post com um pensamento de nossa querida Rinoa, para refletirmos sobre a vida:


            “Cheira meu dedo...”

            Até a próxima!