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30 de junho de 2013

Resident Evil: Revelations


Resident Evil, Resident Evil...

Uma série mais do que consagrada, que praticamente "estreou"  o gênero Survival Horror, mas na verdade só fez as coisas andarem, o gênero surgiu mesmo com Alone In The Dark, série que nunca joguei ou sequer tive interesse.

Mas enfim, vamos ao que interessa?

Caso não queira, vamos assim mesmo! Eu hein...

O lance é o seguinte, Resident Evil como eu vivo dizendo desgastou a fórmula de zumbis e infestação na cidade, uma fórmula funcional, boa e o caralho, mas uma hora cansa!


E num ambiente de SOBREVIVÊNCIA é muito mais difícil explorar novidades sem transformar o jogo num mero shooter, coisa que aconteceu no terceiro jogo da série no meu humilde (e majestoso) ponto de vista...

Lembra que antes eu disse que odiava os primeiros? Pois é, vou dar um motivo pra vocês rirem de mim, mas só dessa vez, não se acostumem!

Eu os joguei novamente, e o 1 não desceu, continuo achando uma bosta, mas o 2 e o 3, eu realmente gostei!

Em especial do 2, mas nem de longe os achei mais legais que o 4, 5 e 6... e o 2 sim, achei Survival e tals mas o 3 não achei taaaanto assim, a Jill lá é quase uma super-heroína, pula, anda, corre, atira, tem muita bala e só falta vender produtos Jequiti!

Mas não vejo como problema, juro que não! Até porque eu gosto do formato dos jogos posteriores que deixaram os personagens ainda mais super-heróis!

Chris e seu soco de um megaton, nunca faltam!

Porém, vamos por partes, a série de modo geral nunca teve um bom enredo, sempre foi uma fórmula:

"Infestação zumbi da semana + pessoa ali presente (que deveria ser uma vítima) pra resolver".

E depois, do 4 em diante ficou assim:

"Problema de infestação bioterrorista + super-herói mega fodão enviado por alguém pra resolver".

Tá vendo como eu disse, é um shooter do 3 em diante, e pra mim nunca teve boa história!

"Mas Juninho, por que ta falando isso? Ninguém te perguntou, seu cretino".

Calma jovens, já chego lá! A real é que a série nunca foi profunda e continua não sendo, e eu acho bacana isso, por ela não tentar ser o que ela não é. Se mantendo rasa como sempre e focando em gameplay, coisa que a Capcom já faz há uns bons anos com Street Fighter (exceção de Alpha 3).

Mas eu ressaltei tudo isso, pra dizer que pela primeira vez um Resident Evil teve uma pontinha de roteiro!

E Revelations é essa pontinha, acredito até que por ter sido lançado originalmente pra 3DS, como maioria dos jogos portáteis, eles costumam ter "explicações melhores" para coisas assim, pra prender o jogador, além de normalmente ter modos extras melhores que consoles de modo geral.

Lugares escuros e fechados de volta, quase engana como "terror"...

E o jogo é limitado a não correr, assim como todos os outros da série antes do 6, afinal o jogo foi feito antes desse, inclusive!

O sistema é simples e só teve uma alteração do 3DS pras outras plataformas, que no console portátil, quando se mirava, o jogo virava primeira pessoa, limitações do console, todos nós sabemos disso e entendemos.

Porém, na versão caseira, a Capcom colocou aquilo que fez os fãs vibrarem com RE6, andar e atirar!

Melhor ideia, impossível!

Mas fora isso o sistema é simplíssimo, anda e atira, vira o personagem num movimento rápido, tem um scanner que é bem legal pra achar itens e coisas do tipo, além de escanear inimigos e a cada 100% de escaneamento se ganha um item de cura (mesmo que não faça O MENOR sentido, como eu disse, aspectos de gameplay...), arremesso de granadas e armas do tipo e se pode dar uma ou outra porrada nos inimigos quando eles esão atordoados.


Sem contar a boa e velha faquinha, sempre presente na série!

Ah, e diferente de Resident Evil 6, onde nadar era uma sequencia de QTE (quick time events), agora em determinadas partes do jogo, Jill mostra seu talento pra natação e é possível explorar em pequenas partes do game embaixo d'água.

O que realmente muda nesse game é o uso das ervas, por ter sido um jogo de portátil (vou reforçar isso), somente um brilho verde aparece na tela curando o personagem por completo a cada vez que uma erva é utilizada. Os mais chatos podem achar besta, eu acho que a função é curar, curando pra mim ta de bom tamanho!

Aposto que muitos fãs de jogos com gráficos impressionantes (como o próprio RE6) torcerão o nariz, sempre tem gente que faz isso...

Mas falando em gráficos, os do jogo não são lá grande coisa... se comparados à atual geração dos games, pra ser sincero, mas como todo leitor old school do blog já sabe, eu realmente não ligo, mesmo sabendo que é inferior mesmo à RE5, que no meu ponto de vista teve maior capricho com os modelos 3D que o 6, mesmo este sendo superior, mas Revelations não deixa a desejar, somente se comparado, claro!

Monstros com barras de sangue e um tempo correndo... Raid Mode é assim!

Caso duvidem, basta jogar partes do primeiro capítulo do game na praia e verão os peixes DESENHADOS no chão 3D do jogo...

Mas além da jogabilidade simples e eficiente que todo RE sempre teve, um gráfico mediano e Jill de volta, o que temos mais pra oferecer?

Eu lhes digo!

Agora temos de volta o velho baú, só que dessa vez ele é o "baú de armas" onde só se pode trocar de armas, sendo possível apenas 3 pro personagem carregar e com o acesso ao baú podemos utilizar o que coletamos durante o jogo, as peças costumizáveis que aumenta e eficiência de suas armas, sendo assim possível aprimorar poder de fogo, diminuir recuo, aumentar quantidade de balas e etc...

E além disso...


Resident Evil, como eu disse acima, nunca teve aqueeeeeela história, somente desculpas pra um jogo de sobreviver ou matar monstros... E não é algo ruim, mas Revelations me impressionou além do fato de ser um jogo de gênero híbrido (mistura de ação com survival horror) e foi a presença de um roteiro pouco mais significativo!

Olha, não é NADA demais, mas só o fato de ter personagens não-jogáveis com mais importância que meros soldados do Alpha e Bravo team que morreram pra justificar os eventos do primeiro game, já me deixa mais satisfeito.

E digo mais, Raymond é tosco visualmente, mas é um personagem FODA!

...

Temos inicialmente uma B.S.A.A. recém-fundada, liderada por Clive O'Brain e entre os co-fundadores estão ninguém mais e ninguém menos que Chris Redfield e Jill Valentine! Agindo separados, Chris com Jessica e Jill com Parker, o sistema de parceiros parece ter funcionado muito bem e vem sendo repetito de forma absurda, e eu acho muito bom que isso aconteça.


E existe também outra organização, que é mandado pelo governo, a FBC, essa organização inclusive, quer mostrar seu poder ao mundo, mantendo pessoas e bioterroristas com medo, e pra isso usa até mesmo de coisas sujas, tudo arquitetado pelo Morgan, um personagem legalzinho com cara de poucos amigos e postura nobre.

Tudo começa com Jill e Parker, à mandado de O'Brian indo até o Queen Zenobia para procurar Chris e Jessica que supostamente estão desaparecidos, e depois acabamos descobrindo que não estavam, eles estavam em outra ponta do globo procurando uma possível base secreta, descobrem através da B.S.A.A. que Jill e Parker estão presos no Queen Zenobia sem muita comunicação e vão atrás deles à toda velocidade!!

Falar mais que isso, seria um tremendo spoiler, mas posso assegurar, que apesar de ser uma história fraca, é a melhor da série justamente por ter uma, coisa que antes só havia acontecido em Code Veronica, mas ao meu ver Revelations teve uma pegada que funcionou muito melhor na prática e mais envolvente.

Essa é a medalha que aparece quando se completa uma fase do Raid, olhem pra MEDALHA...

Imagine minha alegria depois de jogar vários títulos da série, e me impressionar pela simples presença de um pequeno enredo, foi mágico! Não é piada, fiquei feliz de ver a série com pouco mais que o velho motivo pra matar ou sobreviver!

Mas uma coisa que Resident Evil aprendeu a ter foi modos extras!

Sinceramente, falando calmamente, tudo começou a andar de forma mais interessante com o Mercenaries do 4, que era legal mas não tinha muitos atrativos, o do 5 é fantástico, do 6 ainda melhor e assim foi até o ponto que o jogador conhece o Raid Mode! O modo extra de Revelations!

Os outros, eram shooters (ainda mais) com objetivo de matança, e isso é sempre bom e mega divertido!

Mas Raid, além de um mero shooter, consiste em alguns objetivos, seja fugir de um lugar que ta vindo água até até do cu dos monstros, ou então passar pela fase (que são partes do navio) até o final. Realmente, o nível de diversão é MUITO maior que qualquer Mercenaries.

Principalmente porque além da matança, e dos objetivos dentro da fase, temos alguns objetivos que são os de passar a fase com level abaixo do recomendado, passar a fase sem levar um mísero dano e matar todos os inimigos, e caso faça os três de uma vez ainda recebe o bônus da trindade.

Mas você deve ta se perguntando...

"Level, sério?"

Os monstros mais legais da série, alguém da Capcom andou pegando aulas...

Sim, leveis, o jogo te dá experiência no melhor estilo RPG que aumenta o level do personagem e assim melhora mira, dano e etc, sem contar no sistema de escolha de personagens que é bem vasta por sinal, porém temos pouquíssimos disponíveis de cara e o restante é desbloqueável com o passar das fases, aumentando ainda mais a vida útil do game!

Raid Mode é a prova de que não são só as drogas que viciam, porque esse modo é SUPER VICIANTE! PUTA QUE PARIU!!!

A única parte "chata" (pros preguiçosos) é o fato de que tem que ficar repondo estoque de balas, comprando itens que aumentam sua capacidade de ter mais balas, carregar mais ervas, mais bombas e etc.

Eu particularmente achei MUITO foda! Muito mesmo! Porém é subjetivo...

Enfim, Resident Evil nunca teve um jogo tão bom em sua franquia, talvez o 6 seja o único à altura (como eu disse, meus pontos de vida, sai pra lá fãs putinhas) mas ainda vou rejogar todos e prometo fazer um post sobre os melhores jogos dessa série fantástica que nada nada é a segunda maior da Capcom (ou a maior, sei lá, Street Fighter é mais antigo, mas não sei qual vende mais).

Agora podemos fazer Jill nadar, muito massa esass partes, inclusive!

E pra finalizar...

Agora, eu fiz post do Resident Evil 5 certo tempo atrás e prometi do 4 e 6, e vocês provavelmente devem estar se perguntando porque fiz do mais novo e não fiz dos outros.

Falta de tempo, e eu peguei o 4 HD há pouquíssimo tempo, ainda falo dele por aqui e o 6 a verdade é que foi preguiça de falar dele, uma vez que sei que geral fala mal dele sem nem ter jogado ele como game de ação que é, e sem falar das DLC's que eu comprei os pacotes com todas mas ainda não as joguei por conta de trabalho e outros jogos (novos) pra jogar.

Acho que eu fui a única pessoa do planeta que sentiu falta de Sheva no 6 mas deixa baixo...


Mas prometo falar! E quem sabe falo do Super Street Fighter IV: Arcade Edition quando sair a atualização do patch de 2013 que provavelmente sai depois da Evo2013...

Não sabia dessa? De nada, te informei de graça! XD

Comentários são logo abaixo, nunca se esqueçam deles, eles motivam nós blogueiros à continuar com isso!

23 de janeiro de 2013

Tekken Tag Tournament 2 - Review



Apesar do meu incrível amor por jogs de luta 2D, nunca falei que odiava os 3D...

Ou falei ?

Enfim, não importa.

Bom, eis que depois de uns tempos sem postar nada aqui estou pra postar sobre um jogaço de pancadaria da nova geração.

A real, é que existem mutos bons jogos de luta 3D, e apesar de Virtua Fighter 5 Final Showdown ser expcional pelo seu realismo dos golpese capricho visual e musical, e Soul Calibur (o III em especial) ter um capricho muito grande com seu roteiro (coisa que morreu do IV em diante), minha série de jogos de luta 3D favorita é Tekken.


Maaaaaas, esse carinho começou no 3, sumiu no 4 e voltou no 5, onde havia tudo muito caprichado e etc, mas ainda não tinha muito daquela empogação.

A real é que Tekken só melhorou até o seu sexto jogo da série, e o roteiro da série SEMPRE FOI UMA BOSTA.

E piorou muito no 6, puta que pariu.

Chega a ofender a inteligência de qualquer ser humano.


Porém, se tratando de JOGAR Tekken, sempre foi e sempre será o melhor dos 3D, sem sombra de dúvidas.

E agora falando friamente, Tekken Tag Tournament 2 é espetacular. E vejamos o motivo pra isso!

Primeiro de tudo, quantidade de personagens.

Simplesmente um número absurdo de 59 personagens no jogo.

E se quer saber...

É BOM DEMAIS VER ISSO TUDO DISPONÍVEL!

Apesar de algumas falhas nessa quantidade, e explicarei agora...

Basicamente, alguns personagem tem o mesmo gameplay, e funciona como um "repetido".

Eis a carismática JayCee!

Por exemplo, Julia está vestida de JayCee, uma lutadora mexicana ou simplesmente "luchadora" e tem seus golpes de sempre com os de uma luchadora (explicado em seu final) e sua mãe Michelle está de volta ao jogo, por que é uma personagem do Tekken 2 e morta, só que com a jogabilidade de sua pimpolha.

Isso sim é uma tática inteligente, mas quando vemos Lee e Violent que são a mesma pessoa, tendo em vista que o segundo é o alter ego do primeiro, eles deveriam pelo menos ter golpes diferentes. O que não acontece.

O mesmo com Tiger e Eddy e alguns outros personagens como Sebastian e Lili. E pra quem não ta ligado, Sebastian é o mordomo da Lili que aparece no final dela em Tekken 6.

Outra ideia idiota, e já que era pra ser um personagem "novo", pelo menos que tivesse golpes diferentes.

Agora...a trilha sonora que como sempre feio estupenda, dessa vez não decepcionou.


Muito, mas muito eletrônica mesmo. Dá até pra sentir vibe de psy e dubstep.

E outro fator do jogo são os gráficos.

Eu como todos já sabem, não sou de ligar muito pra isso.

Porém, enquanto o 5 tinha um super gráfico em vista da sua época, o 6 deixou a desejar com expressões mal feitas e modelos 3D com fisionomia duvidosa.

Me leva a crer que por ser no começo da nova geração não houve certo cuidado em fazer o jogo na questão visual, coisa que a Sega ensinou pra Namco como se faz no Virtua Fighter 5.

Porém nesse novo, o visual ta IMPRESSIONANTE.


Sério mesmo, é sinistro ver um jogo de arcade em 1080p, portado para consoles somente em 720p ter um gráfico tão surpreendente. As expressões estão detalhadíssimas e cada frame do jogo é feito com o devido cuidado. Cenários com chuvas, ventos e tudo mais com MUITA fluidez. É lindo de ver.

Tendo em vista que os consoles da atual geração suportam o Full HD (Xbox 360 com 1080i e PS3 com 1080p), só existe uma explicação para terem feito eles em 720p, que é o fato de ter loadings (rápidos)  e uma instalação no HD de quase 8 GB...

Pra um jogo de luta isso é muito, então se fosse 1080 ia aumentar ainda mais... sem contar que Loadings em consoles de nova geração é algo que PRECISA ser rápido... então acho que essa é a única explicação plausível. Amor ao HD do seu console, isso a Namco parece ter.

E agora a parte que interessa.


O GAMEPLAY!

Simplesmente alucinante.

Historicamente falando, Tekken evoluiu muito ao longo de sua existência se tratando de jogabilidade, o 1 era muito lento e ruim, o 2 era lento e bom, o 3 já era mais rápido e muito melhor só que ainda havia desequilíbrio dos personagens, dano absurdo, combos que matavam na hora e etc...

E isso melhorou muito depois que a Namco resolveu aumentar a complexidade do jogo no 4 e com resultados positivos continuou a fazer isso do 5 em diante. E isso fez muito bem pra série. Afinal de contas era UM SACO enfrentar esses caras que ganhavam com Eddy só apertando dois botões.

Minha nossa, como era frustrante. E depois disso o Eddy nunca mais foi o roubado de sempre, tanto que os jogadores dele no 5 diminuíram consideravelmente. E do 5 em diante quem jogava com Eddy, SABIA JOGAR MESMO COM ELE.

ISSO SIM MERECE MÉRITO VIU SEUS FÃS PUTINHAS DE PERSONAGES ROUBADOS! E NÃO HÁ ARGUMENTOS QUE PROVEM QUE EDDY ERA UM PERSONAGEM NORMAL NO TEKKEN! OK ?


Continuando após um breve desabafo...

Quem jogou o primeiro Tag Tournament sabe como o jogo era lento e nem tão dinâmico assim, era logo depois do 3 de PS1.

Mas o Tag 2 trouxe os mesmos recursos de agarrões combinados e uma novidade, que é o Tag Crush, na qual o personagem controlado no momento da um golpe, que levanta o inimigo, seu segundo personagem vem e você pode desferir pancadas e depois troca de novo pro primeiro.

Meio complicado explicar, mas ao ver tudo se torna simples.

E os comandos são os mesmos de sempre, uns golpes adicionados aqui, outros removidos ali, um combo diferentinho lá...

Nada que cause desgosto, repulsa ou rebeliões com pessoas fazendo protestos.


O melhor de tudo, que diferente do primeiro jogo, esse não te obrigada a jogar com dois personagens.

Você pode pegar somente 1, e ele terá energia e dano de dois personagens em um só.

Pra quem não curte o estilo Tag é uma boa pedida (Tag que me refiro, um personagem morre e a luta acaba).

Eu mesmo não sou fã, e eu até jogo sem reclamar, mas acho que qualquer jogo que se joga com dois personagens teria de ser como por exemplo o Team Mode do Mortal Kombat (que ainda pretendo fazer review) que se joga com dois e tem que vencer os dois inimigos.

Sinceramente, eu vejo mais sentido nisso!

Mas enfim, a liberdade de escolha grita nesse aspecto, você sozinho pode enfrentar outro sozinho ou uma dupla. E isso é MUITO FODA!


Ainda mais que se trata de um Dream Match (termo usado pra jogos com muitos personagens de uma franquia e totalmente fora da cronologia) com praticamente todos os personagens da franquia. Todos os normais jogáveis estão incluídos. Os que firacaram de fora são Gon (exclusivo do 3), Azazel e mais uma meia dúzia de personagens toscos e sem graça.

Os legais estão de volta, alguns toscos também. E o melhor de tudo são os que morreram ou estão  e a galera gostava, como Michelle, Violet, Doctor B,  Kunimitsu (dei pulos de alegria com a volta dela), Angel (blergh) e alguns mais.

Já gostava dela antes, agora redesenhada mais ainda!

Uma novidade legal é Slim Bob, o Bob gordão numa versão magrela, cuja qual somente os que terminaram o jogo com Bob no Tekken 6 poderão entender, mas eu deixei o link do final dele bem aqui.

E outra curiosidade legal é Forest Law, o filho de Marshall Law que somente apareceu em Tekken 3, está no jogo. E o mais incrível é que não tem a mesma jogabilidade de seu pai. Movimentos parecidos e algumas coisas semelhantes mas acabam sendo dois personagens bem diferentes.

Isso tudo por que o jogo veio com vários personagens DLC, e acredite... TODOS DE GRAÇA.

Já estavam no disco, mas tinham que esperar dia certo pra atualizar e desbloquear, comprei dois dias antes de poder jogar com Kunimitsu...

E nisso só posso dizer um: "CHUPA CAPCOM!"

Combot, o personagem jogável em Fight Lab!

Assim que se usa DLC em disco, pra promover a expectativa e fazer a galera comprar, só que sem estuprar ela por cada DLC incluído.


E pra quem não sabe, todos os personagens dessa vez são dublados de acordo com seu país de origem. E pra quem tiver dúvida basta jogar com Eddy ou Christie pra ver os dois dublados em português do Brasil!

E pra ser sincero, dá pra ficar desapontado com a dublagem de semi-retardada fugitiva da APAE que Christie ganhou... SUPER DECEPCIONANTE. Enquanto a voz americana dela em todos os jogos anteriores eram muito boas.

Mas ao menos Eddy, o queridinho dos brasileiros está bem minimamente bem dublado, apesar de que poderiam ter feito uma escolha melhor, colocar alguém mais inspirado. Mas se compararmos com Christie, ele está sensacional.

Deixarei o vídeo com seu final aqui pra quem quiser verificar, e por falar em finais...


Bom, lembram dos finais horrendos do Tekken 6 ?

Pois bem. O jogo não apresenta esse tipo de final, é algo mais mostrando a motivação do personagem ou meio que uma espécie de prólogo como é o caso de JayCee. Sinceramente, é menos ofensivo pros fãs que os finais ridículos do jogo anterior. Muito melhor!

E terminar o jogo nem é tão difícil de se terminar como o 5 e o 6. Esses não eram difíceis mas exigia pouco mais de maldade durante o jogo e principalmente nos chefes finais.

Assim como Tag 1, esse exige pouco do jogador iniciante, e só no chefe final que acaba pesando um pouco a dificuldade, mas nada que com uma ou duas tentativas não sirva de lição.

O jogo consiste em 9 lutas, sendo que 6 são contra personagens comuns e depois tem duas com sub-chefes e um chefe.

A oitava luta é nada menos que Heihachi (jovem) e Jinpachi, a nona é True Ogre (não tem história nenhuma, lembra ?) e a última é Jun Kazama que nada mais era que o demônio Unknown desfarçado usando sua imagem (e golpes).

Sim, é isso tudo mesmo de personagem jogável.

Bom, como se trata de um "Dream Match", tudo ta valendo né ?

Eu realmente não me incomodei com isso, mas como sempre haverão os que darão milhões de chiliques, então... caso veja um fã putinha irritado com isso. Acredite, não será surpresa!

Mas enfim, rumo à conclusão.

Eu sinceramente, adorei, e já tenho esse como meu predileto da franquia. Jogo rápido e cheio de personagens. Isso sem contar o retorno dos mortos que pra uma festa como essa funciona muito bem.

Isso sem contar a porrada de modos de jogo como Arcade, Versus, Ghost Battle, Team Battle, Time Attack, Survivale e um modo Pair Play pra 4 jogadores simultâneos.

Sem contar o Customize que a galera fã da série já adora e Fight Lab, que é um modo onde Violent (alter ego de Lee) ensina Combot a lutar. E com isso você aprende as manhas do jogo e tudo mais. Bem legal diga-se de passagem, um dos tutoriais mais legais que já vi, por que ele tem um motivo pra acontecer e etc. É ver pra crer. E rir! Claro!


Por que quem leva Tekken a sério merece uma surra de mangueira de bombeiro!

Tekken Tag Tournament 2 nada mais é que um jogo sem história com um número estupendo de 59 personagens (nas versões de Xbox 360 e PS3), praticamente tudo de bom que a série tinha foi usado nesse jogo, além das músicas muito empolgantes e um clima de festa constante, que deixa tudo bem foda!

E a única broxada do jogo é o fato de que só se joga Online mesmo com o passe online, se caso comprar de segunda mão (meu caso) e queira jogar, terá que pagar o passe separadamente...

Bom, personagens DLC de graça mas fazem isso com os fãs ? Sem deixar a porra do modo online incluso no pacote numa boa...

PORRA HARADA!!!! PORRA NAMCO!!!!

Mas acredite, você terá muito que jogar antes de partir pras partidas online. Muito mesmo!

E quase me esqueci, cada jogo tem duas capas, eu tenho é a versão Latino-Americana das capas e veio essa segunda aqui:


Esse título da série é muita diversão, sem dúvida um dos melhores jogos de luta da nova geração e vale muito à pena! Muito mesmo!



Enjoy!