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21 de novembro de 2013

Batalhas Emocionantes dos Jogos de Luta!


Ei povo! Sentiram minha falta?

Pois é, eu andei meio sumido mas como eu sei que vocês não vivem sem mim, aqui estou.

Preciso de terapia pra esse ego descontrolado...

Enfim, recentemente, tive uma necessidade de criar algo, e eu não sabia do que falar exatamente, e eu fui puxando ideias e mais ideias do nada surgiu a ideia de falar sobre as melhores batalhas do gênero de jogos que tanto amo. Que são os de luta!

Nem foi tão difícil, apesar de muito cansativo, escrever sobre isso, maioria dos casos foi só relembrar de forma exata do que se trata pra não escrever uma eventual besteira, o que seria uma vergonha maior que o Marcelo Rezende falando que Assassin's Creed foi a causa daquele incidente com a família do garoto.

E não queremos que isso aconteça, né?

Dessa vez não é um Top e sim um mero post mostrando os meus favoritos e sugestões pra novos posts desse molde ou mesmo Top's são sempre bem-vindos nos comentários e não espere que eu diga o que "todo mundo gosta" porque quem lê sabe que aqui as coisas não funcionam desse jeito!

Porquem quem manda nessa porra é o Batman sou eu.

Whatever, let's begin!


JoJo's Bizarre Adventure - Jogando Com Os Heróis.

Você deve estar se perguntando:

"Por que diabos somente com os heróis?"

Olha, o lance é o seguinte, JoJo's Bizarre é um mangá. Como todo mundo sabe, e esse jogo retrata o arco de Jotaro e seus amigos na busca de uma cura pra mãe dele, que ta à beira da morte por ter tido o próprio Stand (energia vital manifestada) despertado por Dio Brando de forma que poderia mata-la. Nisso tudo, os seus amigos vão até o Egito descer no loirinho metido à besta uma bela de uma porrada.

Pose estilo Backstreet Boys

Porém, quando se joga com os heróis cada um tem lá suas motivações e seus próprios motivos pra se aliar à Jotaro numa busca de um meio de derrotar Dio. Afinal Dio por motivos de enredo tem uma apelação descontrolada à seu favor.

Mas a grande graça por trás da jogatina dos heróis é a aventura, os diálogos que mostram como tudo acontece, a luta contra o controlador de água, Vanilla Ice, os rivais de cada personagem. Tudo isso é muito diferente de herói pra herói mostrando em alguns casos personagens que morrem sobrevivendo e outros que sobrevivem morrendo. Isso acrescenta MUITO pra quem joga focado no enredo, cativado pela pouca história que um jogo de luta pode oferecer.

"Jotaro, cai fora dessa cadeia antes que eu te enfio no seu próprio cu"

Agora, apesar do jogo ter vários personagens e isso incluir vilões. Eles não foram devidamente explorados, e quando se joga pelo enredo, o foco acaba sendo os próprios heróis muitas vezes ou então uma mera desculpa boba como Maraiah que faz tudo por Dio por ele ser bonito.

Oh céus... Eu não merecia jogar esse jogo tão fantástico com ela pra receber esse baque no final.

Porém, a única graça de jogar com vilões é que normalmente os últimos chefes são os próprios heróis. Isso é legal.

Isso sem falar nos personagens destraváveis no Arcade por comandos dentro do sistema (nos consoles vieram liberados) e esses tem enredos ainda mais idiotas...

E apesar do enredo geral ser todo muito bom, o destaque acaba ficando pros heróis justamente por ter uma jornada que faz mais sentido e carrega com eles todo um diferencial. Sem falar nos seus finais que são sempre fodas.

E ainda fico puto por lembrar da história dos vilões, custava alguma coisa fazer uma adaptação inteligente?

HEIN CAPCOM?

Darkstalkers - A Luta Contra Jedah

Pra quem não sabe, Darkstalkers é um jogo onde vários personagens de lendas urbanas se enfrentam e saem no tapa por motivos distintos.

Porém, como todo jogo da Capom em sua esmagadora maioria, o jogo não tem um devido prólogo mas ao menos costuma ter um final minimamente satisfatório se você jogar Vampire Hunter/Savior 2, ou o port do PS1 conhecido como Darkstalkers 3, e é desse jogo que me refiro, dessa última versão.

O chefe antes de Jedah, era Pyron, um amontoado de chamas genérica e sem graça, que até mesmo tinha tatsumaki senpuu kyaku na maior referência visual de um personagem na história da Capcom.

Depois colocaram o que seria a lenda urbana do capiroto, o diabo ou qualquer coisa semelhante. Porém com propósitos melhores. Jedah na verdade queria destruir a Terra pra salvar o Makai, o reino dos demônios.

Ele suga almas pra si, mas a quantidade absurda que ele queria de almas era pra alimentar o mundo dos demônios, assim salvando-o. Tornando ele mesmo que de forma sutil, um vilão com pequena profundidade.

Agora, a emoção de lutar contra ele, é por outro motivo!

Começando por isso:


Esse é o cenário da luta contra ele, lindamente batizado de "Feto de Deus". Causando certo desconforto logo de cara, e depois nos deparamos com um sujeito assim:


O cara tem muito estilo, e como se não bastasse o fato de ser o diabo brincando de morte com essa foice. Ainda temos que lidar com o seu sarcasmo e surtos de insanidade.

Jedah bate nos seus inimigos com o próprio sangue, com garras, usando suas "asas" pra perfurar o inimigo rodando e tudo isso dando MUITA RISADA que deixariam Coringa cheio de orgulho com tamanha psicose.

Se querem a prova, confiram aqui.

Sério, acho que por isso senti (e ainda sinto) uma emoção muito louca quando jogo Darkstalkers e chego na batalha final. Ele não é dos meus últimos chefes favoritos sem um bom motivo.

The King Of Fighters 97' - As 3 Batalhas Finais

"Ei Juninho, seu boçal de merda, o jogo é todo foda, num vem com essa de 3 batalhas finais".

Pra você eu mando um singelo foda-se, se é que pensou isso antes de ler o título ou o motivo do qual escolhi as 3 batalhas finais.

Assim como em Darkstalkers, The King of Fighters de modo geral não possui um prólogo satisfatório, o que se entende é que se trata de um torneio televisionado e nada além.

Isso não é necessariamente um problema, abaixem esses facões e machados.

Porém, quando terminada a batalha contra o sexto trio. Você vence o torneio e durante o anúncio do trio vencedor...

EIS QUE ALGO ACONTECE!

Iori fica possuído:


Ou Leona, caso você seja como eu que sempre (eu disse SEMPRE) joga com ele no grupo:


Tudo isso acontecendo ligado à uma música MUITO FODA fazem toda a diferença no clima do jogo.

Depois disso, chega a vez de entrar o New Face Team dessa vez em sua forma verdadeira sendo assim o Orochi Team, e o mais legal dessa batalha é que o cenário meio que interage com o rival que se enfrenta, começando por Chris que tem chamas púrpuras como Iori e as usa de forma semelhante à Kyo, e o cenário fica com chamas roxas.


Shermie com sua franja tampando parte do rosto e pernas quase que todas de foram, com golpes elétricos semelhantes à Benimaru (com direito à trovão enquanto ela faz a pose antes do clássico "Ready... GO" e com isso os cenários ficam com trovões caindo à todo tempo.

E finalizando com Yashiro que simula golpes semelhantes à Goro Daimon, o que não é uma boa ideia (ele normal bate bem mais legal) e com isso o cenário fica com um aspecto vulcânico do qual não faço ideia de onde surgiu mas gostei.


Finalizando tudo, Chris se mostra o líder do grupo e novo receptador pra Orochi (sendo que olhando pro grupo dava a impressão que o líder era Yashiro e Chris era o mais frangote) e com isso Orochi retorna à vida depois de sei lá quantos trilhões de anos tirando soneca.

E a batalha com ele, também com outra música bem foda, conhecida como Origin of Mind, ajuda muito no clima de batalha final, toda aquela tensão transmitida de forma bem semelhante à um anime ou mangá.

Eu posso estar errado, mas foi assim que me senti jogando.

E a semelhança de Chris com Justin Bieber é assustadora, o que torna o personagem ainda pior. Que BOM que ele se transforma.

Adoraria também saber como os tênis dele viraram sapatos depois da transformação pra Orochi... E principalmente por que diabos uma entidade usa sapatos.

Cyberbots: Full Metal Madness - A Campanha Inteira Com Qualquer Personagem

Assim como JoJo's Bizarre, Cyberbots teve o prazer de não ser muito famoso.

Porém, pra piorar tudo, a única versão americana do jogo foi no seu lançamento em Arcade, a única versão portada é do PlayStation e ainda assim em japonês.

O que é uma puta pena pra gente. Se quisermos jogar vamos ter que sofrer jogando em emuladores. E eu não me refiro sofrer por achar um emulador, afinal de contas qualquer calculadora roda CPS-II.

O grande problema é que além do enredo fantástico de cada personagem, a dificuldade do jogo é MUITÍSSIMO ABSURDAMENTE ALTA.

6 personagens num jogo foda desses... Pois é Capcom...

Porém, o roteiro do jogo é do tipo simples e bem escrito, assim como o jogo citado acima. A diferença é que JoJo's Bizarre já tinha uma "desculpa" pra ser tão bom, afinal é um mangá retratado num jogo enquanto Cyberbots é uma história do zero.

E quem diria, muito bem feita. Coisa rara pra Capcom em termos de enredo. Afinal de contas o padrão de Street Fighter II SUPER seco, sem sal e sem noção com finais pouco explicativos se repetiu por muitas luas.

E como se repetiu, puta que pariu! Mas acho que tudo isso contribuiu pra obscuridade do jogo.

Outra coisa legal é que apesar do enredo focar nos personagens, eles estão numa coisa legal chamados...

ROBÔS GIGANTES! ISSO É MUITO FODA! TODO MUNDO AMA ROBÔS GIGANTES!

*Morando aqui nessa cidade, enfrentamos muitos delinqueeeentes, em alta velocidade... NUM CARRO ROBÔ GIGAAAANTEEEEE...*

Ops, me empolguei, Megas XLR é assunto de outra hora.

Santana não discute, ele chuta. Não debate, ele bate.

Mas o legal é que cada tipo de robô tem vários modelos, e isso ascrescenta no gameplay do jogo. Mas onde fica a emoção desse jogo?

Acredite. O que eu falei na frente do nome do jogo diz tudo, cada personagem tem sua motivação, seus conflitos e é explorado de forma sutil e simples.

"Mas Juninho, não é esse o jogo do Jin Saotome? No Marvel vs Capcom ele parece uma piada, um cara engraçado que tira a roupa do nada, como esse jogo poderia ser sério?"

O que posso dizer é que distorceram o personagem. No jogo ele é sério. E MUITO mais legal. Isso no Marvel vs Capcom funciona mas no final de tudo ridicularizaram ele pra nem sequer o incluir no terceiro jogo da franquia.

Falando em Jin, quando jogarem com ele, lembrem-se do confronto com Helion. Aquela nave espacial pegando fogo e explodindo ao passar da luta, tudo se incendiando e aquela música fantástica tocando.

Deem uma olhada, é a mesma luta com o passar do tempo.

A história dele e do Santana foram as que eu mais curti, mas todas são fodas, épicas, com excelentes diálogos durante as lutas e finais muito fodas. Super recomendado! Qualquer dia exploro ele com mais afinco no blog!

Street Fighter Alpha 3 - A Campanha Inteira e a Luta com M. Bison

Você deve estar se perguntando porque eu usei o termo "campanha inteira" e acabei deixando outro destaque pra batalha final...

Olha, é bem simples.

Quando se joga Street Fighter, são lutadores ao redor do mundo praticando e tentando melhorar à todo instante com os melhores de cada ramo seja lá seu motivo... Não é um torneio como The King of Fighters. Só no IV, mas tinha que ser uma ideia idiota de um cara prateado com símbolo rodando na barriga...

Mas voltando à falar de coisas boas, em Alpha 3, quando se seleciona o personagem um prólogo é revelado sobre ele, sendo esse o ÚNICO jogo da série que tem uma tentativa de te cativar além do gameplay que já é fabuloso, com um pequeno, sutil e apesar de simples, enredo muito bom.


Nele é relevado sobre o personagem, sua motivação, ou o que motiva a continuar lutando e etc... Passado isso, temos dois rivais pra cada um e depois de tudo enfretamos Bison.

Mas calma, calma... Não é tão simples.

Os seus rivais são diretamente ligados de forma inteligente em 90% dos casos, claro que aqui e ali temos uma ou duas viagem na maionese mas é natural, jogo de luta nem sempre faz sentido.


E depois o militar vermelhão.

Porém, a grande sacada entra aí...

Nem sempre Bison está disposto a lutar, depende MUITO do personagem escolhido, e ele faz pouco caso do seu personagem escolhido NA SUA CARA, colocando assim Balrog ou Juli e Juni de uma vez contra você, antes de enfrenta-lo.

Isso quando ele não coloca seu melhor amigo contra você, como foi o caso de Ken.

E falando nisso, isoladamente do Ken, que final foda o dele, acho que é o único final decente do loiro americano na série. Assim como a esmagadora maioria dos personagens tem um final SUPER foda, como por exemplo Ryu (um dos melhores), Rose (inexplicavelmente foda), Guy (o meu final do jogo favorito), Cody, Blanka e até mesmo Dan.

Bison quando decide lutar contra o personagem logo de cara, significa que de alguma forma ele o entende como ameaça, porém, em alguns casos ele precisa "notar" isso de forma clara, e por isso manda seus asseclas.

E isso é uma coisa muito legal dentro do enredo do game. Você ta lá jogando com determinado personagem no qual o último chefe te acha TÃO LIXO que te manda duas capangas mulheres (machismo manda lembranças, afinal precisa de duas mulheres contra um cara) ou Balrog, depende da situação.

O carinhoso Bison ataca novamente.

Enquanto eu escrevia sobre Bison, Dipaula dá uma leve risada de satisfação. Acreditem em mim.

Essa batalha final também se torna ainda mais emocionante devido à Brave Or Grave, que é uma das melhores e isso se não for a melhor música de batalha contra um último chefe que já vi na vida, vai carregar emoção e agonia assim lá longe, ela é FODA DEMAIS.

E essa emoção dobra quando o último chefe é um cara que te desce a porrada ao invés de mega roubalheiras como chefes da SNK ou Shao Khan, diferente deles, Bison desce do seu patamar de entidade pra um mero lutador e te mostra que ganha de você no seu próprio nível, na base das artes marciais.

Se você jogar as versões Arcades sua emoção será ainda maior, afinal... SE PERDER É GAME OVER!

O foda é que o maldito te desce a porrada, mas o Psycho Crusher dele é realmente aniquilador... Não é muito difícil prever o padrão de quando ele vai usar ou não, realmente dá pra aprender e quase nunca toma-lo, mas se tomar.... Já era! Cerca de 75% da sua energia vai pro espaço.

Bushin mostrando quem manda

Mas é recompensador, afinal como eu disse a esmagadora maioria dos finais esclarece o que foi dado no prólogo do seu personagem de forma muito foda, finais com diálogos simples e interessantes e usando os sprites do próprio jogo.

Lembre-se Capcom, às vezes um final assim, pode ser mais cativante que uma animação de quinta (como em SFIV) ou finais estúpidos (SFII e SFIII).

E pensar que em Alpha 3 os finais são feitos com meros sprites e algumas ilustrações...


Soul Calibur III - Tales Of The Souls

Aaaaaaah Soul Calibur, o que falar dessa franquia maravilhosa?

Em Soul Calibur I e II, o jogo seguia a receita de bolo clássica pra um jogo de luta bom.

Começa o jogo, derrotamos os oponentes, damos um mega chute na bunda do último chefe que apela consideravelmente e depois vemos o final feito com ilustrações lindas contando o enredo do personagem dando assim uma conclusão digna e definitiva pro que jogamos de forma inteligente e absolutamente coerente.

Tudo isso no Arcade, mas ao jogar o terceiro da série, não temos um "Arcade".

Eis que nos deparamos com "Tales Of The Souls".

Deixando bem claro, a trilha sonora de Soul Calibur é sempre IMPECÁVEL. E acredito que ela além das batalhas épicas de espadas seja a maior responsável por tamanha empolgação, por tamanho drama e emoção envolvidos em seus combates.

Olha isso, até o lixo Soul Calibur IV e a aberração do V tem músicas excelentes. Ao menos alguma coisa salvou esses dois.

Mas no 3, o Tales Of The Souls funciona de maneira que é no mínimo BRILHANTE.

Segundos após escolher seu personagem, um lindo prólogo lhe é apresentado contando os eventos anteriores que o botaram especificamente naquela situação, e além de tudo nos dá a razão e como começa sua jornada.



Se você que nunca teve curiosidade ou acesso pensou:

"Poxa, que foda, daí pra frente é só enfrentar os inimigos até chegar no último chefe."

SE ENGANOU!

Tão feio, que até o meu camarada de mesmo nome riria de vocês.


Acho que 99,9999999% de vocês nem imaginavam que por trás de um "Juninho" haveria um nome desses.

Eu agradeço quem teve pena de mim por esse instante.

Como assim você não conhece o Nelson? Vá adquirir cultura caso não o conheça.

Eu hein...

Mas depois do prólogo, o que se decorre é simplesmente uma introdução, sim, uma introdução dizendo a atual posição do personagem, o que ele está fazendo e pra qual caminho deve seguir.

E sim, isso altera o final, e o seu progresso até ele, deixando novamente o jogo FANTÁSTICO.

Você pode muito bem incorporar a personalidade e dentro do que você julga como melhor, você decide como ele agiria e com isso você com o mesmo personagem acaba zerando 3 mil vezes só pra testar todas as ramificações e possibilidades de caminho até o final.


Você pode perseguir alguém, eliminar um inimigo que poderia te atrapalhar, pegar informações numa arena, ir de navios até outros pontos do mapa e outras muitas opções todas disponíveis ao personagem à cada luta, é o típico jogo onde saber inglês faz TOTAL diferença no seu mergulho ao universo do jogo.

Isso sem falar no combate contra Zasalamel que é SEMPRE épico.


Incrível como por trás da busca por uma espada DO MAAAAAAAUUUUUUU e uma espada boazinha que pouca gente se importa e busca por ela, eles fizeram um enredo do caralho. Com profundidade em cada personagem e caminhos alternativos ainda por cima.


O grande problema é que diferente dos dois primeiros jogos, SCIII não é um jogo casual, ou sequer simples, pelo contrário, algumas batalhas com o passar do game exigem MUITO do jogador, deixando ele retardamente difícil em alguns casos.

Mas só pelo enredo, já vale muito à pena.

É tão bem bolado o enredo que até os personagens que você não gosta (visualmente) podem se tornar mais interessantes por conta e sua narrativa e enredo.

Aconteceu muito disso comigo, viu? Eu recomendo!


Menções Honrosas:


Gundam Wing: Endless Duel e Virtua Fighter 4 - Malditos Últimos Chefes

Novamente, deve estar se perguntando:

"Que diabos esse preto tem na cabeça de colocar um jogo de robôs gigantes e um luta tão sóbrio num mesmo tópico?"

O motivo é simples:

Eles são emocionantes de maneira idêntica: na batalha final e pelos motivos errados.

"Como assim pelos motivos errados?"

Os dois jogos começam tranquilos, você derrota um bom número de oponentes com certa dificuldade...

Mas no final do jogo, VEM A BOMBA!

No caso de Gundam Wing é Epyon, numa das maiores apelações já vistas num jogo de luta, ele apela, bate muito, tem um chicote que pega a médias e longas distâncias te impedindo uma aproximação camarada e tem um especial que mesmo defendendo TIRA MUITO, e quando esse especial te acerta... Sua única opção é ajoelhar no milho e implorar que Odin tenha piedade do seu ânus sendo atravessado loucamente por um robô vermelho com chicote de tiazinha.

Maldito shoryuken de espada... Tira muito e ainda corta tudo =/
E caso pense que com a Dural é diferente dele... Ó pobre mortal iludido, com ela chega a ser ainda pior.

Porque com Dural ou você ganha e leva tudo ou perde e dá Game Over. E a maldita mulher de prata feita em laboratório apela loucamente, te dando aquela mega surra de pau mole te deixando com vergonha de ter existido até aquele breve momento.

E caso tenha sorte, vença o Round 1 contra ela, garanto que no segundo ela te dobrará e te usará como peso de papel.

Dural ensinando o que acontece quando você OUSA vencer o primeiro round...

Na casa do Dipaula jogando contra ela certa vez, tomei uma surra tão grande que tomei pouco de trauma do Virtua Fighter 4 e depois dos 3 meses de terapia comecei a agradecer por ter o 5 no PS3 e ele ter uma Dural minimamente combatível.

O conjunto da obra, cenários, personagens e músicas nos dois casos funcionam muito bem dando aquela emoção, porém mesclada à uma alta dose de frustração.

Mas o motivo de estarem aqui é justamente o fato de apesar de toda apelação, ainda serem combatíveis, nada comparado à Magaki de The King of Fighters XI ou o chefe do Rage of the Dragons que não me lembro do maldito nome, mas acho que era "Dragon".

Porque esses dois citados, pra serem vencidos é necessário um pacto com o capiroto e uma dose de sorte tão grande que deixasse até mesmo Gastão, primo do Donald, impressionado.

Tekken 6 - Batalha Contra Jin

Eis que todo mundo à essa altura de campeonato ao menos já deve ter jogado Tekken...

E se não jogou Tekken, quando voltar pro planeta de onde veio, mande lembranças.

Porém, Tekken sempre foi um jogo com enredo de merda, logo falar do enredo dele é o mesmo que dizer o quanto fede a bosta de um cachorro na porta da sua casa.

Caso vocês leitores nunca tiveram um cachorro cagando na porta de suas casas, invejo a sorte de todos vocês.

Mas enfim, Tekken é um jogo relativamente simples até demais, é sempre aquela quantidade de batalhas até o último chefe.


Mas em Tekken 6 por motivos de *COF* *COF* enredo *COF* *COF*, agora Jin é um malvadinho, ou pelo menos faz muita pose como um, e age como um tirano, e com isso antes de enfrentar uma aberração tosca pra caralho conhecida como Azazel e um robô escroto como bônus stage, temos de enfrentar Jin como um sub-chefe.

A ideia é até legal, colocar o herói da série como sub-chefe. Apesar que eu acho que ficaria melhor ele como CHEFE.

Pensem comigo, Heihachi já foi chefe, depois Devil, e em seguida Ogre (e True Ogre)... E quando as coisas pareciam ruins aparece um Heihachi de cueca, um Heihachi mais velho com boca na barriga (Jinpachi) e por fim no sexto jogo temos um monstro que seria facilmente combatido pelas Meninas Super Poderosas, afinal de contas, é uma aberração fora do tamanho de grande, coisa de Townsville mesmo.

Primo distante de Azazel fazendo participação nas Meninas Super Poderosas

Acho que uma pessoa normal ficaria legal sabe, sem monstros ou um cidadão de meia idade de Cueca, que diabos esse Harada tem na cabeça?

 Mas sobre Jin é assim...


Quem joga Tekken desde o começo, sabe o quanto a série foi melhorando e ficando cada vez mais complexa e no quinto game tivemos um avanço grande e ainda maior no sexto. Então com isso os golpes aumentaram, a dificuldade dos combos e com isso a inteligência artificial do jogo ganhou um mega boost que deixaria Super Street Fighter IV com inveja.

Enquanto SSFIV no Hardest dá sono de fácil (com exceção pra Seth), Tekken 6 no Normal pode muito bem te desanimar às vezes, porque no terceiro ou quarto cenário, enquanto você ainda está se adaptando ao jogo, a CPU te levanta, dá combos, bate deitado, chuta sua bunda e ainda assiste o Roda A Roda Jequiti com Silvio Santos numa TV portátil e tudo isso de uma vez.

E quando chegamos em Jin...  Credo! Acho que são minhas palavras: CREDO!

Apesar de emocionante, é bem estressante pelo tempo que se leva pra adaptar à dificuldade pouco mais elevada no jogo, e essa música sinistra ajuda muito na hora pra nos fazer cagar de medo e chorar de raiva.

Mas não é nada impossível, é só um baque inicial muito forte pra um jogo recém chegado em suas mãos. Entendem?

3 de maio de 2013

Top 10 - Melhores Índios dos Games

Uga-uga!

Sempre quis começar algum texto assim...

Mentira, falando sério agora, já tem certo tempo que penso em criar uma postagem desse tipo, programei e pedi ajuda alguns amigos inclusive o Dipaula (postador esporádico aqui) e acabei montando essa sincera e humilde lista...

Eu já fiz alguns poucos tops aqui como de melhores jogos do Mortal Kombat, melhores personagens de Street Fighter, e do EX também, e a super polêmica postagem dos melhores jogos do Super Nintendo.

Mas dessa vez estou montando algo sobre os índios legais presentes nos jogos eletrônicos que tanto amamos.

Índios são basicamente povos aborígenes, autóctones, nativos ou indígenas (das Américas, os pele vermelha) que normalmente tem seu povo colonizado por outro, e nem por isso perde sua identidade passando seus costumes para cada geração futura com único intuito de não deixar sua cultura morrer.

Caso ache errada a minha definição, saiba que só resumi o que a ONU disse à respeito.

Então...

Levando em conta personagens de modo geral, os jogos são acostumados a fazer padrões de personagens ocidentes ou orientais, porém sempre muito atualizados, contemporâneos.

E quando um índio entra nesse elenco, ele sempre é deslocado visualmente, porém sempre muito foda. É sempre bom ver um diferente, BEM DIFERENTE mesmo de um elenco. E com base no que conheço e vi nos games, resolvi montar uma lista com os melhores personagens desse estilo.

Vale citar que nem todos os personagens são necessariamente índios, mas sim carregam a ideia consigo, tanto que usarei personagens de fantasia e outros que não nasceram como índios mas pensam e agem como tais.

Não vou dizer que sou um grande fã de personagens assim, mas gosto muito, então, sem mais demora, vamos ao que interessa:


10° Lugar: Rick Strowd (Real Bout 2)


Rick é um personagem interessante, longe de estereótipos e filho de pai índio americano com mãe branca.

Ele busca treinar e tenta chegar ao nível de Terry Bogard (como quase todos de Fatal Fury...) e com isso acabou lutando em cassinos como lutador e acabou ganhando apelido de "Lobo Branco do Ringue". Rick é o tipo de guerreiro honrado, que adora o calor da batalha, que não se satisfaz com oponentes fracos e se sente decepcionado com fracotes.

Isso faz dele um cara legal, com certeza faz.

Apesar de muito estranho, ele "ouve" o chamado da natureza, e o vento o diz pra onde ir, e ele simplesmente vai abandonando seu trabalho, namorada e desrespeitando parte do código de sua tribo, que claramente diz que ele não deveria ter muito contato com pessoas fora da tribo.

Seus golpes são deveras legais e acredita-se que Vanessa da série The King Of Fighters tenha sido inspirada nele.

Há também idiotas que acham que eles tem ligação, mas isso é um tanto quanto coisa de especulação pelo fato de Vanessa ter golpes como referência.


9° Lugar: Lilika Rhyza (Rogue Galaxy)


Pense numa personagem FODA! Pensou? Pois bem. Essa é Lilika!

Ela é de um jogo pouco difundido, Rogue Galaxy, também conhecido como "Maravilha Acessada Por Poucos" que eu infelizmente não tive a sorte de jogar.

AINDA!!!!

Mas basicamente, Jaster (personagem principal) sofre uma pane em sua nave e cai no planeta Juraika, e chegando lá descobre que uma doença tinha se transformado numa verdadeira epidemia matando muitos do seu povo.

E com isso, Lilika como devota de seus costumes, aceita o seu destino pra sacrificar sua própria irmã, indo mesmo contra os personagens principais do jogo no começo, alegando que era o que "deveria ser feito" ou coisa do tipo. Porém, na hora que deveria entregar seu único membro familiar, ela não consegue e seu afeto de irmã fala mais alto, salvando a pequena garota.

Esse sacrifício só aconteceria, por seu povo acreditar cegamente que essa doença era uma espécie de "castigo" do deus deles, no qual acreditavam cegamente. Porém, pouco depois de salvar sua irmã do "deus" deles, ela percebe que foi ele que deixou sua irmã cega no passado e matou a mãe delas. Deixando ela super mega fucking irritada e matando o monstro que habitava em seu planeta.

Depois de contar tudo ao líder do seu povo, ele não acredita nela e a expulsa de seu planeta como herege, mas isso era uma farsa, na verdade, ele sabe que o povo se desesperaria sabendo que ela "matou o deus deles" e com isso pede ela que se alie ao grupo do jogo e com isso veja como foi o desenvolvimento de outras civilizações para que com isso ela volte com o conhecimento necessário pra liderar o seu povo!

Genial, não acham?


8° Lugar: Connor (Assassin's Creed)


Ratonhnhaké:ton (do mohawk, "Vida Arranhada", pois teve de lutar para sobreviver) conhecido durante a Revolução Americana como Connor, e como o título já diz, ele faz parte do clã de assassinos usado nos jogos da série.

Connor é nada mais que uma das vidas passadas de Desmond Miles, assim como foi com Altair e Ezio. Mas Connor tem um diferencial bacana, por ser um índio e usar machadinha durante os combates.

CARA, UM ASSASINO QUE USA MACHADINHA É SUPER MEGA ULTRA FODA! NÃO TEM COMO NÃO ACHAR FODA!!!

Mas ele, cresceu em sua tribo mohwawk com sua mãe, amigos e pessoas do seu povo serem dizimados num incêndio feito por Charles Lee. O que o levou a querer vingança contra o mesmo, e só depois com auxílio e autorização de seu povo que Connor saiu da aldeia aos 14 anos de idade, e em sua jornada ele acabou se unindo à Ordem dos Assassinos, evento que mudaria sua vida pra sempre e tornaria possível sua vingança contra aquele que arruinou seu povo.

Mas contar mais que isso poderia dar spoilers. Ainda mais que eu não joguei ainda, e tenho medo de dar alguma informação que poderia estragar a experiência que Assassins's Creed carrega em seus roteiros.

Mas Connor será eternamente um índio legal. Isso é um fato!


7° Lugar: Wolf Hawkfield (Virtua Figher)


Wolf é simplesmente FODA!

Ele é um índio que luta LUTA LIVRE! E olha que eu normalmente não curto muito lutadores desse ramo...

Mas Wolf eu achei além de tudo, ousado. Criativo é notável, mas ousado é a palavra chave. Basicamente ele era um lenhador e caçador até que o descobriram como um cara fortão que é, e poderia ser usado na luta livre. Wolf pegou gosto e saiu dando lariats em todos os pescoços do mundo Wrestler...

Isso até entrar no torneio mundial e perder pra Akira Yuki. Que fez com que seus treinos se multiplicassem torneio atrás de torneio...

E no quarto jogo ele começa a ter pesadelos sobre suas derrotas e alegando coisas ainda maiores, num lutador que possuía uma cicatriz... E era Dural.

Como podem ver, Virtua Fighter é um jogo feito por gameplay, a pouca história do jogo está na maioria das vezes em manuais do jogo ou em sites oficiais da Sega, produtora do jogo.

Na verdade, falta de roteiro é a única coisa que me desanima em Virtua Fighter, porque todo o resto é fantástico! Mas sinceramente, prefiro Virtua Figher ou Kensei sem história alguma do que a série de eventos cretinos que Tekken possui.

É menos ofensivo!

Porém, apesar de ser ruivo, caucasiano e tudo mais, eu considero ele um índio por se vestir como um, uivar como um, e ter roupas de um (mesmo que seja a segunda roupa em alguns casos)...

Virtua Fighter é incoerente em algumas poucas coisas, como a Vanessa Lewis que luta VALE TUDO, fala inglês e tem nacionalidade desconhecida... ou o Goh Inogami que pelo nome já chutamos logo de cara que seja japonês...

Porém a naciolidade dos dois nas fichas do game se encontra "desconhecido".

Inexplicável. 


6° Lugar: Rock (Soul Calibur)


Filho de um negociante inglês que vendeu a Soul Edge em um leilão feito em um navio, quando os piratas de Cervantes atacaram e fizeram o navio afundar, matando assim os pais de Rock.

Depois disso, Rock caiu em terras nativo-americanas de onde aprendeu a viver da terra e com os alimentos da natureza, assim como os índios, porém não foi aceito por eles... Eles tinham medo do "Gigante Branco" que havia ali chegado, com exceção de um garoto Apache conhecido como Bangoo que nunca teve medo de Rock, pois assim como ele havia perdido seus pais, porém numa guerra tribal.

Depois de tudo, ele acabou se lembrando de seus pais mortos e seu passado, até então acreditar que a Soul Edge seria a chave pra lembrar de seu passado totalmente e depois de atravessar o oceano à nado...

SIM, ELE ATRAVESSOU O OCEANO! NADANDO!

E durante uma batalha com Sophitia, ela percebeu que ele estava hesitando e ao perguntar, descobre que na verdade Rock se sentia mal consigo mesmo, culpado por ter deixado Bangoo crescer sozinho e que deveria te-lo adotado.

E depois de ter adotado o garoto, Bangoo foi sequestrado pra que Rock fosse ao encontro de Lizardman com intuito de roubar sua alma e criar um guerreiro supremo, e mesmo depois de salvar seu filho adotivo, permaneceu onde estiveram até que seu filho tivesse idade.

Assim que a idade de Bangoo chegou, Rock o incentivou a começar sua jornada, aprendendo o máximo possível com o infinito conhecimento da mãe natureza.

E pra provar ser digno de seu filho, o gigante branco faz uma nova jornada, agora novamente de volta à Soul Edge mas só a usa como desculpa para faze-la...

Resumindo: O CARA É FODA!!!


5° Lugar: Cray (Breath Of Fire IV)


Guerreiro e líder da tribo dos Woren, e por carregar esse título não se espera nada menos que o membro mais forte de sua tribo.

E como é forte, puta que pariu!

Durante sua infância com Nina, devido à sua força que daria inveja na Mônica do Maurício de Souza, Cray acabou servindo como guarda gostas da loira com asas semi-retardada...

Na história do jogo, Cray ajuda Nina a encontrar sua irmã Elina e para isso vão até o continente oriental, passando por diversos lugares aumentando seu grupo e com isso as chances de encontrar Elina.

Com tudo isso, sua busca por Elina cabe a finalizar em território inimigo, encontrando assim Yuna, um cientista maluco que deseja criar um deus artificial, coisa que o mundo de Breath of Fire IV não tem... e com isso acaba usando  irmã de Nina como cobaia...

E o pior é que o cara transforma ela num monstro...

Apesar do desgosto de Cray de ter que matar sua recém declarada amada Elina, ele realiza o pedido dela para que a livre de sua miséria e vergonha de ter se tornado uma aberração e assim ele coloca o pedido dela acima do terror de ter de mata-la e acaba fazendo isso em nome de seu amor.

Tá vendo Sakaguchi, isso é um romance interessante em um RPG, isso sim é uma história foda de amor num jogo de fantasia. Nada comparado com os casais lixos Rina e Squall, Tidus e Yuna, Zidane e Garnet e etc...

Apesar de Squall e Tidus serem um casal melhor que o resto...


4° Lugar: Gallows Carradine (Wild Arms 3)


Acreditem, não achei uma foto melhor que essa.

É uma pena porque Wild Arms nunca foi lá um RPG de sucesso estrondoso como Final Fantasy mesmo...

Mas tudo começa nos tempos conhecidos como "Sea of the Sand", onde desertos eram a principal geografia em Filgaia, onde as casas acolhiam os viajantes com abrigo e comida para os viajantes de terras desérticas.

E nesses tempos, uma estátua atraiu 4 drifters (como são conhecidos os caçadores de recompensa no jogo) à um mesmo lugar e vale citar o quanto essa parte do jogo é ALTAMENTE interessante, por justamente se jogar com os 4 individualmente mostrando os caminhos e motivações de cada um.

Mas entre eles estava Gallows, um nativo da tribo Baskar, descendente de uma linhagem de sacerdotes de sua tribo (pajés, uga uga) e ele nem de longe aceita isso. Enquanto seu irmão mais novo Shane, é um cara que faz previsões que se tornam realidade, causando orgulho à única parente dos dois, sua avó Halle, enquanto essa enxerga Gallows como um inútil, e apesar de ajudar durante o game, fica constantemente o diminuindo por fazer suas escolhas longe do seu "destino".

Gallows é um personagem cheio de ânimo, motivado, e ligado à natureza. E o que mais gosto dele é sem dúvidas fazer suas escolhas acima do bem estar de um povo, ou da vontade de sua avó, uma crítica por tabela à tantas coisas que pessoas fazem sem a menor vontade.

E com isso Gallows será eternamente um índio fodão!


3° Lugar: Nightwolf (Mortal Kombat) 


Falar de Nightwolf é um tanto complicado, uma vez que a história inicial dele é um tanto quanto confusa (assim como todos os personagens até MK3) e depois ela ganhou um reboot em MK9.

Basicamente, trata-se de um personagem sábio, que se desprendeu do passado e só se preocupa com presente e futuro, usando todos seus conhecimentos em torno disso. Sendo um guerreiro dos aliados da força do BEEEM na Terra.

Apesar de ter uma tribo forte com extremos poderes contra as tropas de Shao Khan, Nightwolf prefere vagar sozinho e dispensa companheirismo alheio. E depois de alertado sobre as invasões feitas pelas tropas de Shao Khan em MK3, ele se aliou ao grupo e se unindo à causa de defender o plano da Terra.

Em MK9 as coisas são quase assim, porém, Shao Khan envia Sindel com a alma e poderes de Shang Tsung, e esta faz uma super rapa no elenco, matando boa parte dos personagens, e num ato heróico de matar ela mesmo à custa de sua vida, Nightwolf a destrói.

Essa ideia da NeatherRealms de matar o elenco quase inteiro do MK9 no jogo, depois de misturar os 3 primeiros eu achei muito boa, porque remete à um fim muito foda na história e tem mais, se fizeram isso com os 3 primeiros, tenho quase certeza que farão isso com os outros jogos da série.

Tomara que façam mesmo, mas que por favor pare no sexto jogo. E dali em diante façam coisas novas.

Nem de longe quero algo semelhante ao Armageddon...

Mas Nightwolf na verdade foi um dos primeiros personagens índios à dar as caras em um jogo, principalmente de luta. E isso aliado ao seu carisma lhe dá muita moral!


2° Lugar: T. Hawk (Street Fighter)


T. Hawk, membro da tribo dos Thunderfoot (isso mesmo, pé-de-trovão) é um índio gigante, talvez aprendiz de Hawkfield (Virtua Fighter) e que luta o estilo de luta de sua tribo, que aparentemente inclui habilidades de voo no pacote.

Ou qualquer coisa semelhante, uma vez que sua chegada na luta em Super Street Fighter IV e Condor Dive me garantem o direito de acreditar que ele realmente pode voar.

Afinal de contas, o que se pensa de um cara que é maior que Zangief?

Enfim, Street Fighter tem um plot tão vago que deixaria os outros jogos riquíssimos de conteúdo de roteiro, se comparados.

E com T. Hawk não foi diferente, ele entra no segundo torneio de Street Fighter II (o Super, lembra?) com intuito de recuperar as terras de seu povo que ora foram tomadas pela Shadaloo liderada pelo tirano Bison.

Assim como nem tudo são flores, Street Fighter também já teve seu ápice no roteiro, pena que em um jogo só...

E advinha qual ? Começa com "Alpha" e termina com "3".

Street Fighter Alpha 3. É claro!

Lá, T. Hawk busca uma índia de seu povo, que no jogo se tornou Juli, uma das melhores assassinas de Bison, e assim como Juni e Cammy, conhecidas como "Dolls". Mas é justamente com esse roteiro simples que se entende parte da personalidade do grandão, que apesar de ser um cara que ama a natureza e possuidor de sabedoria e nobreza, é também um cara forte, altruísta e muito durão, muito mesmo. Tanto que não é nada menos que IMPLACÁVEL com seus inimigos.

Girando no ar e tacando seus corpo segurando a cara deles no chão com o peso de sua mão grande!

E apesar de ter um dos poucos finais minimamente legais de Super Street Fighter IV. Ignorem a história desse jogo. Podem confiar, só vale a pena pelo fantástico gameplay, roteiro em Street Fighter IV é o mesmo que pedir uma boa história de Tekken.


1° Lugar: Red XIII (Final Fantasy VII)


Diferente da maioria dos jogos da franquia Final Fantasy, o VII foi uma coisa inexplicável.

Apesar de uns elementos repetidos aqui e ali e só pra começar temos Cloud que é um cara modificado em laboratório geneticamente como Celes do VI...

E isso não quer dizer que eu não goste de ambos, estamos entendidos?

Mas falhas à parte, FF7 foi um marco pra mim e pra todos os jogadores de RPG que visam uma boa história, com personagens bem construídos e com um pingo de profundidade pelo menos, coisa que só foi usada nesse jogo, o resto infelizmente não o fizeram...

Antes de me xingarem, em dizer que ele é um animal, leia a descrição acima sobre o que são índios feita pela própria ONU e veja o que eu falarei à respeito dele abaixo... ok?

Red XIII é assim conhecido por ter sido capturado pela maléfica empresa Shin-ra, para que realizem experimentos. E como foi o 13° a ser capturado, e tendo pele avermelhada, acabou ganhando esse codinome.

Mas depois é revelado seu verdadeiro nome, Nanaki, porém ele não se importa com nomes ou coisas do tipo, uma vez que tem 48 anos de idade, porém se comparado a um humano tem algo em torno de 15 ou 16... mas o diferencial é que a tribo é MUITO mais inteligente que os seres humanos. E com isso temos um animal falante de cauda com chamas, de suprema sabedoria no grupo.

Inicialmente, entra pro grupo como fugitivo das garras da Shin-ra e quer nada além de voltar pro seu povo em Cosmo Canyon, e chegando lá o grupo descobre que na verdade ele é o último de sua espécie, que o fato de te-lo liberto ajudou muito, e com isso descobrimos à respeito de seu pai, Seto. O qual Nanaki sofre vergonha eterna...

Sem entender toda a situação, ele assim mantém ódio até descobrir que a "covardia" do seu pai era na verdade um ato heróico no qual se sacrificou levando flechas envenenadas da tribo Gi que o transformaram em pedra...

Essa cena do jogo é simplesmente uma das cenas das quais tem que se segurar as lágrimas... e ainda posso me lembrar de cada letra de Nanaki:

"Eu sou Nanaki de Cosmo Canyon, filho do guerreiro Seto! Eu voltarei aqui como um verdadeiro guerreiro em nome desse nobre homem!"

As lágrimas da estátua de Seto caem, uma vez que o seu espírito permanece vivo e eu quase derramo as minhas junto...

Red XIII será eternamente o melhor índio de todos os tempos, com direito à pele vermelha e pena na cabeça e tudo como referência ao modelo padrão.

Mas além do background dele, o que eu mais gosto é o fato de não ser tão óbvio e dar uma banana pros estereótipos. Deixando assim sua eterna marca nos RPG's com seu altíssimo nível de carisma.

Menções Honrosas:


Julia Chang (Tekken)


Tekken é um jogo onde gameplay e carisma dos personagem imperam mesmo, porque sua história é a beira do abismo e só alguém que tenha seríssimas perturbações mentais ou um breve aneurisma levaria ela a sério...

Quer ver?

Ela entrou no terceiro torneio, porque sua mãe adotiva foi no segundo pra descobrir a fonte de poderes de um pingente e se esse estava relacionado com o desaparecimento de lutadores... E queria entender o que aconteceu para que ela não tivesse voltado.

No quarto jogo ela começou a estudar arqueologia e entra no torneio para recuperar as suas pesquisas, coisa que só se concretiza no quinto jogo. E no sexto ainda com objetivo de rejuvenecer florestas, com a finalidade de tentar salvar as terras de seu povo, e justo quando ela consegue, o cacique de sua tribo diz para que ela volte aos brancos e que ajudem-os na luta contra um "DEMÔNIO VINDO DO INFERNOOOOOO".

PORRA! QUANDO ELA CONSEGUE REALIZAR O OBJETIVO DA EXISTÊNCA DELA NO JOGO, SIMPLESMENTE ELA NÃO FAZ!!!!

PORRA HARADA!!!!

E tudo piora ao se descobrir que na verdade, Kazuya matou sua mãe, e que foi achada por Michelle Chang, uma índia que luta Kung-Fu, e por mais que a ideia de uma índia lutando Kung-Fu seja muito muito, MUITO foda, a lógica manda um tchau do topo da montanha cada vez que tento entender os personagens dessa série.

E o mais "legal" é que Julia nasceu no dia que Kazuya virou Devil, um dos demônios mais toscos que já vimos em um jogo de luta.

Tekken não tem a menor condição de ser levado à sério, Julia só tá aqui pela ideia de ser uma índia muito gostosa que luta Kung-Fu e é bem legal visualmente, deslumbrando carisma.

Apesar do PÉSSIMO background...

E vou destruir sonhos infantis, Julia só existe do 3 em diante, porque Michelle morre e como gameplay no Tekken é o que importa, colocaram outra personagem com jogabilidade parecida.

Como se sente com seu sonho infantil destruído?


Kongol (The Legend Of Dragoon)


The Legend of Dragoon é dos jogos que deixaria muitos famosos no chinelo.

Não o joguei, mas ele ta na lista de espera, mas a real é que o seu roteiro é bem interessante, tratando com mais seriedade eventos como guerras e o lado humano dos personagens.

Tudo gira em torno de Dart, personagem principal que teve seus pais mortos e depois de adulto, em meio à sua busca por matar o monstro que ele chama de "Black Monster" e durante essa caçada ele descobre que dois reinos estão em guerra, e volta pra Seles, mas encontra a cidade em ruínas.

Com isso Dart sai de sua vila e tenta descobrir junto com as Dragoon Spiritis à respeito dessa guerra que pode destruir o mundo.

Porém, um dos amigs e  membros do grupo de Dart é Kongol.

Que inicialmente é um chefe, um índio brutamonte, misturando altura e porte físico assustador com uma força que só um primo do Zangief teria algo parecido.

Kongol é o último de sua raça, os Gigantos, que teve seus pais mortos por humanos, que invejosos como são, temiam seus tamanhos e força bruta, e depois se uniu a Doel, rei de Serdio, mas vendo Dart, as Dragoon Spiritis e entender sua busca, ele decide acompanha-los.

Novamente, ele é do tipo bondoso, porém dessa vez sem tanta inteligência, e age por mera lealdade e bondade que carrega consigo. Mas isso não remove sua seriedade em combate, sendo um tanto quanto brutal.

Se tratando de RPG's, Kongol é aquele estereótipo lento, com uso de magia terrível mas com ENORME HP, ataque físico e defesa.

Ainda espero jogar esse jogo, na moral! E ainda falarei dele aqui.


Troféu Privada!

Nem tudo são flores, e apesar de ser um estereótipo muito legal, nem mesmo os índios escaparam da tosqueira presente em todos os padrões...

Vamos lá:

Chief Thunder (Killer Instinct)


A verdade sobre Killer Instinct, como eu disse no post da elite dos jogos de luta é que a Rare queria um jogo que tivesse a excelente jogabilidade de Street Fighter e o toque gore de Mortal Kombat.

E com isso nasceu um jogo muito divertido, diferente, mas sem um devido toque de carisma, tanto pelos personagens quanto pela história.

A história do game é uma merda, com dois caras que brigaram pelo reinado do mundo, mas foram aprisionados e depois de tempos, uma empresa começou a se destacar devido às suas riquezas e domínios, eis que era a Ultratech, que de tão foda, conseguiu libertar um dos dois malucos, em todo caso...

O retardado, tosco e sem carisma do Eyedol, que é um é um sátiro de duas cabeças.

E os personagens de modo geral tem um roteirinho de merda... com direito a um experimento que é uma mutação entre homem e réptil (Riptor), um alien que busca peças pra sua nave (Glacius), um monge DO BEM (Jago, meu personagem favorito, e que plot de merda...), e um lutador de boxe onde uma máquina detectora de metais acusa seus braços como metalicos (Combo), mesmo que eles não sejam NEM DE LONGE metálicos, mas que por algum motivo ele colocou um implante de titânio nos braços...

Acho que já chega de falar dos outros, o lance é que Thunder só está aqui por ser um personagens ligeiramente legal (visualmente) e com história tão simples quanto à dos demais: salvar seu irmão Eagle, desaparecido no torneio anterior. Thunder não tem tanto carisma, sendo um personagem um tanto quanto apagado.

Por mil diabos escaldantes descendo a ladeira de rapel, quem teve a ideia de fazer um índio onde as penas são o CABELO dele?

Sério, que ideia viu, não sei se acho mais tosco a ideia do cabelo ou a história dele... Mas enfim...

Chega dessa porra de personagem.

E Combo em roteiro é uma mistura do Jax com Balrog. CREDO! Que coisa ridícula...

Destruí sonhos infantis. Certo?


Jeffry McWild (Virtua Fighter)


Antes de me xingarem, leiam a descrição sobre o que é "ser um índio" no começo do post, e irão ter certeza que aborígenes também são considerados como tais.

Nada nele salva, começando pelo visual ridículo usando um saco de arroz como calça.

Mas Jeffry é um tosco, na moral.
Duvidam de mim? Não é? Eu já esperava! Acredite!

O pouco do enredo presente em manuais de Virtua Fighter te faz amar todos os personagens, cada um com suas motivações pessoais e etc, mas quando se chega no Jeffry dá aquele choque sinistro, por ser o ÚNICO personagem com história TOSCA AO EXTREMO!

Na verdade Jeffry é um pescador, que se tornou mestre do estilo de luta conhecido como Pancratium, que apesar de MUITO legal, e muito agressivo, não salva o personagem em si...

Olha, ele é vidrado e diferente dos outros personagens que tem um rival e tals, o "rival" dele é um tubarão. Conhecido como Satan Shark (em português Tubarão-Satã, Tubarão-Capeta, Tubarão-Satanás, Tubarão-Tinhoso ou que você preferir)

Começou mal, mas tudo pode piorar... CLARO!

Ele tenta lutar com um tubarão de 8 metros de comprimento, e REALMENTE esperava vencer?

Qualé Jeffry, ta desafiando a natureza assim na cara de pau?

Ficou a beira da morte, como resultado ÓBVIO...

E ele entra no torneio pra conseguir grana pra construir um novo barco, e repete isso até o tubarão supostamente sumir, e no último jogo ele já está no torneio pra ter dinheiro o suficiente pra comprar um sonar de tubarões... E assim vencer seu "rival".

E a Judgement 6 (conhecida no jogo como J6) captura o tubarão tão almejado pelo maluco aborígene... E ele fica muito puto! Com direito à frase: "Sou o único que pode derrotar o Tubarão do Capiroto! Ninguém pode toca-lo! Ninguém!"

Agora eu sei que você acredita em mim. Da pior forma, mas acredita. É isso que importa!

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Espero que tenham curtido essa postagem, deu um bocado de trabalho mas valeu à pena. Se tiverem alguma ideia de Top's parecidos, deixem nos comentários e não ignorarei pedidos à respeito de coisas assim!

Qualquer outro índio legal que eu não citei e coisa parecida, coloquem aqui nos comentários, mas sem perder a noção de respeito...

Valeu ^^

13 de julho de 2012

Virtua Fighter 5 - Final Showdown

 
Eis que estou de volta novamente, fazendo um retorno.

Sim, foi redundante, mas é nada além de sinal de estresse que essa merda vem me causado...

Enfim, agora começando a postagem de forma decente.

Eu resolvi postar sobre um jogo bem diferente do meu próprio padrão de jogos de luta.
 
Eu basicamente amo e prefiro jogos de luta em 2D como Street Fighter, Guilty Gear e The King Of Fighters do que jogos 3D no modo geral, mas eu não desgosto deles, é apenas uma preferência.


Na verdade, dificilmente eles me prendem, por que sei lá, falta alguma coisa, mas alguns em compensação, me prenderam até demais, e hoje irei retratar sobre um desses.

Trata-se do maior jogo de luta da produtora do ouriço azul, a Sega.

Na verdade, os jogos da franquia fizeram sucesso mas nada absurdo como muitas outras franquias, e eu tive acesso a poucos deles na verdade, porém o único que joguei antes desse foi o 4, e confesso que não é grande coisa. É um bom jogo, mas seco demais, parece que falta algo a todo instante do jogo.

E isso muda totalmente no quinto jogo da série.

Apesar de que irei retratar somente a terceira versão do quinto jogo.


Pois a primeira intitulada Virtua Fighter 5 lançada primeiramente nos arcades e depois pra PlayStation 3, já com 18 personagens e dois novatos que são Eileen e El Blaze, e a chefe Dural, que é só um boneco 3D com golpes da Vanessa, se você considerar isso uma coisa nova, ok, serão três.

Porém, a versão do PlayStation 3 foi lançada digamos que cedo demais, e com isso acabou não recebendo patch de partidas online. Coisa que a versão do Xbox 360 recebeu, no seu lançamento seis meses mais tarde.

Depois a Sega atualizou o jogo, somente nas versões de arcade e com isso foi chamado de Virtua Fighter 5 R, que tinha como diferenças os cenários, nova trilha sonora, retorno de Taka Arashi, e estréia de Jean Kujo.

Logo depois, em 2010, a Sega atualizou novamente as versões de arcade com o título de Virtua Fighter 5 Final Showdown, dessa vez totalmente revisada com outra trilha sonora, e lançadas para consoles igualmente em 5 de Junho de 2012.


Agora se tratando de roteiro. Virtua Fighter tem a mesma profundidade porca de Street Fighter, porém ainda pior.

Sério. Muito pior.

Trata-se de uma organização chamada J6 (Judgement 6) tentando dominar o mundo através de uma andróide chamada de Dural. Que nada nada, foi feito com os dados de Vanessa Lewis, personagem que foi sequestratada em qualquer momento do quarto jogo da série, e ela conseguiu escapar mas não antes de ter todos os dados registrados em Dural, que na história do jogo se chama V-Dural.

O que mais me intriga, é que dentro do jogo, ESSA HISTÓRIA NÃO É CONTADA. E sim está tudo no manual do jogo.

Sinceramente, poucos jogos de luta tem história decente o bastante pra se montar um Story Mode, e eu gosto muito de usar Blazblue e Guilty Gear como exemplo. Mas poxa vida, o que custava colocar um final que desse pra entender a ideia de cada personagem no Arcade mesmo ?


TÃO DIFÍCIL ASSIM SEGA ? SÉRIO MESMO ?

Poxa, criar um prólogo simples, e com um final mesmo que em falas ou escrito na tela o que aconteceu e o porque de cada personagem lutar, seus sonhos, objetivos, vinganças e ideais.

Street Fighter Alpha 3 tem uma história simples e bem bacana, poderia criar algo desse nível, não seria complicado. Jogo de luta normalmente é bem falho em roteiro mesmo, então a base de tudo, ou seja simplicidade, seria mais que o necessário pra satisfazer.

Mas eu perdoo a Sega, mas só por um motivo.

O jogo tem um capricho absurdo no restante.


Se tratando do Final Showdown, claro. Eu joguei muito pouco a primeira versão do quinto jogo, e foi na casa de conhecidos, então acesso é o que eu menos tive em relação à esse jogo, e a segunda versão que somente ficou nos arcades, não tive acesso algum, afinal de contas, meu PC é lixo pra jogo moderno demais e na minha cidade não tem mais fliperamas. O que é uma coisa que eu lamento até hoje...

Mas saindo do meu triste desabafo sobre arcades e voltando ao capricho do jogo, realmente é notável o capricho da Sega em relação à versão definitiva para consoles.

Primeiro de tudo, o jogo possui sete trilhas sonoras.

SIM, SETE OST's. NÃO TEM DESCULPA DAS MÚSICAS ENCHEREM O SACO.


Mas falando delas, basicamente é a trilha sonora dos 4 primeiros jogos, refeitas de forma à se lembrar as originais porém sem perder a identidade delas. E uma ou outra música incluída para os personagens que não estiverem dentro do contexto dessas músicas, por que nem todos os personagens do jogo estiveram em todos os jogos, então foi feito de forma a adaptar para cada situação de forma muito bem calculada.

E as outras 3 são das três versões do quinto jogo. Diga-se de passagem que a primeira versão tem músicas muito comuns e nada marcantes, assim como as outras 4 já citadas acima. Porém as OST's do Virtua Fighter 5 R e do Final Showdown são excelentes.

Em especial do Final Showdown que transmite um clima de batalha muito foda. Poucas músicas de jogos de luta te passam tanto clima de combate como essas.


Agora a jogabilidade é simples como sempre, e ao mesmo tempo muito complexa. Parece paradoxo, eu sei, mas vou explicar.

Primeiro de tudo, o jogo consiste em 3 botões basicamente.

Grab, que defende mas também bate se usado em combos, Punch, e Kick.

E a mecânica é bem simples, o Tutorial se encarregará de ensinar tudo que precisa, e ainda tem as Licenças que ensina as coisas mais estratégicas do jogo.


Todos os personagens funcionam de forma diferente e balanceada de forma que torna o jogo super dinâmico e com um fator replay enorme, sem contar que são golpes realistas, além da imensa variedade de combos, golpes e arremessos.

Isso faz com que mesmo a quantia pequena de míseros 20 personagens seja algo super divertido. Dá pra se brincar horas e horas com todos os personagens e dificilmente você verá todos os seus possíveis combos e movimentos.

Eis aqui todos os personagens presentes no jogo e suas respectivas artes marciais:

Akira Yuki - Bajiquan (Hakkyoku-ken)


Kage Maru - Hagakure-ryu Ju-Jutsu


Sarah Bryant - Artes Marciais Mistas


Shun Di - Zui Quan (Drunken Fist conhecido como Punho Bêbado)


Goh Hinogami - Judô


Lau Chan - Koen-ken


Pai Chan - Ensei-Ken (Mizongquan)


Lei Fei - Shaolin Kung Fu


Brad Burns - Kickboxing

 
Wolf Hawkfield - Pro-Wrestling

Jacky Bryant - Jeet Kune Do


Aoi Umenokouji - Aikijutsu


Jeffry McWild - Pankration

 


Lion Rafale - Mantis Kung Fu


 
Vanessa Lewis - Vale-Tudo



El Blaze - Lucha Libre




Eileen - Monkey Kung Fu



 
Jean Kujo - Karate


Taka Arashi - Sumô


Dural - Combinação de artes marciais



E a respeito da dificuldade do jogo, ela é divertida, não é fácil demais e nem estressante demais, ajuda muito esse equilíbrio pois aumenta o fator replay de forma que zera-lo com personagens diferentes sempre será divertido. Mesmo sem roteiro algum.

Isso sem contar o modo online, que funciona muito bem, mas tão bem, que até a minha precária internet foi boa o bastante pra segurar várias partidas online com pouquíssimos slowdowns ou nenhum.

Arcade Stick do jogo. Muito foda. Queria um :(

E assim essa é a atualização definitiva do quinto jogo da série, apesar de manter um padrão com falta de história e todo o possível roteiro preso em manuais (ainda não me conformo com isso), excelentes músicas e um gameplay viciante, junto de cenários lindos e movimentações impecáveis dos personagens.

O único problema dessa versão é que só foi lançada como conteúdo de download, ou seja, terá que pagar na PSN ou na Xbox Live para te-lo. Apesar de mais barato que um jogo comum seria, é sempre melhor ter o disco físico para ver a arte da capa, encarte e tudo mais. Mas nesse caso é melhor em download mesmo por se tratar de um jogo bem antigo que somente recebe atualizações.

Quem me dera se a Capcom fosse assim. Mas sonhar não custa nada.


Enjoy