E ae galera, tudo bom ? Quanto tempo, eu diria....
Já faz algum tempo que não posto nada muito sério mas fiquem tranquilos, em breve eu vou voltar com ânimo de sobra, é que eu ando jogando demais, trabalhando e ae fica meio complicado...
Basicamente vim informar a fan page do Lugar de Nerd no Facebook, e quem quiser verificar basta dar um curtir lá e receber todas as atualizações do blog que eu postarei lá sempre que pintar uma novidade por aqui.
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2 de março de 2012
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11 de setembro de 2011
Ultimas novidades do Metal ! [2]
Depois de muito tempo sem falar a respeito das novidades do ramo do Metal e falar de tanto jogo a ponto de fazer as pessoas injuarem, eu resolvi falar de novo de músicas que foram lançadas agora no meio do ano, seguindo a lógica da postagem anterior do Branco sobre os filmes do meio do ano. Com isso em mente e com uma incrível vontade de falar dos lançamentos. Aqui estou eu de novo.
Torchbearer - Death Meditations
Antes de falar de Torchbearer, é bom lembrar, que anteriormente, a banda lançou dois cds (Yersinia Pestis e Warnaments) seguindo uma mistura bem legal de Black Metal, Death Metal e Thrash Metal que apesar de historicamente serem parecidos, são bem distantes musicalmente, e eles conseguiram fazer tudo isso de forma impressionante.
Como se não fosse bom o bastante, a banda simplesmente deu um upgrade no som e fez um som totalmente novo em Death Meditations, que não necessariamente tem uma identificação, mas aos que gostam de gêneros bem específicos, trata-se de uma mistura aproximada de Melodic Black Metal com Brutal Death Metal. Deu pra sacar a porrada ?
É simplesmente sensacional. O álbum abre com a abertura "Portals" que não é nada além de uma música clássica. E toda a calmaria da abertura se quebra com "The Momentum", que segue uma linha bem agressiva, mostrando o novo som da banda, com uma leve queda de peso no refrão dando um charme e tanto pra música, na sequência vem "Coffin-Shaped Heart", que tem um início bem leve e breve, logo quebrado pelo instrumental da banda, que também está impecável aqui, muita porrada, com melodia e Pär cantando demais. Depois de duas músicas sensacionais vem "At Takao River", que é super monótona, chata e altamente sem sentido pra prosta do álbum, eu realmente não gostei dessa música simplesmente por que ela tem vocais guturais e instrumental que parece música eletrônica, sei que parece loucura só lendo, mas podem conferir. O solo dela é bom, pelo menos.
Voltando com uma boa dose de pancadaria, vem "Severings", que apesar de muito boa, não chega ao nível das duas anteriores, mas essa música não deve ser menosprezada por tal feito. Depois de tudo, pra suavizar os ouvidos depois de tanta pancadaria, mais uma introdução, que é "In The Shadows Of Leaves" que é bem suave, com violão e depois simplesmente vem a música com mais melodia do disco e nem por isso mais leve, que é a que carrega o nome do album, "Death Meditations", essa vem com uma dose única de velocidade apesar da sua melodia. Christian Älvestam, já conhecido por seus trabalhos como Scar Symmetry ou Solution .45, demonstra ser um ótimo guitarrista nessa música, e com um segundo vocal gutural sensacional. Digno de viciar e ficar repetindo o refrão por meses.
Após melodias vem a música mais rápida do disco, que é "Penumbra", que pra se entender melhor, basta lembrar daquela música de Death Metal que você sempre escuta e que nunca fica mais lenta, o ritmo só parece aumentar, mesmo no refrão. Então, basicamente isso, porém com uma breve pausa antes no refrão, e te surpreender com ainda mais pancadaria, essa música é simplesmente genial.
Logo em seguida vem o destaque absoluto do álbum. Simplesmente a música mais incrível que essa banda criou até então, que é "Dying Codex", que tem início breve e simples, sem muitos artifícios e logo em seguida vem com um riff muito forte, e uma melodia genial, onde todos os instrumentos parecem se encaixar de forma tão precisa que chega a impressionar ainda mais que o restante do álbum, isso sem contar o refrão e o solo, são simplesmente perfeitos, difícil explicar o que se passa nessa música. E pra fechar o disco com mais pancadaria vem "The Aphotic Depths", que é toda instrumental, uma canção que começa e finaliza com energia e peso de sobra.
A banda composta por Pär Johansson nos vocais, Tomas "Plec" Johansson no baixo, Rolf "Stuka" Pilve na bateria, Patrik Gardberg e Christian Älvestam nas guitarras, esse último, que já ajuda a banda com respeito a fama, afinal ele é membro do Solution .45 e de muitos outros projetos e bandas além de ex-vocalista do Scar Symmetry, mas de fato, a banda como um todo evoluiu muito e merece o sucesso que vem adquirindo com o tempo. Facilmente indicado pros melhores do ano de 2011, e isso se não for o melhor.
Nota: 9,5
TrackList:
01. "Portals"
02. "The Momentum"
03. "Coffin-Shaped Heart"
04. "At Takao River"
05. "Severings"
06. "In the Shadows of Leaves"
07. "Death Meditations"
08. "Penumbra"
09. "Dying Codex"
10. "The Aphotic Depths"
02. "The Momentum"
03. "Coffin-Shaped Heart"
04. "At Takao River"
05. "Severings"
06. "In the Shadows of Leaves"
07. "Death Meditations"
08. "Penumbra"
09. "Dying Codex"
10. "The Aphotic Depths"
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| Torchbearer |
ChthoniC - Takasago Army
ChthoniC pra quem não conhece, é uma das bandas de black metal melódico que mais cresce e surpreende no metal, primeiro por serem tailandeses e segundo por tocar black metal de uma forma bem peculiar.
Pra quem duvida do que eu digo, vamos aos membros da banda. Jesse Liu na guitarra, Dani Wang segurando as baquetas, Alexia no teclado, Doris "Thunder" Yeh, a baixista lindíssima que leva os muchachos a loucura e Freddy Lim que simplesmente canta e toca Erhu. Esse ultimo instrumento é algo usado nas músicas tradicionais chineses, e aplica-lo no metal é uma tarefa que duvido muito que seja fácil.
Agora falando do álbum, que começa com "The Island" que é uma lindissima introdução, é até covardia deixar de ouvir um som de flauta linpo e belo como esse, e depois "Legacy Of The Seediq" chega com muita porrada do início ao final, com um refrão que aumenta a velocidade do pedal duplo e empolga pra caramba. E depois com início tipicamente oriental vem "Takao", muito boa, com refrão bem forte, é nela que da pra notar que o vocalista nesse álbum faz menos uso de vocais rasgados e opta pelo uso mais frequentes de gutural, mas não só nessa música como no álbum inteiro, diga-se de passagem.
Logo após, com início relativamente explosivo vem "Oceanquake", com passagens instrumentais excelentes, deixando os mais perfeccionistas impressionados. Depois com outra maré de pancadarias vem "Southern Cross", com um refrão lindo, lembrando os tempos de Seediq Bale (2005).
O álbum é altamente competente com outras músicas também como "Broken Jade" e "Mahakala", realiza todas as suas propostas com maestria e mantém o nível que a banda sempre teve de forma surpreendente, de fato não é melhor que seu antecessor "Mirror Of Retribuition" mas chega bem próximo, porém uma música em especial tem um destaque muito grande que é "Kaoru", que é tão assustadora e com atmosfera tão densa como "Forty-Nine Theurgy Chains" que é de longe o maior clássico da banda, "Kaoru" chega a impressionar, assustar e deixar empolgado com as melodias e o refrão empolgante. Dúvido muito que ao ouvir não vai ficar com o refrão agarrado na cabeça por dias. Isso sem falar no destaque que o Erhu tem nessa música, aparecendo mais que de costume.
ChthoniC é de fato a banda mais surpreendente do black metal, de fato. "Takasago Army" mostra com clareza o motivo disso. E sem esquecer de mencionar a capa do álbum que como sempre tem uma arte gráfica bonita e completamente diferente do que é visto normalmente.
Nota: 10
TrackList:
01 - "The Island"
02 - "Legacy Of The Seediq"
03 - "Takao"
04 - "Oceanquake
05 - "Southern Cross"
06 - "KAORU"
07 - "Broken Jade"
08 - "Root Regeneration"
09 - "MAHAKALA"
02 - "Legacy Of The Seediq"
03 - "Takao"
04 - "Oceanquake
05 - "Southern Cross"
06 - "KAORU"
07 - "Broken Jade"
08 - "Root Regeneration"
09 - "MAHAKALA"
10 - "Quell The Souls In Sing Ling Temple"
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| ChthoniC |
Scar Symmetry - The Unseen Empire
Falar de Scar Symmetry é sempre um prazer, uma das melhores bandas do Death Melódico da atualidade. Levando em conta o problema que a banda teve com a saída repentina de Christian Älvestam dos vocais, as coisas ficaram complicadas e no seu último álbum vemos um resultado não muito feliz que é o álbum Dark Matter Dimensions (2009), que é mediano demais, e muitas pessoas se sentiram incomodadas por agora dois vocais assumirem o posto que antes era feito por um só homem.
Então, eis que muitos estavam sem muitas expectativas, quando de repente saiu o single com a música "Illuminoid Dream Sequence", música boa, com qualidade e apesar do alto nível, o que mais surpreendeu foi a evolução de Lars Palmqvist que melhorou e muito nos vocais limpos, o que antes incomodou alguns fãs, agora é motivo de orgulho pra banda e pros fãs, que agora não precisam se reclamar, Lars está afinadíssimo e mandando bem ao lado do também vocalista Roberth Karlsson, que agora faz os guturais da banda, tão bem quanto seu antecessor.
O álbum em si só peca com "Domination Agenda", que é a faixa chatinha e repetitiva da banda, algo que a banda sempre fez em seus álbuns, com excessão de "Pitch Black Progress" (2005) que não é o melhor da banda atoa.
Mas outras músicas ótimas do disco são "Astronomicon", "Rise of the Reptilian Regime" e "Extinction Mantra", essa última bem pesada e diferente do comum, algo realmente surpreendente. Uma bem rápida e emocionante é "Seers of the Eschaton", que chama atenção pelo seu solo veloz logo de cara. Outra característica da banda é o fato de haver uma música que puxe mais ao lado progressivo, e "The Draconian Arrival" faz esse papel de forma eficaz. Vale lembrar da estranha porém muito boa "Alpha and Omega" que fecha o álbum com chave de ouro.
E sei que deixei por último, mas a primeira música do disco é o destaque absoluto do álbum. "The Anomaly" é realmente uma das melhores músicas que a banda já fez em muitos anos, ao lado de músicas como "Holographic Universe" ou "The Illusionist", ela tem a mesma energia que sempre contagiou os fãs antigos.
De forma altamente competente, Scar Symmetry volta ao lugar em que sempre esteve, com a mesma competência de antes, os fãs mais obcecados pelo antigo vocalista, devem acompanhar suas bandas atuais como Solution .45 ou Miseration, os de mente mais aberta, podem agradecer pois a banda está tão boa que Christian sequer fez falta. Se duvida de mim, procure ouvir. Eu garanto.
Nota: 10
TrackList:
01 - "The Anomaly"
02 - "Illuminoid Dream Sequence"
03 - "Extinction Mantra"
04 - "Seers of the Eschaton"
05 - "Domination Agenda"
06 - "Astronomicon"
07 - "Rise of the Reptilian Regime"
08 - "The Draconian Arrival"
09 - "Alpha and Omega"
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| Scar Symmetry |
17 de março de 2011
Ultimas novidades do Metal !
E ae galera, primeiro de tudo gostaria de agradecer pelas 4 mil visitas do blog, continuem acessando, comentem, mostrem sua opinião bem abertamente, posititva ou negativa, isso vai servir como um meio de ver o que ta errado e eu mudarei caso me agrade, enfim, mais um tempo sem postar, mas três discos recentemente foram lançados e eu gostaria de mostrar as algumas resenhas que fiz para o Universo do Rock, e consequentemente dar minha opinião sobre eles, só que irei diferenciar um pouco, e agora darei um veredicto de 0 a 10 pra todas as minhas resenhas aqui no meu blog ! xD
Children Of Bodom - Relentless Reckless Forever
Children Of Bodom é o tipo de banda que sempre teve destaque ao redor do mundo por seu som pesado, rápido, ríspido e direto, sem muitas frescuras e totalmente sem vocais limpos, a banda se solidificou muito com o passar dos anos com álbuns como Are You Dead Yet?, Hate Crew Deathroll e até mesmo com o não compreendido Blooddrunk que por mais que nem todos aceitem ou gostem muito, ele é notávelmente competente, com muito peso, porém o espaço maior concedido aos teclados parece ter incomodados muitos, mas não vem ao caso agora...
O novo registro oficial da banda é intitulado Relentless Reckless Forever, e confesso que seus dois primeiros singles não me agradaram tanto, trata-se da mediana “Was It Worth It ?”, ainda no meu ponto de vista a música mais fraca do álbum, porém audível, mas quando se acostuma com músicas de alto nível, ou mesmo discos impecáveis, fica difícil não se decepcionar, e o segundo single foi “Ugly” e essa eu de impacto achei estranha, mas é uma música excelente, basta prestar muita atenção, mas eu entendo as pessoas que não gostarem dela...
O álbum começa com “Not My Funeral”, um peso excelente, guitarras bem trabalhadas, peso alto, bateria animadora e baixo bem eficaz, ao lado da voz do talentoso Alexi Laiho, cantando e tocando muito como sempre, essa música tem uma parte interessante, que é a parte do teclado dando abertura ao solo, algo que não é novidade, mas nessa música ficou diferente do convencional adotado pela banda, em seguida vem “Shovel Knockout” que tem uma linha bem pesada, refrão cativante e ritmo interessante, como seqüência vem a cadenciada “Roundtrip to Hell and Back”, uma com muito peso e ao mesmo tempo com ritmo mais calmo, algo presente em praticamente todos os álbuns da banda, essa vale destacar pela amosfera encontrada na música com teclado freqüente no fundo e um refrão com trabalho das guitarras muito bom, na faixa seguinte, começa com uma narrativa estranha e meio que do nada começa “Pussyfoot Miss Suicide”, que vai mudando o seu ritmo, com começo relativamente calmo, aceleração antes do refrão e uma acelerada no refrão bem legal, a bateria nessa música realmente trabalhou muito.
A faixa titulo do disco é a próxima, que começa bem pesada, solos avulsos antes mesmo dos vocais, base firme e teclados interessantes, o refrão dela é um tanto cadenciado, dando um clima bacana na música, seguindo numa linha mais sombria vem “Cry Of The Nihilist” que é o tipo de som que tem aquela sombriedade causada pelo teclado, mais ou menos na linha de “Hate Me” instrumentalmente falando... E pra alegria de todos os fãs das mais porradas do Children Of Bodom, vem a última faixa pra fechar o álbum com chave de ouro, e destaque realmente merecido, a pesada e explosiva “Northpole Throwdown”, com seus quase três minutos de muita pancadaria, ritmo acelerado e refrão violento. Realmente pesada essa música, na mesma linha de “Roadkill Morning” do álbum anterior, porém com menos teclado !
O Time composto pelo líder da banda, guitarrista e vocalista, Alexi Laiho, e Roope Latvala também nas guitarras, Janne Wirman nos teclados, Jaska Raatikainen na batera e Henkka Seppälä no baixo e backing vocals, bom, o novo álbum da banda como um todo ta bom, mas ainda longe de se tornar um clássico alguns mais antigos, mas se você curtiu Blooddrunk, vai firme, você não irá se arrepender ! Vale lembrar que a arte gráfica da capa ficou muito caprichada, realmente formidável !
Nota: 8,0
TrackList:
01 - "Not My Funeral"
02 - "Shovel Knockout"
03 - "Roundtrip to Hell and Back"
04 - "Pussyfoot Miss Suicide"
05 - "Relentless Reckless Forever"
06 - "Ugly"
07 - "Cry Of The Nihilist"
08 - "Was It Worth It ?"
09 - "Northpole Throwdown"
myGRAIN - myGRAIN
myGRAIN desde seu debut intitulado "Orbit Dance" e seu sucessor "Signs Of Existence" já chama muita atenção de todos por seu gutural matador, vocal limpo arrasador, melodias cativantes e peso bem alto, mesmo para uma banda de Melodic Death com pegada de Modern... Afinal de contas, o progresso da banda exponencial, e agora no novo álbum que leva o nome da banda, e depois de três longos anos de espera, temos um lançamento digno de nota máxima.
Tommy cantando ainda melhor nos vocais limpos e usando uma técnica no vocal gutural que difere um pouco dos seus dois primeiros trabalhos na banda, não que isso esteja ruim, foi até bom pra uma inovação dentro da banda, e o som continua o mesmo. Resistor e Matthew nas guitarras, Jonas no baixo, Eve no teclado e DJ Locomotive na bateria como sempre mostrando uma harmonia numa intensidade realmente complicada de se ver nos dias de hoje.
O disco inicia com "Into the Parallel Universe" que vem com começo lento e pouco depois dos quarenta segundos vai evoluindo em peso de forma cativante, e depois do primeiro frase em forma de grito, vem a porrada ! Logo em sequência numa pancadaria mais direta vem "Shadow People" que vem com grooves mais rápidos, uma levada meio diferente na guitarra e um refrão de enlouquecer. Na sequencia vem a excelente "Dust Devils And Cosmic Storms", que da sequencia com bastante animo e peso e um refrão mais cadenciado, riffs bem legais de ouvir e melodia diferente até do que a própria banda costuma fazer, porém eficaz ! Mais uma com começo lentinho porém com boa dose de peso é a seguinte, denominada "Of Immortal Aeons", e essa com destaque para os teclados de Eve no refrão, que ficou muito bom, outra bem diferente do padrão da banda é a "A Clockwork Apocalypse", e com uma pegada na bateria cativante, essa é o tipo de musica que tu ouve e depois que le a letra, sai cantando por ae sem nem ao menos se dar conta de que ta viciado. O restante do cd é basicamente seguindo o que eu disse acima, claro que sem repetições, e do mesmo nível também, só pra esclarecer... com destaque pra "Trapped In An Hourglass", que é definitivamente uma das melhores da banda, e do disco, assim como as que eu citei.
Resumindo de forma clara, a banda evoluiu de forma assombrosa e segue atualmente por um rumo pouco diferente dos dois discos anteriores, mas não está pior, e sim no mesmo nível, acredito que esse novo caminho da banda, deu um novo ar ao seu som e não tornou os seus trabalhos injuativos ou repetitivos, a mixagem do novo disco ta ótima, e a capa ta bem legal mas poderia ser melhor, afinal as duas primeiras eram sinistras e interessantes, e a nova deixou pouco a desejar ! Mas de forma geral, o álbum novo é recomendadíssimo pra quem já conhece ou pra quem quer um death melódico com pegada de metal moderno interessante.
Nota: 9,5
Tracklist:
01. "Into The Parallel Universe"
02. "Shadow People"
03. "Dust Devils And Cosmic Storms"
04. "Of Immortal Aeons"
05. "A Clockwork Apocalypse"
06. "Eye Of The Void"
07. "Trapped In An Hourglass"
08. "Xenomorphic"
09. "Cataclysm Child"
Quem conhece Amon Amarth, e espera algo novo, sabe muito bem do que se trata, certo ?? De mais um álbum interessante, bom, pesado e com todas as suas temáticas voltadas ao Viking, deixando até mesmo a banda conhecida por Viking Metal, o que é um grande erro, afinal sua sonoridade é totalmente voltada ao mais puro Melodic Death Metal, e quem conhece a banda e o gênero sabe bem do que digo...
Enfim, ao longo de sua carreira, Amon Amarth não foi o tipo de banda que revolucionou por criar algo novo, e sim por se estabilizar dentro de uma sonoridade, que segue intacta desde o primeiro álbum, criando uma identidade única ao seu som, e criando sucessos excelentes como "Versus The World" em 2002, "Fate Of Norns" em 2004, ou mesmo o brilhante "Twilight Of The Thunder God" de 2008, esse último gerando grandes vendas, sucessos, e uma turnê incrivelmente grande, e merecido todo esse sucesso, ao contrário de álbuns comercias que se vê por ae !
Os filhos de Odin em 2011 presenteiam seus fãs com o magnífico "Surtur Rising" que logo no início de tudo começa bem explosivo com o provável mais novo hit da banda, e primeiro single aliás, denominada "War Of The Gods", começando com guitarras bem típicas da banda, e logo após poucos segundos, a explosão de peso, essa com certeza tem potencial pra ser um dos novos clássicos da banda, e o refrão é muito viciante, diga-se da passagem, em seguida vem a cadenciada "Töck's Taunt - Loke's Treachery Part II", algo mais técnico e com guitarras e baixo alinhados, além da bateria fazendo só o necessário pra acompanhar o som e manter a música numa atmosfera bem sinistra, e logo na sequencia pra não perder o costume da pancadaria vem uma que eu também acredito ser um novo hit, devido ao refrão viciante, peso bem trabalhado e excelente trabalho vocal do Johan Hegg, trata-se de "Destroyer of the Universe". Outras que dão muito gosto ao disco são "Slaves of Fear", "The Last Stand of Frej" e "A Beast Am I".
Outras faixas destaques que marcam o potencial da banda são "Live Without Regrets" e "Doom Over Dead Man", essas últimas são boas demais, e a primeira parece que veio diretamente do álbum anterior, mesma pegada, mesma atmosfera sonora, e a segunda seguindo um lado mais obscuro da banda, pouco explorado na grande maioria dos discos anteriores, mas com potencial muito alto, vale a pena ouvir essa com atenção ! Além de tudo, foram 3 covers disponibilizados como faixas bônus, "War Machine" do Kiss, "Balls to the Walls" do Accept, e "Aerials" do System Of A Down, confesso que me assustei quando vi a banda que eles fizeram cover, mas eu garanto que "Aerials" ficou interessante, boa, pesada e totalmente diferente do que se espera de um cover normal, simplesmente surpreendente.
A banda que segue com formação até que antiga conta com Johan Hegg nos vocais, Johan Söderberg e Olavi Mikkonen nas guitarras, Ted Lundström no baixo, Fredrik Andersson na bateria, a banda segue com a mesma formação a mais ou menos 13 anos, será que além da competência de todos como músicos aliada a uma amizade com uma formação até mesmo antiga é o segredo de tanto sucesso e tanta qualidade ??
Nota: 10
TrackList:
01 - "War Of The Gods"
02 - "Töck's Taunt - Loke's Treachery Part II"
03 - "Destroyer Of The Universe"
04 - "Slaves Of Fear"
05 - "Live Without Regrets"
06 - "The Last Stand Of Frej"
07 - "For Victory Or Death"
08 - "Wrath Of The Norsemen"
09 - "A Beast I Am"
10 - "Doom Over Dead Man"
Children Of Bodom - Relentless Reckless Forever
Children Of Bodom é o tipo de banda que sempre teve destaque ao redor do mundo por seu som pesado, rápido, ríspido e direto, sem muitas frescuras e totalmente sem vocais limpos, a banda se solidificou muito com o passar dos anos com álbuns como Are You Dead Yet?, Hate Crew Deathroll e até mesmo com o não compreendido Blooddrunk que por mais que nem todos aceitem ou gostem muito, ele é notávelmente competente, com muito peso, porém o espaço maior concedido aos teclados parece ter incomodados muitos, mas não vem ao caso agora...
O novo registro oficial da banda é intitulado Relentless Reckless Forever, e confesso que seus dois primeiros singles não me agradaram tanto, trata-se da mediana “Was It Worth It ?”, ainda no meu ponto de vista a música mais fraca do álbum, porém audível, mas quando se acostuma com músicas de alto nível, ou mesmo discos impecáveis, fica difícil não se decepcionar, e o segundo single foi “Ugly” e essa eu de impacto achei estranha, mas é uma música excelente, basta prestar muita atenção, mas eu entendo as pessoas que não gostarem dela...
O álbum começa com “Not My Funeral”, um peso excelente, guitarras bem trabalhadas, peso alto, bateria animadora e baixo bem eficaz, ao lado da voz do talentoso Alexi Laiho, cantando e tocando muito como sempre, essa música tem uma parte interessante, que é a parte do teclado dando abertura ao solo, algo que não é novidade, mas nessa música ficou diferente do convencional adotado pela banda, em seguida vem “Shovel Knockout” que tem uma linha bem pesada, refrão cativante e ritmo interessante, como seqüência vem a cadenciada “Roundtrip to Hell and Back”, uma com muito peso e ao mesmo tempo com ritmo mais calmo, algo presente em praticamente todos os álbuns da banda, essa vale destacar pela amosfera encontrada na música com teclado freqüente no fundo e um refrão com trabalho das guitarras muito bom, na faixa seguinte, começa com uma narrativa estranha e meio que do nada começa “Pussyfoot Miss Suicide”, que vai mudando o seu ritmo, com começo relativamente calmo, aceleração antes do refrão e uma acelerada no refrão bem legal, a bateria nessa música realmente trabalhou muito.
A faixa titulo do disco é a próxima, que começa bem pesada, solos avulsos antes mesmo dos vocais, base firme e teclados interessantes, o refrão dela é um tanto cadenciado, dando um clima bacana na música, seguindo numa linha mais sombria vem “Cry Of The Nihilist” que é o tipo de som que tem aquela sombriedade causada pelo teclado, mais ou menos na linha de “Hate Me” instrumentalmente falando... E pra alegria de todos os fãs das mais porradas do Children Of Bodom, vem a última faixa pra fechar o álbum com chave de ouro, e destaque realmente merecido, a pesada e explosiva “Northpole Throwdown”, com seus quase três minutos de muita pancadaria, ritmo acelerado e refrão violento. Realmente pesada essa música, na mesma linha de “Roadkill Morning” do álbum anterior, porém com menos teclado !
O Time composto pelo líder da banda, guitarrista e vocalista, Alexi Laiho, e Roope Latvala também nas guitarras, Janne Wirman nos teclados, Jaska Raatikainen na batera e Henkka Seppälä no baixo e backing vocals, bom, o novo álbum da banda como um todo ta bom, mas ainda longe de se tornar um clássico alguns mais antigos, mas se você curtiu Blooddrunk, vai firme, você não irá se arrepender ! Vale lembrar que a arte gráfica da capa ficou muito caprichada, realmente formidável !
Nota: 8,0
TrackList:
01 - "Not My Funeral"
02 - "Shovel Knockout"
03 - "Roundtrip to Hell and Back"
04 - "Pussyfoot Miss Suicide"
05 - "Relentless Reckless Forever"
06 - "Ugly"
07 - "Cry Of The Nihilist"
08 - "Was It Worth It ?"
09 - "Northpole Throwdown"
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| Children Of Bodom |
myGRAIN - myGRAIN
myGRAIN desde seu debut intitulado "Orbit Dance" e seu sucessor "Signs Of Existence" já chama muita atenção de todos por seu gutural matador, vocal limpo arrasador, melodias cativantes e peso bem alto, mesmo para uma banda de Melodic Death com pegada de Modern... Afinal de contas, o progresso da banda exponencial, e agora no novo álbum que leva o nome da banda, e depois de três longos anos de espera, temos um lançamento digno de nota máxima.
Tommy cantando ainda melhor nos vocais limpos e usando uma técnica no vocal gutural que difere um pouco dos seus dois primeiros trabalhos na banda, não que isso esteja ruim, foi até bom pra uma inovação dentro da banda, e o som continua o mesmo. Resistor e Matthew nas guitarras, Jonas no baixo, Eve no teclado e DJ Locomotive na bateria como sempre mostrando uma harmonia numa intensidade realmente complicada de se ver nos dias de hoje.
O disco inicia com "Into the Parallel Universe" que vem com começo lento e pouco depois dos quarenta segundos vai evoluindo em peso de forma cativante, e depois do primeiro frase em forma de grito, vem a porrada ! Logo em sequência numa pancadaria mais direta vem "Shadow People" que vem com grooves mais rápidos, uma levada meio diferente na guitarra e um refrão de enlouquecer. Na sequencia vem a excelente "Dust Devils And Cosmic Storms", que da sequencia com bastante animo e peso e um refrão mais cadenciado, riffs bem legais de ouvir e melodia diferente até do que a própria banda costuma fazer, porém eficaz ! Mais uma com começo lentinho porém com boa dose de peso é a seguinte, denominada "Of Immortal Aeons", e essa com destaque para os teclados de Eve no refrão, que ficou muito bom, outra bem diferente do padrão da banda é a "A Clockwork Apocalypse", e com uma pegada na bateria cativante, essa é o tipo de musica que tu ouve e depois que le a letra, sai cantando por ae sem nem ao menos se dar conta de que ta viciado. O restante do cd é basicamente seguindo o que eu disse acima, claro que sem repetições, e do mesmo nível também, só pra esclarecer... com destaque pra "Trapped In An Hourglass", que é definitivamente uma das melhores da banda, e do disco, assim como as que eu citei.
Resumindo de forma clara, a banda evoluiu de forma assombrosa e segue atualmente por um rumo pouco diferente dos dois discos anteriores, mas não está pior, e sim no mesmo nível, acredito que esse novo caminho da banda, deu um novo ar ao seu som e não tornou os seus trabalhos injuativos ou repetitivos, a mixagem do novo disco ta ótima, e a capa ta bem legal mas poderia ser melhor, afinal as duas primeiras eram sinistras e interessantes, e a nova deixou pouco a desejar ! Mas de forma geral, o álbum novo é recomendadíssimo pra quem já conhece ou pra quem quer um death melódico com pegada de metal moderno interessante.
Nota: 9,5
Tracklist:
01. "Into The Parallel Universe"
02. "Shadow People"
03. "Dust Devils And Cosmic Storms"
04. "Of Immortal Aeons"
05. "A Clockwork Apocalypse"
06. "Eye Of The Void"
07. "Trapped In An Hourglass"
08. "Xenomorphic"
09. "Cataclysm Child"
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Amon Amarth - Surtur Rising
Quem conhece Amon Amarth, e espera algo novo, sabe muito bem do que se trata, certo ?? De mais um álbum interessante, bom, pesado e com todas as suas temáticas voltadas ao Viking, deixando até mesmo a banda conhecida por Viking Metal, o que é um grande erro, afinal sua sonoridade é totalmente voltada ao mais puro Melodic Death Metal, e quem conhece a banda e o gênero sabe bem do que digo...
Enfim, ao longo de sua carreira, Amon Amarth não foi o tipo de banda que revolucionou por criar algo novo, e sim por se estabilizar dentro de uma sonoridade, que segue intacta desde o primeiro álbum, criando uma identidade única ao seu som, e criando sucessos excelentes como "Versus The World" em 2002, "Fate Of Norns" em 2004, ou mesmo o brilhante "Twilight Of The Thunder God" de 2008, esse último gerando grandes vendas, sucessos, e uma turnê incrivelmente grande, e merecido todo esse sucesso, ao contrário de álbuns comercias que se vê por ae !
Os filhos de Odin em 2011 presenteiam seus fãs com o magnífico "Surtur Rising" que logo no início de tudo começa bem explosivo com o provável mais novo hit da banda, e primeiro single aliás, denominada "War Of The Gods", começando com guitarras bem típicas da banda, e logo após poucos segundos, a explosão de peso, essa com certeza tem potencial pra ser um dos novos clássicos da banda, e o refrão é muito viciante, diga-se da passagem, em seguida vem a cadenciada "Töck's Taunt - Loke's Treachery Part II", algo mais técnico e com guitarras e baixo alinhados, além da bateria fazendo só o necessário pra acompanhar o som e manter a música numa atmosfera bem sinistra, e logo na sequencia pra não perder o costume da pancadaria vem uma que eu também acredito ser um novo hit, devido ao refrão viciante, peso bem trabalhado e excelente trabalho vocal do Johan Hegg, trata-se de "Destroyer of the Universe". Outras que dão muito gosto ao disco são "Slaves of Fear", "The Last Stand of Frej" e "A Beast Am I".
Outras faixas destaques que marcam o potencial da banda são "Live Without Regrets" e "Doom Over Dead Man", essas últimas são boas demais, e a primeira parece que veio diretamente do álbum anterior, mesma pegada, mesma atmosfera sonora, e a segunda seguindo um lado mais obscuro da banda, pouco explorado na grande maioria dos discos anteriores, mas com potencial muito alto, vale a pena ouvir essa com atenção ! Além de tudo, foram 3 covers disponibilizados como faixas bônus, "War Machine" do Kiss, "Balls to the Walls" do Accept, e "Aerials" do System Of A Down, confesso que me assustei quando vi a banda que eles fizeram cover, mas eu garanto que "Aerials" ficou interessante, boa, pesada e totalmente diferente do que se espera de um cover normal, simplesmente surpreendente.
A banda que segue com formação até que antiga conta com Johan Hegg nos vocais, Johan Söderberg e Olavi Mikkonen nas guitarras, Ted Lundström no baixo, Fredrik Andersson na bateria, a banda segue com a mesma formação a mais ou menos 13 anos, será que além da competência de todos como músicos aliada a uma amizade com uma formação até mesmo antiga é o segredo de tanto sucesso e tanta qualidade ??
Nota: 10
TrackList:
01 - "War Of The Gods"
02 - "Töck's Taunt - Loke's Treachery Part II"
03 - "Destroyer Of The Universe"
04 - "Slaves Of Fear"
05 - "Live Without Regrets"
06 - "The Last Stand Of Frej"
07 - "For Victory Or Death"
08 - "Wrath Of The Norsemen"
09 - "A Beast I Am"
10 - "Doom Over Dead Man"
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| Amon Amarth |
18 de janeiro de 2011
Motörhead - The World Is Yours
Devido a minha incrível falta de idéias, eu postarei essa minha resenha que também foi enviada ao site Universo do Rock e ae quando eu tiver algo melhor em mente, publico !
Motörhead - The World Is Yours
A banda de Londres, mais uma vez retorna com novo disco, intitulado "The Wörld Is Yours", seguinte, Motörhead é o tipo de banda que assim como AC/DC criou um gênero praticamente deles, não digo por rótulos e sim por estilo de música, por que Lemmy, baixista e vocalista, continua com sua banda como sempre foi, baixo estalando, o guitarrista Phil Campbel, mostrando que é mais do que mero guitarrista e nada além de um encaixe perfeito para a banda, e Mike Dee mostrando que simplicidade também faz parte da tarefa de ser um bom baterista.
Bom, caso você ouça o novo disco, a única diferença dele pros outros é que agora Lemmy usa um tom vocal um pouco melódico... mas eu disse muito pouco, mas nada além disso, segue totalmente igual aos anteriores, ou seja, BOM PRA CARAMBA ! Era esperado de uma banda que sempre foi destaque na cena do Rock''n''Roll e do Heavy Metal.
Agora vou me referir as músicas, começando por "Born to Lose", que é simples, bem executada e viciante, depois a que pra mim foi o destaque maior do vigésimo álbum da banda, a "I Know How to Die", segue simples, rápida, guitarra normal, e baixo gritando, além da voz do Lemmy matadora como sempre. "Get Back In Line", "Devils In My Hand" e as outras do disco seguem as linhas anteriores do resto do disco ou de outros álbuns, o que não as torna piores em nenhum aspecto ! O disco todo é rápido, com peso mediano, músicas curtas, sem enfeites ou participações, ou seja, a banda que sempre conhecemos.
Resumindo, Motörhead, voltou com tudo, logo após o sucesso do "Motörizer" de 2008, a banda continua da mesma forma que tocava nos anos 70, mantendo a mesma fórmula do arroz com feijão, mas enfim, o novo álbum é bom, mas é igual ao anterior, que é parecido com o que veio antes desse, e que veio até antes desse e com os mais antigos dos anos 80, e que continue assim eternamente ! Por que Lemmy sabe exatamente o que faz !
Track List:
01. Born To Lose
02. I Know How To Die
03. Get Back In Line
04. Devils In My Head
05. Rock ‘N’ Roll Music
06. Waiting For The Snake
07. Brotherhood Of Man
08. Outlaw
09. I Know What You Need
10. Bye Bye Bitch Bye Bye
Motörhead - The World Is Yours
A banda de Londres, mais uma vez retorna com novo disco, intitulado "The Wörld Is Yours", seguinte, Motörhead é o tipo de banda que assim como AC/DC criou um gênero praticamente deles, não digo por rótulos e sim por estilo de música, por que Lemmy, baixista e vocalista, continua com sua banda como sempre foi, baixo estalando, o guitarrista Phil Campbel, mostrando que é mais do que mero guitarrista e nada além de um encaixe perfeito para a banda, e Mike Dee mostrando que simplicidade também faz parte da tarefa de ser um bom baterista.
Bom, caso você ouça o novo disco, a única diferença dele pros outros é que agora Lemmy usa um tom vocal um pouco melódico... mas eu disse muito pouco, mas nada além disso, segue totalmente igual aos anteriores, ou seja, BOM PRA CARAMBA ! Era esperado de uma banda que sempre foi destaque na cena do Rock''n''Roll e do Heavy Metal.
Agora vou me referir as músicas, começando por "Born to Lose", que é simples, bem executada e viciante, depois a que pra mim foi o destaque maior do vigésimo álbum da banda, a "I Know How to Die", segue simples, rápida, guitarra normal, e baixo gritando, além da voz do Lemmy matadora como sempre. "Get Back In Line", "Devils In My Hand" e as outras do disco seguem as linhas anteriores do resto do disco ou de outros álbuns, o que não as torna piores em nenhum aspecto ! O disco todo é rápido, com peso mediano, músicas curtas, sem enfeites ou participações, ou seja, a banda que sempre conhecemos.
Resumindo, Motörhead, voltou com tudo, logo após o sucesso do "Motörizer" de 2008, a banda continua da mesma forma que tocava nos anos 70, mantendo a mesma fórmula do arroz com feijão, mas enfim, o novo álbum é bom, mas é igual ao anterior, que é parecido com o que veio antes desse, e que veio até antes desse e com os mais antigos dos anos 80, e que continue assim eternamente ! Por que Lemmy sabe exatamente o que faz !
Track List:
01. Born To Lose
02. I Know How To Die
03. Get Back In Line
04. Devils In My Head
05. Rock ‘N’ Roll Music
06. Waiting For The Snake
07. Brotherhood Of Man
08. Outlaw
09. I Know What You Need
10. Bye Bye Bitch Bye Bye
3 de janeiro de 2011
Melhores do Metal em 2010 !!!
Bom, devido à minha viagem de "férias" de 5 dias até BH e lá eu não conseguido acessar a internet, fiquei devendo um post novo de Feliz Ano Novo e coisas do tipo, mas ainda da tempo e no caso eu gostaria de desejar a todos um bom Ano Novo, e que gostei da minha nova postagem de agora...
Mas enfim, eu gostaria de dar minha sincera opinião sobre os melhores de 2010, se tratando de álbuns de Metal que ouvi, e que não foram poucos... e ae descrever pouco dos motivos que me levaram a coloca-los aqui !
Melhor álbum de Heavy Metal:
Iron Maiden - The Final Frontier
No mínimo vão falar que é pelo fato de ser minha banda favorita, mas na boa, ficou excelente o álbum, a dose de progressivo na banda aumentou pouco em relação ao útlimo trabalho, mas ficou excelente e com músicas de alto nível e bem viciantes, mostrando novamente que mesmo com novos elementos, é possível fazer o bom e velho Heavy Metal de sempre, Steve Harris como sempre se mostrando um excelente compositor e a banda mais afiada que nunca, além do exímio vocalista Bruce Dickinson como sempre em notável desempenho !
Melhor álbum de Melodic Death Metal:
A disputa foi sinistra mas resolvi eleger dois álbuns !
Soilwork - The Panic Broadcast
Soilwork quem me conhece, sabe que só curti até antes, o Stabbing the Drama, o Figure Number Five e principalmente o Nature Born Chaos, que até então era meu favorito, mas com o lançamento de The Panic Broadcast eu realmente fiquei surpreso com o resultado, depois da volta de Peter Witchers, eles parecem ter voltado com tudo e largado toda a merda que fizeram com o Sworn To A Great Devide pra trás e melhorando em 100% se comparado ao álbum anterior, o peso da banda voltou com tudo !
Universum - Mortuus Machina
Universum é banda nova, lançando seu segundo cd, e superando em praticamente 100% seu debut, o Leto Destinatus, e com grande louvor, dessa vez conta com participação de Christian Alvestam, Tommy Tuovinen, Paul Wardingham e Ola Frenning, o disco ficou sensacional, e provavelmente o único que daria um páreo com o novo do Soilwork, o vocalista se mostrou superior e a banda cresceu de forma de forma absurdamente exponencial, confesso que eu esperava um cd a altura do anterior, mas eu recebi um novo clássico do Melodic Death Metal ^^
Melhor álbum de Power Metal:
Helloween - 7 Sinners
Com algumas exceções da banda, Helloween quase nunca me desaponta, e novamente eu fiquei admirado com esse novo disco, um tanto inusitado no meu ponto de vista, uma grande característica dessa banda é nunca fazerem álbums parecidos mesmo que mantenham-se sempre no seu gênero, que por sinal foi criado por eles, o Power Metal. Mas apesar da leve semelhança com Gambling With the Devil, a banda se mostrou muito versátil, com Andi Deris ainda melhor, e se mostrando a cada disco que tem mais a cara do Helloween.
Melhor álbum de Industrial Metal:
Illidiance - Damage Theory
Apesar da mistura de Industrial com Cyber metal, achei essa banda super interessando vendo um clipe e logo apóes veio a curiosidade de ouvir o álbum deles, e sinceramente, gostei muito, fiquei surpreso, e admirado, é totalmente fora do padrão do "normal" que o Industrial vive fazendo, apesar de bandas como Rammstein e Deathstars ainda estarem no topo eu gostei da criatividade do Illidiance, e essa criatividade veio ao lado de uma competência sem tamanho ! Imperdível.
Melhor álbum de Groove Metal:
Breach The Void - The Monochromatic Era
A banda da Suíça que mistura Groove Metal, com elementos de Industrial e Cyber Metal, tinha lançado algumas músicas na internet e depois lançou seu álbum, que é monstruosamente foda, um dos que mais ouvi em 2010, com certeza, e com muito orgulho, curti todo o conteúdo, e sem dúvidas é um dos melhores debuts que 2010 lançou, vale lembrar que praticamente metade do cd é pesado e a outra metade é mais leve e com passagens mais tranquilas, o que o deixa mais versátil.
Melhor álbum de Death Metal:
Kataklysm - Heaven's Venom
Comparado aos álbuns anteriores, os dois últimos albuns do Kataklysm estão mais leves, porém mais maduros, com mais firmeza no som e cada vez mais natural e brutal, enfim, depois do excelente Prevail eu esperava algo de mesmo nível, mas novamente me surpreendo com um cd ainda mais maduro, ainda mais pesado e ainda melhor, e deixando esse novo pra mim como melhor da banda, pra quem duvida só digo uma coisa: PUSH THE VENOOOOOM OF LIES !
Melhor álbum de Black Metal:
Cradle Of Filth - Darkly, Darkly, Venus Aversa
Eu esperava muito mais do Black Metal em 2010, ouvindo tanta coisa no meio do Metal mas finalmente Cradle Of Filth veio com tudo ocupando o lugar que seria do Dimmu Borgir, mas outra coisa que incomodou é a cena black metal raiz que não teve nenhum lançamento à altura, mas felizmente Dani e banda fizeram um disco competente, pesado e buscando toda a raiz do "Dusk... and Her Embrace", com pegadas do som atual, fazendo um novo disco majestoso e digno de estar entre os melhroes da banda e do ano !
Melhor álbum de Doom Metal:
Anathema - We're Here Because We're Here
Depois de bons longos anos sem nada de novo, a banda de Liverpool lança seu mais novo disco, com boas pitadas de Prog Rock, dando uma nova cara ao seu som, mas ficou realmente muito bom, inovando bastante e com muita criatividade, deixando interessante o clima que esse disco transmiite. Altamente recomendado !
Melhor álbum de Thrash Metal:
Overkill - Ironbound
De longe, sem nenhuma dúvida, o melhor álbum de Thrash Metal, eu ouvi muita coisa do ramo no ano e não ouvi nada desse nível, Overkill sempre é excelente, não conheço um álbum deles que seja ruim ou mediano, mas o novo mostrou que tudo que é bom pode ser melhorado ainda mais, Bobby Blitz cantando como nunca e os guitarristas criando riffs ainda mais animais, batera com muito peso e técnica, altamente recomendado !
Melhor álbum de Progressive Metal:
Myrath - Desert Call
Continuando toda a competência que Hope transmitiu, Desert Call é uma sequência de mesmo nível do álbum anterior, a banda da Tunísia se mostrou realmente compentente, mostrando que no oriente também existe metal de alta qualidade, o mais legal é que é um Prog Metal fora dos padrões que Dream Theater, Symphony X e outras bandas estabeleceram, dando uma diferenciada do "padrão". Realmente foda, destaque pra voz majestosa de Zaher Zorgatti !
Melhor álbum de Folk Metal:
Equilibrium - Rekreatur
Devido a indicação de um grande amigo, ouvi e gostei muito dessa banda, que faz um Folk Metal épico de qualidade absurda, principalmente pelo fato de não seguir os padrões feitos por bandas de Folk como Ensiferum, o vocalista é competente pra caramba nas vozes guturais e rasgadas, além da harmonia musical que é digna de prêmios. Sinceramente, viciei demais na banda e achei ela sensacional !
Melhor álbum de New Metal:
Disturbed - Asylum
Mesmo todo mundo sendo fã do Ten Thousand Fists, eu sempre preferi o Believe, e não esperava algo melhor, mas pelo menos fiquei feliz ao ouvir Asylum, pois pelo menos veio no mesmo nível, e com excelentes músicas, instrumental bom como de costume e David Draiman cantando de forma exepcional como sempre ! Realmente eu esperava um disco normal e recebi um disco excelente, não posso deixar de dizer que fiquei surpreso de verdade.
Melhor EP:
TesseracT - Concealing Fate
Quando eu ouvi essa banda, achei estranho mas depois prestei mais atenção e curti muito, principalmente por fazerem um som nada comum, mesclando Prog Metal, Math Metal e Djent, e das bandas que tocam o ultimo genero que citei, TesseracT é a mais precisa no meu ponto de vista, fazendo melodia com perfeição absurda, o EP é uma única música intitulada Concealing Fate, que é sub-dividida em 6 partes, cada uma bem feita e diferente da outra, com melodia absurda, espero ansioso o álbum dessa banda !
Mas enfim, eu gostaria de dar minha sincera opinião sobre os melhores de 2010, se tratando de álbuns de Metal que ouvi, e que não foram poucos... e ae descrever pouco dos motivos que me levaram a coloca-los aqui !
Melhor álbum de Heavy Metal:
Iron Maiden - The Final Frontier
No mínimo vão falar que é pelo fato de ser minha banda favorita, mas na boa, ficou excelente o álbum, a dose de progressivo na banda aumentou pouco em relação ao útlimo trabalho, mas ficou excelente e com músicas de alto nível e bem viciantes, mostrando novamente que mesmo com novos elementos, é possível fazer o bom e velho Heavy Metal de sempre, Steve Harris como sempre se mostrando um excelente compositor e a banda mais afiada que nunca, além do exímio vocalista Bruce Dickinson como sempre em notável desempenho !
Melhor álbum de Melodic Death Metal:
A disputa foi sinistra mas resolvi eleger dois álbuns !
Soilwork - The Panic Broadcast
Soilwork quem me conhece, sabe que só curti até antes, o Stabbing the Drama, o Figure Number Five e principalmente o Nature Born Chaos, que até então era meu favorito, mas com o lançamento de The Panic Broadcast eu realmente fiquei surpreso com o resultado, depois da volta de Peter Witchers, eles parecem ter voltado com tudo e largado toda a merda que fizeram com o Sworn To A Great Devide pra trás e melhorando em 100% se comparado ao álbum anterior, o peso da banda voltou com tudo !
Universum - Mortuus Machina
Universum é banda nova, lançando seu segundo cd, e superando em praticamente 100% seu debut, o Leto Destinatus, e com grande louvor, dessa vez conta com participação de Christian Alvestam, Tommy Tuovinen, Paul Wardingham e Ola Frenning, o disco ficou sensacional, e provavelmente o único que daria um páreo com o novo do Soilwork, o vocalista se mostrou superior e a banda cresceu de forma de forma absurdamente exponencial, confesso que eu esperava um cd a altura do anterior, mas eu recebi um novo clássico do Melodic Death Metal ^^
Melhor álbum de Power Metal:
Helloween - 7 Sinners
Com algumas exceções da banda, Helloween quase nunca me desaponta, e novamente eu fiquei admirado com esse novo disco, um tanto inusitado no meu ponto de vista, uma grande característica dessa banda é nunca fazerem álbums parecidos mesmo que mantenham-se sempre no seu gênero, que por sinal foi criado por eles, o Power Metal. Mas apesar da leve semelhança com Gambling With the Devil, a banda se mostrou muito versátil, com Andi Deris ainda melhor, e se mostrando a cada disco que tem mais a cara do Helloween.
Melhor álbum de Industrial Metal:
Illidiance - Damage Theory
Apesar da mistura de Industrial com Cyber metal, achei essa banda super interessando vendo um clipe e logo apóes veio a curiosidade de ouvir o álbum deles, e sinceramente, gostei muito, fiquei surpreso, e admirado, é totalmente fora do padrão do "normal" que o Industrial vive fazendo, apesar de bandas como Rammstein e Deathstars ainda estarem no topo eu gostei da criatividade do Illidiance, e essa criatividade veio ao lado de uma competência sem tamanho ! Imperdível.
Melhor álbum de Groove Metal:
Breach The Void - The Monochromatic Era
A banda da Suíça que mistura Groove Metal, com elementos de Industrial e Cyber Metal, tinha lançado algumas músicas na internet e depois lançou seu álbum, que é monstruosamente foda, um dos que mais ouvi em 2010, com certeza, e com muito orgulho, curti todo o conteúdo, e sem dúvidas é um dos melhores debuts que 2010 lançou, vale lembrar que praticamente metade do cd é pesado e a outra metade é mais leve e com passagens mais tranquilas, o que o deixa mais versátil.
Melhor álbum de Death Metal:
Kataklysm - Heaven's Venom
Comparado aos álbuns anteriores, os dois últimos albuns do Kataklysm estão mais leves, porém mais maduros, com mais firmeza no som e cada vez mais natural e brutal, enfim, depois do excelente Prevail eu esperava algo de mesmo nível, mas novamente me surpreendo com um cd ainda mais maduro, ainda mais pesado e ainda melhor, e deixando esse novo pra mim como melhor da banda, pra quem duvida só digo uma coisa: PUSH THE VENOOOOOM OF LIES !
Melhor álbum de Black Metal:
Cradle Of Filth - Darkly, Darkly, Venus Aversa
Eu esperava muito mais do Black Metal em 2010, ouvindo tanta coisa no meio do Metal mas finalmente Cradle Of Filth veio com tudo ocupando o lugar que seria do Dimmu Borgir, mas outra coisa que incomodou é a cena black metal raiz que não teve nenhum lançamento à altura, mas felizmente Dani e banda fizeram um disco competente, pesado e buscando toda a raiz do "Dusk... and Her Embrace", com pegadas do som atual, fazendo um novo disco majestoso e digno de estar entre os melhroes da banda e do ano !
Melhor álbum de Doom Metal:
Anathema - We're Here Because We're Here
Depois de bons longos anos sem nada de novo, a banda de Liverpool lança seu mais novo disco, com boas pitadas de Prog Rock, dando uma nova cara ao seu som, mas ficou realmente muito bom, inovando bastante e com muita criatividade, deixando interessante o clima que esse disco transmiite. Altamente recomendado !
Melhor álbum de Thrash Metal:
Overkill - Ironbound
De longe, sem nenhuma dúvida, o melhor álbum de Thrash Metal, eu ouvi muita coisa do ramo no ano e não ouvi nada desse nível, Overkill sempre é excelente, não conheço um álbum deles que seja ruim ou mediano, mas o novo mostrou que tudo que é bom pode ser melhorado ainda mais, Bobby Blitz cantando como nunca e os guitarristas criando riffs ainda mais animais, batera com muito peso e técnica, altamente recomendado !
Melhor álbum de Progressive Metal:
Myrath - Desert Call
Continuando toda a competência que Hope transmitiu, Desert Call é uma sequência de mesmo nível do álbum anterior, a banda da Tunísia se mostrou realmente compentente, mostrando que no oriente também existe metal de alta qualidade, o mais legal é que é um Prog Metal fora dos padrões que Dream Theater, Symphony X e outras bandas estabeleceram, dando uma diferenciada do "padrão". Realmente foda, destaque pra voz majestosa de Zaher Zorgatti !
Melhor álbum de Folk Metal:
Equilibrium - Rekreatur
Devido a indicação de um grande amigo, ouvi e gostei muito dessa banda, que faz um Folk Metal épico de qualidade absurda, principalmente pelo fato de não seguir os padrões feitos por bandas de Folk como Ensiferum, o vocalista é competente pra caramba nas vozes guturais e rasgadas, além da harmonia musical que é digna de prêmios. Sinceramente, viciei demais na banda e achei ela sensacional !
Melhor álbum de New Metal:
Disturbed - Asylum
Mesmo todo mundo sendo fã do Ten Thousand Fists, eu sempre preferi o Believe, e não esperava algo melhor, mas pelo menos fiquei feliz ao ouvir Asylum, pois pelo menos veio no mesmo nível, e com excelentes músicas, instrumental bom como de costume e David Draiman cantando de forma exepcional como sempre ! Realmente eu esperava um disco normal e recebi um disco excelente, não posso deixar de dizer que fiquei surpreso de verdade.
Melhor EP:
TesseracT - Concealing Fate
Melhor Debut:
Também foi foda escolher, por isso resolvi novamente colocar dois eleitos !
Mutiny Within - Mutiny Within
Desde o primeiro momento que ouvi Awake eu já gostei, excelente música e logo após baixar o cd gostei de todas as músicas, principalmente da Losing Sight, Oblivion, Suffocate e da já citada acima, a banda é uma mistura de Prog Metal com Melodic Death feita com maestria, e instrumentistas de altíssima nível, o vocalista manda super bem e é melhor que muito vocalista com muita experiência por ae. Definitivamente o melhor debut do ano !
Solution .45 - For Aeons Past
Outra banda de Progressive Melodic Death é Solution .45, a nova banda do ex-vocalista do Scar Symmetry, Christian Alvestam, e quando a a primeira música saiu, Clandestinity Now, imaginei que seria algo incrível, e eu estava certo ! A banda tem uma melodia incrível, com som pesado e o cd é muito viciante, Chris como sempre se saiu um extremo vocalista, com gutural como sempre muito agressivo e melódico sensacional, pra ser sincero, nunca vi ele cantar tão bem em um cd como em For Aeons Past
27 de dezembro de 2010
Devin Townsend
Quando comecei a ouvir metal progressivo, com o Dream Theater por sinal, eu ouvia outras coisas, e realmente não achava nada no mesmo nível dos caras, até mesmo a super conhecida Symphony X pra mim nunca teve tanta graça mas eu com o tempo conheci bandas muito boas, de altissimo nível e cheguei até Devin Townsend, um músico maluco que sempre me surpreende com suas músicas, e principalmente, por sua genialidade...
Devin Garret Townsend, nascido no dia 5 de Maio de 1972 é um vocalista, também multi-instrumentista, além de produtor, fundador da banda Strapping Young Lad, tudo começou quando descobriram ele em uma das suas bandas de colégio e ele cantou no álbum " Sex & Religion " do Steve Vai em 1993, até que depois da turnê, ele um tanto desanimado montou uma banda com o nome dito acima, justamente com o intuito de descarregar sua raiva e seu desânimo, logo após conseguiu repercusão intensa com o aclamado "City",a banda lançou 5 álbuns com o SYL no total, todos seguindo a mesma sonoridade, que mesclava entre o Thrash Metal se aproximando muito do Death em vários casos, sendo adotado os dois gêneros para descrição do genero da banda...
Em 1997 Devin lançou sem primeiro álbum, intitulado "Ocean Machine: Biomech", onde Devin Townsend, como de costume com artistas que fazem carreira solo, se mostrava pessoalmente num ramo totalmente diferente de sua antiga banda, já que seu som soava como Metal Progressivo, mas é nesse ponto que mora a diferença, já que seus trabalhos solo mesclavam o já citado Progressivo, com Industrial e deu todo um toque diferente em tudo que ele já tinha feito ou até mesmo em tudo que já tivesse sido lançado no ramo musical !
Em sequência, lançou o "Infinity" em 1998, que obteve muito sucesso graças a música "Christie", ganhando ainda mais destaque no ramo do progressivo, e assim foram com todos os seus álbuns até chegar em "Ziltoid the Omniscient", passando por "Devlab" e "Hummer" que fogem totalmente ao padrão que ele mesmo fez, esses dois ultimos eram álbuns de música ambiente e fugiam de tudo que ele mesmo tinha feito.
Nesse meio tempo entre sua carreira solo, ele também iniciou o The Devin Townsend Band, ele sempre diferenciou seus trabalhos, na carreira solo, ele fazia tudo, incluindo mixagem e outros instrumentos e dessa vez ele queria se interagir novamente com outras pessoas, criando esse projeto pessoal, mas dessa vez as coisas não ficaram meio sem definição dentro do ramo do metal, mas era basicamente uma mistura maluca, haviam elementos de Prog Rock e Prog Metal, além do Industrial, mesclando Experimental, Ambient, Jazz e tudo mais... realmente um som maluco, porém genial, não é nada repetitivo nem cansativo, e novamente ele surpreendeu a indústria da música, assim como críticos em geral, sendo novamente elogiado, aclamado e ainda intitulado de gênio ! Até o momento só dois álbuns foram lançados, "Accelerated Evolution" e "Synchestra".
Mas um problema muito grande se envolvia em sua vida, era as drogas, bebidas, e tudo mais porém em excesso, Devin só se sentia capaz de compor quando estava em estados deploráveis ou mesmo que pouco afetado por algo, então em busca de si mesmo, procurou tratamento e adotou novo visual como forma de mostrar que tinha superado !
Logo após isso tudo, anunciou um trabalho que seria dividido em quatro partes, intitulado Devin Towsend Project, que seria seu lado Prog Rock e Prog Metal misturado com elementos Experimentais ! Lembrando que esse projeto é a marca que Devin queria, já que ele fez tudo em conjunto igualmente, com uma banda pra cada disco e compondo letras e melodias sem nada ilícito em sua mente ! Primeiro veio "Ki" com o intuito de ser o "preparador do terreno" assim como ele mesmo diz, e em sequência veio "Addicted" que é o mais comercial, pesado porém já com intuito de vendas, assim mesmo ele disse !
Tecnicamente falando esse projeto tem menos elementos no geral do que o TDTB mas seu peso é pouco mais elevado assim como sua dose de loucura nas músicas... os outros dois álbuns que ainda não foram lançados mas tudo indica que um será de música ambient e o outro ainda mais pesado que os anteriores, seguindo Devin, claro !
Agora o jeito é esperar já que Devin planeja terminar o DTP com seus dois últimos álbuns e esperar o lançamento do seu disco solo "Z²" que é a continuação do álbum conceitual que conta a história de Ziltoid.
Discografia:
1998 - No Sleep Till Bedtime (live)
2003 - SYL
2005 - Alien
2006 - The New Black
1997 - Ocean Machine: Biomech
1998 - Infinity
1999 - Official Bootleg (live)
2000 - Physicist
2001 - Terria
2004 - Devlab
2006 - Hummer
2007 - Ziltoid the Omniscient
2003 - Accelerated Evolution
2006 - Synchestra
2009 - Ki
2009 - Addicted
Devin Garret Townsend, nascido no dia 5 de Maio de 1972 é um vocalista, também multi-instrumentista, além de produtor, fundador da banda Strapping Young Lad, tudo começou quando descobriram ele em uma das suas bandas de colégio e ele cantou no álbum " Sex & Religion " do Steve Vai em 1993, até que depois da turnê, ele um tanto desanimado montou uma banda com o nome dito acima, justamente com o intuito de descarregar sua raiva e seu desânimo, logo após conseguiu repercusão intensa com o aclamado "City",a banda lançou 5 álbuns com o SYL no total, todos seguindo a mesma sonoridade, que mesclava entre o Thrash Metal se aproximando muito do Death em vários casos, sendo adotado os dois gêneros para descrição do genero da banda...
Em 1997 Devin lançou sem primeiro álbum, intitulado "Ocean Machine: Biomech", onde Devin Townsend, como de costume com artistas que fazem carreira solo, se mostrava pessoalmente num ramo totalmente diferente de sua antiga banda, já que seu som soava como Metal Progressivo, mas é nesse ponto que mora a diferença, já que seus trabalhos solo mesclavam o já citado Progressivo, com Industrial e deu todo um toque diferente em tudo que ele já tinha feito ou até mesmo em tudo que já tivesse sido lançado no ramo musical !
Em sequência, lançou o "Infinity" em 1998, que obteve muito sucesso graças a música "Christie", ganhando ainda mais destaque no ramo do progressivo, e assim foram com todos os seus álbuns até chegar em "Ziltoid the Omniscient", passando por "Devlab" e "Hummer" que fogem totalmente ao padrão que ele mesmo fez, esses dois ultimos eram álbuns de música ambiente e fugiam de tudo que ele mesmo tinha feito.
Nesse meio tempo entre sua carreira solo, ele também iniciou o The Devin Townsend Band, ele sempre diferenciou seus trabalhos, na carreira solo, ele fazia tudo, incluindo mixagem e outros instrumentos e dessa vez ele queria se interagir novamente com outras pessoas, criando esse projeto pessoal, mas dessa vez as coisas não ficaram meio sem definição dentro do ramo do metal, mas era basicamente uma mistura maluca, haviam elementos de Prog Rock e Prog Metal, além do Industrial, mesclando Experimental, Ambient, Jazz e tudo mais... realmente um som maluco, porém genial, não é nada repetitivo nem cansativo, e novamente ele surpreendeu a indústria da música, assim como críticos em geral, sendo novamente elogiado, aclamado e ainda intitulado de gênio ! Até o momento só dois álbuns foram lançados, "Accelerated Evolution" e "Synchestra".
Mas um problema muito grande se envolvia em sua vida, era as drogas, bebidas, e tudo mais porém em excesso, Devin só se sentia capaz de compor quando estava em estados deploráveis ou mesmo que pouco afetado por algo, então em busca de si mesmo, procurou tratamento e adotou novo visual como forma de mostrar que tinha superado !
Tecnicamente falando esse projeto tem menos elementos no geral do que o TDTB mas seu peso é pouco mais elevado assim como sua dose de loucura nas músicas... os outros dois álbuns que ainda não foram lançados mas tudo indica que um será de música ambient e o outro ainda mais pesado que os anteriores, seguindo Devin, claro !
Agora o jeito é esperar já que Devin planeja terminar o DTP com seus dois últimos álbuns e esperar o lançamento do seu disco solo "Z²" que é a continuação do álbum conceitual que conta a história de Ziltoid.
Discografia:
1995 - Heavy as a Really Heavy Thing
1997 - City1998 - No Sleep Till Bedtime (live)
2003 - SYL
2005 - Alien
2006 - The New Black
1997 - Ocean Machine: Biomech
1998 - Infinity
1999 - Official Bootleg (live)
2000 - Physicist
2001 - Terria
2004 - Devlab
2006 - Hummer
2007 - Ziltoid the Omniscient
2003 - Accelerated Evolution
2006 - Synchestra
2009 - Ki
2009 - Addicted
14 de dezembro de 2010
Anathema - We're Here Because We're Here
Pra quem ainda não sabe, eu ajudo meu amigo Paulo Cássio no site dele que se chama Universo do Rock, eu faço postagem de bandas mais voltadas à cena do Metal e elogio, critico, dou minha opinião, faço recomendações e coisas do tipo, faço parte da equipe de redação e frequentemente postarei algumas resenhas que já fiz pro site dele e agora colocarei a primeira resenha no meu blog, mas não é a primeira que fiz. Espero que gostem ! ^^
Anathema - We're Here Because We're Here
Track List:
01 - "Thin Air"
02 - "Summernight Horizon"
03 - "Dreaming Light"
04 - "Everything"
05 - "Angels Walk Among Us"
06 - "Presence"
07 - "A Simple Mistake"
08 - "Get Off, Get Out"
09 - "Universal"
10 - "Hindsight"
Anathema - We're Here Because We're Here
E a galera do Doom Metal que veio de Liverpool, depois de sete anos sem nenhum lançamento de estúdio, finalmente lançou algo, e como de costume, com altíssimo nível, mais ou menos na linha do disco anterior intitulado A Natural Disaster (2003), o Anathema deu um baita presente aos fãs, o novo álbum com o nome de "We're Here Because We're Here", que trouxe o seu Doom Metal, antes misturado com poucos elementos de rock progressivo, agora com um gênero focado nos dois, de forma que resulta em um som harmonioso, limpo e sereno.
O grupo formado por pelos irmãos Vincent e Daniel Cavanagh nas guitarras, fazendo além disso os back vocais e sons acústicos, Lee Smith nos teclados, Jamie Cavanagh no baixo, John Douglas na bateria e Lee Douglas nos vocais, assim é formado o sexteto de Liverpool, que mostrou que mesmo o tempo não é capaz de enferrujar o seu som, criando, inovando, e aprimorando tudo aquilo que vem fazendo desde 1990.
O disco abre com "Thin Air" que vem lentinha, com ritmo suave, aquele tipo de música boa pra ouvir sentado, com o fone no ouvido, beeem tranquilo e de preferência sem nenhum tipo de falação na sua direção ! Logo em seguida vem a que mais se destaca no meu ponto de vista, "Summernight Horizon", que tem uma introdução no teclado que particularmente me fez vibrar, e principalmente quando Lee soltou bem de leve sua voz com um "In the moonlight...moonlight's pale embrace", realmente fiquei impressionado com a harmonia dessa música, e principalmente com o refrão, a letra dela também é bem interessante, confiram... Seguindo, vem "Dreaming Light", que segue a linha da primeira só que com mais melancolia, típica do Doom Metal, assim como a "Evertything", vale lembrar que a faixa "Angels Walk Among Us" vem com participação de Ville Valo da banda HIM.
O disco segue uma linha única, mas o mais importante de falar sobre isso é que as músicas não são nada parecidas, mas seguem claramente a mistura que citem no começo, vale destaque pela harmonia da banda como um todo, realmente tudo se encaixa com uma precisão intensa e de forma cativante, caso simpatize ou seja fã de doom metal ou esteja com vontade de ouvir um prog rock com elementos diversificados, ouça o novo do Anathema, realmente imperdível !
01 - "Thin Air"
02 - "Summernight Horizon"
03 - "Dreaming Light"
04 - "Everything"
05 - "Angels Walk Among Us"
06 - "Presence"
07 - "A Simple Mistake"
08 - "Get Off, Get Out"
09 - "Universal"
10 - "Hindsight"
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| Anathema |
10 de novembro de 2010
Megas XLR !
Em primeiro lugar, gostaria de pedir desculpas por tamanho atraso em atualizar meu blog, o que me foi cobrado e prova que pelo menos tem sido bem visitado, e que a galera ta curtindo, gostaria realmente de agradecer a todos pela compreensão....
Mas enfim, eu resolvi escrever algo sobre um desenho animado americano, mas que eu particularmente gosto muito !
Trata-se do Megas XLR, um desenho bem divertido, que no passado não muito distante, eu chegava da escola, ficava na banca pra minha mãe ir em casa fazer o almoço e eu ficava lá vendo porrada de desenhos do SBT e animes da globo (com aquela dublagem horrorosa, mas fazer o que né ?) Era meu único "tira tédio" de um ambiente de trabalho que ficava realmente parado) mas quando esse desenho começou a passar na emissora do Sílvio Santos eu realmente achei muito foda, muito bom mesmo, e por vários motivos, o primeiro deles é que os personagens tem uma personalidade bem definida, explicarei elas adiante, o segundo motivo é pela trilha sonora, que é toda baseada em rock e metal em sua grande maioria, e com alguns poucos punks rolando de vez em quando... Terceiro motivo, e mais importante é que eu ri muito vendo isso, eu sempre achava legal o jeito que o Cara fazia as coisas, como o Jaime reclamava e a Kiva dando bronca toda séria e do nada vinha o Cara perguntando quem queria ir fazer um lanche quebrando totalmente o clima sério da pobre salvadora do mundo...
Como todo desenho americano, ele tem história mas nada indica um real fim pro desenho, até por que segundo um amigo meu, o anime não foi de grande sucesso nos Estados Unidos e ae acabou não tendo mais que meros 26 episódios, mas basicamente o Cara achou um robô no ferro-velho, ficou devendo ele (e lá é tudo 2 doláres, incrivelmente caloteiro ele, não acham ?), Kiva no começo veio querendo o robô de volta por ter ficado presa acaba se aliando a eles de forma amigável, maioria dos episódios é aquela coisa do vilão aparece, o herói bate e tudo acaba bem, mas o desenho digamos que deixou tudo isso mais engraçado, tornando cada episódio uma novidade, eu diria, quem já viu sabe como é divertido, esperar o final pro Cara falar tudo que o cara fez de ruim com ele ou com a cidade, ter aquele foco da imagem bem em seu rosto, que fica com cara de mau pra caramba, e depois soltar frases do tipo "Vamo quebrar o pau" ou "Agora o bicho vai pegar" com aquele metal rolando no fundo e ele pilotando o Megas destrubuindo pancadaria, realmente engraçado ! Isso tudo quando ele não tenta bancar o durão, ou pagar de fodão e o Jaime vem lá e tira toda a graça dele... Outro detalhe super importante é ver como Cara e Jaime se comprimentam e a pose de vitória do Megas, quando ele faz o famoso "chifre do metal", inventada pelo falecido Ronnie James Dio, pros headbangers de plantão...
Os Personagens !
Cara ( Coop )
É o principal da série, é basicamente um herói, mas com a diferença que ele não se importa em explodir tudo, detonar planetas, aniquilar tudo em sua volta, etc. Tem várias paixões que com certeza as principais são: carros, videogames e comer. Tem um senso de heroísmo não muito apurado, porém existente, é valente, preguiçoso e bem gordo. Adora se exibir com seu robô e não demonstra ter muita habilidade pra muitas coisas, mas demonstra ter uma sorte danara, só pra começar achando um robô gigante...
Jaime ( Jamie )
Até mesmo Tex Willer tinha um amigo pessimista, e não é muito diferente com o Cara, afinal, Jaime, seu melhor amigo e totalmente pessimista, esteve com Cara praticamente todo o anime, e que são amigos a muitos anos, conhece bem seu parceiro e prova isso falando em um episódio: "O Cara nunca fica doente, só fica com menos fome", sempre criticando o jeito louco do Cara e tem uma queda bem notável por Kiva !
Kiva
Ela é uma guerreira, que veio do futuro acidentalmente, tendo em mente mandar o Megas 2 anos antes para poder salvar seu mundo que está em guerra depois de ter roubado o robô do líder dos Glorfts, mas devido a problemas mostrados no anime o robô volta pra uma realidade que seria a nossa, aproximadamente mil anos antes... é habilidosa no combate corpo-a-corpo, centralizada em suas idéias, inteligente pra caramba e muito concentrada em suas tarefas, sem falar no sua incrível preocupação em salvar o seu mundo !Gorrath
É o líder dos Glorft, a raça que está em guerra contra o povo do futuro contra a Terra no futuro, é o típico vilão que fala demais, nervoso não muito inteligente mas tem seus capangas que estão sempre o orientando, odeia o povo da Terra, e o Cara principalmente, e esse ódio aumenta quando o herói terráqueo o chama carinhosamente de "Lula Lelé", "Gosma Ambulante" e outros com o decorrer do desenho. Perseguindo Kiva acabou preso junto com ela mas se esconde no espaço constantemente.Goat
Personagem secundário, não tão importante, mas que aparece em alguns momentos, dando bastante sarcamos e descontração pro desenho, vive tentando pegar algumas gatas o tempo todo, só que não tem muito sucesso em suas investidas... Ele é o encarregado do ferro-velho que Cara achou o Megas. Vale lembrar que tudo em seu ferro-velho vale dois doláres e que Cara o pegou e deixou na conta do Abreu pelo visto...
Espero que gostem e aguadem minhas idéias fluírem novamene e assim que eu tiver alguma eu posto aqui alguma coisa novamente !
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