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14 de março de 2015

Persona 4 Arena - Maturidade Voltando? Quem Diria!!!!


Bom, eu sou fã de Persona, adoro a série mais do que tinha direito, mas não sou cego pra ver o tamanho retrocesso depois do Persona 2 Eternal Punishment.

Persona 3 e 4 são ótimos mas abaixo tanto do que eu esperava quanto do que poderia ser em termos de profundidade, e eu já falei isso mais de mil vezes então no máximo posso deixar os links de tudo que já falei deles por aqui.

Se não entendeu, eu já fiz um leve "desabafo" sobre isso e basta ler pra ficar por dentro da minha cabeça pensando sobre a série.

Mas aí o que acontece. Anunciaram um jogo de luta pra continuar o RPG Persona 4. Que ideia mais.... Bizarra?

Estranha?

Maluca?

Incompreensível?

Sim. Tudo isso. Eu suponho.


Mas Persona 4 Arena veio e eu não sabia o que esperar, meu amigo comprou e recomendou. Falou que a história era muito boa e vi numa promoção uns tempos atrás e resolvi dar uma chance.

Afinal, por que não?

Comprei. E logo de cara veio o espanto.

Primeiramente, se você está acostumado com jogos de luta tendo story modes tipo Mortal Kombat 9, vai desapontar muito suas expectativas. Porque o modo desse jogo é MUITO FODA, diferente do meh MK9.

O motivo é simples: apesar que eu gosto do MK e etc, o formato beneficia principais e pronto, quem é fraco não tem destaque por ser fraco mas num jogo de luta você tem que pensar em todos os lados, ou seja, em todos os jogadores. Se eu gosto do personagem fraco, não importa como, eu quero ver ele vencendo e não tomando surras.

É nesses pontos que o Skullgirls foi foda, ele mostrou exatamente o lado certo do jogo de luta e ainda fez melhor, porque explorou dois lados da moeda, mostrando coisas de um personagem jogando com outro e isso com todos. Então é bacana explorar aquele mundo. Persona 4 Arena faz a mesma coisa. Exatamente a mesma coisa e ficou FODA!

O enredo do jogo é bem cabeça, maduro mesmo.

Até tem um formato diferente e interessante.

Uma das cenas mais tristes do jogo


Inicialmente temos só quatro personagens pra jogar mas os outros vão se abrindo ao decorrer, através deles vamos vendo eventos e a história para digamos pouco a frente da metade e aparece um "continuará" na sua cara, depois de zerar com eles, vai abrindo mais e mais até chegar na Labrys, jogando com ela temos a visão dela de tudo que aconteceu pra ela ser daquele jeito e é simplesmente fantástico e até trágico. Muito deprimente tudo que aconteceu com ela. Mesmo eu que sou um bruto coração de pedra quase fiz um suor masculino descer pelo rosto.

Ela é uma robô que veio a produção pelo Kirijo Group antes da Aegis, sim, a robozinha adorável que aprendemos a amar em Persona 3. E com isso ela foi treinada pra ter uma consciência que se aproxima da humana e com isso adquiriu persona e também sentimentos mas tudo contado pouco a pouco (por mais idiota que pareça, é convincente) e triste. Muito triste. Tem partes de doer o coração mesmo.

Então, quando se termina o Story Mode dela, você abre o restante da história. O motivo é simples, você vai confrontá-la mas não saberá porque ela age e pensa daquele jeito, os seus personagens só pensam por eles, e assim você vai ver os dois lados da moeda. É um formato inteligente de muita criatividade, eu diria.

Labrys não é puramente maligna e seus personagens tem defeitos e coisas mal resolvidas do Persona 4 são colocadas à prova. Isso é muito foda e sem contar que quando se joga com cada personagem, ele é o protagonista, a história segue um mesmo fluxo porém tendo ele como principal e nisso diálogos e situações mudam por completo, sendo obviamente um modelo mega bem feito de se contar uma história por um longo tempo, sendo em média 1 hora e meia pra ver a história completa de cada personagem.

Somado tudo isso ao subtítulo que cada personagem carrega consigo, fica tudo ainda melhor.

Incrível como um jogo de luta com tanto personagem tem tanta vida útil

Antes que me pergunte, esse subtítulo que cada personagem tem é uma "pista" de tudo que vai acontecer dentro da história, e de longe o melhor exemplo é do Yosuke com o apelido de "Capitão Ressentimento". Não vou dar spoiler porque é sacanagem mas acredite, ele melhora bastante como personagem nesse arco do P4A e esse desenvolvimento torna ele consideravelmente mais interessante do que já era.

Se pensa que era "só" isso, tem mais. Vish, como tem.

Em suma, quando você começa o jogo, coisas estranhas começam a acontecer e um torneio é anunciado com Teddie, depois disso você vai investigar no mundo da TV e simplesmente cada personagem começa a ter de lutar com os outros, mas não "porque sim". Acontece que eles são ofendidos e acabam por imaginar que estão lutando com cópias e etc mas na verdade é aquele mundo da Labrys iludindo eles fazendo com que ouçam somente o que NÃO QUEREM ouvir. Com isso esse conflito mútuo faz todo esse combate vir à tona até o ponto de se entender Labrys, confrontá-la e vencê-la.

O mais bizarro é que o Story Mode completo de cada personagem dura cerca de 1 hora e meia mais ou menos. Então dura bastante, e ver todos os acontecimentos, personagens, diálogos e alguns casos até mesmo tem escolhas e etc. É bem completinho e bem caprichado. E de quebra tem muito modo extra pra ficar brincando por longo tempo, porém tem o problema do gameplay que já já eu cito.

Ironicamente mesmo o Arcade tem finais bons exceto personagens como Elizabeth ou Shadow Labrys, que não tem absolutamente nada além de um "CONGRATULATIONS AND FUCK YOU" depois de terminar. Ou seja, um belo e fantástico nada.

Vai Chie, use o seu "Bruce Lee Kick"

O jogo seria perfeito se não fosse um problema pequeno e outro bem grande. O pequeno é meio que dose dupla, poucos personagens incluindo somente a galera do 3 e 4 (lembrando que a galera do 3 é quase super herói aqui) e as músicas que poderiam ser melhores mas passam longe de serem ruins, mas veja bem, eles usaram Reach Out To The Truth e definitivamente ela não combina com um jogo de luta, assim como não combinava com um RPG e dificilmente vai combinar com alguma coisa em algum momento da história dos games. Mas ao lado dela tem só uma ou outra que destoam totalmente, o restante acabaram por escolher bem.

Mas no geral, as músicas funcionam bem, mas elas funcionariam melhor num RPG, no caso, as do Persona 4. Porque as do 3 são boas em qualquer lugar e se você jogar com a galera do 3, todas as músicas vão mudar, a de mistério, batalhas, chefes e até batalha final vai mudar pras músicas do 3. E isso é ótimo e um capricho e tanto.

O outro problema e definitivamente maior problema do jogo é a sua mecânica. Simplesmente pobre. É uma coisa totalmente facilitada e obviamente feita pra não afastar os jogadores de RPG do jogo mas custava MESMO ter dois modos do qual um fosse um mais tranquilo feito pra aqueles que só querem ver a história e outro normal como os jogos do qual P4A foi feito por cima?

Pra quem não sabe, quem fez foi a Arc System com o meu ídolo Daisuke Ishiwatari, então como já sabe, ele usou a engine de BlazBlue, que por sinal é uma versão evoluída da engine do Guilty Gear XX e etc.

Então, custava ter dois modos como eu disse acima? Sério que custava?

Uma das muitas cenas épicas.

Tudo uma questão de metralhar quadrado (ou X no Xbox 360) e simplesmente vai sair um combo PRONTO! Sim, PRONTO! E tem ataque fraco e forte com persona e sem persona. Só isso. Não muito além, e o que tem mal faz muita diferença porque o gameplay se baseia em combos simplórios e pobres e como diferencial tem status de RPG durante a luta causado por magias de persona durante os ataque...

...sério? Eu realmente não consigo ver isso como uma boa ideia. No máximo como algo inútil que estando ali ou não sequer me faz diferença.

Outro fator é que os especiais são MUITO rápidos, alguns duram míseros segundos e não há muita elaboração no sistema como um todo, e pra variar, tem os instant kills (porque TODO jogo da Arc System precisa ter isso mesmo quando não há necessidade) e infelizmente não são grande coisa.

Apesar dos personagens do Persona 3 terem sentido o peso dos anos passarem, o visual deles ficou MUUUUUUUUUITO tosco também. Minha nossa. Akihiko, meu deus, o que fizeram com você? Pobrezinho!

...

Um minuto de silêncio em luto ao character design legal dos personagens do P3 que simplesmente foram pro espaço.

...

Porém, apesar do gráfico serrilhado e do gameplay relativamente pobre, o jogo vale a pena SE você tiver foco absoluto em narrativas e quiser saber o que acontece depois de Persona 4.

Porque falando francamente, se você jogar, não será por sistema, e sim por sua história e você passará MUITO mais tempo lendo do que jogando, típico de um RPG. Ao menos no Story Mode que é o prato principal, óbvio que pode se divertir com o resto mas saiba que determinados arcos de história, lendo calmamente, as batalhas podem acontecer entre 10 a 20 minutos, de tanto diálogo que o jogo tem. Então tenha isso em mente.



E eu gostei mais dele que de muito RPG e se comparar ele com o Persona 4...

Eu achei o Arena melhor. Motivo: mais sério.

Sim, ele é mais adulto, mais cabeça, tem umas coisas mais intensas e vão além de chiliques juvenis que vi em Persona 3 e 4 (mesmo gostando deles), então é difícil negar pra si mesmo ao jogar o quanto a ideia do P4A acaba por ser mais madura e sem querer resgata parte de uma seriedade relativamente perdida na série.

Ele aborda temas bobos ainda? Sim. Bem usados? De fato, são! Não dá pra negar. Mas acaba por ter mais foco na seriedade e mesmo Yosuke foi relativamente melhorado, tal como os outros mantiveram o nível ou melhoraram. Até mesmo o lixo do Teddie melhorou graças ao story mode. E também tem um humor mais refinado, tipo a campanha inteira da Elizabeth que é simplesmente fantástica além de unir os mundos de Persona 3 e 4 num só jogo e de forma que o defeito maior da história acaba por não ter um fim.

Porém, esse defeito virou qualidade, porque a história é tão mas tão boa que eu quero muito que tenha continuação. Mas que pelo amor de Higor, que não dure 20 jogos pra chegar ao fim. Persona 4 Arena é um jogo que não foi perfeito porque os desenvolvedores não quiseram mesmo. E o mais bizarro é que repetiram todos os erros de mecânica na sequência, que por sinal já tenho pirata no Xbox 360 mas não joguei direito.

Ou seja, ainda vou jogar. Mas acredite, o gameplay cansa por ser literalmente o mesmo e vou dar um bom descanso até pegar o Persona 4 Arena Ultimax Suplex Hold. Muitas ideias ideias boas podem rolar nesse jogo por conta do desfecho da história do Arena.

Tem dois mundos unidos num só jogo, Persona 3 e 4. Apesar do baixíssimo número de personagens jogável, ainda vale a pena. Acho que seria ainda mais incrível se elaborassem com a galera do 1 e 2 junto. Mas quem sabe essa ideia algum dia não tome forma. Difícil não é fazer algo assim.

Katsuya vs Tatsuya - A Batalha do Século
Tá vendo?

PS: se você tem videogame nacional, não compre a edição física porque é O ÚNICO jogo do PS3 com trava de região.

18 de agosto de 2013

Skullgirls! Aquele Jogo Que Você Já Deveria Ter Comprado!


"As lendas dizem que um artefato antigo podem conceber desejos à uma mulher...

O CORAÇÃO DE CAVEIRA

Entretanto... se o coração dela é impuro, o desejo dela será corrompido e ela se tonará
um ser imensamente poderoso, atormentado pela destruição

A SKULLGIRL!

Uma nova Skullgirl surgiu, quem irá derrota-la e reinvindicar o Skull Heart."

E assim nasce um dos enredos mais simples que já vi num jogo de luta, porééééém... Isso é um problema?

Não! Claro que não!

Virtua Fighter nem história tem (a pouca presente está nos manuais dos games originais) e nem por isso deixamos de jogar, certo? E não é necessário ir muito além pra ver jogos com histórias com profundidade de poça d'água como Street Fighter, Tekken e etc...


E isso nunca os tornou ruins.

Skullgirls é um jogo indie feito pela Revenge Labs e Lab Zero Games e uma coisa no jogo me intriga muito.

Os leitores do blog sabem MUITO bem que eu não ligo pra gráfico,mas jogar Skullgirls sem notar o capricho gráfico dos personagens e cenários é loucura, é sem dúvidas o 2D mais impressionante que já vi na vida.

É realmente admirável, coisa de ficar observando cada detalhe como se tivéssemos a oportunidade de ficar olhando a apenas 1 metro de distância de uma mulher bela como Angelina Jolie.

Pras mulheres, elas que pensem num bom exemplo, não observo homens.

Mas é fantástico, todos os cenários são ricos de detalhes, movimentos e é um capricho monstruoso, coisa que eu raramente vejo principalmente se tratando de jogos de luta onde cada vez mais o foco é gameplay e modo online.


Felizmente, Skullgirls é um pacote completo!

Vamos por partes:

A jogabilidade do game é simples, e ao mesmo tempo complexa, simples se jogando um personagem contra um, e é algo bem próximo de Guilty Gear ou BlazBlue pela possibilidade facilitada de combos e links, maaaas nada tão gratuito e automático como em Street Fighter X Tekken, exige tempo e habilidade, apesar de não serem necessariamente tão complicado como em outros jogos.

Quando se joga com mais de um personagem de uma vez, uma vez que você é livre pra jogar com 1, 2 ou até 3, usando assists e etc, é realmente MUITO parecido com Marvel vs Capcom, em especial o segundo jogo, é extremamente parecido o modelo de jogo. E super divertido!

Quanto aos sons, olha, o menu do jogo e os sons segue uma ideia de cinema anos 20 super diferente, criativa e ousada, eu nunca tinha visto nada parecido num game de luta e aprovei a ideia. Se uma possível continuação do jogo perder esse tipo de traço de identidade, certamente eu ficarei puto!

Ah, vale citar que toda a trilha sonora foi composta por MICHIRU YAMANE.


Não conhece ela? Sério mesmo?

Eu te apresento, ela é a compositora foda que faz OST de quase todos os jogos de uma série pouco conhecida chamada CASTLEVANIA.

E sim, ela fez do Symphony of the Night e do Order of Ecclesia. Que são fantásticas trilhas sonoras. Não que a dos outros não sejam...

Mas enfim, agora, um ponto foda são os personagens, são diferentes, criativas e no mínimo... bizarras em alguns casos, mas eu particularmente gostei de todas.

O jogo tem modos simples como Online, Arcade, Versus maaaaaaaaaas...

Story mode que até então a maioria dos jogos dessa geração anda MUITO defasado, ou então aqueles arcades sem final decente como Street Fighter IV e tantos outros, não aconteceu aqui!


O modo com o enredo das personagens veio simples e muito caprichado, as personagens tem uma introdução, diálogos interessantes e com muita coesão com as demais personagens e nenhuma delas enfrenta a última chefe "porque sim", todas acontecem ou aconteceu algo que as motiva e as move até esse confronto. Lembra bastante Street Fighter Alpha 3 e Bloody Roar II.

Outra coisa bacana, é que nem tudo do personagem é oferecido de forma automática, muitas vezes você só vai entender uma determinada coisa da personagem escolhida jogando com outra, justamente porque faz parte da apresentação do universo do game, que por sinal é muito bem construído, e usa todos os seus elementos aos poucos, permitindo assim gostar mais de todos os personagens de uma vez, já que envolve mistérios e detalhes a cada jogada.

Um exemplo bobo e sutil, é o motivo pelo qual Ms. Fortune tem o corpo daquele jeito, jogando com ela isso não será explorado, porém ao jogar com Cerebella, esse motivo é revelado com detalhes, porque ele é parte do contexto do enredo dela.

Ou então a ligação entre Peacock e Marie, que só é citada jogando com outros personagens.

Isso torna o jogo mais cativante, você acaba jogando com todas pra saber o que ta rolando e entende o quanto esse enredo apesar de simples é interligado de forma lógica, sem aqueles velhos buracos que vimos constantemente em outros jogos.


Tudo isso com ilustrações fantásticas no melhor estilo Guilty Gear e BlazBlue.

Com tudo isso em vista, ainda tem um tutorial bacana, simples e objetivo que te explica TODOS os passos do game, e nem por isso é necessário um trial gigantesco infinito como os de Street Fighter IV ou KOF 13 pra se aprender tudo do personagem.

Na verdade, você aprende o básico, pequenos combos e os especiais, acho que se todo jogo de luta fosse assim, evitaria o estresse causado por um maldito trial de jogos como os já citados acima.

Afinal de contas, combos extremos são coisas pra profissional e deixar isso pra um jogador casual pode ser mais frustrante que divertido!

O único grande problema, é a quantidade de personagens, que são meramente 8, é muito pouco pra um jogo de luta atual, porém se entendermos que se trata de uma produção Indie, focada em seu bom enredo então acaba deixando de ser um problema grave.

Mas ainda assim um problema... Porém, personagens DLC's estão vindo aí.

E acho que é só, Skullgirls é um jogo simples, mas tem muito conteúdo a oferecer, e vai atingir desde os fãs de jogos de luta quanto aqueles que só jogam esse gênero por boas histórias.


Uma curiosidade interessante, é o fato do artefato ter personalidade e vontade própria, e se um desejo é feito pela metade... Ele acaba sendo sacana e EXTREMAMENTE parecido com Calypso em Twisted Metal.

Se você jogou Twisted Metal 2 ou o Head-On e entendeu os finais, sabe muito bem do que estou falando.

14 de julho de 2013

NOTÍCIA FODA DE... ULTRA STREET FIGHTER IV!!!!


E aí galera, salve salve!!!

Sei que não tenho o hábito de vir aqui no blog pra dar notícia de coisas de jogos, somente pra falar deles ou debater sobre...

Mas foda-se. A notícia é boa demais pra ficar sem aviso!

O bangue é o seguinte, tava rolando a Evo 2013 esse em Las Vegas nos dias 12, 13 e 14 de julho!

Com a Evo, sempre algo bom de Street Fighter acaba sendo anunciado, seja no torneio de 2009 que anunciaram o Super ou em 2011 anunciando o "2012 version" que atualiza o game com muitas alterações nos personagens extremamente positivas deixando assim o jogo (ainda) mais equilibrado.

Street Fighter IV surgiu em 2008, saiu nos consoles caseiros em 2009 e desde então vem desbravando multidões de fãs por todo o mundo. E tudo indica que dessa vez Super Street Fighter IV Arcade Edition terá um fim com essa atualização!

Olha, sinceramente, espero que sim, porque são 3 versões do mesmo jogo (se contar Super e AE) e dar um fim seria ótimo, tanto pra série renascer em um novo game (e uma nova forma de estuprar a todos os fãs...) quanto por um remake ou qualquer coisa do tipo envolvendo Street Fighter.

Mas o anúncio era que, depois do balanceamento de Street Fighter X Tekken com uma 2013 version (muito eficaz por sinal) haveria uma de SSFIV e ninguém confirmava nada, mas depois foi sim confirmada essa versão.

E tem mais, Ono (produtor do game) falou poucos dias antes da Evo que haveriam muitas surpresas boas.

E de fato, será um novo DLC do game, mesma ideia do Super pro AE porém...

SÃO 5 NOVOS PERSONAGENS E 6 CENÁRIOS DE UMA VEZ!!!!

AAAAEEEEEEEE CARALHO!!!!!

E O NOME É:

ULTRA STREET FIGHTER IV!!!


E os personagens são:

Poison!


Hugo!


Elena!


Rolento!


E o quinto personagem é...


Sobre ele só foi dito:

"A new character that has never been in Street Fighter" ou seja, um personagem nunca visto na série.


O que alimenta minhas expectativas de ser alguém de Final Fight uma vez que ambos os jogos se passam no mesmo universo...


Vale citar que apesar da ideia ser foda, temos mais um exemplo da clara notável preguiça da Capcom, uma vez que esses 4 personagens estão prontos por causa do Street Fighter X Tekken, e devem chegar agora em SFIV com menos brilho (SFXT é brilhante demais, toma no cu, parece que tem luz saindo de dentro dos personagens).

E isso é tão verdade que o cara falou a respeito dos 4 já confirmados:

"Já que vocês não jogam Street Fighter X Tekken mesmo, pensamos em colocar eles em Super Street Fighter IV..."

Eu honestamente quase chorei de rir!

Como tudo deve sair na final da Evo num trailer muito doido do caralho ao extremo cósmico galático...

Se for o caso eu posto aqui e atualizo esse mesmo post, até lá, o máximo que temos é isso:


Confiram, cada novidade inserida aos fãs na Evo (e consequentemente quem estiver assistindo online) eu posto aqui XD

E só pra constar...

CONFIRMARAM MODOS EXTRAS NO DLC! PQP! FINALMENTE CAPCOM!

NÓS VAMOS AO ENCONTRO DO MAIS FORTE!!!

E QUE VENHA ULTRA STREET FIGHTER IV! PUTA QUE PARIU!!!!

Agora o jeito é esperar até o começo do ano que vem...

A capa oficial é essa:

Se querem saber minha opinião, gostei MUITO da capa!

E aqui vai o trailer oficial:


O jeito é esperar! Enjoy!

23 de janeiro de 2013

Tekken Tag Tournament 2 - Review



Apesar do meu incrível amor por jogs de luta 2D, nunca falei que odiava os 3D...

Ou falei ?

Enfim, não importa.

Bom, eis que depois de uns tempos sem postar nada aqui estou pra postar sobre um jogaço de pancadaria da nova geração.

A real, é que existem mutos bons jogos de luta 3D, e apesar de Virtua Fighter 5 Final Showdown ser expcional pelo seu realismo dos golpese capricho visual e musical, e Soul Calibur (o III em especial) ter um capricho muito grande com seu roteiro (coisa que morreu do IV em diante), minha série de jogos de luta 3D favorita é Tekken.


Maaaaaas, esse carinho começou no 3, sumiu no 4 e voltou no 5, onde havia tudo muito caprichado e etc, mas ainda não tinha muito daquela empogação.

A real é que Tekken só melhorou até o seu sexto jogo da série, e o roteiro da série SEMPRE FOI UMA BOSTA.

E piorou muito no 6, puta que pariu.

Chega a ofender a inteligência de qualquer ser humano.


Porém, se tratando de JOGAR Tekken, sempre foi e sempre será o melhor dos 3D, sem sombra de dúvidas.

E agora falando friamente, Tekken Tag Tournament 2 é espetacular. E vejamos o motivo pra isso!

Primeiro de tudo, quantidade de personagens.

Simplesmente um número absurdo de 59 personagens no jogo.

E se quer saber...

É BOM DEMAIS VER ISSO TUDO DISPONÍVEL!

Apesar de algumas falhas nessa quantidade, e explicarei agora...

Basicamente, alguns personagem tem o mesmo gameplay, e funciona como um "repetido".

Eis a carismática JayCee!

Por exemplo, Julia está vestida de JayCee, uma lutadora mexicana ou simplesmente "luchadora" e tem seus golpes de sempre com os de uma luchadora (explicado em seu final) e sua mãe Michelle está de volta ao jogo, por que é uma personagem do Tekken 2 e morta, só que com a jogabilidade de sua pimpolha.

Isso sim é uma tática inteligente, mas quando vemos Lee e Violent que são a mesma pessoa, tendo em vista que o segundo é o alter ego do primeiro, eles deveriam pelo menos ter golpes diferentes. O que não acontece.

O mesmo com Tiger e Eddy e alguns outros personagens como Sebastian e Lili. E pra quem não ta ligado, Sebastian é o mordomo da Lili que aparece no final dela em Tekken 6.

Outra ideia idiota, e já que era pra ser um personagem "novo", pelo menos que tivesse golpes diferentes.

Agora...a trilha sonora que como sempre feio estupenda, dessa vez não decepcionou.


Muito, mas muito eletrônica mesmo. Dá até pra sentir vibe de psy e dubstep.

E outro fator do jogo são os gráficos.

Eu como todos já sabem, não sou de ligar muito pra isso.

Porém, enquanto o 5 tinha um super gráfico em vista da sua época, o 6 deixou a desejar com expressões mal feitas e modelos 3D com fisionomia duvidosa.

Me leva a crer que por ser no começo da nova geração não houve certo cuidado em fazer o jogo na questão visual, coisa que a Sega ensinou pra Namco como se faz no Virtua Fighter 5.

Porém nesse novo, o visual ta IMPRESSIONANTE.


Sério mesmo, é sinistro ver um jogo de arcade em 1080p, portado para consoles somente em 720p ter um gráfico tão surpreendente. As expressões estão detalhadíssimas e cada frame do jogo é feito com o devido cuidado. Cenários com chuvas, ventos e tudo mais com MUITA fluidez. É lindo de ver.

Tendo em vista que os consoles da atual geração suportam o Full HD (Xbox 360 com 1080i e PS3 com 1080p), só existe uma explicação para terem feito eles em 720p, que é o fato de ter loadings (rápidos)  e uma instalação no HD de quase 8 GB...

Pra um jogo de luta isso é muito, então se fosse 1080 ia aumentar ainda mais... sem contar que Loadings em consoles de nova geração é algo que PRECISA ser rápido... então acho que essa é a única explicação plausível. Amor ao HD do seu console, isso a Namco parece ter.

E agora a parte que interessa.


O GAMEPLAY!

Simplesmente alucinante.

Historicamente falando, Tekken evoluiu muito ao longo de sua existência se tratando de jogabilidade, o 1 era muito lento e ruim, o 2 era lento e bom, o 3 já era mais rápido e muito melhor só que ainda havia desequilíbrio dos personagens, dano absurdo, combos que matavam na hora e etc...

E isso melhorou muito depois que a Namco resolveu aumentar a complexidade do jogo no 4 e com resultados positivos continuou a fazer isso do 5 em diante. E isso fez muito bem pra série. Afinal de contas era UM SACO enfrentar esses caras que ganhavam com Eddy só apertando dois botões.

Minha nossa, como era frustrante. E depois disso o Eddy nunca mais foi o roubado de sempre, tanto que os jogadores dele no 5 diminuíram consideravelmente. E do 5 em diante quem jogava com Eddy, SABIA JOGAR MESMO COM ELE.

ISSO SIM MERECE MÉRITO VIU SEUS FÃS PUTINHAS DE PERSONAGES ROUBADOS! E NÃO HÁ ARGUMENTOS QUE PROVEM QUE EDDY ERA UM PERSONAGEM NORMAL NO TEKKEN! OK ?


Continuando após um breve desabafo...

Quem jogou o primeiro Tag Tournament sabe como o jogo era lento e nem tão dinâmico assim, era logo depois do 3 de PS1.

Mas o Tag 2 trouxe os mesmos recursos de agarrões combinados e uma novidade, que é o Tag Crush, na qual o personagem controlado no momento da um golpe, que levanta o inimigo, seu segundo personagem vem e você pode desferir pancadas e depois troca de novo pro primeiro.

Meio complicado explicar, mas ao ver tudo se torna simples.

E os comandos são os mesmos de sempre, uns golpes adicionados aqui, outros removidos ali, um combo diferentinho lá...

Nada que cause desgosto, repulsa ou rebeliões com pessoas fazendo protestos.


O melhor de tudo, que diferente do primeiro jogo, esse não te obrigada a jogar com dois personagens.

Você pode pegar somente 1, e ele terá energia e dano de dois personagens em um só.

Pra quem não curte o estilo Tag é uma boa pedida (Tag que me refiro, um personagem morre e a luta acaba).

Eu mesmo não sou fã, e eu até jogo sem reclamar, mas acho que qualquer jogo que se joga com dois personagens teria de ser como por exemplo o Team Mode do Mortal Kombat (que ainda pretendo fazer review) que se joga com dois e tem que vencer os dois inimigos.

Sinceramente, eu vejo mais sentido nisso!

Mas enfim, a liberdade de escolha grita nesse aspecto, você sozinho pode enfrentar outro sozinho ou uma dupla. E isso é MUITO FODA!


Ainda mais que se trata de um Dream Match (termo usado pra jogos com muitos personagens de uma franquia e totalmente fora da cronologia) com praticamente todos os personagens da franquia. Todos os normais jogáveis estão incluídos. Os que firacaram de fora são Gon (exclusivo do 3), Azazel e mais uma meia dúzia de personagens toscos e sem graça.

Os legais estão de volta, alguns toscos também. E o melhor de tudo são os que morreram ou estão  e a galera gostava, como Michelle, Violet, Doctor B,  Kunimitsu (dei pulos de alegria com a volta dela), Angel (blergh) e alguns mais.

Já gostava dela antes, agora redesenhada mais ainda!

Uma novidade legal é Slim Bob, o Bob gordão numa versão magrela, cuja qual somente os que terminaram o jogo com Bob no Tekken 6 poderão entender, mas eu deixei o link do final dele bem aqui.

E outra curiosidade legal é Forest Law, o filho de Marshall Law que somente apareceu em Tekken 3, está no jogo. E o mais incrível é que não tem a mesma jogabilidade de seu pai. Movimentos parecidos e algumas coisas semelhantes mas acabam sendo dois personagens bem diferentes.

Isso tudo por que o jogo veio com vários personagens DLC, e acredite... TODOS DE GRAÇA.

Já estavam no disco, mas tinham que esperar dia certo pra atualizar e desbloquear, comprei dois dias antes de poder jogar com Kunimitsu...

E nisso só posso dizer um: "CHUPA CAPCOM!"

Combot, o personagem jogável em Fight Lab!

Assim que se usa DLC em disco, pra promover a expectativa e fazer a galera comprar, só que sem estuprar ela por cada DLC incluído.


E pra quem não sabe, todos os personagens dessa vez são dublados de acordo com seu país de origem. E pra quem tiver dúvida basta jogar com Eddy ou Christie pra ver os dois dublados em português do Brasil!

E pra ser sincero, dá pra ficar desapontado com a dublagem de semi-retardada fugitiva da APAE que Christie ganhou... SUPER DECEPCIONANTE. Enquanto a voz americana dela em todos os jogos anteriores eram muito boas.

Mas ao menos Eddy, o queridinho dos brasileiros está bem minimamente bem dublado, apesar de que poderiam ter feito uma escolha melhor, colocar alguém mais inspirado. Mas se compararmos com Christie, ele está sensacional.

Deixarei o vídeo com seu final aqui pra quem quiser verificar, e por falar em finais...


Bom, lembram dos finais horrendos do Tekken 6 ?

Pois bem. O jogo não apresenta esse tipo de final, é algo mais mostrando a motivação do personagem ou meio que uma espécie de prólogo como é o caso de JayCee. Sinceramente, é menos ofensivo pros fãs que os finais ridículos do jogo anterior. Muito melhor!

E terminar o jogo nem é tão difícil de se terminar como o 5 e o 6. Esses não eram difíceis mas exigia pouco mais de maldade durante o jogo e principalmente nos chefes finais.

Assim como Tag 1, esse exige pouco do jogador iniciante, e só no chefe final que acaba pesando um pouco a dificuldade, mas nada que com uma ou duas tentativas não sirva de lição.

O jogo consiste em 9 lutas, sendo que 6 são contra personagens comuns e depois tem duas com sub-chefes e um chefe.

A oitava luta é nada menos que Heihachi (jovem) e Jinpachi, a nona é True Ogre (não tem história nenhuma, lembra ?) e a última é Jun Kazama que nada mais era que o demônio Unknown desfarçado usando sua imagem (e golpes).

Sim, é isso tudo mesmo de personagem jogável.

Bom, como se trata de um "Dream Match", tudo ta valendo né ?

Eu realmente não me incomodei com isso, mas como sempre haverão os que darão milhões de chiliques, então... caso veja um fã putinha irritado com isso. Acredite, não será surpresa!

Mas enfim, rumo à conclusão.

Eu sinceramente, adorei, e já tenho esse como meu predileto da franquia. Jogo rápido e cheio de personagens. Isso sem contar o retorno dos mortos que pra uma festa como essa funciona muito bem.

Isso sem contar a porrada de modos de jogo como Arcade, Versus, Ghost Battle, Team Battle, Time Attack, Survivale e um modo Pair Play pra 4 jogadores simultâneos.

Sem contar o Customize que a galera fã da série já adora e Fight Lab, que é um modo onde Violent (alter ego de Lee) ensina Combot a lutar. E com isso você aprende as manhas do jogo e tudo mais. Bem legal diga-se de passagem, um dos tutoriais mais legais que já vi, por que ele tem um motivo pra acontecer e etc. É ver pra crer. E rir! Claro!


Por que quem leva Tekken a sério merece uma surra de mangueira de bombeiro!

Tekken Tag Tournament 2 nada mais é que um jogo sem história com um número estupendo de 59 personagens (nas versões de Xbox 360 e PS3), praticamente tudo de bom que a série tinha foi usado nesse jogo, além das músicas muito empolgantes e um clima de festa constante, que deixa tudo bem foda!

E a única broxada do jogo é o fato de que só se joga Online mesmo com o passe online, se caso comprar de segunda mão (meu caso) e queira jogar, terá que pagar o passe separadamente...

Bom, personagens DLC de graça mas fazem isso com os fãs ? Sem deixar a porra do modo online incluso no pacote numa boa...

PORRA HARADA!!!! PORRA NAMCO!!!!

Mas acredite, você terá muito que jogar antes de partir pras partidas online. Muito mesmo!

E quase me esqueci, cada jogo tem duas capas, eu tenho é a versão Latino-Americana das capas e veio essa segunda aqui:


Esse título da série é muita diversão, sem dúvida um dos melhores jogos de luta da nova geração e vale muito à pena! Muito mesmo!



Enjoy!

28 de novembro de 2012

Motivos Para Jogar Street Fighter III

SAAAAALVE CAMBADA!

Andei relativamente sumido, muitas coias rolando mas enfim, isso é um blog de muitos assuntos e não um divã para desabafo.

Cheguei fervendo mesmo, pulando com os dois pés e tudo!

Enfim, eu vim aqui pra agradecer todos os leitores do blog, por que cerca de três meses atrás atingi 100 mil visitas.

E de repente, com 3 meses estou com mais de 160 mil.

Sinceramente, fiquei muito empolgado ao ver que tudo isso se deve à um blog simples, sem nenhuma intenção financeira de arrecadar lucros com visitas, eu posto aqui sempre que posso e gosto disso. Não existe nada que pague um comentário elogiando ou fazendo um comentário crítico construtivo!

Mas em todo caso, eu vim aqui pra falar de uma das franquias que melhor entendo.


STREET FIGHTER!

Of Course!

Eu já falei bastante da série por aqui, em especial na postagem sobre meus personagens favoritos e como os americanos ferraram as frases do jogo.

Enfim.

Basicamente, Street Fighter teve seu auge no segundo jogo da série, uma popularidade bem alta na série Alpha e agora no IV ultrapassa horizontes com suas mil versões e seus jogadores sem vida social que perdem toda a adolescência fazendo trials e jogando online com combos que te fazem perder a vontade de jogar.

Pois é, a vida é cruel mesmo.

Mas tem uma coisa que me desagrada bastante.

O terceiro jogo da série é visto de forma excluída pelos próprios fãs da série e por fãs de jogos de luta de modo geral ele é bem aceito como todos os outros jogos de luta bons.

Mas Street Fighter III não se limita ao "bom", ele é inexplicávelmente foda!

Bom... inexplicável não né, caralho!

FOCO JUNINHO, FOCO!

Se fosse inexplicável essa postagem teria a mesma utilidade do Select na sua manete.

Agora vamos ao que interessa!



Novos ares, novos personagens!


A Capcom prometeu um novo ar pra série e fez isso com maestria.

O problema é que nem todos aceitaram isso numa boa pela falta de personagens clássicos.

Falando sério, existem coisas que me tiram do sério com facilidade e uma delas é "não tem os clássicos" ou "não é como o modelo clássico".

Honestamente, a comunidade gamer precisa aprender a ver as coisas como são, e se o jogo tenta do início ao fim ser novo e não repetir uma fórmula, ao menos não gostem pelo que é e não simplesmente diga que é falta de clássicos.

E a Capcom ainda foi bem generosa, por que inicialmente não teria nem Ryu e nem Ken!

Pra todos que não sabem dessa informação, Street Fighter III inicialmente só teria UM personagem clássico.

E quem seria ? SAKURA!

Ela e Sean seriam aprendizes de Ryu e Ken, Sakura como prodígio do mascote da série e Sean como forte personagem aprendiz do campeão americano.


E sim, Sean não seria a vergonha que é hoje! Eu achei a ideia incrível e a removeram por que ?

"Por que não tem Ryu e Ken, sou fã putinha mesmo, mimimimimimimimimi".

Triste viu, a ideia inicial é melhor que a atual e eu fico triste só de lembrar. E pior ainda, a Capcom fez tudo nos novos pra lembrar os antigos... como por exemplo.

Remy não tem golpes de Charlie e Guile atoa, Necro não solta choques e estica braços atoa, Dudley não luta boxe atoa e Alex não é um wrestler atoa também.

Mesmo que de formas diferente, a Capcom pensou na putice dos fãs e fez personagens minimamente inspirados neles.

E a galera nem percebe ou finge que não percebe.



Novidade é sempre bom, mesmo em personagens!


Sei que esse tópico deveria estar no acima, mas a questão é...

Falar dos personagens que não fazem referências aos clássicos.

Honestamente, Twelve é estranho sim, Q também, e Oro dispensa comentários.

Isso sem contar o tamanho teor de testosterona de Makoto!

Mas cada um tem um sistema novo, diferente, e igualmente eficaz.

Mas francamente, dá um trabalho jogar com os novos, principalmente com uma Ibuki da vida, que é a ninja mais trabalhosa de se jogar da face da Terra.

Depois de Kagemaru. É claro!

Voltando ao assunto... e digo mais, mesmo que eu não goste de todos os personagens, é divertidíssimo jogar com eles, é diferente e não te dá o mesmo trabalho que um El Fuerte daria no SFIV!

A menos que você escolha o Oro... claro!

Mas mesmo assim, é interessante a tentativa de domina-los.

Afinal de contas, jogar com Ryu e Ken a vida inteira jamais vai te trazer o mesmo repeito que traria se você jogasse decentemente com Necro ou Oro!

Principalmente o Oro, digo e repito! Que trabalho pra se zerar o jogo com ele, puta que pariu! Apesar de sem dúvidas ser um dos mais apelões, eu posso afirmar que ele é o mais difícil do jogo inteiro de se dominar!

E tenho dito!



As músicas são diferentes mas são legais!


Um jogo novo em tudo... não era brincadeira quando a Capcom disse isso!

Bom, cenários diferentes do que estamos acostumados a ver, músicas diferentes, ambientes e personagens diferentes.

Tudo mesmo.

Mas as músicas! Bom, elas funcionam dentro do jogo com sua devida qualidade.

Não quero defender elas falando que são o tipo de música que você deveria comprar a OST original ou ficar ouvindo no seu celular.

Mas de fato elas funcionam bem pro jogo em questão.

E sinceramente, gosto muito de uma delas que é a Jazzy 99', música tema de Alex e Ken, muito mas muito legal mesmo, e vocês podem conferir a versão original aqui e a arrange aqui.

E como disse, esse fator não vou falar demais, afinal de contas não vejo motivos pra defender a trilha sonora desse jogo com tanto afinco.



Gameplay Alucinante


Francamente, o maior motivo pra se jogar um jogo de luta é sempre o divertimento da pancadaria.

Ao menos em 90% dos casos, tenho amigos que jogam pra ver final e etc. Coisa que eu também gosto mas confesso que eu me preocupo com isso em segundo plano.

Jogo de luta tem que ter jogabilidade EXCELENTE.

É uma necessidade do gênero, assim como jogos de esportes precisam de física realista pra se identificar com o que ta sendo feito.

E é nesse fator onde Street Fighter III se supera.

Na verdade, o III e o IV são igualmente os melhores se tratando de gameplay por motivos diferentes.

De forma técnica, abordando os dois jogos, o IV permite por ser mais lento, mais precisão e mais calma nos comandos, tornando ele mais fácil e simples, o que é excelente pra jogadores casuais e novatos, enquanto o III é muito mais difícil de se jogar, principalmente por causa do Parry! E por antes da luta começar é necessário escolher um dos 3 Super Arts, que vão definir parte da estratégia do jogador.

E pra quem não sabe, Parry é um comando que anula o golpe do oponente seja projétil ou golpe físico TOTALMENTE.

Porém, o tempo pra se usar o comando é algo absurdo e coisas que somente alienígenas disfarçados conseguiriam.

Localizaram um na Terra por sinal, o nome dele é Daigo Umehara.


Ele se diz humano e mora no Japão. Que japonês é inteligente e superior em games de luta não é novidade.

MAS PARRY EM TODOS OS HITS DO SENRETSU KYAKUU DA CHUN-LI É COISA DE ALIEN.

Não adianta tentar me convencer, pra mim Daigo sempre será um alienígena!



Fator Desafio


Falando em dificuldade, esse jogo tem um fator desafio muito bom.

A realidade é que Street Fighter III é o mais complexo da série, tornando as lutas muitas vezes muito mecânicas, o que não é sempre ruim.

O bom, é que mesmo um jogador que não fica horas e dias e meses fazendo combos não necessariamente tem vantagens contra um que sabe o tempo exato de cada golpe e coisa e os anula com parry ou meramente batendo nos momentos exatos.

Tornando o jogo MUITO equilibrado!

E terminar o jogo com todos os personagens no nível médio, padrão, exige um pouco mais de maldade e de domínio dos personagens que um jogo de luta comum.

Os oponentes tem uma dificuldade às vezes meio frustrante, usam parry a todo instante e é necessário uma dose extra de palavrões e tentativas pra se vence-los.

Sem contar Gill, que aberrações à parte é o chefe mais apelão de toda a franquia.

O cara é uma desgraça universal de tosco visualmente e sua cueca nos faz sentir repulsa de sua existência.

Sem contar no fato de ter duas cores, e isso é ruim! Principalmente por se tratar de Street Fighter onde todos os lutadores eram sóbrios.

E o fato de ter duas cores só piora quando se descobre que o lado vermelho solta fogo e o azul solta gelo.

Mas com um Necro aqui, um Oro ali, um Urien lá, você pode pensar que ele é pouco além dos personagens desse jogo.

MAS NÃO, ESSA PORRA É UMA ABERRAÇÃO!!!!!

E além de visutalmente ofensivo, ele é um puta apelão e tem um maldito Super Art automático que faz ele rescussitar...

Diabos o carreguem, trouxeram um chefe da SNK pra Capcom.



Personagens Igualmente Carismáticos


Olha, eu já falei dos personagens duas vezes. Eu sei!

Mas existe algo que eu queria realçar.

Esse "chororô" de falta de personagens clássicos, ofusca as pessoas e fazem com que elas não notem personagens tão carismáticos quantos os antigos.

E exemplo disso temos de sobra.

Remy, um lutador melancólico que viu o pai abandonando a família e tudo mais pra viver a sensação de lutar todos os dias.

Dudley que apesar da história ridícula de buscar o Jaguar que era de seu pai após recuperar sua vida de rico, é muito legal, campeão Inglês e rival de Balrog em SFIV.

Elena, que é a versão feminina (e menos sorridente) de DeeJay, que é a princesa de sua tribo e luta por mera diversão e através de combates faz novos amigos e etc. Olhe pro sorrisão da garota, tem como não se apaixonar por ela ?

Os irmãos gêmeos Lee, Yun e Yang, que são dois lutadores que suponha-se que sejam sobrinhos de Lee (do primeiro Street Fighter) e são bem carismáticos também por principalmente serem TOTALMENTE diferentes.

Enquanto Yun é mais brincalhão e Yang mais sério e vive tirando seus oponentes derrotados.

E Alex, que é um wrestler que é o principal desse jogo (aposto que pensou que era o Ryu de novo), que busca vingança em Gill por aleijar seu mentor. Apesar do próprio dizer à Alex que ele venceu justamente. E honestamente, me faz gostar dele, por que esse lago vingativo "sem razão" do Alex, mostra um lado bem humano nele, coisa que muitos de nós faríamos ou pensaríamos.

Mas esses são meros exemplos, da minha opinião pessoal. Muita gente gosta de muitos dos outros personagens, eu só citei os que tem mais carisma e etc.

O restante cabe da opinião pessoal de cada um mesmo!



Capricho Visual


Olha, sinceramente. Pode parecer exagero.

Mas não me recordo de um jogo 2D com TANTO capricho visual como esse!

Enquanto os jogos da sua época tinha 30 quadros de animação. Street Fighter III já tinha 60.

E olha, que detalhamento eles tiveram.

O personagem quando perde pode ficar caído de várias formas, se levantar de outras, de acordo com a situação.

É absurdamente detalhado a movimentação dos cabelos, roupas e etc. Tudo impressiona.

Caso tenham dúvidas, escolham QUALQUER personagem e deixem eles parados após o começo da luta, verão a fluidez de seus movimentos, roupas, cabelos e tudo mais. É tudo muito lindo de se observar!

Os cenários eram mais bonitos no Street Fighter III: New Generation e Second Impact, mas a versão definitiva Third Strike por mais que tenham cenários com nível de qualidade menor, ainda assim impressiona com detalhismo e cores.

Se caso ainda não prestou atenção, merece uma super surra de motoserras!

E vale citar que quando passaram o jogo pra versão de PS3 e Xbox 360, o jogo foi praticamente refeito pra se adequar aos padrões HD sem ficar pixelado.



Fácil Acesso e Vida Útil Prolongada


Depois de lançado, a versão do Arcade foi portada somente ao DreamCast, único console da época que poderia suportar tamanho poder da placa CPS-III de forma que tudo fosse mantido intacto.

Somente anos mais tarde, sairia a versão de PS2 e Xbox.

Onde a do PS2 era boa e tudo mas não chegava perto, por que a Sony estava preocupada demais criando um console pra 3D ignorando o 2D e Xbox rodava lisinho.

Mas ainda assim, o mesmo jogo de sempre, com Arcade, Versus, Options e Foda-se!

Nada mais que essas quatro opções que a Capcom dava aos jogadores casuais de consoles!

Até que foi anunciado Street Fighter III: Third Strike - Online Edition!

Milhões soltaram fogos e comemoravam loucamente, achando que teriam o jogo em seus respctivos PlayStation 3 e Xbox 360 e tristes pensando que seriam um jogo "sem nada extra".

Afinal de contas, o passado da Capcom quanto a isso é mais macabro que a ficha do José Dirceu.

E eis que no lançamento a surpresa atingiu a todos.

O jogo ta cheio de modos extras, tutoriais, trials e etc.

Sem contar os Challengers que são difíceis porém legais de fazer.

E os trials do SFIII são tão desumanos quanto os do IV, mas só de ter já aumenta e muito a vida útil do jogo.


Conclusão:

De modo geral, o jogo é ótimo, mas tem pontos fracos, apesar de um deles ser a falta de personagens clássicos, acho extremo demais as pessoas deixarem de jogar exatamente por isso, deveriam dar uma chance aos novos de se mostrarem eficientes e quem sabe gostar tanto deles quanto de algum dos antigos.

Sem contar a dificuldade alta que como já falei acima, só é ponto positivo pra jogadores hardcore, o que é uma minoria, a maioria joga pra se divertir e acaba perdendo o clímax do jogo por conta de fatores como esse.

Os trials só de estar lá são um ponto positivo mas a dificuldade fora do comum torna eles negativo. É estranho como um mesmo fator pode ser bom e ruim simultaneamente.

E com tudo isso, concluímos que Street Fighter III é um excepcional jogo apesar de seus problemas ora normais e ora irritantes.

Mas uma coisa todos concordamos.

Gill é um tosco e precisa aprender a se vestir, sem contar que ter duas cores não é algo legal.

E eis a arte de alguém que desconheço mas que transmite exatamente o que fãs como eu sentimos.


Meus sinceros agradecimentos ao criador da imagem, que em sua genialidade teve inspiração pra algo tão brilhante!