1 de maio de 2013

A Fórmula Final Fantasy



            E aí, nerds que lêem! Aqui é o Dipaula. Sim, estou ficando folgado e abusando do blog do meu amigo... Quaisquer reclamações devem ser dirigidas diretamente aos meus advogados.

            Hoje estou aqui para falar de uma das mais bem-sucedidas franquias de games de RPG já lançada! A maioria dos gamers fala bem dela – claro, isso não é necessariamente um elogio, já que tenho um ponto de vista bem particular com respeito à opinião da maioria, mas deixemos esse assunto para outra ocasião.

            Se você pensou em Final Fantasy, não se sinta especial. Ter adivinhado só sugere que você consegue andar e falar ao celular ao mesmo tempo sem sofrer de estafa mental.

            Bem, não vou fazer uma resenha, mas sim dividir com vocês algo curioso, que me incomoda um pouco e que talvez não faça diferença para vocês, porém vale a pena ser discutido. Vou começar do início, vocês entenderão logo...

            Meu primeiro contato com a franquia foi com Final Fantasy 7, que achei incrível. Desde então vários outros títulos me foram recomendados e eu experimentei grande parte deles, mas terminei somente uns poucos. Algo nesses jogos me desagradava, eu perdia o entusiasmo depois de algumas horas de jogo, como alguém que joga o mesmo jogo seguidamente e não agüenta mais ver a mesma coisa. E foi então que percebi o motivo.

            Final Fantasy possui uma fórmula muito repetitiva, com seus elementos sendo usados à exaustão há anos, mudando apenas alguns detalhes. Isso causa em jogadores mais perceptivos, como eu, uma desconfortável sensação de estar vendo “mais do mesmo”.

            Ah, e não me refiro a elementos visuais e de mecânica como os frangos anabolizados chamados Chocobos ou o sistema de Jobs, que permite customizar os personagens. Estou falando de elementos de enredo que são reconhecíveis em diversos títulos da franquia. Vou descrever os principais deles separadamente citando jogos nos quais eles são usados. Acompanhe e veja se você concorda:

Os Cristais


            Comecemos com o elemento mais antigo e tolo da fórmula: cristais que funcionam como os pilares da natureza.

            Imagine um mundo cujas forças naturais são influenciadas por pedras colocadas em templos que ora estão abertos à visitação pública (entrada franca!) ora são vigiados por velhinhos barbados de vestido e seus Blackmages com ossos de vidro... Qualquer um pode invadir o local, roubar os cristais e usar como globo de discoteca sem problemas.

            O agravante é que se os cristais são removidos ou destruídos, o elemento natural correspondente fica fora de controle. Se o cristal do vento sair do altar, os ventos param de soprar ou se revoltam; se o da terra for levado, o solo se torna infértil ou terremotos assolam o mundo e assim por diante.

            Espera-se que um mundo assim tão frágil tenha uma força organizada e bem treinada de heróis que protegem os cristais através das eras, certo? Errado. Somente quando a natureza vira do avesso é que alguém percebe que os cristais sumiram e um grupo é reunido para recuperá-los. Parece até o Brasil...

            Isso me faz pensar que talvez o cristal da água fique em algum lugar do nosso país, e que alguém tem tirado ele do altar só de sacanagem todo ano, causando enchentes em tudo que é lugar... Não é assustador como ficção e realidade se confundem vez ou outra?

            A idéia dos cristais surgiu em Final Fantasy (o primeiro) e foi repetida nos Final Fantasy 3, 4 e 5. Tudo bem que tais jogos são de mil novecentos e pedra lascada e que na época enredos simples eram a regra, mas Final Fantasy 13 é recente e também faz uso dela. Sem falar da série Final Fantasy Crystal Chronicles, cujo título dispensa comentários...
           
            Ainda no embalo dos cristais, vamos falar dos tais heróis reunidos para salvar o mundo quando os mesmos são roubados ou destruídos:

Guerreiros da Luz (Ooooh...)

Não, eles não merecem ser mais bem desenhados que isso.

            Como foi mencionado anteriormente, são os sujeitos encarregados de reparar os danos causados pela falta dos cristais e bater nos “espíritos de porco” que os tiram de lá só para se divertir com o circo pegando fogo (que gentinha!).

            Pude notar esse elemento da fórmula em muitos títulos da franquia assim como os cristais: Final Fantasy 1, 3, 4, 5 e 13, mas talvez ele tenha sido usado em ainda mais jogos.

            Não há muito que se falar deles que ainda não tenha sido dito exceto que, em geral, são escolhidos pelo BEM para manter o equilíbrio entre a luz e as trevas e outras tolices maniqueístas.

            Sinceramente detesto esse tipo de desculpa para os personagens salvarem o mundo, acho bem mais interessante quando há motivações pessoais envolvidas. Isso os torna mais humanos, mais plausíveis.

            De repente o enredo de Super Mario não parece tão ruim... Pelo menos o encanador quer salvar a namorada rica que o sustenta!

            Eu consigo imaginar alguém lutando por isso no mundo real, mas se uma voz do além surgisse e nos desse uma missão, provavelmente procuraríamos um psiquiatra ou uma benzedeira, dependendo da pessoa.

            E já que falei de dois elementos ruins da fórmula Final Fantasy, falarei agora de um que acho bem melhor:

Força de Dominação Global (Tam-tam-tam...)


            Quantos Final Fantasy não têm no enredo um império ou semelhante tentando dominar o mundo e que, para tanto, mexe com forças proibidas colocando o mesmo em risco (como roubar os malditos cristais, por exemplo...)?

            Temos o Império de Palamecia (ou algo assim) em FF2, o reino de Baron em FF4, “O Império” de FF6 e o reino de Alexandria em FF9, entre outros.

            Essa força de dominação nem sempre é representada na forma literal de um império. Pode ser uma empresa de alcance global como a Shin-ra de FF7, que para alcançar suas metas suga o Life Stream do planeta colocando-o em risco, exatamente como eu descrevi no primeiro parágrafo.

            Esse é um elemento que eu gosto muito, na verdade. Adoro clima de guerra em uma história, sobretudo num RPG. Sem mencionar que uma força bélica espalhando medo pelo mundo é um motivo bem mais convincente para unir um grupo de heróis do que “ser escolhido pelo bem”. Contudo, essa idéia se repete tanto que acaba por se tornar um pouco maçante...

            A única força de dominação global da qual nunca se enjoa é a Shadaloo! Aprenda isso SquareEnix, por favor.

            Seguindo o raciocínio, vamos falar agora de outro elemento da fórmula profundamente relacionado com o que acabei de descrever:

Generais Fura-olho Que Se Tornam Os Vilões 
(Até tu, Brutus?)

Golbez. Tão badass que nem parece ter vindo de um Final Fantasy!

            As já mencionadas forças de dominação global naturalmente possuem líderes, sendo eles imperadores ou reis em sua maioria, mas às vezes presidentes (como a Shin-ra), ou qualquer outra coisa.

            Pois bem. Já notaram que eles têm sempre um general/braço-direito/ministro obviamente mal intencionado que eventualmente os mata, roubando a cena e tornando-se o vilão da história?

            A princípio o tal império é o inimigo a ser combatido, mas aí vem o General Fura-olho da vez e toma o lugar do imperador como objeto do ódio dos protagonistas.

            Golbez mata o rei de Baron em FF4, Kefka mata o imperador Gestahl em FF6, Sephiroth faz espetinho do presidente da Shin-ra em FF7, Kuja manda Bahamut fritar aquele travesti gordo e azul que é a rainha de Alexandria em FF9...

Como eu disse, travesti gordo e azul...

            Sem falar que todos eles são figuras MUITO suspeitas! Como os tais imperadores não notaram isso? Tudo bem que Golbez dominou a mente do rei em FF4, mas como não notar que Kefka precisa de remédio tarja preta e focinheira?

            Esses imperadores tinham muito a aprender com M. Bison. Só se lida com empregados barra pesada assim sendo muito durão. Coisa que eles não eram, ao que parece.
            Ainda falando dos vilões, aqui vai outra característica comum a vários deles:

Vilões Afeminados e Vilãs Peruas (Ui, poderosa!)

Edea e Kuja. Acreditem, ela é mais homem do que ele.

            Esse é um dos elementos que mais me causa desgosto. Sério, por que DIACHOS alguns vilões da franquia têm de parecer travestis? Pense em Kefka, Kuja e Seimour e veja se eles não se parecem com aqueles transformistas que participavam dos programas do Sílvio Santos na época da sua avó...

            Agora vejamos algumas vilãs. Ultimecia, Cloud of Darkness, Rosso the Crimson... Como alguém pôde pensar que vilãs que parecem ter vindo do reality show Mulheres Ricas seriam uma boa idéia? Na boa, olhem bem para Edea... Até a Bruxa Onilda inspira mais temor...

            Imagino o que motivou esse povo a tentar destruir/dominar o mundo... Provavelmente uma unha quebrada ou uma meia-calça desfiada...

            Prefiro mil vezes overlords blindados como Golbez e ExDeath, por mais clichê que sejam. Ainda bem que, pelo que sei, essa idéia deixou de ser usada depois de FF10 (corrijam-me se eu estiver enganado). Se isso tivesse se tornado um padrão, poderíamos esperar a Nany People como próximo vilão da série. Ou talvez o Ronaldo Esper.

            Vamos em frente antes que eu vomite...

Vilões e Protagonistas Têm Uma 
“Ligação Especial” (eu, hein...)

Reação de Jecht ao descobrir que seu filho é protagonista de um Final Fantasy!

            Continuando esse papo de vilões, quem aí já reparou que alguns deles possuem um forte elo com alguns protagonistas?

            Às vezes esse elo é algo mais corriqueiro, como o de Kefka e Terra em FF6: o palhaço foi o responsável por controlar a mente da moça e treiná-la para se tornar uma guerreira do Império. No entanto, na maior parte das vezes, esse elo tem a ver com a origem dos personagens, normalmente revelando que não são pessoas comuns, normalmente tendo origem alienígena. Vejamos alguns exemplos:

            No caso do vilão Golbez e do protagonista Cecil de FF4: eles são meio-irmãos e têm descendência alienígena; Bartz e Exdeath de FF5 também têm origem em outro planeta, Sephiroth e Cloud de FF7 são super-soldados geneticamente modificados com DNA de um ser alienígena, Kuja e Zidane de FF9 são seres artificiais vindos de outro mundo e Tidus e Jetch de FF10 também, de certa forma, são oriundos de um outro mundo...

            Vilões e heróis que se descobrem relacionados profundamente... O pessoal de Final Fantasy tem muito a agradecer a George Lucas...

            Entendedores entenderão...

            Ah... Criatividade e originalidade não estão na lista de prioridades dos roteiristas dessa franquia, hein? Se bem que, jogos com enredos realmente inteligentes não se tornam sucessos globais como Final Fantasy. Talvez eles apenas dêem o que o público pede, talvez investir em um roteiro realmente bom seja dar pérolas aos porcos...

            Entendedores entenderão...

Protagonistas Desmemoriados
(Originalidade... Não consigo lembrar o que significa...)

Água na Carol!

            Eis aqui outro elemento que acho válido num enredo, um personagem sem memória pode ser interessante se bem utilizado, pois é legal ir descobrindo seu passado aos poucos no decorrer do jogo.

            Agora, como o Juninho já disse antes, CINCO protagonistas desmemoriados em seguida!? Terra de FF6, Cloud de FF7, Squall de FF8, Zidane de FF9 e Tidus de FF10, todos com a mesma amnésia...

            E vez ou outra aparece alguém dizendo o quanto os personagens dessa franquia são humanos e profundos... Ai,ai... Pobres caipiras que nunca jogaram Persona...

            Que é isso, Sakaguchi? Um pouquinho mais e você chegaria ao nível do Akira Toriyama, e olha que ele fez de tudo para ferrar com o enredo de Dragonball Z, pois não agüentava mais escrever aquela abominação...

            Vamos para o próximo, então.

Donzelas Indefesas e Desamparadas 
(Socorro Popeye!)

Meu cabelo tem pontas duplas... Ai de mim!

            Bem como os Vilões Afeminados e as Vilãs Peruas, esse é um elemento que faz minhas vísceras revirarem.

            Final Fantasy é recheado de dondocas sem um pingo de atitude que só servem para serem amparadas pelos protagonistas masculinos, o que eu entendo como um recurso desesperado para tentar fazer os jogadores engolirem que esses mesmos protagonistas são fortes e decididos.

            Até compreendo esse desespero, pois quem levaria Squall ou Tidus a sério se não houvesse Rinoa ou Yuna para caírem em seus braços o tempo todo? Provavelmente as donzelas do grupo seriam eles mesmos...

            Ah, antes que eu me esqueça, não posso deixar de citar a outra utilidade para essas frágeis coitadinhas: formar um par com o dito protagonista num romance forçado... Imagino que esses romances de novela mexicana é que fazem os simplórios jogadores pensarem que Final Fantasy tem profundidade.

            Prestem atenção, vou falar uma única vez: romance e profundidade NÃO são a mesma coisa! O dia em que Final Fantasy tiver um protagonista que comete atos que não são politicamente corretos e que pensa em seus interesses ao invés de “fazer o que é certo”, aí sim ele poderá ser considerado humano. Quando seu lado psicológico for explorado, mostrando suas dores e inseguranças, aí sim ele poderá ser considerado profundo.

Hell yeah!!!

            Ops! Quase me esqueço de novo! Tenho que homenagear a única donzela da série que me agradou profundamente, pois teve a decência de morrer no início do jogo! Aeris, seus restos inchados e semi-devorados por peixes sempre ocuparão um lugar especial em nossos corações!

Personagens “Exóticos” (Isso aí morde?)

      
      Outra coisa que merece ser mencionada: certos personagens, digamos, peculiares, presentes em vários títulos.

            Não peculiares do tipo “Nossa que simpática essa sua cauda e essas suas orelhinhas de gato, posso tocá-las?”, mas do tipo “Não perca a esperança, tenho certeza que um dia surgirá algum tipo de tratamento para isso, afinal a medicina hoje em dia evolui rápido. O quê? Não, não quero apertar sua mão, obrigado...”.

            Novamente, por que DIACHOS tais “seres” foram concebidos? Eu entendo que quase todo RPG tem personagens não-humanos ou fofinhos e etc., mas em alguns Final Fantasy eles forçaram a barra! Talvez por tentarem ser originais ou talvez por misturarem remédios tarja preta com álcool, vai saber...

            Aqui vai um bestiário - digo - lista com alguns deles e uma breve descrição de suas características (não recomendado para menores de 18 anos):

            Cid de FF4: um mecânico gordo, peludo e provavelmente mal-cheiroso usando um collant de cores berrantes... Não fotografar usando flash para não irritá-lo.

Papai Noel é a...

            Gogo de FF6: um mímico com roupas espalhafatosas tais como as de Kefka e que quase nunca fala, não tem motivos para unir-se ao grupo ou significado na história e, por razões misteriosas, não é capaz de nada além imitar outros personagens... Pode aprender a assoviar o hino nacional se ensinado desde cedo.

Como Gogo está ganhando a vida após o término de Final Fantasy 6.

            Caith Sith de FF7: uma máquina espiã da Shin-ra enviada para enganar e sabotar os heróis. Estranhamente tem a forma de um gato de botas segurando um megafone montado numa espécie de yeti... Este, eu tenho certeza, foi concebido à base de remédios e bebida alcoólica.

Esta imagem me faz pensar em anfetamina...

           Quinna de FF9: um ser de sexo indefinido que parece uma versão abstrata de um fantoche da Vila Sésamo vestido de Tia Anastácia do Sítio do Pica-pau Amarelo. Comia sapos vivos para sobreviver em seu hábitat, um pequeno brejo. Eventualmente foi adotado pelos heróis como mascote e saiu pelo mundo devorando toda a vida selvagem, de goblins a dragões, causando desequilíbrio ambiental em todo mundo de Gaia. Mantenha distância da grade para evitar acidentes.

Deixa o pobre Caco em paz, Elmo do inferno!

            Fran de FF12: uma mulher curvilínea com orelhas de jumento... Chocante... Sempre que eu a vejo não posso evitar imaginá-la ruminando capim e espantando as moscas de seu traseiro com o rabo... Imagino que a intenção do desenhista tenha sido fazê-la com orelhas de coelho, mas acabaram parecendo as de um jerico. Agora não consigo evitar imaginá-la carregando um cearense no lombo...

Fran... trazendo gamers e otakus tarados ao fantástico mundo da zoofilia...

            Ah, e se você está pensando em retrucar com algo como “A Fran é mó gostosa!” pare aí mesmo, seu pervertido! Não existe tratamento para tipos como você? Aposto que quem te conhece se desinfeta com álcool gel após apertar a sua mão. Nojento!
           
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            Bem, acho que me fiz entender. Oh, e antes que algum fã incondicional queira me atirar paus e pedras, saiba que não considero a franquia necessariamente ruim. Apenas não penso que seu enredo seja nem de longe o que dizem dele. Final Fantasy é um sucesso por sua boa jogabilidade, com personagens customizáveis e coisas do tipo.
            De qualquer modo, se discordam do que disse e querem se manifestar, deixem seus comentários. Contudo, vamos nos lembrar que não há nenhuma necessidade de perder a civilidade...

            E vamos encerrar este post com um pensamento de nossa querida Rinoa, para refletirmos sobre a vida:


            “Cheira meu dedo...”

            Até a próxima!

24 de abril de 2013

A Elite dos Jogos de Luta!


Jogos de luta, definitivamente meu gênero favorito no mercado dos games. Isso é mais do que notável pra quem me conhece ou acompanha o blog!

Esse gênero é o que mais jogo, e o que jogo há mais tempo, desde garoto eu sempre joguei muitos e muitos...


E isso é mais do que prova suficiente de que videogames não geram violência como a ungida emissora Record fez o favor de transmitir como "verdade".

Onde é que já se viu, uma emissora jogar culpa em jogos violentos por causa de um cara que entra numa escola atirando, mas ela não cita os laudos médicos e policiais que PROVAM que o cara tinha sérios desequilíbrios mentais.

Falar é realmente fácil....

Entretando, contudo, todavia, eu sou uma PROVA VIVA de que jogos violentos não geram violência, porque eu mesmo nunca me envolvi numa briga e mesmo assim amo jogos de luta com todas as minhas forças.

Tá vendo como sou importante?

Pois bem!

Agora, falando sério! Recentemente tive uma ideia, que seria algo meio inusitado, pegar várias e várias franquias de jogos de luta e depois de explora-las, deixar bem claro o melhor jogo de cada uma delas em minha humilde (e majestosa) opinião.

Antes de torrarem o saco, não é lista "técnica" ou qualquer coisa parecida, ESSA PORRA É PESSOAL!

Blog do Juninho! Regras do Juninho! Entendido?

Pois bem, sem mais delongas, sigam-me os bons!


Darkstalkers Chronicle: The Chaos Tower


Eis uma franquia super interessante, na verdade uma das mais interessantes que eu já vi.

Esse jogo pega contos, mitologias e coisas relacionadas à terror e transformou todos em personagens (altamente carismáticos) de jogos de luta.

O que pensar de uma ideia maluca assim?

GENIAL!

Honestamente, tampar na porrada com uma Chapeuzinho Vermelho psicótica é uma das coisas mais fodas que já vi em jogos de luta.

Mas esse jogo é o melhor porque ele te engana como se fosse uma coletânea, sendo que na verdade são três jogos dentro de um, os principais da franquia. Quando se começa, basta escolher se quer Night Warriors, Darkstalkers Revenge ou Darkstalkers 3 e terás o final de cada jogo com cada personagem respectivo.

O gameplay em si é todo do 3, mas ele é o melhor mesmo!

Além de tudo, houve mudanças bruscas de um jogo pro outro em golpes dos personagens, e mesmo assim é permitido por exemplo jogar com o seu personagem na versão antiga no último jogo, entende?

Além do The Tower, um modo super divertido feito exclusivamente pra esse jogo!

Simplesmente tão legal, tão caprichado, que nem parece coisa da Capcom!

Bloody Roar 2: Bringer of the New Age


Outra ideia excepcional...

Sério! Pessoas que se transformam em animais e caem na porrada, não poderia ser mais legal logo de cara!?!?!?!

Mas a real, é que o primeiro jogo da série, era tudo meio "porque sim", a maioria dos finais eram horrendos e o único final realmente bom era o de Gado, o leão!

E depois, o segundo jogo veio com tudo!

Gráficos melhores, músicas legais, jogabilidade renovada e melhorada e um Story Mode de cair o queixo!

É lindo, perfeito, um dos melhores que eu já vi sem sombra de dúvidas!

Você escolhe o personagem, seja lá quem for, mostra a introdução da história, depois a do seu personagem e as lutas vão acontecendo e não tem essa de "te achei mais galã que eu, vamos cair na porrada" - Não. Nada disso.

As coisas acontecem de forma natural, diálogos nem longos demais, nem curtos demais, e sim no ponto certo de forma que a ideia foi passada e não é sentido aquela sensação de que falta algo ou de que foi muito forçado...

E o mais legal é que jogando com o personagem a perspectiva dele assume a trama, de forma que dois personagens na história de um deles podem ser tanto amigos quanto na outra inimigos. É bem interessante mesmo.

Sem contar que o último chefe muda de acorda com o personagem escolhido!

E minha nossa, como ShenLong apela, selo SNK de apelatividade.

Virtua Fighter 5 - Final Showdown


A primeira franquia de jogos de luta 3D. Assim como a Capcom nos jogos de luta 2D, a Sega revolucionou criando o primeiro jogo de pancadarias em 3D.

Yu Suzuki, o gênio, criou um jogo incrível e cada jogo evoluiu e muito de acordo com o anterior, tornando o 4 espetacular, e com o lançamento do 5 jogo, no princípio da sétima geração de consoles, os fãs foram ao delírio!

O jogo foi lançado e depois atualizado nos arcades com nome de Virtua Fighter 5 R, e tempos depois uma última revisão para pouco depois sair aos consoles. E assim chegou o Final Showdown!

Esse jogo é incrível, sua mecânica é esplêndida e trilha sonora impecável.

Na verdade, as 7 trilhas sonoras do jogo são impecáveis...

Mas o jogo é um tanto quanto seco, somente Arcade e Versus praticamente, normalmente seria algo ruim, principalmente de um jogo onde a pouquíssima história se encontra em manuais.

A grande vantagem do game são os novos personagens adicionados depois do quinto jogo, deixando o jogo com um número de 20 personagens.

Um número pequeno, mas o trabalho que se tem pra aprender a jogar com cada um compensa e muito o pouco número, porque é um jogo muito satisfatório de se aprender, tanto pela dificuldade de domínio quanto pelos golpes incríveis que cada personagem possui.

Virtua Fighter é o tipo de jogo que a útima versão é sempre a melhor, porque é a que sempre contém o máximo de coisas boas da série, e eu tenho certeza que se sair na nova geração um sexto jogo, ela superará o 5 tranquilamente.

Aposto tudo que tenho nessa ideia!

Guilty Gear XX Accent Core Plus


Daisuke Ishiwatari é um grande cara mesmo, depois de trabalharna SNK fazendo alguns jogos, ele criou o único que se impulsionou mesmo que levemente, que foi The Last Blade.

Não vou falar que é ruim, mas foi esmagadoramente desbancado pela própria SNK com Samurai Shodown, que é deveras melhor, sem sombra de dúvidas!

Então, depois de se demitir (ou levar um pé da SNK, tanto faz) a Ark System chamou ele e falou:

"Vamos te dar a grana que você precisa pra fazer o que você quiser no jogo!"

Com isso ele pegou seu vício de adolescente, que era o Heavy Metal, e criou um jogo de luta num futuro apocalíptico onde o METAAAAL tocava no fundo das pancadarias e com personagens bem diferentes do padrão, com gráficos sempre bonitos e visual puxado pro anime.

E o que mais impressionava era sua jogabilidade única, mesmo que inicialmanete a impressão seja a fusão de mecânica de KOF com Street Fighter... Porém, a série cresceu, cresceu e mesmo que de pelas beiradas foi conquistando o público de forma que Accent Core é o último jogo até o momento lançado pra série.

Porém, o seu mérito de melhor está no seu Story Mode bem construído e com variações de final pra cada personagem, sendo que a maioria deles tem 2 caminhos, com alguns poucos tendo 1 somente.

As conversas chegam a ser longas mas pelo menos coerentes com o universo e a questão de cada personagem, e assim como Bloody Roar o último chefe pode variar de forma assustadora.

Tudo isso aliado ao gameplay que sempre foi evoluindo de jogo pra jogo, e os modos extras sempre presentes do GGX em diante e um desafio um tanto quanto perturbador nos últimos chefes.

Pra quem preferir, tem esse mesmo jogo com um "R" no final, que provavelmente significa "Reload" e que tem gráficos HD e modo online.

Ainda espero grana pra comprar o meu na PSN...

Samurai Shodown IV: Amakusa's Revenge


Depois que Daisuke caiu fora da SNK e ela tentou investir numa tentativa alternativa de gerar novos fãs, afinal de contas a maioria estava focada em The King of Fighters...

Eis que veio Samurai Shodown.

Ao invés de espadachins bizarros e de terno, com um principal que virou super saiyajin com poderes elétricos... a SNK investiu em algo mais sóbrio (coisa rara), e adivinha?

ACERTOU EM CHEIO!

O tempo passou e Samurai Shodown ganhou 4 bons jogos, sendo os dois últimos uma negação completa, o 5 era ruim porém tolerável, mas o 6 já era um abuso de paciência e ofendia a inteligência de qualquer um, porque parece que a sobriedade deu adeus e entrou parte das ideias imbecis de The Last Blade, com direito ao jogo ter um SOLDADO.

PUTA MERDA, O 6 TEM UM SOLDADO! COMO ASSIM UM JOGO DE SAMURAI COM SOLDADO ?

Sincermente, não quero entender a SNK, custou a acertar com o III e IV e do nada manda dois jogos de merda...

Mas o IV é fantástico, apesar de eu ter jogado o III mais do que tudo, o IV é realmente superior e sem fazer muito esforço, com personagens carismáticos, finais interessantes e um sistema melhor que os anteriores.

Agora com um sistema de rotas, sendo duas e completamente aleatórias, é necessário enfrentar inimigos em um determinado tempo para chegar ao último chefe antes de seu rival, e depois de finaliza-lo, dar uma baita surra em seu rival.

Isso sem contar as músicas do jogo que sempre foram incríveis e nesse jogo ganhou um destaque ainda maior.

Killer Instinct


Mas olha só, durante boa parte dos anos 90, Street Fighter reinou com a jogabilidade única e diferenciada, e Mortal Kombat veio com o gore num sistema diferente e sem copiar o pai de todos os jogos de luta.

Mas a Rare teve uma ideia:

"Vamos pegar o gore de um e a jogabilidade do outro, vamos ver no que dá."

E com isso nasceu um jogo com visual estranho, porém muito legal, com finalizações mortais inspirados em você-sabe-quem e com jogabilidade de você-também-sabe-quem.

Resumindo, o jogo copia duas ideias muito boas e foi um híbrido e tudo isso com um roteirinho de merda, à respeito de uma empresa que torneios pra testar seus lutadores e etc...

E provavelmente dominar o mundo com eles, afinal de contas né...

Só que infelizmente, é um jogo que somente a jogabilidade o carrega, de forma que o seu roteiro é ignorado mesmo até hoje, ainda mais no segundo jogo onde depois de derrotar Eyedol (último chefe) acontece algo inexplicável que joga os personagens pra sei lá quantos mil anos ANTES dos eventos do primeiro jogo...

Bem imbecil né? Agora sabe por que a franquia não sobreviveu?

Mas houve boatos que alguma empresa teria comprado a série, e poderia vir um terceiro jogo ou remake dos primeiros. E eu sinceramente adoraria!

Dead Or Alive 5


Uma série baseada em peitos, isso já define tudo que se precisa sobre Dead Or Alive.

Dead Or Alive é daquelas séries que tem pouca história, não te força a leva-la a sério, e ainda assim tenta ter algo que presta nos roteiros...

E quase nunca tem. Tanto que os finais do jogo são quase sempre inúteis, no máximo se entende parte da personalidade do personagem e nada além. Chegando a ser escroto em alguns casos.

Mas pelo menos DOA é uma franquia sincera, ela só quer vender por causa de peitos e acaba conseguindo.

Apesar do 2 ter atingido o ponto alto da série, e apesar de eu não ter jogado muita gente falar que o 3 é um jogaço, o 4 apresentava problemas graves como dificuldade absurda de contra-atacar os oponentes e uma última chefe capaz de causar aneurisma.

E no 5, parte desses problemas foram corrigidos, o sistema de contra-atacar é o mesmo porém com tempo mais camarada, mesmo que não seja de graça, acredito que ele esteja no ponto certo!

Apesar de muitos modos no jogo, o simples "Normal" é complicado e difícil o bastante pra te desanimar de jogar em alguns casos, são 8 dificuldades sendo essa a terceira, não vejo necessidade de tenta apelação.

Acreditem em mim, a dificuldade me fez dar uma pausa de joga-lo e olha que eu gostei MUITO mesmo de tudo no jogo!

Mas a grande vantagem desse game, é que os personagens clássicos estão cada vez mais legais, os novos são interessantes pra cacete, e ainda por cima Akira Yuki, Sarah Bryant e Pai Chan de Virtua Fighter estão presentes como participações especiais.

Não poderia ser melhor, poderia ?

Real Bout Fatal Fury Special: Dominated Mind


Sei que a minha opinião à respeito de Fatal Fury vai gerar choques na realidade... Afinal de contas, muitos me xingarão por não ser o Fatal Fury 3, outros por não ser o Real Bout 2 mas dane-se.

Como eu disse, meu blog, minhas regras!

A verdade é que eu curto muitos dos personagens, apesar de repulsas de outros como Yamazaki e Cheng.

Mas no geral, não curto muito jogar a série, poucos jogos me agradaram muito mesmo.

Essa versão é o port do Arcade feito no PS1, e no meu ponto de vista é bem melhor porque removeram o sistema de lutas em planos de fundo, que eu particularmente acho dispensável.

Tá certo que funciona bem na versão desse jogo no arcade e no Real Bout 2, porém, quando o recurso pra se fugir ou defender torna-se dependente dessa ideia de planos de fundo, a luta se torna um saco! Uma chatice total.

Exatamente pelo espírito side-scroller dessa versão que eu prefiro, além dos Final Impact's presentes somentes nesse jogo como uma coisa extra. O gráfico era inferior mas foda-se, tinha coisas boas o bastante pra suprir isso!

Acho que o seu pior ponto é nunca ter saído em inglês, mas como se trata de um Dream Match com um FINAL TOSCO pra caralho pra todo mundo... mas Fatal Fury tem uma história que não se pode ser levada à sério mesmo...

E apesar de um péssimo último chefe, que é o White, ainda acho melhor que colocar o Geese de novo. Chega desse fracassado que vive se matando pra provar que é forte!

Tekken Tag Tournament 2


Tekken, Tekken...

A franquia que turbinou o PS1 em tempos de glória e teve uma notável evolução, e assim como Virtua Fighter, dificilmente um Tekken novo é inferior ao último jogo.

Tekken é uma serie que foi evoluindo com o passar do tempo, o 3 era foda, o 4 melhorou, e 5 deu o ar da graça como se fosse algo supremo.

Até o 6 chegar, e mesmo que num ritmo menor, evoluiu também mostrando que a Namco sabia do que estava fazendo.

Tekken sempre teve uma história rasa pra cacete, até o 3, depois com o 4 em diante, a ideia tomou níveis idiotas e tacou todo a pouca lógica do jogo na estratosfera!

Tanto que a história do jogo ridiculariza 90% do elenco, uma vez que é provado por "A + B" que somente Jin, Kazuya, Heihachi e alguns poucos são realmente fortes e o resto não passa de esperma muito desenvolvido sem qualquer possibilidade de vitória, deixando claro em partes dos jogos que foi "sorte" ou fatores externos que promoveu suas vitórias...

Isso mata a série, numa boa!

Esse jogo pelo menos, tem finais mais ou menos toleráveis e alguns até bons, ao contrário dos finais horríveis que a série teve em especial no Tekken 6, onde um canguru tinha família e traiu a esposa e por aí vai...

Tá vendo como não se pode levar à sério?

Porém, a qualidade do jogo se manteve intacta, sistema de luta foda pra caralho, possibilidade de de jogar em dupla ou sozinho, ou até mesmo sozinho contra uma dupla, e isso sem falar nos tantos modos extras que a Namco nunca deixa faltar.

E ainda fico chocado toda vez que lembro que um canguru lê jornal, tem família, e a esposa traída entra no torneio pra ter grana pra sustentar a casa...

The King Of Fighters XIII


Outro que sei que vão me crucificar e jogar meu corpo pros abutres por preferi-lo...

Tenho certeza disso!

Mas abaixa essa foice, vamos com calma!

KOF é uma série da qual gosto muito, muito mesmo! Sempre curti a ideia viajada dos personagens, os golpes sem noção e os especiais que assim como a história do Tekken, pega a lógica e taca na estratosfera!

Entretudo, sempre havia falhas de alguma forma ou de outra, e eu não conseguia me divertir em certos pontos, como os bugs do 98', ou o lag na hora de enfrentar o Team Orochi no 97'.

É uma série feita pela SNK e não sei como permitiam isso, mas quase sempre tinha um filho da puta com combo infinito e não era coisa tão complicada de fazer, além de combos que matam na hora.

Você começa a jogar, e defende como um louco, porque se o combo entrar... JÁ ERA! PORRA!!!

E acreditem, joguei todos os da série, todos mesmo! Conheço eles de cabo a rabo, e quando comprei o XIII me surpreendi com as novidades do sistema, terem implantado EX nos movimentos copiados de você-sabe-qual-jogo-estou-falando, além do Hyper Drive que era uma espécie de barra que assim como nos anteriores te permitia combos maiores e etc, mas nada com o mesmo impacto de antigamente!

Afinal de contas, depois do tombo do KOF XII, a SNK pegou e fez algo que prestasse no XIII. Criou um jogo com modos extras legais, apesar dos finais horrendos do Arcade e do Story Mode terrível, sendo um dos piores que já joguei, talvez o pior.

Além disso estragaram alguns personagens como Ralf, mas melhoraram outros como Kensou.

Mas sem dúvidas o maior capricho foi colocar diálogos entre os personagens a cada luta, de forma que os 3 do seu grupo, conversa com os 3 oponentes e tudo muito bem feito, interessante pra cacete. Eu realmente gosto muito de ler e entender algumas coisas que aparecem nesses diálogos.

Mas nem tudo são terrores, afinal de contas é nesse jogo que Ash morre, ora pombas. A história é terrível mas só de Ash morrer já é algo tão positivo que não sei explicar o quão satisfatório foi pra mim.

Soul Calibur III


A Namco sabe o que faz, definitivamente sabe.

Enquanto ela adquire milhões de fãs retardados (assim como eu) com suas histórias de merda num gameplay excelente, ela meio que resolveu pegar uma equipe e falar com eles assim:

"Pega a engine do Tekken, muda uma coisa aqui e ali e cria algo que presta."

Assim nascia Soul Edge (no ocidente Soul Blade). Que logo depois teve um sucessor no DreamCast, que era Soul Calibur!

Soul Calibur era incrível, lindo, com finais inteligentes e que eram totalmente coesos com os personagens! E depois veio o II, onde tinham pouco mais de opções de jogo e finais igualmente legais.

Até surgir o III.

Soul Calibur III mandou o I e o II de volta pra escola, e mostrou como era um jogo foda pra caralho poderia ficar MUITO MAIS FODA PRA CARALHO!!

Esse agora tinha MUITOS modos extras, um modo de estratégia interessante, armas e itens a serem comprados e muito mais personagens a serem escolhidos, além de alguns extras fora da história que completavam um bom número jogável.

E nisso tudo ainda tem o Tales of Souls, onde se tem um lindo prólogo do personagem com ilustração bacana, e eventos que vão acontecendo de forma que você tem MUITOS caminhos pra chegar ao final da história de cada personagem.

Foda pra cacete, ainda mais sabendo que no final de tudo, tem um evento no qual é necessário apertar o botão na hora certa, caso aperte, verá um final, caso não aperte (ou erre o tempo) verá outro.

E sem falar no modo de criação de personagens...

INCRÍVEL!

Soul Calibur pode não ser o meu jogo 3D favorito, mas ele tem o meu respeito como melhor jogo 3D de luta por sua qualidade e competência em amplos aspectos.

Mortal Kombat 9


Mortal Kombat já nasceu virando febre, foi uma franquia que já nasceu grande.

E depois de muitos bons jogos, veio Deadly Aliance e Deception pra ferrar com tudo, e mesmo assim, continuava dando certo mesmo que por tabela...

Porém, com Armageddon, a porca torceu o rabo e a série virou um amontoado de lixo. Sem contar no MK vs DC que fez multidões vomitarem comida de anos atrás de tanto desgosto!

Quando anunciado MK9, ninguém botava muita fé, porque inicialmente parecia uma tática desesperada de chamar o mesmo público dos jogos antigos por estarem trazendo personagens antigos de volta e com a jogabilidade dos últimos jogos lançados, então o povo teve medo mesmo!

Porém, tratava-se de uma mega revisão da jogabilidade antiga, agora excelente, a história dos três primeiros jogos totalmente unificada e com sentido, coisa que não havia muito. E todas as mudanças aplicadas resultaram num jogo extremamente bem feito!

Gráficos lindos, personagens bem movimentados, fatalities fodas pra cacete, cenários clássicos feitos do zero, cenários novos, músicas clássicas e novas.

Dessa vez com barra de especial, possibilidades de quebra de combos mais justa que nos jogos anteriores, uso de EX e etc... O jogo no final ficou foda!

E não bastando o Story Mode com história fixa, ainda temos o Ladder, que é o clássico Arcade com finais muito interessantes cheios de ilustrações muito mega fodas pra caralho!

Além de tudo, muitos modos extras, desafios a serem realizados e etc. O jogo é bem completo!

O melhor de luta da sétima geração, sem sombra de dúvidas!!!

BlazBlue Continuum Shift EXTEND


Bom, quem conhece Daisuke e Guilty Gear, provavelmente também conhece BlazBlue.

Quando surgiu BlazBlue, a galera esperava um novo jogo de Sol e Ky mas isso não aconteceu, surgia assim BlazBlue: Calamity Trigger, inicialmente confundido como uma espécie de continuação espiritual do jogo já citado, BlazBlue carrega uma trama própria e isolada do jogo citado.

Na verdade, por mais que eu prefira Guilty Gear, BlazBlue é um jogo melhor estruturado por desde o seu primeiro jogo ter um modo story bacana, com caminhos alternativos assim como Guilty Gear, porém o Arcade também tinha um final voltado ao personagem, coisa que antes Daisuke por motivos nunca citados, não usava.

E o tempo passou e o jogo gerou uma continuação, Continuum Shift, depois Continuum Shift II. Usando o II como base, foi feito o EXTEND que é quase uma "Game Of The Year Edition" do jogo com conteúdos antes somente disponíveis por DLC todos inclusos no jogo logo de cara.

Assim como o seu anterior, esse segue o mesmo esquema, porém com ainda mais modos extras e antes mesmo de pegar o Story mode do II, o jogo ainda tem a história do Calamity Trigger e Continuum Shift contados em forma de diálogos, eventos e ilustrações todos os eventos anteriores.

A história de modo geral é bem grande, completa e ficaria um pouco difícil de explicar como ela acontece, mas eu posso garantir que é bacana!

Ou seja, comprar esse vai te dar acesso ao conteúdo do roteiro já feito! E como a jogabilidade só evoluiu mesmo, não será tão necessário comprar as versões anteriores, a menos que você queira!

Street Fighter Alpha 3


Street Fighter é o pai dos (bons) jogos de luta e isso já não é nenhum tipo de novidade mais.

A Capcom quis justificar a galera e os eventos de Street Fighter II e assim surgiu a série Alpha.

Nessa jogada, vieram dois jogos, sendo o primeiro um tanto quanto ofuscado e o II atingindo boa parte do mundo e se tornando um clássico supremo...

Porém, Alpha 3 foi a ideia mais criativa, ousada e arriscada da Capcom na época, por que o jogo basicamente continuava os eventos do Alpha 2, só que sem dar taaaanta importância pra eles.

Porque era meio que algo totalmente NOVO! Primeiro, músicas clássicas totalmente eliminadas do jogo, os personagens clássicos ganharam músicas totalmente diferentes, umas do mesmo nível das antigas, porém a esmagadora maioria muito melhor.

E isso sem falar nos cenários, totalmente diferentes, com outra pegada, e francamente também acho melhor!

Agora, o roteiro do jogo é simples e sutil, e nem por isso ruim. Na verdade é isoladamente o melhor. Esse jogo meio que abre a mente do jogador e se entende coisas à respeito de personagens de forma mais madura, mais interessante.

Como por exemplo Dhalsim, Rose, Bison, Ken, Sagat, Adon e outros personagens que ganharam arcos melhores ou então foram melhor explicados de forma que é muito simples notar sua importância durante o jogo.

É justamente nesse jogo, o único onde Ken deixa de ser o "amigo invejoso" de Ryu, e tem um arco melhor trabalhado pra sua personalidade, coisa que simplesmente NUNCA MAIS FOI USADA. E o único jogo onde um personagem cômico pôde ser levado à sério, sagrado seja Sodom!


Mas a história funciona de forma simples, quando o seu personagem é escolhido, ele tem um prólogo, dois rivais e o último chefe! E os finais do jogo são simplesmente fantásticos mesmo que usando poucas ilustrações e os sprites do jogo pra ilustrar os eventos finais.

Contudo, Alpha 3 não só tinha tudo isso como muitos modos extras extremamente divertidos como Final Battle, Dramatic, e outros. Mas nada supera o World Tour, nenhum jogo de luta conseguiu criar um modo mais divertido que esse. Ele pega a ideia básica do Street Fighter que é de lutadores que saem pelo mundo procurando oponentes.

E NISSO VOCÊ SAI EM BUSCA DO MAIS FORTE!

Street Fighter Alpha 3 não é só o melhor jogo de luta da Capcom, ou da franquia, mas pra mim ele é sem dúvidas o melhor jogo de luta de todos os tempos. Por tamanho capricho em respeito aos personagens e quantidade de coisas à serem feitas!

Isso tudo anexado no excelente gameplay, que tem 3 barras, uma de combos customizados, uma em 3 níveis e uma de um nível só, gerando um especial destruidoramente apelão. Tudo funciona tão bem, que é inacreditável o modo que a Capcom conseguiu criar algo tão complexo num jogo só.

Como saiu pra muitas plataformas, se quiserem jogar sozinhos recomendo a versão do PSP que possui 3 personagens novos (Yun, Eagle e Maki) e o excremento conhecido como Ingrid, ou caso queiram jogar entre amigos a versão presente no Alpha Anthology de PS2, o Alpha 3 Upper, que tem a melhor revisão do jogo com (ainda) mais equilíbrio entre os personagens.

Esse jogo é sem dúvidas o jogo que mais joguei na vida, sempre curti muito mesmo e ao que tudo indica, dificilmente virá algum que possa fazer frente com ele, apesar de que eu gostaria que todos fossem dessa mesma forma.



Eu peguei e disse à respeito das franquias que mais curto e seus melhores jogos, porém, essa parte eu não sabia como usar e eu resolvi criar com base em três tópicos principais.

Hoje eu to quebrando as regras mesmo, e pior ainda... as regras que eu criei!

But, who cares ?

Enfim, eu peguei um jogo inspirado em anime, outro em mangá e por último um crossover. Se tem lógica ou não, dane-se.

Dragon Ball Z: Supersonic Warriors


Esse jogo é incrível!

Olha, francamente, o gameplay do jogo é meio duro, um pouco travado e tudo...

Mas você provavelmente está se perguntando por que causa, motivo, razão, circunstância, eu estou usando justamente essa joça ao invés de um jogo com gameplay excelente como Naruto Ultimate Ninja 5 ou mesmo Dragon Ball Z Tenkaichi Tag Team...

Mas a resposta pra isso é simples!

Ousadia! Essa é a palavra que define Supersonic Warriors!

O 2 é muito bom, presente no 3DS mas nem assim superou a ousadia do primeiro jogo...

É tudo bem simples, você escolhe o personagem e assim como em Alpha 3, ele se transforma no principal de forma que ele luta, ele vence, ele evolui e ele encerra a história com ele como protagonista.

Olha, com o Goku foi algo normal, mas imagina minha reação ao jogar com Vegeta, Frieza, Cell, Piccolo e Trunks, todos como principais com suas respectivas visões, personalidades e treinamentos!

Imaginem a minha cara quando eu escolhi Kuririn e vi ele treinando com senhor Kaiô e aprendendo Genki Dama... e como ele controla Ki melhor que o Goku, ele pega uma Genki Dama menor e mais concentrada COM UMA MÃO SÓ.

CARALHO! FOI FODA PRA CARALHO!!!!

Ou então o final de Piccolo, que de tão surpreendente prefiro deixar vocês leitores na expectativa.

Mas sem dúvidas, o melhor de tudo foi jogar com Frieza. O melhor vilão da série.

JoJo's Bizarre Adventure: Heritage for the Future


Lançado inicialmente no CPS-III, JoJo's é um dos poucos jogos que a poderosa placa teve tempo de produzir antes de morrer.

Eu imagino que deve ter pegado meio mundo de surpresa, por tratar de um jogo baseado num mangá e que mesmo sendo conhecido, sua fama se remete em extrema maioria ao oriente, deixando muitas pessoas no ocidente com aquela sensação de: "Que porra é essa ?"

O jogo tem personagens muito bizarro (o nome do mangá diz tudo) com pessoas invocando "espíritos" e outros usando armas de forma improvável e etc...

Na verdade, o jogo se basea no terceiro arco do mangá, Stardust Crusaders, e segue de forma nada linear a história do mangá, uma história muito boa, diga-se de passagem!

Assim como Alpha 3, o personagem escolhido vira o protagonista, e você deve desvendar sua aventura e chegar ao final. E é bem interessante, por terem explorado até mesmo os personagens que na história original morrem como principais, algo semelhante ao Charlie/Nash do Street Fighter, que apesar de oficialmetne sua morte ser no final de Guile, ele ainda assim tem um final dele como protagonista.

Isso é o tipo de coisa que agrada gregos e troianos, por nunca verem seus personagens favoritos como fracotes, afinal de contas, num jogo de luta dificilmente um cara fraco terá carisma o suficiente pra superar o fato de ser um fraco!

Coisa que até onde me recordo, somente o Dan conseguiu.

Mas honestamente, o destaque desse jogo não é somente por "ter história" e sim no fato de como ela é contada, com diálogos antes e depois de cada luta, justificando-as e tornando elas nada desnecessárias, caso tenha alguma luta sem sentido, eu realmente não me lembro e olha que eu zerei com todo mundo. Mais de uma vez!

Como se não bastasse o fato de ter sido bem trabalhado no roteiro, principalmente por ter um mangá como base, o sistema dele é fantástico, com o controle dos Stands, que é a materialização da força vital de cada personagem, algo parecido com Persona da Shin Megami Tensei!

E o sistema em alguns personagens funciona de maneira diferenciada, parecido com BlazBlue, porque alguns personagens podem invocar seu stand livremente, e outros só o usam como auxílio de coisa ou outra, e ainda tem alguns que são estranhos como Mahrahia (Mariah) ou Alessi e nem por isso ruins.

Melhorando ainda mais as coisas, a Capcom soltou esse jogo em HD na PSN e na Xbox Live, vale muitíssimo a pena! Ainda mais se levar em conta que pode se tirar a censura do jogo!

Capcom vs SNK 2: Mark of the Millennium 2001


Em termos de qualidade num crossover, nenhum jogo se iguala à esse! Isso é um fato mais absoluto que as verdades do universo.

Por mais que eu me divirta mais com Marvel vs Capcom 2, e ele provavelmente seja o meu favorito, não é muito difícil ver seus erros e constantes problemas.

Capcom vs SNK é uma série que começou bem interessante no primeiro jogo, e manteve um espírito bem bacana, com variações de personagens (normal e EX) e golpes entre elas, somente duas barras (uma da Capcom e outra SNK) e muitas outras coisas.

A ideia era boa, boa até demais, a jogabilidade tinha leves inspirações na SNK assim como músicas e cenários, pra atrair o público da empresa rival mesmo, uma vez que por motivos óbvios a galera da Capcom já estaria presente nesse público!

Depois o segundo jogo veio com tudo. Simplesmente a ideia do 1 turbinada!

Não eram mais 4 botões pra bater e sim 6, inspirados em Street Fighter, várias barras de jogabilidade sendo elas que vão determinar o modo de especial, se o personagem vai correr ou dar dash, se terá esquiva ou não e etc...

Além de terem removidos o lance de versão de golpe pra cada personagem, todos agora tem somente uma versão e com todos os golpes. E se querem saber, melhor assim!

E ao contrário dos finais idiotas do primeiro jogo, caso vença os chefes secretos do jogo, verá alguns escritos de cada personagem, que mesmo de forma simples ilustra seu final.

Muito melhor que os finais do Street Fighter X Tekken, certo? A Capcom meio que cagou na retranca com esse jogo...

Capcom vs SNK 2 foi e ainda é o ápice dos crossovers, personagens carismático, equilíbrio e uma jogabilidade alucinante. Só as músicas que são meio sem graça mas pelo menos melhor que as do Marvel vs Capcom 2, só que pra isso não é necessário muito esforço mesmo...

Esse jogo foi o último dessa união entre as duas empresas, o último bom pelo menos, porque depois foi anunciado SVC Chaos: SNK vs Capcom, usando a já super ultrapassada pra sua época placa NeoGeo.

Se você conhece o jogo, sabe que o nome "Chaos" diz tudo à respeito dele, é um caos total essa aberração do mundo dos games. Uma ofensa aos jogos de luta!

Perguntei ao Fulgore o que ele achou do Chaos, e ele me reagiu assim:


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Mas finalizando esse post, espero que tenham gostado, sinceramente, como eu disse lá em cima, foi uma postagem completamente pessoal... assim como todas as outras, é claro!

Aquele tipo de ideia que surge da puta que pariu da sua mente e você quer botar em prática!

E agora que eu fiz e falei dos melhores, qualquer dia eu faço um falando dos piores, algo como um "Troféu Privada" pra eles ou coisa do tipo.

Depende da minha vontade, e claro, do pedido de vocês também.


Enjoy!