23 de janeiro de 2013

Tekken Tag Tournament 2 - Review



Apesar do meu incrível amor por jogs de luta 2D, nunca falei que odiava os 3D...

Ou falei ?

Enfim, não importa.

Bom, eis que depois de uns tempos sem postar nada aqui estou pra postar sobre um jogaço de pancadaria da nova geração.

A real, é que existem mutos bons jogos de luta 3D, e apesar de Virtua Fighter 5 Final Showdown ser expcional pelo seu realismo dos golpese capricho visual e musical, e Soul Calibur (o III em especial) ter um capricho muito grande com seu roteiro (coisa que morreu do IV em diante), minha série de jogos de luta 3D favorita é Tekken.


Maaaaaas, esse carinho começou no 3, sumiu no 4 e voltou no 5, onde havia tudo muito caprichado e etc, mas ainda não tinha muito daquela empogação.

A real é que Tekken só melhorou até o seu sexto jogo da série, e o roteiro da série SEMPRE FOI UMA BOSTA.

E piorou muito no 6, puta que pariu.

Chega a ofender a inteligência de qualquer ser humano.


Porém, se tratando de JOGAR Tekken, sempre foi e sempre será o melhor dos 3D, sem sombra de dúvidas.

E agora falando friamente, Tekken Tag Tournament 2 é espetacular. E vejamos o motivo pra isso!

Primeiro de tudo, quantidade de personagens.

Simplesmente um número absurdo de 59 personagens no jogo.

E se quer saber...

É BOM DEMAIS VER ISSO TUDO DISPONÍVEL!

Apesar de algumas falhas nessa quantidade, e explicarei agora...

Basicamente, alguns personagem tem o mesmo gameplay, e funciona como um "repetido".

Eis a carismática JayCee!

Por exemplo, Julia está vestida de JayCee, uma lutadora mexicana ou simplesmente "luchadora" e tem seus golpes de sempre com os de uma luchadora (explicado em seu final) e sua mãe Michelle está de volta ao jogo, por que é uma personagem do Tekken 2 e morta, só que com a jogabilidade de sua pimpolha.

Isso sim é uma tática inteligente, mas quando vemos Lee e Violent que são a mesma pessoa, tendo em vista que o segundo é o alter ego do primeiro, eles deveriam pelo menos ter golpes diferentes. O que não acontece.

O mesmo com Tiger e Eddy e alguns outros personagens como Sebastian e Lili. E pra quem não ta ligado, Sebastian é o mordomo da Lili que aparece no final dela em Tekken 6.

Outra ideia idiota, e já que era pra ser um personagem "novo", pelo menos que tivesse golpes diferentes.

Agora...a trilha sonora que como sempre feio estupenda, dessa vez não decepcionou.


Muito, mas muito eletrônica mesmo. Dá até pra sentir vibe de psy e dubstep.

E outro fator do jogo são os gráficos.

Eu como todos já sabem, não sou de ligar muito pra isso.

Porém, enquanto o 5 tinha um super gráfico em vista da sua época, o 6 deixou a desejar com expressões mal feitas e modelos 3D com fisionomia duvidosa.

Me leva a crer que por ser no começo da nova geração não houve certo cuidado em fazer o jogo na questão visual, coisa que a Sega ensinou pra Namco como se faz no Virtua Fighter 5.

Porém nesse novo, o visual ta IMPRESSIONANTE.


Sério mesmo, é sinistro ver um jogo de arcade em 1080p, portado para consoles somente em 720p ter um gráfico tão surpreendente. As expressões estão detalhadíssimas e cada frame do jogo é feito com o devido cuidado. Cenários com chuvas, ventos e tudo mais com MUITA fluidez. É lindo de ver.

Tendo em vista que os consoles da atual geração suportam o Full HD (Xbox 360 com 1080i e PS3 com 1080p), só existe uma explicação para terem feito eles em 720p, que é o fato de ter loadings (rápidos)  e uma instalação no HD de quase 8 GB...

Pra um jogo de luta isso é muito, então se fosse 1080 ia aumentar ainda mais... sem contar que Loadings em consoles de nova geração é algo que PRECISA ser rápido... então acho que essa é a única explicação plausível. Amor ao HD do seu console, isso a Namco parece ter.

E agora a parte que interessa.


O GAMEPLAY!

Simplesmente alucinante.

Historicamente falando, Tekken evoluiu muito ao longo de sua existência se tratando de jogabilidade, o 1 era muito lento e ruim, o 2 era lento e bom, o 3 já era mais rápido e muito melhor só que ainda havia desequilíbrio dos personagens, dano absurdo, combos que matavam na hora e etc...

E isso melhorou muito depois que a Namco resolveu aumentar a complexidade do jogo no 4 e com resultados positivos continuou a fazer isso do 5 em diante. E isso fez muito bem pra série. Afinal de contas era UM SACO enfrentar esses caras que ganhavam com Eddy só apertando dois botões.

Minha nossa, como era frustrante. E depois disso o Eddy nunca mais foi o roubado de sempre, tanto que os jogadores dele no 5 diminuíram consideravelmente. E do 5 em diante quem jogava com Eddy, SABIA JOGAR MESMO COM ELE.

ISSO SIM MERECE MÉRITO VIU SEUS FÃS PUTINHAS DE PERSONAGES ROUBADOS! E NÃO HÁ ARGUMENTOS QUE PROVEM QUE EDDY ERA UM PERSONAGEM NORMAL NO TEKKEN! OK ?


Continuando após um breve desabafo...

Quem jogou o primeiro Tag Tournament sabe como o jogo era lento e nem tão dinâmico assim, era logo depois do 3 de PS1.

Mas o Tag 2 trouxe os mesmos recursos de agarrões combinados e uma novidade, que é o Tag Crush, na qual o personagem controlado no momento da um golpe, que levanta o inimigo, seu segundo personagem vem e você pode desferir pancadas e depois troca de novo pro primeiro.

Meio complicado explicar, mas ao ver tudo se torna simples.

E os comandos são os mesmos de sempre, uns golpes adicionados aqui, outros removidos ali, um combo diferentinho lá...

Nada que cause desgosto, repulsa ou rebeliões com pessoas fazendo protestos.


O melhor de tudo, que diferente do primeiro jogo, esse não te obrigada a jogar com dois personagens.

Você pode pegar somente 1, e ele terá energia e dano de dois personagens em um só.

Pra quem não curte o estilo Tag é uma boa pedida (Tag que me refiro, um personagem morre e a luta acaba).

Eu mesmo não sou fã, e eu até jogo sem reclamar, mas acho que qualquer jogo que se joga com dois personagens teria de ser como por exemplo o Team Mode do Mortal Kombat (que ainda pretendo fazer review) que se joga com dois e tem que vencer os dois inimigos.

Sinceramente, eu vejo mais sentido nisso!

Mas enfim, a liberdade de escolha grita nesse aspecto, você sozinho pode enfrentar outro sozinho ou uma dupla. E isso é MUITO FODA!


Ainda mais que se trata de um Dream Match (termo usado pra jogos com muitos personagens de uma franquia e totalmente fora da cronologia) com praticamente todos os personagens da franquia. Todos os normais jogáveis estão incluídos. Os que firacaram de fora são Gon (exclusivo do 3), Azazel e mais uma meia dúzia de personagens toscos e sem graça.

Os legais estão de volta, alguns toscos também. E o melhor de tudo são os que morreram ou estão  e a galera gostava, como Michelle, Violet, Doctor B,  Kunimitsu (dei pulos de alegria com a volta dela), Angel (blergh) e alguns mais.

Já gostava dela antes, agora redesenhada mais ainda!

Uma novidade legal é Slim Bob, o Bob gordão numa versão magrela, cuja qual somente os que terminaram o jogo com Bob no Tekken 6 poderão entender, mas eu deixei o link do final dele bem aqui.

E outra curiosidade legal é Forest Law, o filho de Marshall Law que somente apareceu em Tekken 3, está no jogo. E o mais incrível é que não tem a mesma jogabilidade de seu pai. Movimentos parecidos e algumas coisas semelhantes mas acabam sendo dois personagens bem diferentes.

Isso tudo por que o jogo veio com vários personagens DLC, e acredite... TODOS DE GRAÇA.

Já estavam no disco, mas tinham que esperar dia certo pra atualizar e desbloquear, comprei dois dias antes de poder jogar com Kunimitsu...

E nisso só posso dizer um: "CHUPA CAPCOM!"

Combot, o personagem jogável em Fight Lab!

Assim que se usa DLC em disco, pra promover a expectativa e fazer a galera comprar, só que sem estuprar ela por cada DLC incluído.


E pra quem não sabe, todos os personagens dessa vez são dublados de acordo com seu país de origem. E pra quem tiver dúvida basta jogar com Eddy ou Christie pra ver os dois dublados em português do Brasil!

E pra ser sincero, dá pra ficar desapontado com a dublagem de semi-retardada fugitiva da APAE que Christie ganhou... SUPER DECEPCIONANTE. Enquanto a voz americana dela em todos os jogos anteriores eram muito boas.

Mas ao menos Eddy, o queridinho dos brasileiros está bem minimamente bem dublado, apesar de que poderiam ter feito uma escolha melhor, colocar alguém mais inspirado. Mas se compararmos com Christie, ele está sensacional.

Deixarei o vídeo com seu final aqui pra quem quiser verificar, e por falar em finais...


Bom, lembram dos finais horrendos do Tekken 6 ?

Pois bem. O jogo não apresenta esse tipo de final, é algo mais mostrando a motivação do personagem ou meio que uma espécie de prólogo como é o caso de JayCee. Sinceramente, é menos ofensivo pros fãs que os finais ridículos do jogo anterior. Muito melhor!

E terminar o jogo nem é tão difícil de se terminar como o 5 e o 6. Esses não eram difíceis mas exigia pouco mais de maldade durante o jogo e principalmente nos chefes finais.

Assim como Tag 1, esse exige pouco do jogador iniciante, e só no chefe final que acaba pesando um pouco a dificuldade, mas nada que com uma ou duas tentativas não sirva de lição.

O jogo consiste em 9 lutas, sendo que 6 são contra personagens comuns e depois tem duas com sub-chefes e um chefe.

A oitava luta é nada menos que Heihachi (jovem) e Jinpachi, a nona é True Ogre (não tem história nenhuma, lembra ?) e a última é Jun Kazama que nada mais era que o demônio Unknown desfarçado usando sua imagem (e golpes).

Sim, é isso tudo mesmo de personagem jogável.

Bom, como se trata de um "Dream Match", tudo ta valendo né ?

Eu realmente não me incomodei com isso, mas como sempre haverão os que darão milhões de chiliques, então... caso veja um fã putinha irritado com isso. Acredite, não será surpresa!

Mas enfim, rumo à conclusão.

Eu sinceramente, adorei, e já tenho esse como meu predileto da franquia. Jogo rápido e cheio de personagens. Isso sem contar o retorno dos mortos que pra uma festa como essa funciona muito bem.

Isso sem contar a porrada de modos de jogo como Arcade, Versus, Ghost Battle, Team Battle, Time Attack, Survivale e um modo Pair Play pra 4 jogadores simultâneos.

Sem contar o Customize que a galera fã da série já adora e Fight Lab, que é um modo onde Violent (alter ego de Lee) ensina Combot a lutar. E com isso você aprende as manhas do jogo e tudo mais. Bem legal diga-se de passagem, um dos tutoriais mais legais que já vi, por que ele tem um motivo pra acontecer e etc. É ver pra crer. E rir! Claro!


Por que quem leva Tekken a sério merece uma surra de mangueira de bombeiro!

Tekken Tag Tournament 2 nada mais é que um jogo sem história com um número estupendo de 59 personagens (nas versões de Xbox 360 e PS3), praticamente tudo de bom que a série tinha foi usado nesse jogo, além das músicas muito empolgantes e um clima de festa constante, que deixa tudo bem foda!

E a única broxada do jogo é o fato de que só se joga Online mesmo com o passe online, se caso comprar de segunda mão (meu caso) e queira jogar, terá que pagar o passe separadamente...

Bom, personagens DLC de graça mas fazem isso com os fãs ? Sem deixar a porra do modo online incluso no pacote numa boa...

PORRA HARADA!!!! PORRA NAMCO!!!!

Mas acredite, você terá muito que jogar antes de partir pras partidas online. Muito mesmo!

E quase me esqueci, cada jogo tem duas capas, eu tenho é a versão Latino-Americana das capas e veio essa segunda aqui:


Esse título da série é muita diversão, sem dúvida um dos melhores jogos de luta da nova geração e vale muito à pena! Muito mesmo!



Enjoy!

4 de janeiro de 2013

200 mil visitas.



Eis outro post comemorativo.

Simplesmente gostaria de agradecer a tantos acessos afinal de contas o blog atingiu...

UMA MARCA DE 200 MIL VISITAS.

Honestamente, só tenho a agradecer, afinal de contas esse blog é nada mais que um hobbie, mas um hobbie que faço com o pouco tempo que tenho sobrando mas nada de coisas mal feitas.

Sempre procuro dar meu ponto de vista usando o máximo de conhecimento que posso pra realizar tais postagens.

E todos os leitores, novamente meus agradecimentos. Por que sem vocês não exisitiria o menor propósito em continuar com ele em tanto tempo.

Obrigadão mesmo, vocês leitores que fazem nós blogueiros continuarmos com isso!

28 de novembro de 2012

Motivos Para Jogar Street Fighter III

SAAAAALVE CAMBADA!

Andei relativamente sumido, muitas coias rolando mas enfim, isso é um blog de muitos assuntos e não um divã para desabafo.

Cheguei fervendo mesmo, pulando com os dois pés e tudo!

Enfim, eu vim aqui pra agradecer todos os leitores do blog, por que cerca de três meses atrás atingi 100 mil visitas.

E de repente, com 3 meses estou com mais de 160 mil.

Sinceramente, fiquei muito empolgado ao ver que tudo isso se deve à um blog simples, sem nenhuma intenção financeira de arrecadar lucros com visitas, eu posto aqui sempre que posso e gosto disso. Não existe nada que pague um comentário elogiando ou fazendo um comentário crítico construtivo!

Mas em todo caso, eu vim aqui pra falar de uma das franquias que melhor entendo.


STREET FIGHTER!

Of Course!

Eu já falei bastante da série por aqui, em especial na postagem sobre meus personagens favoritos e como os americanos ferraram as frases do jogo.

Enfim.

Basicamente, Street Fighter teve seu auge no segundo jogo da série, uma popularidade bem alta na série Alpha e agora no IV ultrapassa horizontes com suas mil versões e seus jogadores sem vida social que perdem toda a adolescência fazendo trials e jogando online com combos que te fazem perder a vontade de jogar.

Pois é, a vida é cruel mesmo.

Mas tem uma coisa que me desagrada bastante.

O terceiro jogo da série é visto de forma excluída pelos próprios fãs da série e por fãs de jogos de luta de modo geral ele é bem aceito como todos os outros jogos de luta bons.

Mas Street Fighter III não se limita ao "bom", ele é inexplicávelmente foda!

Bom... inexplicável não né, caralho!

FOCO JUNINHO, FOCO!

Se fosse inexplicável essa postagem teria a mesma utilidade do Select na sua manete.

Agora vamos ao que interessa!



Novos ares, novos personagens!


A Capcom prometeu um novo ar pra série e fez isso com maestria.

O problema é que nem todos aceitaram isso numa boa pela falta de personagens clássicos.

Falando sério, existem coisas que me tiram do sério com facilidade e uma delas é "não tem os clássicos" ou "não é como o modelo clássico".

Honestamente, a comunidade gamer precisa aprender a ver as coisas como são, e se o jogo tenta do início ao fim ser novo e não repetir uma fórmula, ao menos não gostem pelo que é e não simplesmente diga que é falta de clássicos.

E a Capcom ainda foi bem generosa, por que inicialmente não teria nem Ryu e nem Ken!

Pra todos que não sabem dessa informação, Street Fighter III inicialmente só teria UM personagem clássico.

E quem seria ? SAKURA!

Ela e Sean seriam aprendizes de Ryu e Ken, Sakura como prodígio do mascote da série e Sean como forte personagem aprendiz do campeão americano.


E sim, Sean não seria a vergonha que é hoje! Eu achei a ideia incrível e a removeram por que ?

"Por que não tem Ryu e Ken, sou fã putinha mesmo, mimimimimimimimimi".

Triste viu, a ideia inicial é melhor que a atual e eu fico triste só de lembrar. E pior ainda, a Capcom fez tudo nos novos pra lembrar os antigos... como por exemplo.

Remy não tem golpes de Charlie e Guile atoa, Necro não solta choques e estica braços atoa, Dudley não luta boxe atoa e Alex não é um wrestler atoa também.

Mesmo que de formas diferente, a Capcom pensou na putice dos fãs e fez personagens minimamente inspirados neles.

E a galera nem percebe ou finge que não percebe.



Novidade é sempre bom, mesmo em personagens!


Sei que esse tópico deveria estar no acima, mas a questão é...

Falar dos personagens que não fazem referências aos clássicos.

Honestamente, Twelve é estranho sim, Q também, e Oro dispensa comentários.

Isso sem contar o tamanho teor de testosterona de Makoto!

Mas cada um tem um sistema novo, diferente, e igualmente eficaz.

Mas francamente, dá um trabalho jogar com os novos, principalmente com uma Ibuki da vida, que é a ninja mais trabalhosa de se jogar da face da Terra.

Depois de Kagemaru. É claro!

Voltando ao assunto... e digo mais, mesmo que eu não goste de todos os personagens, é divertidíssimo jogar com eles, é diferente e não te dá o mesmo trabalho que um El Fuerte daria no SFIV!

A menos que você escolha o Oro... claro!

Mas mesmo assim, é interessante a tentativa de domina-los.

Afinal de contas, jogar com Ryu e Ken a vida inteira jamais vai te trazer o mesmo repeito que traria se você jogasse decentemente com Necro ou Oro!

Principalmente o Oro, digo e repito! Que trabalho pra se zerar o jogo com ele, puta que pariu! Apesar de sem dúvidas ser um dos mais apelões, eu posso afirmar que ele é o mais difícil do jogo inteiro de se dominar!

E tenho dito!



As músicas são diferentes mas são legais!


Um jogo novo em tudo... não era brincadeira quando a Capcom disse isso!

Bom, cenários diferentes do que estamos acostumados a ver, músicas diferentes, ambientes e personagens diferentes.

Tudo mesmo.

Mas as músicas! Bom, elas funcionam dentro do jogo com sua devida qualidade.

Não quero defender elas falando que são o tipo de música que você deveria comprar a OST original ou ficar ouvindo no seu celular.

Mas de fato elas funcionam bem pro jogo em questão.

E sinceramente, gosto muito de uma delas que é a Jazzy 99', música tema de Alex e Ken, muito mas muito legal mesmo, e vocês podem conferir a versão original aqui e a arrange aqui.

E como disse, esse fator não vou falar demais, afinal de contas não vejo motivos pra defender a trilha sonora desse jogo com tanto afinco.



Gameplay Alucinante


Francamente, o maior motivo pra se jogar um jogo de luta é sempre o divertimento da pancadaria.

Ao menos em 90% dos casos, tenho amigos que jogam pra ver final e etc. Coisa que eu também gosto mas confesso que eu me preocupo com isso em segundo plano.

Jogo de luta tem que ter jogabilidade EXCELENTE.

É uma necessidade do gênero, assim como jogos de esportes precisam de física realista pra se identificar com o que ta sendo feito.

E é nesse fator onde Street Fighter III se supera.

Na verdade, o III e o IV são igualmente os melhores se tratando de gameplay por motivos diferentes.

De forma técnica, abordando os dois jogos, o IV permite por ser mais lento, mais precisão e mais calma nos comandos, tornando ele mais fácil e simples, o que é excelente pra jogadores casuais e novatos, enquanto o III é muito mais difícil de se jogar, principalmente por causa do Parry! E por antes da luta começar é necessário escolher um dos 3 Super Arts, que vão definir parte da estratégia do jogador.

E pra quem não sabe, Parry é um comando que anula o golpe do oponente seja projétil ou golpe físico TOTALMENTE.

Porém, o tempo pra se usar o comando é algo absurdo e coisas que somente alienígenas disfarçados conseguiriam.

Localizaram um na Terra por sinal, o nome dele é Daigo Umehara.


Ele se diz humano e mora no Japão. Que japonês é inteligente e superior em games de luta não é novidade.

MAS PARRY EM TODOS OS HITS DO SENRETSU KYAKUU DA CHUN-LI É COISA DE ALIEN.

Não adianta tentar me convencer, pra mim Daigo sempre será um alienígena!



Fator Desafio


Falando em dificuldade, esse jogo tem um fator desafio muito bom.

A realidade é que Street Fighter III é o mais complexo da série, tornando as lutas muitas vezes muito mecânicas, o que não é sempre ruim.

O bom, é que mesmo um jogador que não fica horas e dias e meses fazendo combos não necessariamente tem vantagens contra um que sabe o tempo exato de cada golpe e coisa e os anula com parry ou meramente batendo nos momentos exatos.

Tornando o jogo MUITO equilibrado!

E terminar o jogo com todos os personagens no nível médio, padrão, exige um pouco mais de maldade e de domínio dos personagens que um jogo de luta comum.

Os oponentes tem uma dificuldade às vezes meio frustrante, usam parry a todo instante e é necessário uma dose extra de palavrões e tentativas pra se vence-los.

Sem contar Gill, que aberrações à parte é o chefe mais apelão de toda a franquia.

O cara é uma desgraça universal de tosco visualmente e sua cueca nos faz sentir repulsa de sua existência.

Sem contar no fato de ter duas cores, e isso é ruim! Principalmente por se tratar de Street Fighter onde todos os lutadores eram sóbrios.

E o fato de ter duas cores só piora quando se descobre que o lado vermelho solta fogo e o azul solta gelo.

Mas com um Necro aqui, um Oro ali, um Urien lá, você pode pensar que ele é pouco além dos personagens desse jogo.

MAS NÃO, ESSA PORRA É UMA ABERRAÇÃO!!!!!

E além de visutalmente ofensivo, ele é um puta apelão e tem um maldito Super Art automático que faz ele rescussitar...

Diabos o carreguem, trouxeram um chefe da SNK pra Capcom.



Personagens Igualmente Carismáticos


Olha, eu já falei dos personagens duas vezes. Eu sei!

Mas existe algo que eu queria realçar.

Esse "chororô" de falta de personagens clássicos, ofusca as pessoas e fazem com que elas não notem personagens tão carismáticos quantos os antigos.

E exemplo disso temos de sobra.

Remy, um lutador melancólico que viu o pai abandonando a família e tudo mais pra viver a sensação de lutar todos os dias.

Dudley que apesar da história ridícula de buscar o Jaguar que era de seu pai após recuperar sua vida de rico, é muito legal, campeão Inglês e rival de Balrog em SFIV.

Elena, que é a versão feminina (e menos sorridente) de DeeJay, que é a princesa de sua tribo e luta por mera diversão e através de combates faz novos amigos e etc. Olhe pro sorrisão da garota, tem como não se apaixonar por ela ?

Os irmãos gêmeos Lee, Yun e Yang, que são dois lutadores que suponha-se que sejam sobrinhos de Lee (do primeiro Street Fighter) e são bem carismáticos também por principalmente serem TOTALMENTE diferentes.

Enquanto Yun é mais brincalhão e Yang mais sério e vive tirando seus oponentes derrotados.

E Alex, que é um wrestler que é o principal desse jogo (aposto que pensou que era o Ryu de novo), que busca vingança em Gill por aleijar seu mentor. Apesar do próprio dizer à Alex que ele venceu justamente. E honestamente, me faz gostar dele, por que esse lago vingativo "sem razão" do Alex, mostra um lado bem humano nele, coisa que muitos de nós faríamos ou pensaríamos.

Mas esses são meros exemplos, da minha opinião pessoal. Muita gente gosta de muitos dos outros personagens, eu só citei os que tem mais carisma e etc.

O restante cabe da opinião pessoal de cada um mesmo!



Capricho Visual


Olha, sinceramente. Pode parecer exagero.

Mas não me recordo de um jogo 2D com TANTO capricho visual como esse!

Enquanto os jogos da sua época tinha 30 quadros de animação. Street Fighter III já tinha 60.

E olha, que detalhamento eles tiveram.

O personagem quando perde pode ficar caído de várias formas, se levantar de outras, de acordo com a situação.

É absurdamente detalhado a movimentação dos cabelos, roupas e etc. Tudo impressiona.

Caso tenham dúvidas, escolham QUALQUER personagem e deixem eles parados após o começo da luta, verão a fluidez de seus movimentos, roupas, cabelos e tudo mais. É tudo muito lindo de se observar!

Os cenários eram mais bonitos no Street Fighter III: New Generation e Second Impact, mas a versão definitiva Third Strike por mais que tenham cenários com nível de qualidade menor, ainda assim impressiona com detalhismo e cores.

Se caso ainda não prestou atenção, merece uma super surra de motoserras!

E vale citar que quando passaram o jogo pra versão de PS3 e Xbox 360, o jogo foi praticamente refeito pra se adequar aos padrões HD sem ficar pixelado.



Fácil Acesso e Vida Útil Prolongada


Depois de lançado, a versão do Arcade foi portada somente ao DreamCast, único console da época que poderia suportar tamanho poder da placa CPS-III de forma que tudo fosse mantido intacto.

Somente anos mais tarde, sairia a versão de PS2 e Xbox.

Onde a do PS2 era boa e tudo mas não chegava perto, por que a Sony estava preocupada demais criando um console pra 3D ignorando o 2D e Xbox rodava lisinho.

Mas ainda assim, o mesmo jogo de sempre, com Arcade, Versus, Options e Foda-se!

Nada mais que essas quatro opções que a Capcom dava aos jogadores casuais de consoles!

Até que foi anunciado Street Fighter III: Third Strike - Online Edition!

Milhões soltaram fogos e comemoravam loucamente, achando que teriam o jogo em seus respctivos PlayStation 3 e Xbox 360 e tristes pensando que seriam um jogo "sem nada extra".

Afinal de contas, o passado da Capcom quanto a isso é mais macabro que a ficha do José Dirceu.

E eis que no lançamento a surpresa atingiu a todos.

O jogo ta cheio de modos extras, tutoriais, trials e etc.

Sem contar os Challengers que são difíceis porém legais de fazer.

E os trials do SFIII são tão desumanos quanto os do IV, mas só de ter já aumenta e muito a vida útil do jogo.


Conclusão:

De modo geral, o jogo é ótimo, mas tem pontos fracos, apesar de um deles ser a falta de personagens clássicos, acho extremo demais as pessoas deixarem de jogar exatamente por isso, deveriam dar uma chance aos novos de se mostrarem eficientes e quem sabe gostar tanto deles quanto de algum dos antigos.

Sem contar a dificuldade alta que como já falei acima, só é ponto positivo pra jogadores hardcore, o que é uma minoria, a maioria joga pra se divertir e acaba perdendo o clímax do jogo por conta de fatores como esse.

Os trials só de estar lá são um ponto positivo mas a dificuldade fora do comum torna eles negativo. É estranho como um mesmo fator pode ser bom e ruim simultaneamente.

E com tudo isso, concluímos que Street Fighter III é um excepcional jogo apesar de seus problemas ora normais e ora irritantes.

Mas uma coisa todos concordamos.

Gill é um tosco e precisa aprender a se vestir, sem contar que ter duas cores não é algo legal.

E eis a arte de alguém que desconheço mas que transmite exatamente o que fãs como eu sentimos.


Meus sinceros agradecimentos ao criador da imagem, que em sua genialidade teve inspiração pra algo tão brilhante!

12 de novembro de 2012

Wintersun - Time I


Salve galera, quanto tempo não falo de metal por aqui certo ?

Ultimamente esse blog tem sido muito focado em jogos, ainda mais de uns meses pra cá e eu preciso voltar à formula original do "Humor, Animes, Metal e Games"...

Então, uma parte de cada vez.

Apesar de que animes ta foda de colocar aqui, qualquer coisa indico um velho que já vi.


Mas enfim, vim aqui falar de um dos melhores trabalhos de 2012.

Senão o melhor!

Mas mesmo que não seja "O" melhor, ao menos duas coisas ele é, a primeira é que certamente é dos melhores, e a segunda é que é COM CERTEZA o mais inspirado, mais autêntico e convence claramente por isso.

Primeiro uma aula de história...


Wintersun é a banda que Jari Mäenpää criou enquanto ainda estava no Ensiferum, e decidiu sair pra dar continuidade à seu trabalho de forma individual.

Praticamente criava tudo e passava pros integrantes, por isso que mesmo sendo uma banda e acabo considrando Wintersun uma "one-man band". Por esse simples fato, algo parecido com Opeth nesse aspecto!

Wintersun, nome curioso por sinal, que significa sol de inverno tem todo um significado para Jari.

Que Winter, representa o lado melancólico e frio da magia finlândesa enquanto o Sun, representa o universo, as estrelas de modo geral, algo muito bem representado em suas letras.

E com isso o álbum com nome da banda foi lançado em 2004.

Apesar de muito competente, era somente uma mistura de Death Melódico com pegada Folk, dando uma diferenciada e só, o álbum é muito bom, mas não carrega toda uma identidade com ele.

E com isso em 2006 tivemos o anúncio de "Time".

Em meio a muitos atrasos e anúncios e cancelamos, tivemos anuncio pra começo de 2007, fim de 2007, começo de 2008, fim de 2008 e isso até 2010 quando o single Time saiu.

A música era diferente, mais autêntica mas não chamava tanta atenção assim.

E eis que anunciaram que Time estava concluído.

Expectativas atrás de expectativas pra ouvir um álbum que era aguardado por 6 anos.

Me vem a trollada do Jari com Time I, ou seja, o II já ta vindo em 2013...

Imagino eu que pra recuperar parte da grana que ele gastou nesse meio tempo. Então é tolerável, mas o motivo maior de ser tolerável é a INCRÍVEL qualidade desse álbum.

Começando pela LINDÍSSIMA abertura do álbum com "When Time Fades Away"... abertura meio longa, mas são 4 minutos bem bonitos...

E nisso, vem a melhor música do álbum sem sombra de dúvidas, "Sons of Winter and Stars", dividida em quatro grandes momentos, em 13 minutos perfeitos do começo ao fim. Muito linda, muito pesada, emocionante, extremamente bem estruturada e altamente viciante. Não é puxada de saco, essa música é uma das melhores músicas que já ouvi em minha vida mesmo!

O refrão é um dos mais bonitos que já vi, e todo metafórico. Absolutamente maravilhoso!

Depois da porrada, vem a calmaria, como sempre. E com isso vem a pesada porém mais melódica  "Land of Snow and Sorrow".

Com arranjos dignos de prog rock, que te levam a qualquer lugar menos a sua realidade presente. Ela é nada além de uma passagem tranquila do disco, linda demais por sinal. Ouvir ela com atenção é primordial por que de impacto ela pode soar sem graça perto da primeira do disco.

Depois de tudo, mais uma intro, "Darkness and Frost" e na sequência a faixa título do álbum. Time!

Praticamente a segunda melhor do disco. Sendo que essa música carrega o título do álbum. Honestamente, adorei a letra e o refrão dessa música. Suas passagens calmas e misturadas com as harmoniosas são delirantes.

Apesar de que o álbum só tem praticamente 3 músicas, duas delas são de altíssimo nível e a mais calma é muito foda mas não é inferior em qualidade.

Simplesmente, muito inspirado esse álbum. Como eu falei acima, se não for o melhor de 2012 é sem dúvidas o mais inspirado!

E aqui deixo minha super indicação a esse incrível trabalho do Jari Mäenpää. Que apesar de diferente do primeiro álbum agora carrega muito mais identidade musical misturando Death Melódico, Folk e Metal Progressivo e espero muito que o Time II seja tão competente quanto. E eu COM CERTEZA falarei dele por aqui.

Espero que gostem do álbum, por que essa banda não é muito famosa e eu gostaria muito de divulgar o trabalho desse finlandês genial!


Nota: 10

Tracklist:

1. "When Time Fades Away"
2. "Sons of Winter and Stars"
       I. "Rain of Stars"
       II. "Surrounded by Darkness"
       III. "Journey Inside a Dream"
       IV. "Sons of Winter and Stars"

3. "Land of Snow and Sorrow"
4. "Darkness and Frost"
5. "Time"

7 de novembro de 2012

Resident Evil 5


Salve cambada, desculpem a demora...

Mas eu avisei que poderia demorar a postar mesmo, então tá valendo.

Enfim, resolvi abordar um dos dois jogos que me motivaram a comprar o meu console da atual geração.

O primeiro e maior motivo sem dúvidas foi Super Street Fighter IV: Arcade Edition, fã de Street Fighter há anos como sou, não poderia ficar sem jogar esse em minha residência.

E o outro foi Resident Evil 5. Sem sombra de dúvidas.

Não devo ter contado como comecei a gostar da série, acho que na última postagem sobre minha Análise Pessoal da Demo de Resident Evil 6 eu contei.

Um dia de tédio, muitos jogos de PS2 pra jogar e eu lá, sem nada pra jogar, e peguei um dos jogos que vieram no meu console que comprei de um amigo e eu não tinha nem sequer pegado pra jogar.

Era Resident Evil 4. Muito bom por sinal, mas decidi falar do 5 primeiro por que pretendo compra-lo em HD na PSN antes.

Mas, de toda forma, foi um jogo muito bom, divertido. Mas não me faria ser fã da série ou coisa do tipo.

E depois do 5 isso mudou, em todos os aspectos.


Primeiro que Chris era um personagem MUITO mais carismático do que Leon, com mais atitude e mais autêntico em sua personalidade, enquanto Leon tem que fazer o papel de "sangue frio" a cada instante por ser um cachorrinho do governo.

Uma fator decisivo também foi o fato de ter mudado o foco do 4 em diante pra ação, mesmo que esse ainda mantenha leve clima de suspense, o 5 elimina tudo isso transformando ele num jogo de ação. Total ação!

E outro é o fato de o sistema de duplas ter sido mantido, porém ao invés de salvar alguém como no 4 se tinha uma ajudante. Que apesar de semi-retardada em alguns momentos é de extrema ajuda, a inteligência aritificial do parceiro em RE5 é realmente muito boa.

No meu ponto de vista uma melhoria, podem me xingar a vontade os fãs putinhas da série clássica de survival horror, eu joguei quase todos e odiei bastante. Não vou falar bem de algo que eu não gosto, é apenas uma opinião.

E sim, acho todos os antigos uma grande desgraça universal.

Mas continuando...

A história do jogo, bom...


Eis um problema na série. Pra mim pelo menos, a simplicidade dos acontecimentos e dos motivos de cada personagem não justifica o tamanho de coisas que acontece... é tudo muito vago.

Resident Evil nunca teve histórias mirabolantes, o seu foco assim como Street Fighter sempre foi a jogabilidade.

Que apesar de eu odiar os antigos revolucionou sua época. O mesmo com Street Fighter... não é atoa que são as duas maiores cartas da Capcom.

O enredo é bem simples, começa com Chris sendo enviado a África pra unir forças com a membro do BSAA de lá, Sheva Alomar.


Ele como membro da BSAA (Bioterrorism Security Assesment Alliance), foi ordenado a investigar e resolver o problema do contrabandista de bio-armas Ricardo Irving.

E sem contar o aparecimento dos majini's, os infectados da série assim como os ganados no 4. E não mais zumbis como a série clássica tinha.

Com os dois membros se tornando amigos ao decorrer do jogo, e uma equipe africana sendo dizimada, Chris abandona a missão depois que descobre seu foco, Albert Wesker, e vai atrás dele, mas Sheva não concorda com sua decisão de lobo solitário e acaba acompanhando.

O jogo descreve superficialmente o que houve com Jill, e por que de Chris ser perplexo quanto a isso, com direito a querer ir sozinho contra Wesker...

E isso é a história do jogo até acabar, e revelar as ambições de Wesker e etc...


Como eu falei, o jogo não tem lá uma história marcante. Tem um motivo pras coisas acontecerem, o que é bem diferente, assim como todos os jogos anteriores.

Honestamente, o foco está totalmente no gameplay. na personalidade de Chris e sua interação com Sheva.

E basicamente nisso, não que seja ruim, mas é muito melhor ver Chris em ação do que Leon.

Por que ao contrário de Leon que fica sendo ajudado por uma chinesa gostosa que espera ansiosamente pelo momento que o loiro vai virar um homenzinho e possa realizar sua tara de ter filhos loiros de olhos puxados, Chris vai direto ao ponto e bota pra quebrar.


Afinal de contas, cada vez que o Chris salva o mundo, mas antes disso o mundo precisa se certificar de que vai suportar a pressão feita por Chris.

Por que o que custa pra um cara que faz ISSO destruir o mundo ?

Sem contar que o jogo é lotado de troféus/conquistas a serem alcançados e muitos desses objetivos são dos mais simples até os mais desgastantes.

Santa dificuldade. Puta que pariu!


Mas apesar de tudo divertido, com exceção da busca pelas placas da BSAA que estão infernalmente escondidas durante o jogo.

O jogo em si já compensaria por si só, mas ainda temos os DLC's né...

Afinal de contas, é a Capcom. Claro...

São 4 no total, dois de roupas de personagens e coisas envolvidos ao modo Mercenaries Reunion e 2 modos de jogo.

Esses dois modos novos são a grande graça dos DLC, mas vamos por partes.

Primeiro de tudo, essa parte da postagem tem um pouco de spoilers, não digam que não avisei...

O primeiro DLC envolvido é "Lost in Nightmares", lembra que falei da parte de Chris ser conturbado pela perda de Jill e é louco pra se vingar de Wesker e que o jogo em si conta muito superficialmente.


Pois bem, eis o jogo que conta a missão dos dois na mansão do criador dos vírus e nela jogando com Chris e Jill temos como chefe Albert Wesker.

Mas o grande diferencial desse modo em relação ao jogo é o modo como ele é aplicado.


Esse modo é totalmente voltado ao Survival Horror, mesmo que com jogabilidade de ação, com direito a poucas balas, puzzles (mesmo que muito simples), pequenos enigmas, uma mansão envolvida e uma parte em especial na qual se passa MUITO aperto.

Esse é o presente da Capcom pros fãs da série de modo geral, uma grande referência aos 3 primeiros jogos da série.

Particularmente não gostei muito. Jogando sozinho foi bem chato pra mim, que não curto a série clássica, mas depois jogando com um amigo funcionou melhor... eu achei bacana jogando com dois jogadores.

E o outro DLC foi Desperate Escape que conta como foi a fuga de Jill com o capitão Josh Stone.


Depois de Jill controlada por Wesker ser derrotada por Chris durante a campanha principal, ele vai atrás de Wesker e ela foge com Josh.

Mostrando o caminho percorrido até a chegada do helicóptero, e nesse processo tem que bater, atirar, massacrar e destroçar bastantes majini's.


E é bem apertado, é uma parte ainda mais ação que o jogo inteiro, é bem apertado mesmo em algumas partes, chega a estressar ver 4 majinis com motossera na sua cola, te deixando bem apavorado.

E essa fuga encaixa no final do game, pois é Jill que entrega as bazucas pra Chris e Sheva finalizarem de vez com o vilão do jogo...

Vale citar que eu li todas as histórias e pelo que dá a entender, Wesker estava envolvido em quase tudo desde o primeiro Resident Evil. Os fãs da série inteira provavelmente gostaram bastante disso.


Por que é bem contada essa parte, e muito bacana por sinal.

Mas a grande coisa é que esse jogo tem vida útil GIGANTESCA.

Por um motivo simples...

Depois de terminada a campanha em todos os níveis de dificuldade, assim como seus DLC's, o jogo conta com o modo que mais vai te fazer gastar tempo no jogo.

THE MERCENARIES!

Realmente, um divertimento a parte. É muito gostoso de jogar e quando se der conta terá perdido horas e horas nessa porra.


Sem contar o Mercenaries Reunion que conta com personagens clássicos e fases mais difíceis.

Vale muitíssimo a pena, esse modo surgiu no 3 e foi alterado no 4. Mas no 4 ele era chato, ruim de lidar, e um pouco lento em alguns casos, sem contar que as armas de cada personagem não davam tanta liberdade ao jogador.

E no 5 eles mexeram nisso de forma positiva, alteraram praticamente tudo, virando um incrível mata-mata de majini's.

Sendo seu objetivo matar 150 em cada fase, e tudo isso envolvendo combos e aumento de tempo de duração da dase. É muito bacana a jogatina nesse modo, por que envolve certa maldade do jogador. É necessário mais do que simplesmente saber jogar e sim toda uma estratégia envolvida pra vencer esse modo de forma bruta.


E tudo isso gerando pontos assim como o modo campanha que ajuda na liberação de personagens pro modo Versus (Online), compra de armas infinitas e etc.

Basicamente, se gosta de jogo de ação com elementos viajados, e nenhuma dose de realismo. Encontrou o jogo correto.

Vale citar que a versão Gold Edition é mais compensadora, por já ter sido lançada com todos os DLC's incluídos.

Mas pra Xbox 360 se for destravado não vale tanto a pena, por que ela vem com a senha dos downloads, enquanto a versão do PS3 vem com TUDO no disco.


Tudo vai depender da condição de cada um mesmo.

E bom, os leitores do Lugar de Nerd que me acompanham a muito tempo, sabem que não ligo pra gráficos, mas eu achei o desse jogo muito foda, caprichado nos cenários africanos, paisagens bonitas e etc.

O jogo de modo geral conta com gráficos lindos, gameplay viciante, dublagem de qualidade e fantástico e trilha sonora altamente competente.

Me digam depois o que acharam das músicas temas da batalha contra Jill e da batalha contra Wesker.

Enfim, apesar da campanha relativamente curta, os DLC's e o modo The Mercenaries salvam o jogo de uma possível monotonia.

Vale muito a pena explorar cada aspecto do jogo, é realmente diversão adoidado.

Altamente recomendado pra sua coleção de originais ou mesmo a título de curiosidade como um jogo de ação para os fãs do gênero.