1 de outubro de 2011

Castlevania - Symphony Of The Night


Depois de certo tempo sem postar coisa alguma, eu finalmente tive idéia do que postar...

E resolvi falar de um jogo que tirou muitas horas da minha adolescência, cuja qual eu passei mais jogando que fazendo qualquer outra coisa, afinal de contas, o ensino da escola pública não era algo que tinhamos que necessariamente suar pra ter bons resultados no fim do bimestre.

Eu bem que tentei ir pra uma particular ou federal... mas não foi possível devido a minha situação financeira.

...

Foco Juninho, foco.

Mas enfim, depois que eu peguei emprestado e copiei Castlevania: Symphony Of The Night. Minha visão a respeito dessa franquia mudou e meus olhos brilharam.

Afinal de contas, meu primeiro e único contato com Castlevania antes de jogar essa divindade era somente com Castlevania: Dracula X do Super Nintendo (em japonês ainda por cima).

Ou seja, eu gostei do jogo sim, mas era super difícil e por mais que o jogo fosse bom, o nível de diversão dele caía drasticamente devida à dificuldade exagerada. Pelo menos é o que eu acho, afinal de contas existem muitos jogadores que se divertem com aquele exagero de dificuldade, o que não é o meu caso.

Portanto, logo que apertei no New Game. Algo se destacava de forma bruta pra mim, afinal de contas, tinha toda uma história por trás de tudo mesmo antes de jogar, não era algo meio forçado de "estar no castelo por que sim" ou então uma história que deveríamos comprar o jogo original e ler no manual. Era realmente uma trama por trás de tudo.

Já que comecei a falar da história, por que não conta-la ?

Começando com o fato de controlarmos Richter Belmont derrotando o conde vampiresco, dando mais que na cara que Symphony Of The Night é uma continuação direta daquele de Dracula X. Logo em seguida, o prólogo do jogo é anunciado e descobrimos que quando Richter derrotou Drácula, o castelo dele tinha aparecido de forma normal, e que somente 4 anos depois ele apareceu novamente, Shaft, um dos subordinados do conde, tinha novo plano para traze-lo antes da hora e colocou Richter sobre seu controle, fazendo dele o "último chefe". Tais fatores, fizeram com que o amigo elegante de Trevor Belmont, despertasse de seu sono, e esse era ninguém menos que Alucard, que recebe uma parcela de ajuda de Maria Renard.

Mas claro, existe um método para se descobrir isso e ver o que realmente ta acontecendo, salvar o azulzinho da família Belmont, ir ao castelo invertido e depois ir ao encontro do treteiro do Shaft e ainda chutar a bunda do conde.


Alucard

De fato, Castlevania demorou muito pra criar personagens tão bons quanto ele, e eles são ninguém menos que Shanoa e o simples e de fato muito legal Soma. Mas mesmo assim não os considero melhor, ta certo que Shanoa é foda por que muda totalmente o padrão por que ela usa magia e tudo mais mas ainda assim Alucard tem de fato um charme diferencial.

Não sei vocês, mas eu só curto o Richter dos Belmont, acho que essa família já deu tudo que tinha que dar no jogo e usuários de chicote não tem a mesma graça de caras usando magias ou de uma maga, ou mesmo do próprio Drácula (como é o caso do Soma).

De fato, não tem.

Mas voltando ao assunto do jogo, afinal eu estou perdendo foco de novo.

O jogo muda o padrão chato de somente fases a serem passadas, agora implantado um sistema de mapa aberto, onde era possível ir a todos os lugares sempre que tivesse vontade. E logo depois que se compra o mapa na biblioteca, ae sim que fica melhor ainda.

Afinal de contas, quando se invade um castelo que só aparece umas 3 ou 4 vezes a cada mil anos. E quando você tem a noção de que o castelo é do Conde Drácula VOCÊ QUER É EXPLORAR A PORRA DO LUGAR E VER TUDO DE FODA QUE O VAMPIRÃO PODE TE OFERECER.

Boa Konami, se não mudasse essa chatice aposto que não teria metade dos fãs pra essa série.

Richter Belmont

Vale lembrar que esse jogo também foi implantado alguns sistemas de RPG, como level, equipamentos para ajudar na matança, história mais elaborada (mesmo que ela ainda seja simples comparada a outras por aí), carregar itens que podem ajudar como facas, água benta e crucifixos.

Sem jamais me esquecer dos familiares.

Mas se você não jogou esse jogo e não sabe o que são os familiares que me refiro, sinceramente, você ta perdendo esse jogo, afinal ele não ficou em várias listas de melhores jogos de todos os tempos atoa.

Mas para os mais jovens que desconhecem a magia dos jogos antigos ou pra quem simplesmente não jogou (esses merecem uma boa surra por isso) eu irei explicar.

Familiares, são aqueles que podem te ajudar no jogo, personagens pequenos e carismáticos com as mais derivadas funções, que são Fantasma, Morcego, Fada, Demônio e Espada. Particularmente eu gosto muito da espada por que ela tinha uma função um tanto quanto devastadora após o level 50. Sim, eles tem level próprio pra deixar sua vida pouco mais complicada, mas confesso, é divertido evolui-los. Pode acreditar.

E quando você lê alguma coisa e pensa "nossa, esse jogo tem tudo, ele é excelente".

Maria Renard

Na verdade ainda tem mais coisas, e ainda por cima boas.

Seguinte, Alucard é um vampirão foda, como eu já falei acima e sua força é algo a ser descoberta com o passar do jogo, você vai ganhar habilidades de se tranformar em névoa, lobo e morcego, e como se não estivesse bom o bastante, cada uma dessas transformações tem suas próprias evoluções de forma que a névoa fica venenosa e começa a causar dano, o lobo ganha um avanço muito bom que serve pra passar batido por todos e o morcego além de cuspir fogo, também ganha radar e uma espécie de investida aérea.

Outro fator excelente, é o fato de que Alucard pode usar magias. E melhor ainda, através de comandos.

Quem jogou o jogo sabe como é legal chegar numa tela cheia de fracotes e ao invés de sair batendo neles, simplesmente executar o comando e ouvir Alucand gritando: "SOUL STEAL". Logo em seguida todos os inimigos morrendo e seu personagem se banhando de energia alheia.

Bons tempos, ôôôô se eram... Algo bem divertido que jamais vai fugir das minhas lembranças felizes.

A propósito, por falar em vozes, o jogo é dublado. E de fato,  muito bem dublado mesmo, mesmo para uma época em que dublagem eram coisas bem curtíssimas, como nome de golpes e tudo mais. Porém, o capricho da Konami com esse jogo foi tão grande, que todos os diálogos do jogo tem dublagem, e devida ao fato do jogo ter história mais elaborada, o diálogo tornas as coisas muito mais legais.

Outra coisa muito boa é a trilha sonora do jogo criada por Michiru Yamane, sinceramente, vi poucas trilhas tão coesas com o jogo em questão, que fossem algo que combinasse de ponto a sempre se lembrar do jogo ao ouvi-las, mesmo fora do jogo.

Dracula

Ah sim... quase me esqueci.

Os chefes do jogo são simplesmente sensacionais, pelo menos grande parte deles. É muito bom ver personagens além do principal que chamam atenção de forma que você jamais os esquece.

E pra todos que gostam de um verdadeiro desafio infernal, terminem o jogo (de preferência as duas etapas), e comece o jogo com Richter Belmont, garanto que vai lhes dar muitas horas de xingamentos e murros em locais aleatórios de tanta raiva.

Vale lembrar que o jogo tem um fator replay alto, afinal de contas, você tem dois finais. E um deles é simplesmente metade do jogo, ou seja, se quiser pode finalizar detonando Richter na metade do jogo ou então pode explorar o jogo feito louco e descobrir que existe um segundo castelo, todo invertido e que os monstros apelam infernalmente, e ainda desenrolar o restante da história e enfrentar seu pai Dracula.

E pra quem tiver oportunidade jogue a versão de Sega Saturn ou da PSN, afinal nelas Maria Renard é uma personagem jogável.

Sinceramente, acho que depois de ler e entender a magnitude desse jogo, e perceber que mesmo pra época tinha gráficos em 2D muito bonitos, trilha sonora impecável, história e jogabilidade melhorada em relação aos jogos anteriores da série.

É um dos melhores jogos que mistura aventura com RPG que já vi em todos os tempo, sinceramente, quem já jogou aprova, e quem não jogou realmente não deveria perder tempo.

Afinal, como eu já citei acima, ele não foi indicado como um dos melhores jogos de todos os tempos sem motivos, né ?


Enjoy !!!

11 de setembro de 2011

Ultimas novidades do Metal ! [2]

Depois de muito tempo sem falar a respeito das novidades do ramo do Metal e falar de tanto jogo a ponto de fazer as pessoas injuarem, eu resolvi falar de novo de músicas que foram lançadas agora no meio do ano, seguindo a lógica da postagem anterior do Branco sobre os filmes do meio do ano. Com isso em mente e com uma incrível vontade de falar dos lançamentos. Aqui estou eu de novo.

Torchbearer - Death Meditations


Antes de falar de Torchbearer, é bom lembrar, que anteriormente, a banda lançou dois cds (Yersinia Pestis e Warnaments) seguindo uma mistura bem legal de Black Metal, Death Metal e Thrash Metal que apesar de historicamente serem parecidos, são bem distantes musicalmente, e eles conseguiram fazer tudo isso de forma impressionante.

Como se não fosse bom o bastante, a banda simplesmente deu um upgrade no som e fez um som totalmente novo em Death Meditations, que não necessariamente tem uma identificação, mas aos que gostam de gêneros bem específicos, trata-se de uma mistura aproximada de Melodic Black Metal com Brutal Death Metal. Deu pra sacar a porrada ?

É simplesmente sensacional. O álbum abre com a abertura "Portals" que não é nada além de uma música clássica. E toda a calmaria da abertura se quebra com "The Momentum", que segue uma linha bem agressiva, mostrando o novo som da banda, com uma leve queda de peso no refrão dando um charme e tanto pra música, na sequência vem "Coffin-Shaped Heart", que tem um início bem leve e breve, logo quebrado pelo instrumental da banda, que também está impecável aqui, muita porrada, com melodia e Pär cantando demais. Depois de duas músicas sensacionais vem "At Takao River", que é super monótona, chata e altamente sem sentido pra prosta do álbum, eu realmente não gostei dessa música simplesmente por que ela tem vocais guturais e instrumental que parece música eletrônica, sei que parece loucura só lendo, mas podem conferir. O solo dela é bom, pelo menos.

Voltando com uma boa dose de pancadaria, vem "Severings", que apesar de muito boa, não chega ao nível das duas anteriores, mas essa música não deve ser menosprezada por tal feito. Depois de tudo, pra suavizar os ouvidos depois de tanta pancadaria, mais uma introdução, que é "In The Shadows Of Leaves" que é bem suave, com violão e depois simplesmente vem a música com mais melodia do disco e nem por isso mais leve, que é a que carrega o nome do album, "Death Meditations", essa vem com uma dose única de velocidade apesar da sua melodia. Christian Älvestam, já conhecido por seus trabalhos como Scar Symmetry ou Solution .45, demonstra ser um ótimo guitarrista nessa música, e com um segundo vocal gutural sensacional. Digno de viciar e ficar repetindo o refrão por meses.

Após melodias vem a música mais rápida do disco, que é "Penumbra", que pra se entender melhor, basta lembrar daquela música de Death Metal que você sempre escuta e que nunca fica mais lenta, o ritmo só parece aumentar, mesmo no refrão. Então, basicamente isso, porém com uma breve pausa antes no refrão, e te surpreender com ainda mais pancadaria, essa música é simplesmente genial.

Logo em seguida vem o destaque absoluto do álbum. Simplesmente a música mais incrível que essa banda criou até então, que é "Dying Codex", que tem início breve e simples, sem muitos artifícios e logo em seguida vem com um riff muito forte, e uma melodia genial, onde todos os instrumentos parecem se encaixar de forma tão precisa que chega a impressionar ainda mais que o restante do álbum, isso sem contar o refrão e o solo, são simplesmente perfeitos, difícil explicar o que se passa nessa música. E pra fechar o disco com mais pancadaria vem "The Aphotic Depths", que é toda instrumental, uma canção que começa e finaliza com energia e peso de sobra.

A banda composta por Pär Johansson nos vocais, Tomas "Plec" Johansson no baixo, Rolf "Stuka" Pilve na bateria, Patrik Gardberg e Christian Älvestam nas guitarras, esse último, que já ajuda a banda com respeito a fama, afinal ele é membro do Solution .45 e de muitos outros projetos e bandas além de ex-vocalista do Scar Symmetry, mas de fato, a banda como um todo evoluiu muito e merece o sucesso que vem adquirindo com o tempo. Facilmente indicado pros melhores do ano de 2011, e isso se não for o melhor.
  
Nota: 9,5

TrackList:

01. "Portals"
02. "The Momentum"
03. "Coffin-Shaped Heart"
04. "At Takao River"
05. "Severings"
06. "In the Shadows of Leaves"
07. "Death Meditations"
08. "Penumbra"
09. "Dying Codex"
10. "The Aphotic Depths"

Torchbearer

ChthoniC - Takasago Army 


ChthoniC pra quem não conhece, é uma das bandas de black metal melódico que mais cresce e surpreende no metal, primeiro por serem tailandeses e segundo por tocar black metal de uma forma bem peculiar.


Pra quem duvida do que eu digo, vamos aos membros da banda. Jesse Liu na guitarra, Dani Wang segurando as baquetas, Alexia no teclado, Doris "Thunder" Yeh, a baixista lindíssima que leva os muchachos a loucura e Freddy Lim que simplesmente canta e toca Erhu. Esse ultimo instrumento é algo usado nas músicas tradicionais chineses, e aplica-lo no metal é uma tarefa que duvido muito que seja fácil.

Agora falando do álbum, que começa com "The Island" que é uma lindissima introdução, é até covardia deixar de ouvir um som de flauta linpo e belo como esse, e depois "Legacy Of The Seediq" chega com muita porrada do início ao final, com um refrão que aumenta a velocidade do pedal duplo e empolga pra caramba. E depois com início tipicamente oriental vem "Takao", muito boa, com refrão bem forte,  é nela que da pra notar que o vocalista nesse álbum faz menos uso de vocais rasgados e opta pelo uso mais frequentes de gutural, mas não só nessa música como no álbum inteiro, diga-se de passagem.

Logo após, com início relativamente explosivo vem "Oceanquake", com passagens instrumentais excelentes, deixando os mais perfeccionistas impressionados. Depois com outra maré de pancadarias vem "Southern Cross", com um refrão lindo, lembrando os tempos de Seediq Bale (2005).

O álbum é altamente competente com outras músicas também como "Broken Jade" e "Mahakala", realiza todas as suas propostas com maestria e mantém o nível que a banda sempre teve de forma surpreendente, de fato não é melhor que seu antecessor "Mirror Of Retribuition" mas chega bem próximo, porém uma música em especial tem um destaque muito grande que é "Kaoru", que é tão assustadora e com atmosfera tão densa como "Forty-Nine Theurgy Chains" que é de longe o maior clássico da banda, "Kaoru" chega a impressionar, assustar e deixar empolgado com as melodias e o refrão empolgante. Dúvido muito que ao ouvir não vai ficar com o refrão agarrado na cabeça por dias. Isso sem falar no destaque que o Erhu tem nessa música, aparecendo mais que de costume.

ChthoniC é de fato a banda mais surpreendente do black metal, de fato. "Takasago Army" mostra com clareza o motivo disso. E sem esquecer de mencionar a capa do álbum que como sempre tem uma arte gráfica bonita e completamente diferente do que é visto normalmente.

Nota: 10

TrackList:

01 - "The Island"
02 - "Legacy Of The Seediq"
03 - "Takao"
04 - "Oceanquake
05 - "Southern Cross"
06 - "KAORU"
07 - "Broken Jade"
08 - "Root Regeneration"
09 - "MAHAKALA"
10 - "Quell The Souls In Sing Ling Temple" 

ChthoniC

Scar Symmetry - The Unseen Empire


Falar de Scar Symmetry é sempre um prazer, uma das melhores bandas do Death Melódico da atualidade. Levando em conta o problema que a banda teve com a saída repentina de Christian Älvestam dos vocais, as coisas ficaram complicadas e no seu último álbum vemos um resultado não muito feliz que é o álbum Dark Matter Dimensions (2009), que é mediano demais, e muitas pessoas se sentiram incomodadas por agora dois vocais assumirem o posto que antes era feito por um só homem.

Então, eis que muitos estavam sem muitas expectativas, quando de repente saiu o single com a música "Illuminoid Dream Sequence", música boa, com qualidade e apesar do alto nível, o que mais surpreendeu foi a evolução de Lars Palmqvist que melhorou e muito nos vocais limpos, o que antes incomodou alguns fãs, agora é motivo de orgulho pra banda e pros fãs, que agora não precisam se reclamar, Lars está afinadíssimo e mandando bem ao lado do também vocalista Roberth Karlsson, que agora faz os guturais da banda, tão bem quanto seu antecessor.

O álbum em si só peca com "Domination Agenda", que é a faixa chatinha e repetitiva da banda, algo que a banda sempre fez em seus álbuns, com excessão de "Pitch Black Progress" (2005) que não é o melhor da banda atoa.

Mas outras músicas ótimas do disco são "Astronomicon", "Rise of the Reptilian Regime"  e "Extinction Mantra", essa última bem pesada e diferente do comum, algo realmente surpreendente. Uma bem rápida e emocionante é "Seers of the Eschaton", que chama atenção pelo seu solo veloz logo de cara. Outra característica da banda é o fato de haver uma música que puxe mais ao lado progressivo, e "The Draconian Arrival" faz esse papel de forma eficaz. Vale lembrar da estranha porém muito boa "Alpha and Omega" que fecha o álbum com chave de ouro.

E sei que deixei por último, mas a primeira música do disco é o destaque absoluto do álbum. "The Anomaly" é realmente uma das melhores músicas que a banda já fez em muitos anos, ao lado de músicas como "Holographic Universe" ou "The Illusionist", ela tem a mesma energia que sempre contagiou os fãs antigos.

De forma altamente competente, Scar Symmetry volta ao lugar em que sempre esteve, com a mesma competência de antes, os fãs mais obcecados pelo antigo vocalista, devem acompanhar suas bandas atuais como Solution .45 ou Miseration, os de mente mais aberta, podem agradecer pois a banda está tão boa que Christian sequer fez falta. Se duvida de mim, procure ouvir. Eu garanto.

Nota: 10

TrackList:

01 - "The Anomaly"
02 - "Illuminoid Dream Sequence"
03 - "Extinction Mantra"
04 - "Seers of the Eschaton"
05 - "Domination Agenda"
06 - "Astronomicon"
07 - "Rise of the Reptilian Regime"  
08 - "The Draconian Arrival"
09 - "Alpha and Omega"

Scar Symmetry
Omnium Gatherum - New World Shadows


Omnium Gatherum, atualmente formado por Jukka Pelkonenno posto de vocalista, Markus Vanhala na guitarra, Aapo Koivisto no teclado, Toni Mäki na bateria e Jarmo Pikka no baixo, é uma banda um tanto comentada no cenário do metal na Finlândia, principalmente após a entrada do atual vocalista e seus dois álbuns da banda gravado com ele (Stuck Here On Snakes Way de 2007 e The Red Shift de 2009), a banda acabou ficando conhecida por seu Melodic Death Metal pesado, com velocidade e bem alinhados à voz de Jukka, e quando o novo álbum foi lançado muitos estavam ansiosos.

O álbum inicia com "Everfields", tendo uma base bem progressiva, não só pelo tamanho da música mas também pela perfeição e a suavidade na qual os instrumentos são tocados. Na sequência vem "Ego", buscando algo mais ou menos do passado, porém nem de longe passa perto das canções mais pesadas feitas pela banda no passado, não que isso necessariamente a torne ruim. A faixa título do cd, "New World Shadows" vem com um groove um tanto progressivo também e com algumas variações no ritmo, principalmente na bateria. Outra que chama atenção é "Nova Flame", com seu início estranho, porém diferenciado e chamativo, além da bela melodia, assim como "The Distance" que possui uma melodia fora do comum, técnica e um ótimo refrão.

Apesar das mudanças um tanto bruscas, a banda amadureceu bastante, mas perdeu o fator "peso" que antes tinha de sobra em suas músicas, e agora parece que falta isso e de certa forma incomoda, afinal, por melhor que seja a mudança, não justifica o fato de terem mudado tanto a ponto de perder parte da sua essência. Quando se olha por esse lado é realmente decepcionante.

Nota:7,5

TrackList:

01. Everfields
02. Ego
03. New World Shadows
04. Soul Journeys
05. Nova Flame
06. An Infinite Mind
07. Watcher Of The Skies
08. The Distance
09. Deep Cold

Omnium Gatherum





















26 de agosto de 2011

Vídeo de Humor

Bom, devido a falta de idéias pra montar algo bom ou assunto determinado pra virar postagem. Decidi postar um vídeo de humor que me fez rir um bocado.



12 de agosto de 2011

Jojo's Bizarre: Heritage For The Future


Mais cedo ou mais tarde eu iria falar desse jogo. Então, por que não hoje ?

Aproveitando a minha falta de idéias mais interessantes pra postar no blog, então logo escolhi um jogo que me diverte muito pra falar nesse instante.

E é Jojo's Bizarre: Heritage For The Future, um jogo bem interessante e irei mostrar os pontos que me fazem pensar dessa forma. Ok ?

Primeiro de tudo, o jogo é feito pela Capcom, e tudo que é feito por ela geralmente me faz ir no jogo mesmo que por curiosidade, se for jogos de luta, ae que irei com certeza.

Afinal de contas um jogo de luta feito pela empresta que criou Street Fighter certamente merece o mínimo de atenção e de interesse de qualquer jogador de jogos de luta, desde os casuais (meu caso) até os profissionais.

Então, irei agora demonstrar a parte técnica da coisa.

O jogo é montado em cima da placa CPS3, e por isso somente o emulador da Capcom (que tem o nome da placa) será possível de rodar esse jogo (em consoles só existem versões pra Playstation e DreamCast), mas não se assuste, apesar de ter o gráfico 2D lindo, ele não precisa de placa de vídeo ou coisa do tipo. Sem esquecer de mencionar que esse é o segundo e último jogo da série feita pela Capcom, e esses são de luta, enquanto os outros são dos mais variados gêneros, mas eles não me interessam. E sim, o primeiro jogo é só o protótipo e a versão "Heritage For The Future" é nada além de uma atualização com golpes e personagens a mais. O que nos leva a crer que o que a Capcom faz com Street Fighter IV e Marvel vs Capcom 3 é coisa antiga, já feita com o jogo aqui citado e com Street Fighter III.


Outro fator é a jogabilidade, que é fabulosa, os comandos são super macios e respondeu muito rápido e de forma muito precisa. Algo semelhante a Darkstalkers ou o já dito acima Street Fighter. Ou seja, excelente.
Sem contar que a jogabilidade é algo que digamos que a Capcom aproveitou recentemente. Quem jogou Marvel vs Capcom 3 deve ter notado que só existem 3 botões em comando: fraco, médio e forte. E essa é a mesmíssima jogabilidade do Jojo's Bizarre, porém, no MVC3 existe a imbecilidade do botão de Launch enquanto em Jojo's Bizarre você precisa do quarto botão somente pra usar os Stand. Lembrando que cada Stand funciona de forma diferente, uns usados pra bater, outros pra turbinar golpes e por ae vai, cada um tem sua utilidade, mas claramente alguns se repetem na forma de usar, porém nada irritante.

Mas com certeza deve estar se perguntando algo como:

"Que porra é essa de Stand ?"

E eu já ia chegar lá, abaixa essa foice ae meu amigo...

Acontece que pra entender isso seria necessário o fator da história do jogo, e eu dessa vez resolvi falar dela mais abaixo, por que...

...por que eu quis, ora pombas.


Mas enfim, primeiro detalhe importante, Jojo's Bizarre pra quem não sabe é uma história de mangá, e esse jogo retrata a terceira parte da série (chamada de Stardust Crusaders) e apesar do OVA lançado o jogo é baseado na história do mangá.

A história começa quando o principal, Jotaro Kujo desenvolve poderes sobrenatureis especiais, chamados de Stand (chegando a se trancar achando que estava possuído por um demônio), e logo em seguida aprende com seu avô Joseph Joestar sua importância, linhagem sanguínea e o fato de Stand serem seres que são despertados através da sua personalidade e pela energia vital (mais ou menos como Personas da série Persona) e sobre inimigo ancestral da família, Dio Brando, logo em seguida, Jotaro vai em busca de Dio pra derrota-lo e salvar sua mãe, que é ameaçada de morte pelo fato de não ser capaz de controlar o próprio Stand.

O jogo tem até recepcionista pra você.

Bom, Stand é simplesmente isso, apesar do começo tímido, a história não é tão chamativa logo de impacto mas porém no modo Story, cada personagem tem seu desenrolar e cada inimigo faz parte de sua tragetória e não é nada aleatório com um ou dois rivais com história como Street Fighter. Absolutamente tudo faz parte do caminho de cada personagem e todos tem diálogos antes e depois da luta, isso ajuda muito.

Além da jogabilidade, gráfico, personagens malucos e bizarros (o nome não ta ali atoa mesmo), esse fator me impulsionou a jogar, pelo menos com meus favoritos ou mais interessantes. Eu realmente tinha interesse de ver o que ia acontecer com ele e tudo mais.

E é bem interessante, eu garanto.

Acho que já falei todos os fatores legais desse jogo, mas antes de tudo, não esperem uma mega franquia super fodona, é simplesmente um jogo muito divertido com jogabilidade diferente e interessante, com muitas coisas improváveis e nem por isso menos divertido.

Antes que eu me esqueça, os especiais sempre mostram o rosto do personagem e derrotar o oponente com um desses mostra a imagem do rosto dele se ferrando legal, como a imagem abaixo mostra direitinho.


Enjoy!

3 de agosto de 2011

EVO 2011


Ocorreu entre os dias 29 e 31de Julho desse ano, o maior torneio de jogos de luta da atualidade, trata-se da EVO.

Nesse torneio vários participantes de vários países se enfrentam na disputa de melhor jogador, afinal, ganhar a EVO é praticamente ser o melhor daquele jogo naquele ano, algo como "melhor do mundo" funciona muito bem pros vencedores desse torneio.


Os jogos disputados foram os seguintes e seus respectivos vencedores.

Tekken 6

1° - Kor (Bob)
2° - NYC Fab (Bob/Miguel)
3° - Rip (Law)
4° - JustFrameJames (Law)
5° - Crow (Bob)
6° - Mr. Naps (Bryan)
7° - Tokido (Bob)
8° - Ryan Hart (Kazuya)
 
BlazBlue Continuum Shift II

1° - Spark (Haku-Men)
2° - Lord Knight (Litchi)
3° - Tokido (Noel)
4° - Zong One (Carl)
5° - Heart Nana (Makoto)
6° - Severin (A-11)
7° - DSmoove12 (Noel)
8° - Wuku (Hazana)

Mortal Kombat 9

1° - Perfect Legend (Kung Lao)
2° - REO (Mileena)
3° - JOP (Raiden/Johnny Cage)
4° - Chris G (Reptile)
5° - Denzell Terry (Liu Kang)
6° - 16-bit (Kitana)
7° - OnlineTony213 (Kabal)
8° - ATL Redd (Liu Kang)

Marvel vs Capcom 3

Viscant, o vencedor do torneio de Marvel vs Capcom 3
1° - Viscant (Wesker/Haggar/Phoenix)
2° - PR Balrog (Wolverine/Dante/Tron/Amaterasu)
3° - Justin Wong (She Hulk/Wolverine/Akuma/Storm/Wesker)
4° - Combofiend (She Hulk/Taskmaster/Spencer)
5° - Noel Brown (Wolverine/Wesker/Akuma/Phoenix)
6° - Filipino Champ (Magneto/Sentinel/Phoenix/Dormammu)
7° - X-Ray (Dante/Amaterasu/Magneto)
8° - Mine (Wesker/Taskmaster/Phoenix)
 
E a melhor parte da Evo aconteceu somente no final evento, é claro, pra fechar com chave de ouro.

Super Street Fighter IV: Arcade Edition

Fuudo, vencedor do torneio de Super Street Fighter IV: Arcade Edition
1° - Fuudo (Fei Long)
2° - Latif (C.Viper)
3° - Poongko (Seth)
4° - Daigo Umheara (Yun)
5° - Kindevu (Yun)
6° - Tokido (Akuma)
7° - Wolfkrone (C.Viper)
8° - Flash Metroid (Zangief, C.Viper)


Agora falando minha opinião a respeito, não acompanhei todos os jogos, afinal de todos eu curto muito mesmo somente Super Street Fighter IV: Arcade Edition. Os outros, eu até curto mas não tive tanto interesse como Tekken 6, BlazBlue, e Marvel vs Capcom 3, mas nem ferrando curto, acompanho ou teria saco pra ver o do Mortal Kombat 9 (afinal pra mim MK morreu no Ultimate Mortal Kombat 3 de Super Nintendo) e até mesmo teve um torneio de The King Of Fighters XIII, o mais novo jogo da SNK, porém, não foi oficial, então não tenho os dados a respeito da competição, caso eu consiga-os, atualizo aqui no blog sem problemas.

Mas de fato, o torneio de SSFIV:AE foi espetacular, cheio de reviravoltas e coisas mirabolantes, Daigo por exemplo ficou em 4° lugar, algo totalmente inesperado, e jogadores como Filipino Champ (Dhalsim) nem chegaram próximos do Top 8, o que é lamentável também.

A princípio Daigo e Poongko atropelaram horrores, e os outros iam se virando como podiam, fazendo lutas iniciais mais interessantes, mas de fato, a EVO só pegou fogo mesmo com jogadores mais conhecidos como Combofiend, Momochi e Mike Ross.

Agora falando mais das finais, Daigo eliminou Kindevu e provou ser o melhor Yun da Evo, Tokido venceu Wolfkrone mas perdeu pra Daigo, e depois foram havendo mais lutas dignas de assistir com pipoca, suco e até mesmo um pano pra secar o suor da tensão.

A parte definitiva foi quando Fuudo, jogando de maneira simples com Fei Long, detonou Poongko, que até então tinha atropelado multidões, e Latif surpreendentemente venceu Daigo. Depois na disputa pelo terceiro lugar, Daigo e Poongko disputaram e Daigo perdeu de forma surpreendente, o próprio narrador não conseguia esconder o espanto falando "eu nunca vi Daigo tão controlado pelo oponente em uma luta".

Fuudo e Latif disputando as finais.

Já nas finais, Fuudo, mostra-se calmo, frio e joga de maneira simples com Fei Long, detonando a C. Viper de Latif de forma muito pouco peculiar, sem muitos combos ou coisas super estratégicas, simplesmente defendendo e usando as coisas certas na hora certa. Realmente me surpreendi com seu método de jogo.

Vídeos oficiais ainda não foram postados, somente de malucos fanáticos que estavam assistindo e gravando tudo, ou seja, os presentes na internet ainda são com pequenos problemas, mas da pra ver de boa, quando os oficiais sairem, posto aqui, pelo menos os do Street Fighter, e se pedirem, posto os outros também.

E assim foi o melhor evento de jogos de luta de 2011, nem GodsGarden ou ReveLAtions chega perto da estrutura e do potencial desse evento.

Não posso esperar pela Evo 2012, que vai ser a última, afinal, o mundo acaba no final de 2012 mesmo...

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Foi uma piada, ta bom ?