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10 de maio de 2015

Ironic Post: Final Fantasy XIII


Olá pessoas. Lembram de mim? Sou eu.

Como assim não se lembram?

Sou eu, porra, o Ranger Irônico.

Mamãe, olha como eu to lindo na foto.

Já se esqueceram da obra de arte que eu escrevi aqui há alguns meses quando o Juninho saiu de casa naquela festa?

Agora venho aqui, defender outro jogo do qual o Juninho falou tão mas tão mal, que eu me senti doído o suficiente pra tomar as dores e dizer o quanto essa maravilhosa obra de arte é na verdade incompreendida pelos haters que a rodeiam.

Como em breve ele vai jogar o XIII-2, antes que isso aconteça, eu resolvi vir aqui defender esse humilde jogo nas horas que tenho acesso, que é quando ele vai ali cagar, afinal de contas o viado resolveu parar de sair de casa.

Mas posso dizer claramente, se você não gostou de FFXIII é porque não entendeu, afinal ele é "2deep4you" ao extremo.

Uma trama mais profunda que o centro da terra. Mais genial do que Shakespeare e com mais reviravoltas que qualquer Metal Gear Solid.

Motomu Toriyama é um dos gênios incompreendidos da atualidade, tal como aquele cara que inventou a bola quadrada.

Querem a prova? Quando ele foi descrever um dos 3 Final Fantasy da genial trilogia XIII, ele usou até mesmo rosas.


Quem seria o gênio por trás de explicar jogos com rosas? Só ele mesmo.

Como assim brega? Você sabe o que é brega por acaso? Explicar jogos com rosas é a mais pura e profunda arte que somente Final Fantasy poderia ter.

Mas vamos ao que importa.


Uma História Profunda Além dos Limites

Sim, como eu disse acima, Final Fantasy XIII tem um enredo extremamente complexo e maduro, tão adulto que abre espaços pra interpretações.

Se você jogou o começo com a Lightinig e não entendeu nada porque simplesmente não abriu o Datalog no menu. Lá tem tudo, quem precisa de narrativa com uma ideia tão boa como essa em mãos?

O jogo por sorte, também tem narrativa e muitos dizem que o jogo não se decide entre usar o datalog ou a narrativa mas a verdade é que o uso dos dois em conjunto que fazem com que essa obra seja brilhante.

Por exemplo, no começo não explica quase nada, é aí que entra o jogador adulto e profundo que entendeu o contexto da trama e pode interpretar como bem entender, Lightning poderia ta de boa comendo rámen ou lamentando a morte da bezerra antes do começo do jogo. Quem decide é você: jogador.

Tradução: eu te amo tanto que poderia te matar de porrada em nome do amor

Entenderam? Isso que eu disse sobre a profundidade absurda do game, vocês que não tem a capacidade de refletir 2 minutinhos pra pensar no que poderia estar acontecendo. Pensa comigo, um jogo que abre portas pra várias interpretações nas quais todas podem estar corretas é simplesmente uma tacada de mestre.

Sabe aquela pintura abstrata que ninguém entende nada? Aquela que só os mais entendidos e cheios de sentimento podem entender. Então, é assim que a massa ignorante em relação à Final Fantasy XIII, é a pintura abstrata dos games.

Um verdadeiro primor  dos games, com um enredo tão épico e maravilhoso à nível de Resident Evil.

Uma outra franquia que o Juninho adora mas fala mal do enredo, particularmente, eu não entendo a razão disso. Um enredo tão profundo e épico.

Mas eu me distraí por um instante.

Tudo começa com Lightning, uma moça forte e destemida que começou uma jornada em prol de salvar  a sua irmã que virou cristal. Com isso, ela nega ajuda de TODOS mas no final das contas tem um grupo de 6 amigos unindo forças contra o mal que Barthandelus pode causar.

É o poder da amizade, mesmo quando não faz o menor sentido, ele se manifesta pra proteger nossa heroína super profunda.

Vejam a profundidade desse olhar

Os outros personagens também se destacam muito, apesar de terem menor importância, afinal de contas um grupo precisa de chamar toda a atenção pra sua protagonista principal e destacar todo o seu brilho icônico que a transformou num personagem de Final Fantasy tão lendário quanto Entei em Pokémon.

Lighting é tão importante que mesmo tratando todos feito lixo ainda ganha o próprio espaço. É muito carisma.

Muitos como o Juninho chamam os personagens e o enredo de pretensioso, mas a verdade é que eles são muito maiores que as opiniões de um típico hater de internet, tal como aquele babaca do Ryu do Angry Video Game Blogger.

A verdade é que o jogo tem referências cristãs e várias delas são vistas como referências ao Criador (Deus) que cria tudo e se manda sem dar sinais e tem muita gente acreditando nele, sendo que na verdade tudo é obra de Barthandelus, uma versão diferente do Papa que é um super vilão, que só teve os planos falhados por causa que ele teve um breve erro de cálculo dando poderes pra Lightning e ela os usou pra vencê-lo.

Essa cena é tão emocionante

Ele deu pra ela e seus amigos os poderes  de l'Cie pra que assim pudessem matar todos de Coccon pra que o número de mortos por eles chamasse o criador, ele poderia ter feito diferente invocando monstros mas não, Final Fantasy é sempre o ápice da  profundidade mostrando que até mesmo vilões erram mesmo que sejam erros fortes o suficiente pra culminar sua possível vitória uma vez que era quase uma entidade viva.

Mesmo que seu plano inclua uma espera de 1.300 anos e seja muito mais tardio do que simplesmente botar o terror, porque botar o terror é algo profundo e genérico, algo bem modinha nos FPS modernos tipo Bioshock Infinite.

Tá vendo, a profundidade em Final Fantasy está em TODOS os pontos, só não vê quem não quer.

O mesmo vale pra abordagem ao homossexualismo que Kuja representa. Ou ao fato de ainda existirem pessoas importantes com síndrome de down tal como Tidus.

Além de tudo, Final Fantasy é abrangente. Durma com essa.


Um Sistema de Batalha Jamais Visto

Final Fantasy XIII como JRPG é um excelente filme e já estamos carecas de saber. Square sempre foi conhecida por criar gameplays diferentes e absolutamente inovadores, mesmo que 90% dos casos sempre falhe e nunca vire tendência por motivos que desconheço.

Sempre inovando e criando a prova mais absoluta é o sistema do Final Fantasy VIII que muitos insistem em chamar de quebrado mas na verdade ele é amplo, você pega o seu personagem sem treinar, amplia a força dele e mata tudo que se move sem esforço.

Ainda acham que o sistema é quebrado só porque você fica literalmente 10x mais forte que qualquer inimigo ou chefe do jogo, que bobagem. Vocês são uns chorões.


Final Fantasy XIII vai muito além, ele pega todas as suas habilidades e as deixa guardadas pra algum outro jogo, porque o jogo é tão bom e bonito, que você não pode apreciar toda a paisagem jogando, quando o jogo é lindo, você precisa de tempo pra apreciar a beleza de tudo. Os inimigos mal se movem pra que você percebe o tamanho da beleza da grama crescendo abaixo de seus pés, é natural o suficiente que sintam medo de Lightning e seus amigos uma vez que eles são os guerreiros escolhidos do bem pra lutar contra o mal em nome da justiça e do amor.

Mas você precisa de observação pra perceber tudo isso, então criaram o Auto-Battle. Um sistema simples, do qual você troca de estratégia em meros segundos e tritura o botão de batalha como se não houvesse amanhã. Mas não é por ser um triturador de botões que ele é ruim, na verdade é a sua interpretação que está errada.

Não pense que o desafio foi limado por causa disso, você só evolui conforme a vontade do desenvolvedor do jogo, o Cristarium só te permite evoluir até certo ponto pra que você nunca fique forte demais pros chefes. Afinal RPG não precisa de treino, eles precisam é ter suas excepcionais narrativas contadas ignorando quase sempre o gameplay, porque é isso que um jogador de RPG faz, ignora suas mecânicas.


Pra isso, FF XIII é perfeito, afinal de contas, mesmo se você treinar muito, aquela batalha com aquele chefe sempre será épica e desafiadora, mesmo que você em teoria tenha um status que poderia fuzilar sua existência com um mero peido.

A função do Auto-Battle como eu disse, é te fazer desfrutar de toda a beleza impossivelmente linda de Final Fantasy XIII te permitindo assistir quase como se fosse um filme, porém com um barulho de botão esmagado no fundo. É a única diferença.

Eles poderiam ter feito tipo aquele jogo horrível Tales of Xillia, mas ao invés de ver e jogar, você só vê. Quer coisa melhor?

Tão verdade que te botam pra assistir o todo, mas controlando somente um personagem. E claro, você vai deixar a Lightning no comando sempre. Afinal... é a Lighting, ela ta na capa, você sabe né.

Então, o resto é normal, uso de itens, magias e etc, a diferença é que você tem que se preocupar só com o fato de trocar  de estratégia aqui e ali, e o Juninho até falou que alguns momentos eles vão totalmente contra a estratégia empregada mas a verdade é que essas batalhas mostram pra nós como cada personagem é humano, e mesmo contra a vontade dele (no caso, da programação do jogo) ele vai lá e age de uma maneira que provavelmente vai beneficiar à ele, mesmo que pra isso ele FERRE o grupo.

Lindos combos aéreos que você nem faz mas assiste lindamente :D

Mostrando seu egoísmo mais profundo e ainda que isso custe alguns game overs aqui e ali, afinal de contas, como você só controla um personagem, só acontece game over com a morte dele, o resto pode morrer e voltar mil vezes quase como o Kuririn, mas o seu controlado não. Te colocando na pele do protagonista, afinal de contas, você não é imortal, certo?

Há também o fato de criticarem a linearidade do jogo, ninguém reclama dos jogos de ação serem lineares, e como Final Fantasy XIII tem muita ação e pouca jogabilidade, não acham justo ele ser uma linha reta? Todos os objetivos seguem uma linha reta, por que Final Fantasy XIII não seguiria?

Sem mais, meritíssimo.

Trilha Sonora Perfeita

Num mundo calmo e tranquilo, onde as máquinas e humanos vivem juntos e tudo pode ser comprado via internet sem a menor necessidade de lojas ou pessoas por aí, qual é o melhor caminho a se tomar em relação às músicas?

Calmas. Tranquilas. Suaves. Tão sutis que você nem mesmo perceberá que estão ali ou saberá quando é uma música de batalha, de cidade ou de chefe tudo encaixando perfeitamente com o contexto que se encontra.



Algumas pequenas coisas acontecem e mudam o ritmo das coisas, tipo um planeta caindo no outro, morte em massa, monstros gigantes destruindo continentes, mas coisa sutil assim merece música sutil, pra isso vou deixar claros exemplos de músicas fantásticas feitos pelo compositor que ganhou prêmio de maior indução ao sono do Japão: Mazashi Hamauzu. Músicas tão sutis que você nem mesmo perceberá que estão ali ou saberá quando é uma música de batalha, de cidade ou de chefe tudo encaixando perfeitamente com o contexto que se encontra.

Mas guardem bem o nome desse compositor. Ele é icônico ao extremo e esse prêmio das músicas de elevador mostram como a Square Enix acertou em cheio nas músicas tranquilas adotadas pro jogo.

Não consigo ouvir sem chorar, eu sempre choro bocejando quando escuto essas músicas, vamos pular esse tópico antes que essa obra de arte me emocione em coma induzido.

Conclusão:

Final Fantasy XIII como eu disse, é a pintura abstrata dos games, aquela coisa que você que curte pode se sentir muito mais inteligente que quem não curte, simplesmente por não terem captado a mensagem emitida pelo fantástico Motomu Toriyama.

Sim, muito drama, veja a cara dramática da Fang ao segurar o cocô enquanto protege Vanille

Não é um jogo pra adolescentes revoltados salvando planetas como Final Fantasy VII, aqui o buraco é mais embaixo e temos personagens que são extremamente unidos pelo poder da amizade improvável que Lightning possui, principalmente por ela tratar todos feito lixo e todos serem amigos dela, mostrando que no fundo ela tem um carisma tão grande que até quem detesta ela, no fundo ajuda ela.

Incluindo o Barthandelus como eu disse, mas isso é um ponto de profundidade dele.

Contudo, ele tem uma falha, que é o simples fato de ter fim, mesmo que numa trilogia, das quais os dois jogos que vieram não são do mesmo nível, principalmente o XIII-2 por ter um vilão de merda que faz sentido demais. Porque essa coisa de lógica é pra fracos, nós fãs de FF XIII queremos sentimentos expostos à situações extremas como o milagre que salvou todos no final da morte esperada que diziam ser um buraco "consertado" no próximo jogo com a existência de uma deusa mas na verdade era tudo a força do amor.

Ou tudo que eu queria pelo menos.

Barthandelus, o vilão tão profundo que comete erros humanos tipo sabotar o próprio plano

Mas agora, usaram uma deusa que fodeu tudo, explicou demais e perdeu a graça. Então mesmo com duas sequências horríveis, ainda fico com a primeira parte do jogo e prefiro esquecer que essas continuações  nunca existiram, deixando assim eterno o gostinho de quero mais que a franquia atingiu nesse jogo, que é de longe o ápice de toda a franquia.

22 de setembro de 2014

Ironic Post - DmC: Devil May Cry


Opa. Opa. Opa.

Pra quem não me conhece eu sou o Ranger Irônico e vim aqui hoje defender esse pitelzinho dos games que o Juninho fez o favor de falar mal no post comparativo com o DMC3.

Alguém leu? Alguém lembra?

Aposto que não.

Olha eu, que bonito

Basicamente é o seguinte, quando o Juninho sai de casa e deixa o Mozilla Firefox com o Blogger aberto eu sempre ficava ali olhando, tentando defender as coisas que ele fala mal tipo Final Fantasy VIII por exemplo.

Afinal de contas, ele ta totalmente errado, as pessoas tem o direito de trocar uma marmita de comida por uma sacola cheia de merda e podem sentir o sabor de verdade ali. Correto?

Pois bem. Here We Go!!!!

Ou melhor.

FUCK YOU! HERE WE GO!


Uma Narrativa Impecável


Tameem Antoniades prometeu uma narrativa impecável e que mudaria totalmente os parâmetros de jogos de ação do mercado e cumpriu.

Dante de herói japonês manjado agora se tornou um fodão impecável da justiça americana. E ainda tem mais, aquela peruca japonesamente tosca cai na cabeça dele e ele diz:

"Nem em um milhão de anos que eu ficaria com essa cara de viado"

Isso aí Dante. Esse é o espírito do americano genérico verdadeiro, apesar de ter sido feito por uma equipe britânica e ter um símbolo do Reino Unido na jaqueta. Porque lógica é pros fracos.

Quer mais?

A história conta uma coisa totalmente original de demônios que controlam humanos, negando assim toda e qualquer possibilidade de seres humanos cagarem nas coisas, afinal de contas, tudo que acontece de bom é dos homens e tudo que acontece de ruim é dos capirotos que nunca tiram folga numa tentativa alucinante de nos corromper. É a originalidade americana em ação cada vez mais forte.

E ainda por cima o Juninho vive dizendo que a história é esburacada.

O enredo é maduro, adulto, com uma profundidade que Dante tem e jamais teve em nenhum outro jogo da série. Querem um exemplo?

Dante e Vergil tem suas mentes apagadas por Sparda ao atingir 7 anos de idade. Quem liga pra como Vergil recuperou a memória? Quem liga pro motivo de Dante nunca ter lembrado? Quem liga pra porra de esquilo que eles usam como magia negra no jogo pra levar ao Limbo? Quem liga pro motivo do qual Vergil simplesmente ignora a própria força por boa parte do jogo? Quem liga pro fato de ninguém se importar com a Kat?



Ou mesmo do diálogo inicial dela com Dante falando que se ele atirasse nela, ela morreria, mesmo não estando na mesma dimensão que ele.

Sério. Quem se importa com isso?!?!

A narrativa é tão genialmente bem aplicada que ela não tem buracos e sim possibilidades interpretativas que variam de pessoa pra pessoa. E não vem com essa do jogo se levar a sério demais, porque ele É sério. Por que não seria? Me diga?

Você acha mesmo que Shakespeare teria a ideia genial de um demônio como Succubus produzir um refrigerante que causa controle mental e lobotomia nas pessoas? A reformulação da história é genial. 

Tanto é que o Dante de piadas engraçadas agora manda todos tomar no cu. É o ápice da seriedade. Quantos personagens disseram isso ao longo dos videogames? Quase nenhum. Dante revolucionou o mercado. Lide com isso.

Porque piada boa, é piada com sexo gratuito e desnecessário. O resto é coisa de viadinho.


Jogabilidade Descomplicada Mas Desafiadora Ao EXTREMO


Sinceramente, qual o problema que vocês veem no DmC?

Se algo é forte demais, só não use. Ora pombas. Os programadores são pagos pra fazer o jogo e não pra deixar ele equilibrado. Isso é uma coisa que só uma minoria faz e se no DMC3 ou DMC4 tinham é que na verdade teve muito dinheiro envolvido como pagamento extra. Por isso ficou equilibrado.

Então, como diziam os sábios da internet:

"Se algo é forte demais, basta não usar."

Exato. E pronto, você vai ver que não é tão problemático assim.

Afinal de contas, pensa comigo: Dante agora pode usar tudo de uma vez, é natural que ele atropele tudo que se move sem o menor desafio mesmo nas dificuldades mais altas.

Só por que você pode comprar tudo de roubado com menos de 1 hora de jogo não significa que você precise usar. Logo comprar isso acaba se tornando redundante e os pontos gastos já eram. Burro é você de ter comprado isso.

Tipo as batalhas com os chefes, agora mais do que nunca temos um show de efeitos, cenas, cutscenes com desafio altíssimo de usar Demon Evade e Devil Trigger mas como isso é um recurso de emergência use só quando sua Health Bar estiver bem vazia. Mas provavelmente não vai precisar. Porque você pode mostrar toda a força de Dante tirando caminhões de energia dos chefes com poucos golpes.

É a mistura perfeita da força de Dante com a sua habilidade de metralhar botões. Nada de "jogo fácil demais" que todos insistem em dizer. Tão verdade que como eu disse acima, a Ninja Theory mandou patches pro jogo e não corrigiu isso, deixando bem claro que o novo parâmetro era você mesmo montar um equilíbrio da gigantesca força de Dante in game.

E outra, agora todo mundo pode fazer tudo cara, sem o menor esforço.

Sair da tela ficou tão complexo e acessível.

Sabe por que? Porque a melhor jogabilidade é que a que você mesmo equilibra ela. Afinal de contas, como eu disse, equilibrar é coisa de grana por fora, se o jogo te deixar matar o gigante desafio com Demon Evade e Devil Trigger, basta simplesmente não usar. Tenha em mente, eles SÃO recursos de emergência. Coisas que só se deve usar em casos extremíssimos.

Dizem que se pode usar toda hora, mas é mentira. Onde já se viu possibilidade de usar o mesmo recurso duas vezes num intervalo gigante de 30 segundos ser algo rápido? Nada mais que intriga da oposição. Daqui a pouco vão alegar que é coisa do PT.

Vocês fãs são uns chatos isso sim. Quer coisa melhor que você mesmo equilibrar o jogo? É uma oportunidade única que só a Ninja Theory poderia te oferecer. E pensa bem, mesmo com patches ela sequer tirou a essência do equilíbrio ser montado por você mesmo.

Genial.


Ver Ainda É Melhor Que Jogar

Muita gente diz que só a ambientação do jogo é foda e eu discordo.

Não, não foi só ela que melhorou, agora eu posso metralhar botões como se não houvesse amanhã e ganhar Ranks altíssimos porque... por que não?

Antes dava trabalho, era muito o que jogar. Tinha que ficar sendo estiloso e tals... Blergh! Balela! Quem se importa com essas bobagens?

Eu quero mais é ter um rank alto metralhando botões e falar Fuck You a cada cinco segundos igual meu herói renovado, Dante.

Mas me empolguei me melando pro novo Dante, voltemos aos gráficos.

Olha que linda homenagem ao DmC.

Basicamente o cenário quer te matar e tals, tem elementos de plataforma daora pra caramba... E as cenas são totalmente geniais, várias e várias cenas com pouco enredo sendo contado deixando notáveis espaços pra sua livre interpretação e não é só isso, muita coisa ficou melhor de ver, afinal o gráfico é melhor e isso com toda certeza faz com que esse jogo seja tranquilamente melhor que o terceiro ou quarto jogo da franquia.

Agora você pode também ver mais que joga. Por exemplo: os Jump Cancels.

O que antes era uma coisa de nerdão fazer, agora é simplesmente uma coisa mais que acessível. Mantendo totalmente o parâmetro do desafio altíssimo com a jogabilidade totalmente descomplicada. Dizem que é porque a maioria dos gamers atuais são bundões pra cacete, preguiçoso e gostar mais de metralhar botões e ver cenas do que jogar, mas é uma mentira. Acontece que só não queremos algo que dê muito trabalho. É bem diferente.

Mas veja como Jump Cancel ficou desafiador no ponto certo. Agora basta pular e usar a foice, pular de novo, usar a foice, pular de novo, usar a foice... E uau. Isso é tão difícil. Apertar os botões com cerca de 2 segundos de intervalo é algo pra qualquer um? É tão complexo e desafiador só que agora de forma descomplicada enquanto o 3 era aquela coisa de nerdão virjão.

Tão verdade que agora Rank SSS é a coisa mais hardcore desse mundo, basta levantar mil inimigos com a foice a fase inteira e bingo. Terá vários rank SSS. Tá vendo como tá difícil ainda só que na medida certa?


Povo Odeia Dubstep É Tudo Hater

...afinal de contas, Dubstep é o que há de mais de moderno pra complementar uma OST regada de rock e metal pesados. Não é mesmo?

Se antes era um techno agradável, agora temos dubstep. Até o Juninho gostou disso gente, tá vendo como é perfeito?

O Dubstep é tão forte que tem uma cena própria no game. Genial.

Ninja Theory atendeu aos pedidos de ocidentalização do jogo como um todo, mudando não somente o Dante com toda a sua japonezice mas também os sons do jogo pra algo mais moderno. E quanto mais atual e moderno melhor. Nada de essência, quem se importa com isso.

Eles entenderam que nós do ocidente seguimos a moda do mundo, o dia que o Samba for destaque nas raves mundiais, teremos um possível DmC 20 com metal e samba acoplado em sua sonoridade e até lá, o Dubstep será uma coisa velha e ultrapassada, tal como Techno hoje em dia.


Conclusões Conclusivas Que Concluem

Realmente, DmC é uma evolução aos limitados DMC3 e DMC4 que só tiveram equilíbrio por causa de investimento extra direto da Capcom nos programadores, enquanto DmC supera eles em tudo.

Principalmente na parte da narrativa que é impecável, mostrando como a Ninja Theory realmente foi suprema e nos mostrou versões mais atuais e melhores de personagens de fantasia. Foda-se os fãs idiotas que não entendem a nova proposta do jogo, ela não é ruim por ser nova, ela é na verdade tudo que as outras nunca foram.

Ou seja, uma proposta que te permite ver mais do que joga, que te dá um gameplay totalmente sem frescura onde você metralha os botões e faz combos sem o menor estilo, porque estilo é pros fracos ou viados.

E tem mais, a proposta atual é totalmente profunda, madura, inteligente e com um plot twist genial no final de Vergil querer dominar os humanos obrigando os irmãos a lutarem, uma coisa jamais vista na série antes.

Se você odeia, saiba que foi uma evolução. Lide com isso.



Sem falar no gameplay que de tão bom, você que molda o equilíbrio dele. Quer coisa melhor do que se sentir um programador do jogo sem nunca ter programado?

Ele vendeu um milhão e meio e a Capcom afirma isso como fracasso comercial. Onde já se viu uma franquia de nome que vendeu horrores em gerações passadas ter vendido mal com 1 milhão e meio? Eu nunca vi.

DmC é um clássico injustiçado que a mídia especializada deu notas altíssimas e não foi nada ligado ao fato de talvez terem sido pagos pra isso e nem pelo fato do gamer atual ser um bundão e sim porque eles são os reais entendidos do assunto. Quem se importa com os fãs de uma coisa ultrapassada como a antiga proposta de Devil May Cry?

Se você considera o antigo melhor, sabe o que eu tenho a dizer sobre o DmC ser melhor em tudo:

MEU PINTO É MAIOR QUE O SEU!!!!!