Bom, aqui estou eu novamente, depois um período um tanto longo eu diria devido a problemas técnicos no meu computador e falta de tempo no trabalho, afinal estou a quase um mês sem fazer uma postagem e resolvi falar de um jogo que eu jogo com pouca frequência, mas vou explicar o motivo apesar de eu gostar muito dele...
Trata-se de:
Sim, trata-se dele, o meu, o seu, o nosso...
...
Ops, pera ae, deixa eu me recuperar.
...
Trata-se de Battle Circuit, um bom jogo com uma PEQUENA dose de loucuras mas o motivo de tudo isso você leitor irá descobrir no restante da postagem.
Pra começo de conversa, o jogo foi criado em 1997 pra arcades que tinham o modelo CPS2, criado por ninguem menos que a Capcom, o jogo é do gênero beat'em up e basicamente como todo jogo do tipo o basico consiste em esmurrar o máximo de maxilares possíveis, quebrar muitos ossos, fazer muitos combos e deixar o dedo doendo de tanto apertar os botões de bater e pular e continuar jogando mesmo assim pelo simples gosto de espancar a manolada.
Ufa, quase fiquei sem fôlego só de pensar nisso tudo... Mas fazer o que ?
Afinal, essa é a verdade por trás dos beat' em ups, colocar pra fora o seu lado interior sanguinário e fazer no jogo tudo que você nunca admitiu que queria fazer na vida real, afinal diversão não existe e a única verdade aceita no mundo é a lei do mais forte...
Tá, me empolguei de novo, mas enfim, o que importa é a dose de diversão apesar de toda a loucura do jogo.
Você deve estar perguntando por que eu sempre falo da loucura do jogo, agora irei falar, lembrando que parte da minha também foi exposta...
E pra citar a loucura, começamos com a história, que se passa no ano de 20XX, afinal, a Capcom depois de Megaman e Street Fighter nunca mais se preocupou com datas... e trata-se de uma realidade alternativa e de quebra futurista, e você tem opção de controlar a galera dos Bounty Hunters ou Caçadores de Recompensa, se você gostar de termos nacionais, e eles estão em busca do cientista louco chamado Dr. Saturn e do programa de segurança mega sofisticado conhecido como "Shiva System", não é preciso dizer que o jogo tem um toque de comics, certo ?
Depois de tudo isso, a história do jogo fica um pouco mais loucona, afinal Doutor Saturn é o primeiro da sua lista de vilões com maxilar destruído, e você o prende, o seu empregador, te paga e depois de fazer umas piadinhas bem ruins, te manda em busca de outros foragidos, que por sinal até número de série possuem, e ao detonar o primeiro se descobre do sistema mega controlador de computadores, e ae sua jornada começa de verdade.
Mas como pouca loucura é bobagem, os personagens falam por mim:
Pois bem, cada um deles tem um atributo específico, o primeiro é o Cyber Blue, e ele tem força, Yellow Iris tem velocidade, Alien Green tem vitalidade, PinkOstrich possui golpes que matam de forma instantânea e Captain Silver tem defesa, o que torna o jogo bem legal e a jogabilidade longe de ser repetitiva, caso jogue com mais pessoas ou mesmo sozinho, e não preciso indicar quem é quem da foto, por que acho que os nomes dos personagens são um tanto sugestivos.
Vale lembrar que o diferencial do jogo é o sistema de compra de golpes, e funciona da seguinte maneira.
A cada fase terminada, você ganha uma quantidade de pontos e esses pontos são o que você necessita pra comprar novas técnicas, e o mais legal é que elas são executadas por comandos no melhor estilo Street Fighter e Final Fight, além de que alguns upgrades são pra golpes já comprados, como aumento de dano e com isso mais efeitos de luzes na tela, deixando tudo extremamente exagerado porém a bizarrice é o charme desse jogo. Acredite!
Bom, apesar da história, que normalmente em jogos do ramo costuma não ser nada além de um "motivo pra espancar geral", e uma jogabilidade extremamente simples porém eficaz, eu não o jogo tanto por que as fases são longas, e quando eu zero uma vez jogos do ramo, eu dificilmente volto a jogar, mas admito que é um excelente jogo pra rir e se divertir, e antes de terminar a postagem...
Pra todos que nunca o jogaram, o final aguarda uma surpresa muito interessante. Vale a pena conferir!
24 de junho de 2011
2 de junho de 2011
Jogos Violentos Realmente Geram Violência ?
Bom, novamente volto a falar de um tema relativamente sério, afinal de conta ele atinge a todos os gamers do nosso país, certo ?
Enfim, todos nós brasileiros, seja por meio da televisão, internet, ou mesmo dos jornais e notícias de rádio ficamos sabendo do massacre de Realengo, onde Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos deu tiros em várias crianças com 12 mortos e depois o causador do incidente cometeu o ato suicida, e um detalhe impressionante é o fato de culparem os jogos que ele jogava mas nunca sequer citaram com a total atenção ao fato de que ele pesquisava sobre terrorismo e ceitas religiosas fundamentalistas, isso claramente nunca é citado.
Compreendo que é um crime horrível e que foi numa situação ainda pior por que foi dentro de uma escola, onde o cara sacou dois revólveres e disparou cruelmente, mas a questão é a seguinte.
Por que só agora falar disso ?
Bom, eu esperei as coisas esfriarem e a oportunidade de ter mais material pra falar do assunto, por que um fator me revoltou bastante.
Trata-se da situação de colocar a culpa nos jogos, afinal isso é muito mais fácil do que falar as reais causas que se lê nos jornais, afinal a publicidade nacional não falou com total ênfase coisas como o fato dele ser adotivo, a mãe biológica ter tentado se matar, e um fator importante, que é o fato da sua mãe adotiva ter tratado ele de modo distinto, afinal ele era o mais novo dos 5 irmãos sendo que eram todos mais velhos e casados, e isso eventualmente fez com que fosse tratato de modo diferenciado pela mãe, e isso fez com que ele fosse um rapaz quieto, tímido e introspectivo e pelo visto nem sequer teve interesse por parte da família para ser tratado, mas isso não vem ao caso !
O que mais me irritou nessa situação, fora o próprio massacre foi o fato da Rede Record exibir uma matéria contendo conteúdo um tanto inadimplente e totalmente sem imparcialidade, que é isso, essa matéria estúpida alegando que videogames estimulam violência em nós seres humanos, como se fossemos terrivelmente manipuláveis por produtoras como Rockstar para nos transformarmos em máquinas de guerra.
É totalmente imbecil isso, afinal de contas vários estudos relatados demonstram claramente melhoras de raciocínio cognitivo e velocidade de pensamento para problemas e essas crianças jogavam videogame, afinal elas precisam disso nos jogos e isso se reflete nas escolas, mas pra nossa querida emissora isso é uma coisa ruim, afinal trata-se de uma emissora onde o dono é um bispo, né ?
Me admira que uma emissora que só tem investimento devido a boa parte de dízimos falar uma atrocidade dessas contra nós gamers que simplesmente queremos um espaço tranquilo pra jogar sem sermos alvos de conspirações idiotas e sem sentido.
Outra coisa comprovada, é o fato de que videogames sim, fazem bem a saúde da criança e que mitos como "os videogames deixam as crianças menos sociais" são meras metáforas, afinal o convívio é uma questão aprendida com os pais e não com uma manete. Outra coisa idiota sempre citada é o fato de jogadores viverem em mundo de fantasia, o que não acontece, afinal a psicóloga Amélia Kassis afirma que os games transmitem a fantasia para nós mas isso nunca implicou em loucura, afinal isso é nada mais que mero incremento da nossa criança interior e por mais que digam o contrário, faz bem pra saúde sim, tanto mental quanto física. E não podemos ignorar que no Brasil videogames, animes e coisas do tipo são raramente vistos como coisa de gosto pessoal e sempre visto como "coisas de criança", o pior de tudo é o preconceito que um adulto precisa lidar por causa de uma coisa um tanto pessoal.
Lógico que tudo demais pode ser prejudicial, mas cabe aos pais limitar os filhos até onde eles acharem adequado, eu por exemplo, fui uma criança agitada demais e com os videogames eu ficava de boa, e meus pais viram que não havia o menor problema, nem por isso me tornei uma pessoal antisocial, ignorante, tímida ou mesmo um atirador. Afinal de contas, os videogames nas crianças tem um efeito interessante, é exatamente o oposto que todos dizem, as crianças passam a ver o que se passa na tela como fantasia e sabe diferenciar ainda mais fantasia de realidade, mesmo ainda bem jovem, e esse discernimento fica ainda melhor com o uso de jogos eletrônicos ou mesmo tarefas como assistir TV.
E deixando bem claro, que adultos que jogaram bastante durante sua adolescência tiveram melhor desempenho em áreas de cálculos e lógicas e boa parte delas seguiu curso de exatas na fase adulta de sua vida, e além do mais, nunca houve uma epidemia de violência que pudesse ser atribuída à games, coisas assim só ocorrem quando há disturbios psicológicos a ponto de pessoas não saber diferenciar fantasia de realidade, como foi o caso do sujeito do massacre, a carta que ele deixou de suicídio é a prova disso, afinal nada ali faz o menor sentido.
Uma outra coisa que vai contra a tudo isso, é o que disse Haim Grunspun, que é psicólogo, psiquiatra, bacharel em direito e professor da PUC-SP, disse e afirma em sua matéria os seguintes trechos:
"A mesma geração de pais e avós que critica o videogame (e eu me incluo nessa geração) parece se esquecer dos filmes em preto e branco de 60 anos atrás em que os índios eram os vilões e abriam, com um machado, a cabeça dos fazendeiros. Era então mais que justificado disparar centenas de tiros de revólver e carabina sobre os nativos. Quando veio o technicolor, o sangue dos índios ganhou cor e aplausos da platéia, que gritava: “Mata...mata...” E nunca ouvi alguém dizer que esses filmes e desenhos prejudicaram a vida adulta dessa geração."
"Como psiquiatra pude comprovar a falsidade dos males provocados pelos videogames depois de fazer algumas pesquisas. Os dados mostraram que esses jogos, na verdade, ajudavam no desenvolvimento da personalidade das crianças, principalmente entre os meninos (80% dos aficionados pelos jogos são homens)."
"Não concordaram que a violência dos jogos os tenha contaminado. Quando perguntamos o que significava para eles cortar a cabeça ou arrancar o coração de um inimigo nos jogos, a resposta foi a mesma: apenas um meio para chegar à próxima fase do seu jogo predileto."
"Outros trabalhos confirmaram que o videogame não é um catalisador da violência. Uma pesquisa feita pela polícia de São Paulo no fim dos anos 80 para detectar a distribuição de drogas entre jovens que freqüentavam fliperamas (e não praticavam esporte) revelou que eles não cometiam atos de violência em número maior do que os grupos que não jogavam fliperama. Estudos com as agressivas torcidas de futebol de Inglaterra, Holanda e Bélgica mostraram que esses torcedores foram esportistas na puberdade – e não aficionados por games violentos."
"Em vez de procurar um bode expiatório para o mau comportamento dos seus filhos,os pais deviam estar mais preocupados em melhorar o relacionamento com eles, demonstrando afeto e procurando conhecê-los melhor. Sentar com eles para uma partida de videogame talvez seja um bom início de conversa..."
Acho que nada mais precisa ser dito, certo ?
Fonte da reportagem do Haim Grunspun: Super Interessante
25 de maio de 2011
25 de Maio - Dia do Orgulho Nerd
Bom, o nome do blog é sugestivo demais pra deixar passar uma data como essa, não acha ?
Enfim, tudo surgiu na Espanha em 2006, comemorando esse dia graças a uma série de coisas que surgiram nesse dia porém a maior de todas é devido ao lançamento de "Star Wars - Episode IV: A New Hope" que foi justamente lançado no dia 25 de Maio de 1977, porém nada disso teria o menor sentido se não fossemos por nós amantes de séries, jogos, animes, etc...
Outro motivo do surgimento da data é em homenagem ao escritor Douglas Adams, escritor dos livros "Mochileiros da Galáxia", e exatamente por isso também o dia do Orgulho Nerd é chamado de Dia da Toalha, por que a toalha é um dos objetos mais usados em seus livros que por sinal satirizam bastante coisa.
Apesar de tudo, ainda há estereótipos errados a esse respeito, como eram constantemente mostrados em filmes dos anos 80 com garotos totalmente antisociais, com péssimos gostos pra roupa e sendo completamente desastrados, atrapalhados, e totalmente sem habilidades para coisas relativamente comuns, e isso é algo errado, afinal de contas, acho que não é necessariamente um padrão de roupas ou um conjunto de demonstrações de azar que te caracterizar.
Até por que se dependesse de demonstrações de azar eu certamente seria o cara mais nerd da minha cidade, no mínimo...
Mas entretanto, antes de tudo vou esclarecer meu ponto de vista sobre esse estereótipo, o que eu realmente acho disso é RIDÍCULO, afinal de contas são os gostos pessoais que determinam se você é nerd, roqueiro, ou qualquer coisa do tipo, assim como não concordo com o fato de roqueiros necessariamente usarem camisas de banda, calças jeans e tênis All Star 24 horas do dia. Todo essa padronização é boba, sem sentido e demonstra o quanto o pensamento das pessoas vai se atrofiando com o passar dos anos.
E antes de pensar em me xingar, eu já li bastante e concordo com uma reportagem (mas não me lembro de onde) que eu vi, que dizia basicamente, não se existe um Nerd em tudo, e sim nerd em determinados aspectos, como por exemplo, eu sou um nerd em jogos, animes, e em metal, compreende?
Eu por exemplo uso camisas de banda, não gosto de calças compridas, mas mesmo assim uso roupas comuns e por mais que eu odeie calça de vez em quando acabo usando, e por ae vai, roupas não determinam nada nesse aspecto, por que a pessoa só vai deixar passar essa imagem se ela quiser, afinal ninguem pode impedir uma pessoa normal de usar camisas de nerd, muito menos acessórios ou ver os filmes que um nerd normalmente assistiria.
O ideal seria conhecer a pessoa de que se trata, conversar, e ver se os assuntos batem, o nerd é muito mais que simplesmente gostar de Star Wars, ou jogar RPG de mesa, e sim uma pessoa que busca entender daquilo que se trata e se tornar um nerd exatamente daquilo que ela gosta muito. É buscar uma coisa do seu interesse e ver prazer naquilo de forma que te agrada e você trocaria qualquer programa comum por uma simples pesquisa, e assim se sentir bem por que conhece daquele assunto uma quantidade além do que uma pessoa normal .
E bom, no final das contas temos sorte, afinal vários filmes vem ganhando remake graças a isso, assim como vários jogos, isso tudo sem contar a chuva de filmes no cinema que são baseados em quadrinhos, e não imagino que seja necessários exemplos como "Batman - The Dark Knight" ter adquirido alguns bilhões para provar tal feito. Outra fator positivo é o acesso a coisas do tipo, que agora com a internet fica bem mais fácil, como quadrinhos clássicos e antigos dos quais hoje em dia não precisamos procurar feito loucos pelas revistas oficiais (eu sei que ter a revista seria melhor, mas antes ter em formato para ler no pc do que nada), animes, desenhos, e até mesmo seriados como The Big Bang Theory e The IT Crowd, que retratam com humor e sem aqueles estereótipos ridículos de nerd dos anos 80, o que é um fator positivo e tanto!
E pra concluir a postagem, só queria deixar claro que não é necessário roupas, acessórios ou mesmo atitudes estranhas e muito menos machismo, afinal ainda existem pessoas que acham que nerd é só homem (ridículo e imbecil, eu sei) então, para todos os imbecis que tem determinados preconceitos ou mesmo para mulheres que acham os nerd ridículos, leiam isto e pensem um pouquinho.
17 de maio de 2011
Dragon Ball Z: Supersonic Warriors
E ae galera, quanto tempo ? Afinal, já tem exatas duas semanas que não atualizo o blog, estava com falta de idéias, admito... mas isso nunca deixou ninguem menos viciado em jogos, certo ?
Esperei um tempo para poder falar sobre esse jogo, até mesmo comentei no meu Twitter o quanto eu estava viciado nele, mas sério, vale a pena.
Agora vamos ao que realmente interessa...
O jogo é um absurdo de simples, tem vários módulos e explicarei cada um e deixarei o melhor para o final, ok ?
Seguinte, cada personagem tem três versões no jogo, sendo tudo escalar, ou seja, começa na 1 que é fraca, passa pra 2 que é mediana e na 3 em que você fica ultra fodão.
Sabendo disso, vamos em frente.
Z Battle Mode - é o modo arcade do jogo, seu objetivo é escolher entre o modo individual ou de times, lembrando que se jogar em times o jogador poderá escolher em até 3 personagens, desde que os níveis no total se igualem ao número 4, ou seja, não vai poder ficar de apelação escolhendo 3 chefes no level 3, vai ter que pegar um bom e um fraco no mínimo e ralar um bocado pra ganhar ou pagar de valentão e escolher um só e enfrentar times inteiros. E no modo individual a dificuldade não fica tão atrás assim.
Challenge Mode - é um modo desafio, como o nome diz porém, no Z Battle os times enfrentados são aleatórios e nesse modo os times são prontos e eles pegam pesado pra caramba, principalmente de determinado ponto em diante, relativamente acima do nível normal do jogo.
Free Battle - batalha livre, como é bom treinar os combos, ficar viciado ao extremo pegando personagens fracos e dando surra nos mais apelões provando toda sua honra nos games (leia-se: vício extremo) ou então... ser covarde e fazer o contrário, pegando um Frieza da vida e espalhar pedacinhos de Kuririn por todos os lados por exemplo, esse modo é sempre bom.
Training Mode - esse é o modo no qual você pode deixar de ser noob antes do jogo começar, recomendado para aqueles que nunca jogaram ou não tem muita experiência em jogos de pancadaria destribuída, nele você aprende em modos no qual se pode aprender livremente na famosa "tentativa e erro" ou então com tutorial, confesso que só passei por lá pra explicar dele por aqui, aprendi apanhando mesmo.
Link Vs - esse modo é pra quem pode jogar no próprio GBA mesmo, e não para pobres ferrados como eu que preciso de um emulador caso queira jogar um jogo de console portátil... Malditos impostos...
Option Mode - deve estar se perguntando por que diabos eu coloquei até mesmo o Option aqui, mas a resposta é... além das alterações do jogo, ele que vem com a loja do jogo, caso queira habilitar os personagens extras, afinal, nada é de graça, você vai ter que pagar em pontos e nos consoles portáteis pra aumentar vida útil dos jogos existem dois recursos, ou fazer um jogo grande e apelão pra cacete ou simplesmente colocar muita coisa secreta, aqui a primeira opção é descartada, por mais que demore pra se adaptar aos comandos,porém as coisas secretas são divertidas de serem destravadas, entre elas o modo story de cada personagem e as suas versões mais poderosas para modos livres como Challenge e Free Battle
E agora vem a melhor parte do jogo, que eu deixei bem claro que deixaria para o final, porém se odeia spoillers pode parar de ler por aqui, certo ?
A melhor coisa do game é simplesmente o STORY MODE e deixarei bem claro o porque gostei tanto dele agora!
Simplesmente... por que ele foge da história do anime.
É, isso mesmo, afinal Dragon Ball Z é um anime de sucesso nível ômega no Brasil e no resto do mundo é ainda maior, todo mundo ta cansado de saber o que vai acontecer na história, afinal o anime por melhor que seja, foi criado na idade da pedra... tá, nem tão velho assim, mas com tantas vezes que passou na TV, vendas de mangás e coisas um tanto... previsíveis no anime, podemos dizer que fugir no padrão no mundo de DBZ é uma coisa perfeitamente aceitável, principalmente nos games.
E não precisa deteriorar minha imagem falando que Akira Toriyama é um gênio e sua história não deve ser mudada, afinal de contas ele é meio pancada, pois na mesma série ele destruiu duas luas, e todo mundo sabe que ninguem pode criar uma lua do nada.
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Tá bom, eu sei que o Vegeta pode e qualquer outro sayajin que tenha vivido no Planeta Vegeta também, mas isso ainda não deixou de ser bizarro, pelo menos pra mim.
Levando em conta que grande maioria dos jogos de DBZ são fracos, como Dragon Ball Z: Sagas, e Dragon Ball Z: Ultimate Battle 22; e que poucos ganham destaque pela jogabilidade como os da série Budokai ou Budokai Tenkaichi, esse jogo ganha destaque supremo pela história que como eu falei acima não segue nem de longe o roteiro original, isso por que o personagem que o jogador escolher se transforma no foco da série, e com isso você muda tudo que jamais pensou que poderia mudar um dia e até mesmo pode acompanhar vitória dos vilões.
Nesse modo muitas coisas legais acontecem, como por exemplo Goku nunca ter morrido,ou mesmo por milagre Kuririn e Piccolo ficarem super fortes, a ponto de bater de frente com Androides de Majin Buu, e nisso tudo há várias coisas muito legais, como por exemplo, Vegeta se transforma em Super Sayajin contra Freeza, acredita que ele é realmente o lendário super sayajin e sua arrogância triplica com o passar do jogo, Piccolo se une a Kami-sama e como se não fosse o bastante ressucita o Piccolo original, sim, o pai dele que apareceu quando Goku ainda era um pirralho e o derrota pra depois o absorver, assim como fez com Nil, outra coisa curiosa é Kuririn em sua história que ganha um treinamento de Goku mesmo depois de morto (ele ganhou um dia na Terra, como na saga Buu) para poder aprender a Genki-dama, poder que ele usa com apenas uma das mãos, vale lembrar também do Planeta n° 80, nome que a Terra ganha na história de Freeza quando ele vence Goku em Namek e espalha o terror por aqui como se não houvesse amanhã, isso sem mencionar o modo no qual ele destrói Cell, mas isso eu vou deixar pra vocês descobrirem quando jogarem e também o modo qual Piccolo derrota Majin Buu também é bem criativo e revelar isso seria desumano demais!
Única coisa negativa é o fato dos poucos personagens, no meu ver deveria haver personagens como Yamcha, Tenchinhan, Dabura, n° 17, Brolly, e o Chaos.
A parte do Chaos era mentira... você notou, certo ?
Mas enfim, ainda acho que deveria haver mais personagens afinal até mesmo o Ginyu foi incluído... o que é triste e sem mencionar que o nível 3 dele não é nada além de seus mesmos poderes porém com dano maior e especiais com os membros da força Ginyu.
Triste... e patético!
Mas esse fator não estraga o jogo, afinal temos a oportunidade de jogar com Dr. Maki Gero e n° 18 e suas histórias, o que é um fator positivo, apesar da história do Dr Maki deixar a desejar e quando jogarem entederão o motivo disso...
Entretanto eu posso assegurar que o jogo é bom, divertido, tem bons gráficos pra um console portátil de 16 bits e jogabilidade viciante, e quanto ao modo story, só terão o mesmo proveito caso saibam inglês, não que eu seja um cara que fala fluente, mas to me virando e fazendo curso, na pior das hipóteses podem usar o Google Tradutor, ele vai ajudar bastante, afinal, não sei por que motivos, mas ainda não traduziram esse jogo excelente de GBA, e traduziram outros tão inúteis, é fácil achar jogos excepcionais de GBA traduzidos como Castlevania: Aria Of Sorrow, todos da série Megaman Zero, por que diabos não traduzir esse ?
Ahh, e se alguem traduzir, me avise, postarei o link dele aqui no blog com prazer.
Espero que tenham gostado, e ao som de Tool vou fechando essa postagem e volto em breve!
3 de maio de 2011
The King Of Dragons
E ae, quanto tempo não falo de um jogo né ? O último foi Dragon Valor mas agora irei falar de outro que também inclue dragões...
Mas não é proposital, eu juro!
Enfim, tava com saudade de certas coisas da minha infância, e tive saudade de jogos bastante comuns da época, até que comecei a baixar novamente algumas coisas, e conhecer outras novas, tava com vontade de jogar beat'em up, eu tava com muita saudade de jogos do tipo, e depois que caiu a ficha que nunca tinha jogado nenhum dos Streets Of Rage, e ae eu baixei, joguei, e minha opinião sobre isso eu vou deixar claro em outro momento!
No fim das contas, me senti na obrigação de conhecer outros jogos da época e de preferência do mesmo estilo, e nisso acabei conhecendo uma pá de jogos legais, e entre eles um de "Hack 'n' Slash", o jogo da nossa amiguinha Capcom intitulado The King Of Dragons!
Antes de começar a resenha vou deixar claro que Hack and Slash é o título de jogos onde quando se bate ou apanha se é empurrado, mesmo que pouco, esse tipo de jogo foi feito pra simular o efeito do RPG de mesa nos games, agora vamos ao que interessa!
O jogo se passa na era medieval, surpresos ? Imagino que não...
Basicamente, o Reino de Malus foi invadido e você deve ajudar a reestabelecer a ordem no local no melhor estilo... batendo, matando, eliminando, cortando, dilacerando e mutilando, e no final das contas derrotar o líder dos monstros, o dragão vermelho Gildiss.
Simples, não ?
Tudo no jogo é bem baseado em Dungeons and Dragons e todos os monstros, cenários e armas do gênero, incluindo vestimentas de heróis, armas, magias, etc. Lembrando que o sistema inclui experiências e avanço de nível, o que deixa o jogo mais prazeroso, já que se pode melhorar escudos, armas, pegar grana e ainda aumentar sua barra de energia vital, e como sempre, a Capcom colocou no melhor estilo os especiais, apertando os botões de bater e pular, o personagem solta uma magia que consome parte da sua energia, bem típico da famosa franquia Final Fight.
Outra coisa legal são os personagens, você pode escolher entre cinco deles, que são:
O elfo arqueiro, tem pulo lento, alcance longo e ausência de escudos, mas possui a maior velocidade apesar de um ataque relativamente fraco, principalmente se comparado aos outros personagens, o bruxo tem velocidade média e defesa baixa mas possui o melhor progresso entre os personagens no meu ponto de vista, já que o poder de sua magia cresce de forma extremamente poderosa, o guerreiro tem alcance ótimo, boa velocidade e é mais rápido com salto é mais rápido, a barra de energia fica bem alta e a defesa muito boa também, porém um fracote contra magias, o clérigo é provavelmetne o mais apelão, já que seu ataque especial é bom e tira muita energia, tem a melhor defesa, porém é o mais lento disparado, e evolui mais rápido do que qualquer outro, e o anão, ele é o menor alvo, o que lhe dá certa vantagem, tem a menor velocidade em ataques físicos, porém a segunda melhor defesa, é rápido em movimentação e tem o maior salto.
A diversão nesse jogo é garantida, principalmente caso escolha jogar a versão Arcade, que é infinitamente superior a versão de Super Nintendo, apesar de que sua dificuldade no Arcade é bem mais alta, mas no meu ponto de vista, isso chega a ser bom por que a dificuldade não é exagerada mas caso você conheça as duas, sabe que a de Super Nintendo chega a ser sem graça de tão fácil...
... tá, exagerei um cadinho, não é tão fácil assim, mas a versão Arcade é melhor por outros motivos, primeiro de tudo, gráficos lindos, e segundo, caso você tenha jogado a versão SNES e tenha curtido a trilha sonora, ouça tudo na versão Arcade, existe um abismo na diferença, e terceiro e melhor motivo, você pode trocar de personagens de acordo com determinadas partes do jogo, por exemplo, você aceita a missão e tudo mais, faz ela e pronto, não precisa jogar com o personagem mais se quiser, e o melhor de tudo, os outros também ganham level nisso tudo, mas claramente menos que o personagem que você controlava, basicamente como se cada um deles tivesse seus afazeres, eu suponho, lembrando que esse fator não era possível no Super Nintendo, e bom, vou admitir que o fator que me fez jogar e MUITO a versão Arcade é justamente isso, não sou obrigado a pegar um só personagem até o final do jogo !
Sei que a postagem ficou curta, mas o que falar de um jogo simples com história simples e jogabilidade simples?
Bom, o que eu posso dizer é joguem, joguem e joguem mais um pouco ! Vale muito a pena e o fator diversão vai te consumir por completo.
Agora, pra finalizar, a foto do meu personagem favorito do jogo.
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