17 de maio de 2011

Dragon Ball Z: Supersonic Warriors


E ae galera, quanto tempo ? Afinal, já tem exatas duas semanas que não atualizo o blog, estava com falta de idéias, admito... mas isso nunca deixou ninguem menos viciado em jogos, certo ?

Esperei um tempo para poder falar sobre esse jogo, até mesmo comentei no meu Twitter o quanto eu estava viciado nele, mas sério, vale a pena.

Agora vamos ao que realmente interessa...

O jogo é um absurdo de simples, tem vários módulos e explicarei cada um e deixarei o melhor para o final, ok ?


Seguinte, cada personagem tem três versões no jogo, sendo tudo escalar, ou seja, começa na 1 que é fraca, passa pra 2 que é mediana e na 3 em que você fica ultra fodão.

Sabendo disso, vamos em frente.

Z Battle Mode - é o modo arcade do jogo, seu objetivo é escolher entre o modo individual ou de times, lembrando que se jogar em times o jogador poderá escolher em até 3 personagens, desde que os níveis no total se igualem ao número 4, ou seja, não vai poder ficar de apelação escolhendo 3 chefes no level 3, vai ter que pegar um bom e um fraco no mínimo e ralar um bocado pra ganhar ou pagar de valentão e escolher um só e enfrentar times inteiros. E no modo individual a dificuldade não fica tão atrás assim.

Challenge Mode - é um modo desafio, como o nome diz porém, no Z Battle os times enfrentados são aleatórios e nesse modo os times são prontos e eles pegam pesado pra caramba, principalmente de determinado ponto em diante, relativamente acima do nível normal do jogo.

Free Battle - batalha livre, como é bom treinar os combos, ficar viciado ao extremo pegando personagens fracos e dando surra nos mais apelões provando toda sua honra nos games (leia-se: vício extremo) ou então... ser covarde e fazer o contrário, pegando um Frieza da vida e espalhar pedacinhos de Kuririn por todos os lados por exemplo, esse modo é sempre bom.

Training Mode - esse é o modo no qual você pode deixar de ser noob antes do jogo começar, recomendado para aqueles que nunca jogaram ou não tem muita experiência em jogos de pancadaria destribuída, nele você aprende em modos no qual se pode aprender livremente na famosa "tentativa e erro" ou então com tutorial, confesso que só passei por lá pra explicar dele por aqui, aprendi apanhando mesmo.

Link Vs - esse modo é pra quem pode jogar no próprio GBA mesmo, e não para pobres ferrados como eu que preciso de um emulador caso queira jogar um jogo de console portátil... Malditos impostos...

Option Mode - deve estar se perguntando por que diabos eu coloquei até mesmo o Option aqui, mas a resposta é... além das alterações do jogo, ele que vem com a loja do jogo, caso queira habilitar os personagens extras, afinal, nada é de graça, você vai ter que pagar em pontos e nos consoles portáteis pra aumentar vida útil dos jogos existem dois recursos, ou fazer um jogo grande e apelão pra cacete ou simplesmente colocar muita coisa secreta, aqui a primeira opção é descartada, por mais que demore pra se adaptar aos comandos,porém as coisas secretas são divertidas de serem destravadas, entre elas o modo story de cada personagem e as suas versões mais poderosas para modos livres como Challenge e Free Battle


E agora vem a melhor parte do jogo, que eu deixei bem claro que deixaria para o final, porém se odeia spoillers pode parar de ler por aqui, certo ?

A melhor coisa do game é simplesmente o STORY MODE e deixarei bem claro o porque gostei tanto dele agora!

Simplesmente... por que ele foge da história do anime.

É, isso mesmo, afinal Dragon Ball Z é um anime de sucesso nível ômega no Brasil e no resto do mundo é ainda maior, todo mundo ta cansado de saber o que vai acontecer na história, afinal o anime por melhor que seja, foi criado na idade da pedra... tá, nem tão velho assim, mas com tantas vezes que passou na TV, vendas de mangás e coisas um tanto... previsíveis no anime, podemos dizer que fugir no padrão no mundo de DBZ é uma coisa perfeitamente aceitável, principalmente nos games.


E não precisa deteriorar minha imagem falando que Akira Toriyama é um gênio e sua história não deve ser mudada, afinal de contas ele é meio pancada, pois na mesma série ele destruiu duas luas, e todo mundo sabe que ninguem pode criar uma lua do nada.

...

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...

Tá bom, eu sei que o Vegeta pode e qualquer outro sayajin que tenha vivido no Planeta Vegeta também, mas isso ainda não deixou de ser bizarro, pelo menos pra mim.


Levando em conta que grande maioria dos jogos de DBZ são fracos, como Dragon Ball Z: Sagas, e Dragon Ball Z: Ultimate Battle 22; e que poucos ganham destaque pela jogabilidade como os da série Budokai ou Budokai Tenkaichi, esse jogo ganha destaque supremo pela história que como eu falei acima não segue nem de longe o roteiro original, isso por que o personagem que o jogador escolher se transforma no foco da série, e com isso você muda tudo que jamais pensou que poderia mudar um dia e até mesmo pode acompanhar vitória dos vilões.

Nesse modo muitas coisas legais acontecem, como por exemplo Goku nunca ter morrido,ou mesmo por milagre Kuririn e Piccolo ficarem super fortes, a ponto de bater de frente com Androides de Majin Buu, e nisso tudo há várias coisas muito legais, como por exemplo, Vegeta se transforma em Super Sayajin contra Freeza, acredita que ele é realmente o lendário super sayajin e sua arrogância triplica com o passar do jogo, Piccolo se une a Kami-sama e como se não fosse o bastante ressucita o Piccolo original, sim, o pai dele que apareceu quando Goku ainda era um pirralho e o derrota pra depois o absorver, assim como fez com Nil, outra coisa curiosa é Kuririn em sua história que ganha um treinamento de Goku mesmo depois de morto (ele ganhou um dia na Terra, como na saga Buu) para poder aprender a Genki-dama, poder que ele usa com apenas uma das mãos, vale lembrar também do Planeta n° 80, nome que a Terra ganha na história de Freeza quando ele vence Goku em Namek e espalha o terror por aqui como se não houvesse amanhã, isso sem mencionar o modo no qual ele destrói Cell, mas isso eu vou deixar pra vocês descobrirem quando jogarem e também o modo qual Piccolo derrota Majin Buu também é bem criativo e revelar isso seria desumano demais!


Única coisa negativa é o fato dos poucos personagens, no meu ver deveria haver personagens como Yamcha, Tenchinhan, Dabura, n° 17, Brolly, e o Chaos.

A parte do Chaos era mentira... você notou, certo ?

Mas enfim, ainda acho que deveria haver mais personagens afinal até mesmo o Ginyu foi incluído... o que é triste e sem mencionar que o nível 3 dele não é nada além de seus mesmos poderes porém com dano maior e especiais com os membros da força Ginyu.

Triste... e patético!

Mas esse fator não estraga o jogo, afinal temos a oportunidade de jogar com Dr. Maki Gero e n° 18 e suas histórias, o que é um fator positivo, apesar da história do Dr Maki deixar a desejar e quando jogarem entederão o motivo disso...

Entretanto eu posso assegurar que o jogo é bom, divertido, tem bons gráficos pra um console portátil de 16 bits e jogabilidade viciante, e quanto ao modo story, só terão o mesmo proveito caso saibam inglês, não que eu seja um cara que fala fluente, mas to me virando e fazendo curso, na pior das hipóteses podem usar o Google Tradutor, ele vai ajudar bastante, afinal, não sei por que motivos, mas ainda não traduziram esse jogo excelente de GBA, e traduziram outros tão inúteis, é fácil achar jogos excepcionais de GBA traduzidos como Castlevania: Aria Of Sorrow, todos da série Megaman Zero, por que diabos não traduzir esse ?

Ahh, e se alguem traduzir, me avise, postarei o link dele aqui no blog com prazer.

Espero que tenham gostado, e ao som de Tool vou fechando essa postagem e volto em breve!

3 comentários:

Leandro" Leon Belmont" Alves the devil summoner disse...

bacana, mas ainda prefiro as versões do SNES..

Caua Souza disse...

Bom mais eu queria sabe como faze os especiais minsina

Unknown disse...

Para fazer os especiais aperte simultaneamente A + B + R com níveis de energia de no mínimo 50%